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segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

5 nutrientes que podem melhorar o seu humor


Imagem: Seunghyeon Kim et al. - 10.1371/journal.pone.0118697
Comidas para melhorar o humor

Embora "comer emocionalmente" seja tipicamente associado a uma busca de compensação pelo estresse ou ansiedade, a comida pode também desempenhar um papel positivo na forma como você se sente emocionalmente.

Portanto, há maneiras de aproveitar os poderes de melhoria do humor contidos nos alimentos que você come e nas bebidas que você bebe, o que pode apoiar positivamente o seu humor e seu bem-estar em geral, uma vez que um humor positivo pode ajudar você a se curar.

"Como não há um único alimento ou nutriente capaz de prevenir a depressão, consumir uma variedade de vegetais, frutas, proteínas magras, laticínios com pouca gordura e grãos integrais garantirá a ingestão adequada de vitaminas e minerais, necessários para uma boa saúde," resumem Catherine Nay e Megan Brown, nutricionistas da Universidade de Michigan (EUA).

As duas pesquisadoras usaram as melhores evidências experimentais disponíveis até o momento para compor a lista de nutrientes abaixo, com exemplos de alimentos e bebidas que prometem ajudar não apenas a saúde do seu corpo, mas também o seu humor.

1. Triptofano

triptofano é um aminoácido essencial, o que significa que seu corpo não pode produzi-lo e você deve obtê-lo de fontes alimentares.

O triptofano é um precursor da serotonina, um importante neurotransmissor produzido pelo cérebro e que desempenha um papel no controle do sono, apetite e impulso.

Níveis elevados de serotonina podem realmente ajudar a elevar o humor, mas a produção de serotonina é limitada pela disponibilidade de triptofano. Você pode encontrar triptofano em nozes, leite, salmão, ovos, produtos de soja e espinafre.

2. Magnésio

O espinafre não contém apenas triptofano, mas também é rico em magnésio, que pode ajudar no sono e desempenhar um papel na redução da ansiedade.

Outras fontes de magnésio incluem nozes, grãos integrais e legumes.

3. Fitonutrientes

Alimentos doces podem elevar temporariamente o açúcar no sangue. No entanto, quando o açúcar no sangue cai, o mesmo ocorre com o humor. Assim, em vez de uma sobremesa com alto teor de açúcar, as pesquisadoras aconselham optar por frutas ou chocolate amargo (com moderação).

"As bagas contêm fitonutrientes, que ajudam a proteger o cérebro do impacto do estresse," diz Nay. "O chocolate escuro também contém flavanóides de cacau, um antioxidante que reduz a inflamação e a inflamação está ligada à depressão".

4. Ácidos graxos ômega-3

Semelhante aos fitonutrientes, os ácidos graxos ômega-3, encontrados nos peixes gordurosos, como salmão, sardinha, truta e atum, também podem ajudar a reduzir a inflamação no corpo.

A Sociedade Americana do Coração recomenda consumir peixe duas vezes por semana, mas se você não gosta de peixe, Brown afirma que as sementes de linho, chia e nozes também contêm essa gordura saudável.

5. Polifenóis

As bebidas, especialmente as variedades com cafeína, são outra parte da sua dieta que pode afetar secretamente o seu humor.

"A cafeína é um estimulante e pode afetar cada indivíduo de maneira diferente," ressalta Brown.

Embora ela possa interferir no sono ou contribuir para sentimentos de ansiedade, com moderação a cafeína pode realmente ajudar a melhorar o seu humor. Café, chá e vinho (com moderação) contêm polifenóis vegetais benéficos, que são poderosos antioxidantes que podem diminuir a inflamação no corpo.

Segundo Nay, beber mais água também pode ajudar seu humor, já que mesmo uma desidratação leve pode fazer você se sentir deprimido. Mas, mesmo com a água, é preciso moderação - não adianta exagerar, ou você vai eliminar sais importantes para o seu corpo.





