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Olá, seja muito bem-vindo a esse ambiente! Espero que ele possa atender suas expectativas!

sábado, 31 de março de 2012

Interromper noite de sono atrapalha a memória, afirmam médicos

Imagem do Google
Perturbrações durante o sono podem afetar negativamente a fixação de dados na memória, uma das funções das noites bem dormidas. Mais do que respeitar as horas de sono, o ideal para aprimorar a capacidade da memória é manter o sono contínuo, sem interrupções.

A constatação é de um estudo realizado por pesquisadores do Hospital Brigham and Women, em Boston, publicado nesta semana na revista científica “PLoS One”.

Os autores do estudo, liderados por Ina Djonlagic, chegaram a essa conclusão ao analisar pacientes com apneia do sono (pausas na respiração ao dormir), que leva a distúrbios.

Eles demonstraram um desempenho inferior durante a noite e em atividades motoras recentemente apreendidas do que pessoas sem apneia, testadas em um outro grupo.

"A consolidação da memória durante a noite requer um sono com continuidade, independente da quantidade total de sono", concluem os autores.

Fonte: G1
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sexta-feira, 30 de março de 2012

A Lua é filha da Terra?

As descobertas podem lançar pelo espaço a teoria mais aceita atualmente sobre a formação da Lua. [Imagem: Cosmic Collisions Space Show/Rose Center for Earth and Space/AMNH]
Formação da Lua

Uma nova análise química de rochas lunares mostrou que nosso satélite é muito mais parecido com a Terra do que os cientistas acreditavam.

A teoria mais aceita atualmente afirma que a Lua teria sido gerada quando um planeta hipotético do tamanho de Marte - conhecido como Théia, ou Téia - teria saído de sua órbita e entrado em rota de colisão com a Terra.

O impacto arrancou as camadas externas de Téia e da Terra, deixando enormes quantidades de detritos em órbita da nova Terra-híbrida. Esse material eventualmente coalesceu sob sua própria gravidade e formou a Lua.

Composição da Lua

Para que esse modelo seja consistente, cerca de 40% da composição da Lua deveria ter vindo de Téia.

Contudo, ao comparar a abundância relativa dos isótopos titânio-47 e titânio-50 em rochas lunares, Junjun Zhang e seus colegas da Universidade de Chicago descobriram que a proporção dos dois isótopos é exatamente a mesma da Terra - cerca de 4 partes por milhão.

Já se sabia que a composição isotópica do oxigênio na Lua também é similar à da Terra, mas o oxigênio se vaporiza muito facilmente durante uma colisão, e essa semelhança pode ser resultado de uma troca posterior.

Ocorre que o titânio não vaporiza tão facilmente. Segundo Zhang, seria virtualmente impossível que a Lua e a Terra tivessem atingido a mesma composição.

Análises de meteoritos, por outro lado, vistos como restos de eventuais corpos planetários errantes pelo Sistema Solar, confirmam que a composição de Téia seria muito diferente da composição da Terra.

Novas teorias para a formação da Lua

Mas os cientistas afirmam que ainda não é hora de descartar a hipótese do choque Téia-Terra para explicar a origem da Lua, porque o choque pode ter desencadeado processos sobre os quais ainda não se tem conhecimento.

A principal razão, contudo, é que a única teoria alternativa para a formação da Lua propõe uma Terra girando extremamente rápido, a ponto de atirar material de sua própria crosta para o espaço - mas ninguém tem uma ideia sobre o que teria diminuído posteriormente a velocidade do nosso planeta.

Enquanto isso, as sondas gêmeas STEREO estão procurando sinais de meteoritos com composição similar à da Lua e da Terra, com o objetivo de dar novas ideias sobre a formação da Lua.

Outra novidade recente, que pode ajudar neste estudo, é a descoberta de dois planetas na mesma órbita, o que poderia sugerir uma composição mais similar entre Téia e Terra se ambos fossem gêmeos orbitais.

Fonte: Inovação Tecnológica
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quinta-feira, 29 de março de 2012

Ministério divulga lista de obras aprovadas para escolha final das escolas

Foto: Divulgação

Foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, 28, portaria com a lista de obras aprovadas no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) para 2013. Os livros serão apresentados às escolas no Guia do Livro Didático 2013, publicado pela Secretaria de Educação Básica (SEB) do Ministério da Educação.


Foram aprovados 125 títulos, nas categorias ciências; alfabetização matemática e matemática; alfabetização e letramento e língua portuguesa; história; história regional; geografia, e geografia regional.

Os livros foram submetidos a uma avaliação pedagógica realizada por instituições públicas de educação superior, de acordo com as orientações e diretrizes estabelecidas pelo MEC. Os avaliadores emitiram pareceres indicando a aprovação da obra, a aprovação condicionada à correção de falhas pontuais ou a reprovação das obras.

