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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Astronauta da Nasa mostra como é uma tempestade de raios vista do espaço

Imagem capturada
A Nasa, a agência espacial americana, divulgou este vídeo de uma tempestade de raios capturada da Estação Espacial Internacional.
O registro foi feito enquanto a espaçonave sobrevoava China, Coreia e Japão.
O astronauta americano Randolph Bresnik contou que fez a gravação de sua janela favorita na estação.
Nas suas palavras, o time-lapse (vídeo acelerado) noturno mostra "raios, luzes das cidades e barcos de pesca no Mar do Japão".
Bresnik está no espaço desde julho.

Clique AQUI para assistir o vídeo

Fonte: BBC Brasil 
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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

A missão espacial que pretende limpar o lixo do Universo


Imagem capturada do vídeo de divulgação
Seria possível reduzir – ou até mesmo eliminar – o lixo espacial?
Esse é o objetivo da missão RemoveDebris.
A nave espacial vai usar um harpão e uma rede para remover os detritos que orbitam ao redor da Terra.
Ao todo, são 500 mil artigos dos mais variados tamanhos que, juntos, somam 7,5 mil toneladas.
Há desde pedaços de rocha a naves espaciais aposentadas, passando por itens que os astronautas deixaram para trás.
Os detritos seriam destruídos ao cruzarem a atmosfera da Terra.
O lixo espacial representa um sério risco.
Recentemente, um pequeno detrito causou uma rachadura na Estação Espacial Internacional.
Maior do que um ônibus, um satélite europeu que parou de funcionar em 2012, permanece em órbita e ameaça outros em seu caminho.
O desenvolvimento da missão custou US$ 20 milhões e a nave será lançada em 2018.
Confira o vídeo ilustrativo clicando AQUI
Fonte: BBC Brasil
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quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

A ressaca é mais forte quando se mistura diferentes tipos de bebidas?


Ainda não há uma pesquisa especificamente sobre a mistura de cerveja e vinho e o efeito disso na ressaca. Getty Images
Quão confiáveis são essas crenças populares? Há evidências de que misturar vinho e cerveja piora a ressaca no dia seguinte? É verdade que não podemos misturar? Infelizmente, as evidências científicas não dão suporte para esse tipo de estratégia.
A equipe da BBC fez uma revisão de pesquisas recentes e afirma que as causas dos principais sintomas de ressaca são desidratação, mudanças nos níveis de hormônios como aldosterona e cortisol e os efeitos tóxicos do próprio álcool. Além disso, há evidências de que o sistema imune é afetado e isso poderia ser a causa da dor de cabeça, da náusea e da fatiga.
Em geral, quanto mais álcool você beber, pior será sua ressaca no dia seguinte. A não ser, é claro, que você seja uma das pessoas sortudas que não sofrem de ressaca, o que existe comprovadamente de acordo com alguns estudos recentes, ainda que não se saiba o motivo para isso.
De acordo com os pesquisadores, há dois principais "ingredientes" para uma ressaca severa: beber muito álcool e beber muito rápido. A mesma quantidade de álcool, porém, nem sempre resulta na mesma severidade da ressaca.
Sabe-se que misturar bebidas ou tomar coquetéis pode levá-lo a consumir mais álcool - e isso pode piorar a sua ressaca. Além disso, alguns drinks parecem ter um efeito posterior pior do que outros.
Além da intoxicação causada pelo álcool, há outros componentes que afetam o nível da ressaca - os chamados congêneres. Congêneres são substâncias não-alcóolicas produzidas durante a fermentação, como acetona, acetaldeído e taninos, que mudam as cores das bebidas e lhes dão sabores distintos.
Drinks claros, como vodca, tem menos congêneres do que os mais escuros, como o uísque. Na verdade, um uísque bourbon tem 37 vezes mais congêneres do que a vodca, o que torna a ressaca de uísque pior.
Portanto, misturar bebidas claras e escuras pode fazer você se sentir mais enjoado do que se tivesse bebido apenas líquidos claros. Ainda assim, ambos os drinks diminuem sua cognição igualmente no dia seguinte depois de bebê-los.
De maneira geral, as evidências científicas apontam que a culpa da ressaca não é da mistura em si, mas sim de beber demais ou de uma quantidade mais alta de congêneres na sua bebida.

