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sábado, 25 de março de 2017

Pessoas casadas têm níveis mais baixos de hormônio do estresse

Se você acha que não há agitação suficiente em sua vida, você pode aumentar rapidamente seu estresse assistindo determinados programas de TV. Caso contrário, pode reduzir o estresse em 12 minutos com meditação ou talvez desligando a TV na hora dos "noticiários sanguinários".
Imagem: Cortesia Kundalini Research Institute
É bem documentado que as pessoas casadas são mais saudáveis e vivem mais do que as solteiras, divorciadas ou viúvas.

Mas como as alianças se traduzem em impactos biológicos que possam explicar essas diferenças?

Em busca dessa resposta, exames revelaram agora que as pessoas casadas têm níveis mais baixos do hormônio cortisol do que aquelas que nunca se casaram ou se separaram.

O cortisol é um hormônio estreitamente ligado ao estresse.

Estes resultados indicam que as pessoas solteiras enfrentam mais estresse psicológico do que os indivíduos casados. O estresse prolongado é associado com níveis mais elevados de cortisol, que podem interferir com a capacidade do organismo para regular a inflamação, que por sua vez promove o desenvolvimento e a progressão de muitas doenças.

"É emocionante descobrir um caminho fisiológico que pode explicar como os relacionamentos influenciam a saúde e a doença," disse o professor Brian Chin, da Universidade Carnegie Mellon (EUA).

Para chegar a essa conclusão os pesquisadores coletaram amostras de saliva de 572 adultos saudáveis, com idades entre 21 e 55 anos, durante três dias não consecutivos. Foram feitas várias coletas durante cada período de 24 horas, todas usadas para medir os níveis de cortisol.

Os resultados mostraram níveis significativa e consistentemente mais baixos de cortisol entre os participantes casados.

Os pesquisadores também compararam o ritmo diário de cortisol de cada pessoa, já que os níveis do hormônio atingem o pico quando a pessoa acorda e vão declinando ao longo do dia. Os casados apresentaram um declínio mais rápido, um padrão que tem sido associado com menos doenças cardíacas e maior sobrevivência entre os pacientes com câncer.

"Estes dados fornecem informações importantes sobre o modo como nossas relações sociais íntimas podem influenciar nossa saúde," ressaltou Sheldon Cohen, coautor do estudo.

Os resultados foram publicados na revista Psychoneuroendocrinology.

Fonte: Diário da Saúde
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sexta-feira, 24 de março de 2017

Coordenadores da Crede 18 realizam Formação para Projeto de Vida e Mundo do Trabalho


Sandra Helena, Adailma Ferreira, Paulo Robson, Liliane Feitosa e Patrícia Alencar. Coordenadores Escolares responsáveis pela Formação.

A CREDE 18, por meio dos Coordenadores Escolares das Escolas Estaduais de Educação Profissional, realizou na última terça-feira, dia 21, na EEEP Wellington Belém de Figueiredo, em Nova Olinda-Ce, a I Formação na Metodologia do Instituto Aliança com os professores lotados nas disciplinas Projeto de Vida e Mundo do Trabalho.



Durante a formação aconteceram momentos de interação e apropriação das temáticas propostas pelo IA entre os docentes e coordenadores das escolas participantes. Esse evento marcou também, o inicio do acompanhamento e monitoramento das disciplinas que agora será realizado pelos Coordenadores Escolares.



Participaram da Formação as seguintes escolas: EEEP Valter Nunes de Alencar – Araripe, EEEP Presidente Médici – Campos Sales, EEEP Antonia Nedina – Assaré, EEEP Wellington Belém de Figueiredo – Nova Olinda e EEEP Violeta Arrais – Crato.

Confira outras fotos da formação: 
Imagens: Prof. Paulo Robson
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ENEM 2016 (Segunda Aplicação) - Conceito de Calor

Nos dias frios, é comum ouvir expressões como: “Esta roupa é quentinha” ou então “Feche a janela para o frio não entrar”. As expressões do senso comum utilizadas estão em desacordo com o conceito de calor da termodinâmica. A roupa não é “quentinha”, muito menos o frio “entra” pela janela. 

A utilização das expressões “roupa é quentinha” e “para o frio não entrar” é inadequada, pois o(a)

A) roupa absorve a temperatura do corpo da pessoa, e o frio não entra pela janela, o calor é que sai por ela.
B) roupa não fornece calor por ser um isolante térmico, e o frio não entra pela janela, pois é a temperatura da sala que sai por ela.
C) roupa não é uma fonte de temperatura, e o frio não pode entrar pela janela, pois o calor está contido na sala, logo o calor é que sai por ela.
D) calor não está contido num corpo, sendo uma forma de energia em trânsito de um corpo de maior temperatura para outro de menor temperatura.
E) calor está contido no corpo da pessoa, e não na roupa, sendo uma forma de temperatura em trânsito de um corpo mais quente para um corpo mais frio.