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quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Salvar Meia Terra para a natureza afetaria um bilhão de pessoas

Áreas adicionais a serem protegidas para atender às metas de proteção de 50% da Meia Terra em cada ecorregião. Imagem: Judith Schleicher et al. - 10.1038/s41893-019-0423-y
Meia Terra
À medida que os movimentos ambientalistas ganham voz, alguns ativistas estão propondo metas de conservação cada vez mais ambiciosas. Entre as mais destacadas está a proposta de reservar 50% da superfície não oceânica da Terra para a natureza.
Esta proposta, conhecida como "Meia Terra", juntamente com outras semelhantes, vêm ganhando força entre conservacionistas e formuladores de políticas. No entanto, pouco se sabe sobre as implicações sociais e econômicas para as pessoas da adoção dessas metas.
Por isso, uma equipe do Reino Unido e da Áustria fez a primeira tentativa de avaliar quantas pessoas e quem seria afetado se metade do planeta fosse "salva" para tentar garantir a diversidade dos habitats do mundo.
Judith Schleicher e seus colegas analisaram conjuntos de dados globais para determinar onde o status de unidade de conservação poderia ser adicionado para fornecer 50% de proteção a cada ecorregião: grandes áreas de habitats distintos, como manguezais da África Central, florestas mistas do Báltico, florestas tropicais etc.
As cidades sábias podem ser uma alternativa para as áreas urbanas.
Imagem: MAtchUP Project/Divulgação
Justiça ambiental
Mesmo evitando, sempre que possível, "pegadas humanas", como cidades e terras agrícolas, os resultados sugerem que uma estimativa conservadora para aqueles diretamente afetados pela Meia Terra seria superior a um bilhão de pessoas, principalmente vivendo em países de renda média.
Muitas nações ricas e densamente povoadas no Hemisfério Norte também precisariam ver grandes expansões de terras com status de conservação para chegar à meta de 50% - isso poderia até mesmo incluir partes urbanas de Londres, por exemplo, dando à proposta um quê de irrealismo.
Os autores do estudo argumentam que, embora uma ação radical seja urgentemente necessária para o futuro da vida na Terra, questões de justiça ambiental e bem-estar humano devem estar na vanguarda do movimento de conservação.
"As pessoas são a causa da crise de extinção, mas elas também são a solução. As questões sociais devem desempenhar um papel mais proeminente se quisermos oferecer uma conservação eficaz que funcione tanto para a biosfera quanto para as pessoas que a habitam," disse Judith Schleicher, da Universidade de Cambridge.
Infelizmente a Lei de Moore não se aplica ao mundo real.
[Imagem: Domínio Público]
Consequências para o ser humano
A ideia de uma Meia Terra reservada para a natureza foi popularizada pelo biólogo Edward Wilson em seu livro de 2017 com o mesmo nome. Mais recentemente, um "Acordo Global para a Natureza" - visando uma proteção de 30% até 2030 e 50% até 2050 - foi endossado por várias organizações ambientais.
No entanto, essas propostas têm sido ambíguas quanto a "formas e localizações exatas" do que deve ser conservado, afirmam Schleicher e seus colegas.
Com base em suas análises, a equipe estima cautelosamente que 760 milhões de pessoas se encontrariam vivendo em áreas com novo status de conservação: um aumento de quatro vezes em relação aos 247 milhões que atualmente residem em áreas protegidas.
A equipe pede aos defensores da Meia Terra, e a todos os que apoiam a conservação baseada em áreas, que "reconheçam e levem a sério" as consequências humanas - tanto negativas quanto positivas - de suas propostas.
"Viver em áreas ricas em habitat natural pode melhorar a saúde mental e o bem-estar. Em alguns casos, as áreas protegidas podem proporcionar novos empregos e renda através do ecoturismo e da produção sustentável," afirmou Schleicher. "No entanto, no outro extremo, certas formas de 'fortalezas' de conservação podem ver as pessoas deslocadas de seu lar ancestral e negar acesso aos recursos de que dependem para sua sobrevivência".
"A falta de consideração das questões sociais levará a políticas de conservação que são prejudiciais ao bem-estar humano e com menor probabilidade de serem implementadas. Precisamos ser ambiciosos diante das crises ambientais. Mas é vital que as implicações sociais e econômicas em nível local sejam considerados se quisermos enfrentar os fatores que motivam a perda de biodiversidade. A vida de muitas pessoas e a existência de diversas espécies estão nos dois lados da balança," finalizou Schleicher.
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quinta-feira, 25 de abril de 2019