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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Nasa divulga imagens do pôr do sol em Marte


Registro do pôr do sol em Marte foi feito pela sonda Curiosity. Imagem: Divulgação Nasa
Um pôr do sol costuma ser bonito em qualquer lugar do mundo. Mas esse registro feito pela Nasa é realmente difícil de bater. Com a sonda Curiosity, a agência espacial americana conseguiu fazer imagens impressionantes desse fenômeno em Marte.
A imagem mostra o sol se escondendo em uma área mais alta na superfície do planeta vermelho e foi descoberta pelo usuário da rede social Reddit, Pluto_and_Charon.
Um porta-voz da Nasa explicou ao site IFLScience que ela foi tirada no entardecer de Marte na direção oeste-noroeste. A qualidade da imagem não foi por acaso - a agência espacial confirma que ela foi planejada em detalhes.
Algo interessante de notar na imagem é que o pôr do sol em Marte é o oposto ao da Terra. Por aqui, o céu durante o dia é azul e ao anoitecer fica vermelho, conforme a luz do sol vai passando pela atmosfera e reflete mais o final vermelho do espectro do astro.
Imagem: Divulgação Nasa
Já em Marte, acontece o oposto. O céu durante o dia é vermelho e durante a noite é azul. Isso acontece porque a poeira é responsável por refletir a luz por lá, ao contrário do nosso planeta, onde a luz do sol é refletida nos gases da atmosfera.
A sonda Curiosity conseguiu tirar essa foto com um dispositivo Mastcam (instrumento de imagem estereoscópica multiespectral) que fica do lado esquerdo dela. Essa é uma das quatro câmeras na sonda, que costuma fazer imagens da superfície de Marte e de outros objetos espaciais de interesse científico.
Em alguns casos, porém, as fotos divulgadas acabam despertando grande interesse público - como é o caso dessa.
A sonda Curiosity está em Marte desde agosto de 2012 e, desde então, vem trazendo informações sobre o planeta vermelho para a Nasa.

Fonte: BBC Brasil
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Nasa divulga vídeo acelerado com o 'mais completo retrato global da vida na Terra'


Imagem capturada do vídeo
Por 20 anos, satélites da Nasa, agência especial americana, filmaram a vida na Terra. As imagens, segundo cientistas, formam a "mais completa fotografia" do nosso planeta.
O que estamos tentando aprender aqui não é só a existência e distribuição de padrões de vida na Terra, mas como todo o ecossistema se conecta. Então, não é só uma observação do oceano, não é só uma observação do solo, não é só uma observação da atmosfera, é observar todas essas coisas juntas", diz Jeremy Werdell, oceanógrafo da Nasa.
As imagens retratam a mudança climática. Dá para ver, por exemplo, a mudança no volume de neve ao longo dos anos, e uma alteração na cor do oceano causada por um conjunto de plantas marinhas chamado fitoplâncton.
Uma das coisas interessantes que estamos vendo é que, se você olhar para esses desertos (no meio o mar) ali... A área desse roxo está começando a ficar maior e maior com o tempo, e isso é consistente com nosso entendimento de um planeta mais quente”, diz Werdell.
O registro das mudanças na Terra pode ajudar até na busca por vida em outros planetas, garantem os cientistas.
Esse é o único lugar onde pode ser estudada a conexão entre nossa vida, a vida das plantas, a vida dos animais, no ecossistema ao redor. Então, ao fazer isso, nós conseguimos compreender melhor como essas conexões são feitas, o que tornará bem mais eficiente a procura por vida em outros planetas”, afirma o oceanógrafo.
A Nasa diz que o projeto está só começando - a agência acaba de lançar um novo satélite, que continuará a "ficar de olho" no nosso ecossistema.
Para ver o vídeo CLIQUE AQUI.
Fonte: BBC Brasil

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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Por que comer muito rápido faz mal para a saúde?