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Cerrado brasileiro pode ter maior extinção de plantas da história, em 30 anos.

Há mais de 4,6 mil espécies de plantas e animais que só existem no cerrado. Imagem: Eduardo Dalcin
O mundo poderá registrar a maior perda de espécies vegetais da história caso o índice de desmatamento do cerrado brasileiro se mantiver como é hoje - aproximadamente 2,5 maior do que na Amazôni.

Essa tese é de um artigo de pesquisadores do Instituto Internacional para a Sustentabilidade (IIS) e de outras instituições nacionais e internacionais, divulgado nesta quinta-feira na revista científica Nature.

Até 2050, o cerrado pode perder até 34% do que ainda resta. Já foi perdido 46% de sua vegetação nativa, e apenas cerca de 20% permanece completamente intocado, segundo os pesquisadores.

Isso levaria à extinção 1.140 espécies endêmicas - um número oito vezes maior que o número oficial de plantas extintas em todo o mundo desde o ano de 1500, quando começaram os registros.

"Há 139 espécies de plantas registradas como extintas no mundo todo. Mas claro, sabemos que espécies foram extintas antes mesmo de a gente conhecê-las", disse à BBC Brasil Bernardo Strassburg, coordenador do estudo e secretário-executivo do IIS.

"Mesmo assim, a perda no cerrado seria uma crise sem proporções."

De acordo com os pesquisadores, o desmatamento na região cresceu em níveis alarmantes "por causa da combinação de agronegócio, obras de infraestrutura, pouca proteção legal e iniciativas de conservação limitadas".

Mesmo assim, Strassburg e sua equipe afirmam que o cenário apocalíptico projetado para 2050 pode ser evitado.

Se o aumento recente do desmatamento da Amazônia, segundo os cientistas, influenciou o regime de chuvas no Brasil, contribuindo para a seca dos últimos anos, a perda do cerrado também faz sua parte - mas no solo, e não na atmosfera.

"Tem gente que se refere ao cerrado como uma floresta de cabeça para baixo, porque dizem que as raízes lá são tão mais profundas que na Amazônia e na Mata Atlântica. Isso torna muito grande a capacidade do solo de absorver água, que será armazenada nos lençóis freáticos", diz Strassburg.

Hoje, 43% da água de superfície no Brasil fora da Amazônia está no bioma - o que inclui três dos principais aquíferos do país, que abastecem reservas no Centro-Oeste, no Nordeste e no Sudeste.

"Mas se você troca aquela vegetação por uma plantação de soja, essa capacidade de reter água e alimentar os lençóis freáticos se perde. E vale lembrar que no Brasil crise hídrica é também é crise energética."

O pesquisador alerta ainda para o fato de que o desmatamento projetado para as próximas três décadas emitiria cerca de 8,5 bilhões de toneladas de gás carbônico na atmosfera.

"Isso é 2,5 vezes mais do que a redução da emissão de gases estufa que o Brasil conseguiu com a queda no desmatamento da Amazônia entre 2003 e 2012", explica.

Fonte e mais informações em: BBC Brasil


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quinta-feira, 23 de março de 2017

Quanto Sol se deve tomar para manter a saúde?

Muitos especialistas apontam o medo do câncer de pele e o uso exagerado de protetores solares como a causa mais provável dos baixos níveis de vitamina D na população.
[Imagem: Cortesia Georgetown University]
Pesquisadores espanhóis estimaram a duração da exposição à radiação solar necessária para que uma pessoa consiga obter as doses recomendadas de vitamina D.

Embora as medições tenham sido feitas para a radiação solar na Espanha, o trabalho pode servir de base para que pesquisadores de outros países efetuem mensurações similares nas latitudes de seus países e para os tipos de pele mais comuns na população.

Enquanto na primavera e no verão são suficientes de 10 a 20 minutos ao Sol na Espanha, nos meses de inverno são necessárias quase duas horas - portanto, afirma a equipe, é difícil para a grande maioria da população conseguir a exposição solar ideal para manter a vitamina D em níveis saudáveis.

Tem havido uma preocupação crescente na comunidade médico-científica com os baixos níveis de vitamina D na população, sobretudo entre os mais jovens. Muitos apontam o medo do câncer de pele e o uso exagerado de protetores solares como a causa mais provável. Além disso, recentemente se descobriu que a vitamina D tem mais benefícios do que se imaginava.

Todos os anos, há uma multiplicidade de estudos científicos sobre os benefícios do banho de Sol em doses moderadas, intercalados por outros estudos que confirmam os riscos de tomar Sol excessivamente.