Motoristas não vêm ciclistas como totalmente humanos

"Quando você não pensa que alguém é totalmente humano, é mais fácil justificar o ódio ou a agressão contra ele. Isso pode criar um ciclo crescente de ressentimento." [Imagem: Monash University
Motoristas versus ciclistas

Mais da metade dos motoristas de automóveis acha que os ciclistas não são completamente humanos, estabelecendo um elo entre essa desumanização dos ciclistas e atos de agressão deliberada para com eles no trânsito.

O problema da desumanização, historicamente estudado em relação a atitudes perante grupos raciais ou étnicos, agora parece estar disseminando-se pela sociedade, atingindo presidiários, doentes mentais, moradores de favelas e, em períodos de grande polarização política, até mesmo as pessoas que têm opiniões diferentes das proferidas por um determinado indivíduo.

Alexa Delbosc e colegas das universidades Monash e Melbourne (Austrália) observam que, no âmbito do trânsito, os ciclistas têm sido conceituados como um grupo minoritário e um alvo de atitudes e comportamentos negativos, que tipicamente acabam com prejuízos para o elo mais fraco - no jogo de forças entre um carro e uma bicicleta, o ciclista perde fácil.

Por outro lado, a adoção da bicicleta como meio de transporte é encorajado por vários especialistas, apontando benefícios para o trânsito, para o meio ambiente e para a saúde das pessoas, cada vez mais sedentárias.

A equipe australiana acredita que esses dois fatores - desumanização dos ciclistas e encorajamento da bicicleta como meio de transporte - podem ser conciliados se os motoristas de carros puderem colocar um rosto humano nos ciclistas.

Evolução do macaco ou da barata?

O experimento procurou identificar a atitude de centenas de pessoas em relação aos ciclistas e se os próprios participantes eram ciclistas ou não-ciclistas.

Os voluntários receberam um quadro, no qual podia haver uma de duas imagens: A icônica evolução do macaco para o homem, ou uma adaptação daquela imagem mostrando os estágios da evolução de uma barata até o homem.

Pode parecer estranha essa imagem, mas ela se justifica porque na Austrália, onde o estudo foi feito, os insultos mais comuns dos motoristas contra os ciclistas os comparam a "baratas" ou "insetos".

Em ambas as escalas, macaco-humano e inseto-humano, 55% dos não-ciclistas e 30% dos ciclistas, quando dirigindo automóveis, classificaram os ciclistas no trânsito como não completamente humanos.

"Quando você não pensa que alguém é 'totalmente' humano, é mais fácil justificar o ódio ou a agressão contra ele. Isso pode criar um ciclo crescente de ressentimento. Se os ciclistas se sentirem desumanizados por outros usuários, eles estarão mais propensos a agir contra os motoristas, alimentando uma profecia autorrealizável que alimenta ainda mais a desumanização contra eles.

"Em última instância, queremos entender esse processo para que possamos fazer um trabalho melhor em colocar um rosto humano nas pessoas que andam de bicicleta, para que possamos ajudar a parar com o abuso," disse Delbosc.