Comer depressa não dá tempo para o cérebro registrar que estamos satisfeitos. Imagem: Getty Images
Comer lentamente, saboreando cada mordida e sem distrações pode parecer um luxo para muita gente. Mas é fundamental para a saúde, segundo um estudo apresentado na conferência anual da Associação de Cardiologia dos Estados Unidos.
Devorar os alimentos não dá ao cérebro tempo suficiente para registrar que estamos satisfeitos. E aumenta em cinco vezes o risco de uma síndrome metabólica, caracterizada por um conjunto de fatores de risco relacionados a doenças cardiovasculares e diabetes, como obesidade, pressão alta e taxas elevadas de colesterol.

O estudo

A pesquisa, conduzida pela Universidade de Hiroshima, no Japão, acompanhou por cinco anos 642 homens e 441 mulheres saudáveis. Eles tinham 51 anos quando o estudo começou, em 2008.
Os participantes foram divididos em três grupos, de acordo com a velocidade que ingeriam os alimentos. O resultado? 11,6% daqueles que comiam mais rápido desenvolveram síndrome metabólica, bem acima dos índices observados nos outros dois grupos – entre os de velocidade média, o percentual foi de 6,5%, e os mais lentos, 2,3%.
Tudo indica que "comer mais devagar seria uma mudança de hábito crucial para prevenir a síndrome metabólica", afirma o cardiologista Takayuki Yamaji, que liderou o estudo.
"Quando as pessoas comem muito rápido, fazem isso de forma exagerada, porque não se sentem saciadas. Isso também causa variações no nível de glicose, que podem levar a uma resistência à insulina."
A síndrome metabólica tem como base a resistência à ação da insulina, responsável por regular o açúcar no sangue, o que obriga o pâncreas a produzir mais esse hormônio.

Desligar a TV para perder peso

O melhor para a saúde é comer devagar e evitar distrações, como a televisã. Imagem: Getty Images
Um estudo anterior já havia indicado que comer devagar é uma estratégia eficaz para perder peso.
A pesquisa, realizada pela Universidade da Carolina do Norte, constatou que obesos que praticaram técnicas de mindfulness (estado de atenção plena) perderam 2 quilos em duas semanas, enquanto quem continuou a comer rápido emagreceu 300 gramas.
"Nosso estudo sugere que há uma associação entre comer com atenção plena e perda de peso", destacou a pesquisadora Carolyn Dunn, principal autora do estudo.
Ela e seus colegas aconselham não comer em frente à televisão nem na mesa de trabalho.
As recomendações estão alinhadas a práticas budistas milenares e de outras tradições para as quais comer com plena consciência é uma forma de meditação.

Meditação da tangerina

No livro Savor: Mindful Eating, Mindful Life ("Saboreie: alimentação com atenção plena, vida com atenção plena", em tradução livre para o português), o mestre budista Thich Nhat Hanh e a médica Lilian Cheung ensinam como se alimentar sem distrações.
Entre as técnicas apresentadas, está a "meditação da tangerina", que recomenda comer a fruta lentamente, refletindo sobre o processo da natureza para produzi-la e o trabalho necessário para que chegue à mesa, sentindo com gratidão o sabor doce e cítrico.
Assim, da próxima vez que tiver um prato de comida na sua frente, tente desligar a televisão, deixar o celular de lado e vá para longe da mesa de trabalho. Será um gesto de carinho com o próprio corpo desfrutar de cada mordida.