Embora a radiação solar ultravioleta (UV) contribua para o desenvolvimento de eritema solar, para o envelhecimento da pele e para o câncer, ela também reduz a pressão arterial, sintetiza a vitamina D, energiza as células do sistema imunológico e melhora o tratamento de várias doenças.

A deficiência de vitamina D está associada a um maior risco de sofrer de várias doenças. Como é muito difícil obter essa vitamina pelos alimentos, a sua síntese pela pele como resultado da exposição ao Sol é sua principal fonte natural.


María Antonia Serrano e seus colegas estimaram o tempo necessário para, sem se queimar, obter as doses recomendadas de vitamina D na cidade de Valência, que recebe uma grande dose de radiação UV ao longo do ano - a dose diária recomendada de vitamina D é de 1.000 UI (unidades internacionais).

Primeiro, os pesquisadores se preocuparam com os possíveis danos que o Sol possa causar à pele.

Os dados da irradiância solar ultravioleta foram coletados em torno do meio-dia (entre 12:30 e 13:30) durante quatro meses do ano (um em cada estação) de 2003 a 2010. É questionável o horário escolhido, uma vez que é mundialmente reconhecido que este não é um horário recomendável para se tomar Sol. Contudo, com estes números a equipe calculou o tempo necessário para causar eritema - vermelhidão da pele causada por queimaduras.

Os dados mostram que, no verão, um indivíduo com pele tipo III (menos clara e que se bronzeia, o tipo mais comum entre a população da Espanha) não deve gastar mais do que 29 minutos ao Sol se desejar evitar ficar queimado - o suficiente para que a pele descasque. No entanto, no inverno, o mesmo indivíduo pode permanecer no Sol por 150 minutos, ou seja, cinco vezes mais tempo.

É importante ressaltar que os dados não são diretamente transponíveis para o Brasil, devido à grande diferença de latitude - os tempos de exposição no Brasil deverão ser significativamente menores. Contudo, é possível usar o estudo como uma referência para a diferença na duração dos banhos de Sol entre as estações.

O tempo de exposição mínimo para obter a dose diária recomendada de vitamina D foi obtido da mesma maneira.

Verificou-se que, ao redor do meio-dia no inverno, com 10% do corpo exposto ao Sol, são necessários cerca de 130 minutos para obter a dose diária recomendada de vitamina D. Como este tempo é mais curto do que o tempo necessário para causar eritema, não há risco de queimaduras solares.

Em contraste, no verão, com 25% do corpo exposto ao Sol, cerca de 10 minutos são suficientes para sintetizar a vitamina D necessária. No outono e na primavera, o tempo é intermediário, cerca de 30 minutos.

"Estes cálculos foram feitos para o tipo III de pele, mas os números mudariam para aqueles que têm uma tez mais clara ou mais escura," alerta Serrano. "Também é essencial ter em mente que consideramos a porcentagem habitual do corpo exposto para a estação. Se mais pele estiver exposta, o tempo de exposição pode ser reduzido."

Os resultados foram publicados na revista Science of the Total Environment.

Fonte: Diário da Saúde
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quarta-feira, 22 de março de 2017

Hubble identifica sinais de 'última ceia' e 'arroto' de buraco negro no centro da Via Láctea

As bolhas de Fermi (no centro da imagem) se formaram a partir do gás emanado do buraco negro e têm uma massa equivalente a dois milhões de sóis. Imagem: NASA/DOE/Fermi LAT/D. Finkbeiner et al
O vasto buraco negro no centro da Via Láctea fez sua "última ceia" há cerca de 6 milhões de anos, quando ingeriu uma enorme massa de gás, absorvida por sua implacável força gravitacional.

O banquete deve ter causado uma forte indigestão, uma vez que o buraco estufado logo "arrotou" uma bolha de gás gigante, que pesa o equivalente a milhões de sóis e vaga agora acima e abaixo do centro da nossa galáxia.

As estruturas gigantescas, conhecidas como bolhas de Fermi, foram descobertas em 2010 pelo telescópio espacial de raios gama Fermi, da Nasa. Mas pouco se sabia, até agora, sobre sua origem e idade.

Com o auxílio do telescópio espacial Hubble, também da Nasa, os astrônomos conseguiram calcular com mais precisão em que época as bolhas se formaram.

"Pela primeira vez rastreamos o movimento do gás frio por meio de uma das bolhas, o que nos permitiu registrar a velocidade do gás e calcular quando as bolhas se formaram", explicou Rongmon Bordoloi, pesquisador do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, e diretor do estudo.