Matéria publicada originalmente em: Diário da Saúde
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

A Via Láctea é "empenada"


Uma impressão ligeiramente exagerada da forma real da nossa Via Láctea, que apresenta um formato parecido com um disco que vai ao chão e fica oscilando antes de cair totalmente. Imagem: Xiaodian Chen/NAO/CAS
Astrônomos da Universidade Macquarie, na Austrália, e da Academia Chinesa de Ciências usaram 1339 "estrelas-padrão" para mapear a forma real da nossa galáxia.
Este primeiro mapa 3D preciso da Via Láctea revelou seu verdadeiro perfil: deformado e torcido.
E o disco de estrelas da Via Láctea se torna cada vez mais deformado e helicoidal quanto mais longe as estrelas estão do centro da galáxia.
"Geralmente pensamos em galáxias espirais como sendo bastante planas, como Andrômeda, que você pode ver facilmente através de um telescópio," comentou o professor Richard de Grijs.
Contudo, nos últimos 50 anos, começaram a surgir indícios de que as nuvens de hidrogênio na Via Láctea estão empenadas.
O novo mapa mostra que o disco deformado da Via Láctea também contém estrelas jovens. Isso confirma que o padrão espiral empenado é causado pelo torque da rotação do massivo disco interno de estrelas da Via Láctea, propõem os astrônomos.
Em cima: Distribuição 3D das Cefeidas Clássicas no disco empenado da Via Láctea. Embaixo: Precessão da linha de nós helicoidais com raio galactocêntrico. Imagem: CHEN Xiaodian
A equipe construiu o mapa 3D da Via Láctea usando 1.339 grandes estrelas pulsantes, cada uma com até 100.000 mais brilhantes que o nosso Sol, fotografadas pelo telescópio espacial WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer).
Conhecidas como Cefeidas Clássicas, são estrelas jovens, de quatro a 20 vezes mais massivas que o nosso Sol e até 100.000 vezes mais brilhantes. Essas altas massas estelares implicam que elas morrem jovens, queimando seu combustível nuclear muito rapidamente, às vezes em apenas alguns milhões de anos.
As Cefeidas apresentam pulsações de um dia para o outro, que são observadas como mudanças em seu brilho. Combinado com o brilho observado da Cefeida, seu período de pulsação pode ser usado para obter uma distância altamente confiável - as Cefeidas foram usadas para calcular a idade do Universo.
A galáxia ESO 510-G13 é também uma galáxia espiral deformada, semelhante à Via Láctea, com uma pronunciada deformação em seu disco gasoso e uma deformação menos pronunciada em seu disco de estrelas. Imagem: NASA/Space Telescope Science Institute
Os astrônomos já haviam observado cerca de uma dúzia de outras galáxias que mostram padrões espirais progressivamente distorcidos nas suas regiões exteriores. Portanto, as reviravoltas da nossa Via Láctea são raras, mas não únicas.

Matéria colhida na íntegra em: Inovação Tecnológica

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Comer um ovo antes de beber evita ressaca

Imagem: JULTUD / SHUTTERSTOCK

Fortes dores de cabeça, enjoo, boca seca, enfim, se você exagera na dose, sempre se arrepende dos sintomas comuns da ressaca no dia seguinte e quer evitar o problema, aposte no ovo.

Comer ovo ajuda a combater a ressaca

Em entrevista ao site Uol, nutricionista Alline Cristina Schuncke ensina que comer um ovo antes e um depois do consumo excessivo de álcool pode ajudar a combater a ressaca, uma vez que o alimento possui uma proteína específica que trabalha para “curar” o processo de intoxicação, comum na ingestão exagerada de bebidas alcoólicas.

De acordo com a especialista, um ovo frito antes da bebedeira prepara o corpo para receber as doses extras, evitando assim a ressaca. A gordura presente no prato demora para ser digerida e reduz também a absorção do álcool.

Mas se você se esqueceu da dica antes do happy hour e, no dia seguinte, sente os efeitos da ressaca, aposte no ovo cozido e evite alimentos gordurosos. Por causa da presença de um aminoácido chamado cisteína, o ovo atua no processo de desintoxicação do fígado.