Matéria colhida na íntegra em: BBC Brasil
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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

3 movimentos que a Terra faz, além de rotação e translação.


Para girar sobre seu próprio eixo, a Terra leva exatamente 23 horas, 56 minutos e 4,1 segundos. Imagem: GETTY IMAGES
Você certamente aprendeu na escola que a Terra faz uma órbita elíptica em torno do Sol.
Esse movimento, conhecido como translação, leva 365 dias (mais 5 horas, 45 minutos e 46 segundos) para ser completo.
Outro movimento que lhe ensinaram foi o de rotação: a Terra gira em torno de seu próprio eixo.
Essa volta em torno de si mesma demora aproximadamente um dia (23 horas, 56 minutos e 4,1 segundos, para ser exato).
Mas esses não são os únicos movimentos que nosso planeta faz. Conheça outros três tão importantes quanto:

Movimento de precessão dos equinócios

É o movimento da Terra em volta do eixo de sua órbita devido à inclinação de seu eixo.
Mais especificamente, é o movimento que o Polo Norte terrestre faz em relação ao ponto central da elipse da Terra no movimento de translação, similar ao giro de um pião desequilibrado.
O movimento de precessão dos equinócios foi descrito pela primeira vez pelo astrônomo grego Hiparco de Nicea. Imagem: GETTY IMAGES
Direito de imagem Getty Images Image caption O movimento de precessão dos equinócios foi descrito pela primeira vez pelo astrônomo grego Hiparco de Nicea
Essa oscilação foi descrita pela primeira vez pelo astrônomo, geógrafo e matemático grego Hiparco De Nicea, que viveu entre os anos 190 a.C. e 120 a.C.. Foi o terceiro movimento terrestre descoberto.
Esse "rebolado" no eixo de rotação da Terra leva cerca de 25.780 anos para completar um ciclo. Essa duração só não é mais precisa porque é influenciada pelo movimento das placas tectônicas.
A precessão dos equinócios ocorre, principalmente, devido à força gravitacional que o Sol exerce sobre a Terra.

Movimento de nutação

Esse movimento acontece por causa de uma espécie de vibração do eixo polar terrestre.
Isso faz com que, durante o movimento de precessão dos equinócios, os círculos feitos pela Terra sejam imperfeitos e irregulares.
Além desses cinco movimentos principais, há outras oscilações secundárias. Imagem: GETTY IMAGES
Direito de imagem Getty Images Image caption Além desses cinco movimentos principais, há outras oscilações secundárias
Ou seja, o eixo da Terra se inclina um pouco mais ou um pouco menos em relação à circunferência que faz durante a precessão.
O movimento é cíclico e cada um deles dura um pouco mais de 18 anos e meio. Durante esse tempo, a variação é de no máximo 700 metros em relação à posição inicial.
A nutação foi descoberta pelo astrônomo britânico James Bradley em 1728.
A causa desse vaivém só foi compreendida muitos anos depois, quando os cálculos de vários cientistas os levaram à conclusão de que era um produto direto da atração gravitacional da Lua.

Oscilação de Chandler

Essa outra irregularidade na oscilação do eixo terrestre foi descoberta em 1891 pelo astrônomo americano Seth Chandler e ainda hoje continua sendo um enigma: por mais teorias que existam a respeito, ninguém conseguiu determinar sua causa.
A chamada oscilação de Chandler é um movimento oscilatório do eixo de rotação da Terra.
Esse movimento faz com que a Terra se desloque até um máximo de 9 metros da posição esperada em um determinado momento.
Sua duração é de cerca de 433 dias, ou seja, esse é o tempo que demora para completar uma oscilação.
Algumas teorias sugerem que ela pode ser provocada por mudanças na temperatura e salinidade dos oceanos, assim como por mudanças nos movimentos dos oceanos causadas pelo vento. Outros afirmam que seja por mudanças no clima.

Texto colhido na íntegra em: BBC Brasil
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