"Descobrimos que este evento impressionante ocorreu entre 6 milhões e 9 milhões de anos atrás. Pode ter sido uma nuvem de gás fluindo para o buraco negro, que disparou jatos de matéria, formando os lóbulos duplos de gás quente que vemos hoje em observações de raios-X e raios gama", acrescentou Bordoloi.

Segundo ele, desde então, o buraco negro só faz pequenos "lanches".
O buraco negro é uma região densa e compacta do espaço com uma força gravitacional tão forte que nenhuma matéria, nem mesmo a luz, consegue escapar.

O buraco negro no centro da Via Láctea comprime uma massa equivalente a 4,5 milhões de estrelas do tamanho do Sol em uma pequena área do espaço.
Uma matéria que se aproxima demais do buraco negro é atraída por sua poderosa gravidade, girando em torno dele até, finalmente, ser absorvida para seu interior.

No entanto, parte desta matéria fica tão quente que consegue escapar por meio do eixo de rotação do buraco negro, criando uma formação que se estende acima e abaixo do plano da galáxia. No caso da nossa galáxia, tratam-se das bolhas de Fermi.

Fonte e mais informações em: BBC Brasil

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Aviões do futuro são projetados

A ideia é deixar os estudantes livres para irem além dos tradicionais tubos com asas. [Imagem: DLR]
Ideias frescas

Os governos dos EUA e da Alemanha estão tentando garimpar novas ideias para tentar mudar o jeitão tradicional dos aviões, que aqueles com tino mais revolucionário chamam pejorativamente de "tubos com asas".

A DLR (agência espacial alemã) e a NASA esperam encontrar inspiração entre aqueles que ainda não estão tão acostumados ao padrão vigente: os estudantes.

Para isso, as duas agências abriram um concurso em que os estudantes deverão apresentar novas ideias e novos desenhos de aviões "que reinventem o voo de passageiros além da barreira do som ou que sejam revolucionariamente silenciosos e de baixa emissão".

"Com o Desafio de Design DLR/NASA, queremos dar à próxima geração de pesquisadores da aviação a oportunidade e o ímpeto para obter ativamente um avanço para a aeronave do futuro," disse Rolf Henke, da DLR.

"Nosso maior desafio como pesquisadores é melhorar o desempenho ambiental do tráfego aéreo, apesar do número crescente de passageiros em todo o mundo, reduzindo assim as emissões e o ruído. Isso exigirá ideias novas das mentes jovens, e estamos muito satisfeitos por ter a oportunidade de lançar esta iniciativa em conjunto com a NASA," acrescentou.
Os vencedores serão anunciados no mês de Julho.

Projetando os aviões do futuro



Os primeiros projetos mostram asas mais finas e mais longas do que as atuais. [Imagem: Joaquim Martins]

Asas de compósitos

Já uma equipe de pesquisadores mais graduados, das universidades do Texas e de Michigan, apresentou os primeiros resultados de simulações que, se não pretendem revolucionar os tubos com asas, querem pelo menos dar mais flexibilidade às asas, abrindo espaço para viabilizar na prática os voos mais sonhadores dos projetistas.

O objetivo é projetar e usar materiais compósitos mais avançados e mais resistentes, que permitam fabricar asas maiores e, sobretudo, asas morfológicas, ou seja, asas que mudem de formato conforme a carga a que são submetidas.

"Nós estamos fechando o hiato entre um exercício acadêmico e um método prático para a indústria, que virá com os futuros designs," disse o professor Joaquim Martins.

Projetando os aviões do futuro
O projeto consiste em criar diferentes estruturas de compósitos para que a asa se deforme conforme a condição de voo. [Imagem: Joaquim Martins/Timothy Brooks/Graeme Kennedy]

Asas morfológicas

Nessa primeira rodada, as simulações mostraram que as novas asas podem gerar uma economia de combustível de 2%, o que representa algo na casa dos bilhões de dólares. Mas a equipe afirma que seus cálculos indicam que é possível chegar a projetos de asas que economizem até 10% de combustível nos aviões do futuro em relação aos aviões mais modernos atuais.

Para isso será necessário usar os compósitos - que já respondem por até 50% do peso dos aviões - de forma mais versátil, em curvas complexas, por exemplo, até chegar, finalmente, nas asas verdadeiramente morfológicas, que possam manter o nível máximo de desempenho em qualquer condição de voo, incluindo todas as variações de velocidade, altitude e peso da aeronave.

"As pesquisas sobre novos materiais e mecanismos de morphing tornarão os sistemas morfológicos mais leves, mais eficientes em termos energéticos e mais econômicos. É apenas uma questão de tempo para que vejamos asas de aeronaves que exibam capacidades morfológicas que parecem impossíveis hoje," prevê o pesquisador.

Matéria colhida na íntegra em: Inovação Tecnológica
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