Matéria colhida na íntegra em Vix.com
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Se você passou a gostar de azeitonas é sinal de que ficou velho


Imagem: VÍA SHUTTERSTOCK
Talvez na infância você não gostasse de azeitonas ou chocolate amargo, mas agora gosta. Talvez você já não consiga pensar em um fim de semana sem tomar uma cerveja ... Mas lamentamos informar que todos esses são sinais de que você está envelhecendo.

Um estudo publicado na revista Physiology & Behavior revelou que é normal que as crianças gostem de sabores doces e não gostem dos sabores amargos. O gosto vai se modificando ao longo de nossas vidas por causa da biologia.

"Várias linhas de pesquisa indicam que o gosto pelo gosto doce é inato. Antes de nascer, a capacidade de detectar sabores doces funciona e interage com sistemas que controlam o afeto e a sucção; Assim, os recém-nascidos são capazes de detectar os alimentos que precisam para sobreviver: o leite materno ”, explica o texto.

A capacidade de detectar doçura não só serve para escolher a comida de melhor qualidade, mas também funciona como um analgésico para crianças. Comer alimentos doces torna as crianças até os 11 anos mais tolerantes à dor.

A capacidade de detectar doçura diminui com o tempo. Quando se chega a adolescência, isso muda para nunca mais voltar. Por isso, talvez você não ame tanto os doces e agora você aprecia uma boa cerveja ou um bom vinho.
De qualquer maneira, os sabores amargos não ocupam a maioria dos nossos alimentos porque, desde nossa biologia, associamos sabores amargos à veneno, sabia?

Matéria colhida na íntegra em Vix


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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Planetas são maiores do que os discos que os originam?

Esta é uma concepção artística de uma estrela jovem rodeada por um disco protoplanetário, no qual hipoteticamente os planetas se formariam. Imagem: ESO/L. Calçada
Os astrônomos acreditam que os planetas se formam quando o material que restou da formação de uma estrela, e que fica circundando essa estrela, acaba se aglomerando.
Ninguém sabe exatamente por meio de que processo ou mecanismo essa poeira se aglomera, já que é igualmente plausível propor que ela se esfacelaria cada vez mais à medida que os grânulos vão se chocando.
Assim, ao menos por enquanto, os cientistas se contentam em dizer que isso acontece "ao longo de milhões de anos", já que um bocado de coisas pode acontecer em um milhão de anos, ainda que não tenhamos conseguido imaginar exatamente o quê.
Mas a coisa ficou um pouquinho mais complicada quando Carlo Manara e seus colegas do ESO (Observatório Europeu do Sul) se dispuseram justamente a tentar encontrar alguma pista sobre o que pode levar à formação planetária a partir de um disco protoplanetário.
Eles estavam fazendo isto invertendo a equação: Partindo da massa dos planetas, eles queriam calcular quanto de material deveria haver nos discos protoplanetários que lhes deram origem.
Isso se tornou possível graças a telescópios como o ALMA, um gigantesco radiotelescópio de antenas móveis que funciona no Chile, e que conseguiu fazer as primeiras imagens de discos de formação de planetas, permitindo fazer cálculos sobre a massa desses discos - hoje já se conhecem muitos deles.
O problema é que a conta não fechou, mesmo depois que a equipe comparou as massas de centenas de exoplanetas e discos protoplanetários: A massa dos planetas é muito maior do que a massa dos discos.
Ou seja, os discos protoplanetários não têm massa suficiente para dar origem aos planetas, indicando que os planetas podem estar se formando por processos que ainda nem conseguimos imaginar.
Os autores sugerem que uma de duas coisas poderia estar acontecendo: pode haver material nos discos que nossos instrumentos não conseguem enxergar, ou os discos são de alguma forma reabastecidos, pela própria estrela ou por estrelas vizinhas - estrelas geralmente se formam em grupos, nos chamados "berçários estelares".
Qualquer que seja o caso, as alternativas desafiam o paradigma atual da formação dos planetas.
Matéria publicada originalmente em Inovação Tecnológica
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