Os detentores dos direitos autorais das obras que necessitam de correções devem entregá-las corrigidas em até 15 dias. Para as obras reprovadas, os recursos podem ser apresentados em até 10 dias.

Os detentores dos direitos autorais podem acessar os pareceres sobre as obras por meio do Sistema de Material Didático (Simad).

PNDL – o programa tem como principal objetivo subsidiar o trabalho pedagógico dos professores, por meio da distribuição de coleções de livros didáticos aos alunos da educação básica. Após a aprovação das obras, o Ministério da Educação publica o Guia de Livros Didáticos com resenhas das coleções consideradas aprovadas. O guia é encaminhado às escolas, que escolhem, entre os títulos disponíveis, aqueles que melhor atendem ao seu projeto pedagógico.

Fonte: MEC
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Piso dos professores da rede estadual do Ceará será de R$ 1.451,00


Imagem do Google

A Assembleia Legislativa aprovou em sessão desta quarta-feira (28) o projeto de eli do Governo do Estado que altera o piso do magistério e que garante o reajuste automático desse valor. Conforme a matéria, o valor do piso fica definido em R$ 1.451,00, conforme a Lei Nacional do Piso do Magistério. Dessa maneira, nenhum professor da rede pública do Governo do Estado receberá vencimento baixo do valor definido pela Lei Nacional. A matéria prevê que o reajuste será retroativo ao mês de janeiro de 2012. Em fevereiro pasado, o Congresso Nacional aumentou o piso nacional do magistério de R$ 1.187,00 para R$ 1.451,00.  


Segundo dados da Secretaria da Educação (Seduc), serão beneficiados 6.894 professores que tinham vencimentos de 1.270,00 ( maior que o piso anterios, mas inferior ao piso definido pelo Congresso).  Dessa forma, o Governo do Estado garante que nenhum professor terá vencimento abaixo do piso, de acordo com a Lei Nacional. Além disso, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Educação, já iniciou o estudo para a implantação progressiva do regime que reserva 1/3 da carga horária do professor para as tarefas de planejamento, já a partir do segundo semestre de 2012 e seguirá  de forma escalonada até 2014.


Fonte: Seduc-CE
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Recorde mundial de campo magnético supera 100 teslas


Os sete conjuntos de bobinas, pesando mais de 8 toneladas, foram alimentadas por este gigantesco motogerador de 1.200 megajoules. [Imagem: LANL]
Barreira dos 100 teslas
Pesquisadores do Laboratório Nacional Los Alamos, nos Estados Unidos, romperam a barreira dos 100 teslas, quebrando o recorde de campo magnético mais forte já produzido pelo homem.
Para se ter uma ideia da intensidade desse campo magnético, o nível de 100 teslas equivale a 2 milhões de vezes a intensidade do campo magnético natural da Terra.
A combinação de seis experimentos diferentes gerou um campo de 100,75 teslas.
"Esta é a nossa viagem à Lua. Estivemos trabalhando nisto nos últimos 15 anos," comemora Chuck Mielke, coordenador da equipe.
Recorde de campo magnético
A equipe usou uma combinação de 7 conjuntos de bobinas, pesando mais de 8 toneladas, alimentadas por um gigantesco motogerador de 1.200 megajoules.
Já foram produzidos campos magnéticos mais fortes, mas a energia envolvida é tão grande que as bobinas literalmente se pulverizam no experimento.
O recorde anterior de campo magnético, gerado de forma não-destrutiva, era de 91,4 teslas.
O objetivo deste projeto é gerar campos magnéticos de forma não destrutiva e a replicação do experimento em uma base regular, o que é essencial para o uso prático dos magnetos em experimentos de laboratório.
Questões científicas
A capacidade de criar pulsos de campos magnéticos extremamente fortes de modo não-destrutivo dá aos pesquisadores uma ferramenta inédita para o estudo de uma série de questões científicas.
As aplicações vão desde o estudo do comportamento dos materiais sob a influência do magnetismo, até o comportamento quântico de transições de fase em sólidos.
Aí se incluem pesquisas sobre a supercondutividade, cristalografia, determinação da estrutura eletrônicas e dos materiais e até um tipo especial de microscopia em nanoescala.
Fonte: Inovação Tecnológica
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quarta-feira, 28 de março de 2012

Escola Santa Tereza participa de projeto da Rádio AltaneiraFM

Foto colhida no blog da escola
A Rádio Comunitária Altaneira FM, em parceria com todas as escolas do município de Altaneira, com o objetivo de inserir esse meio de comunicação como um instrumento de mobilização e organização social na perspectiva do exercício da cidadania, está desenvolvendo o projeto "A Rádio na Escola", onde os alunos são os locutores e participam das transmissões no horário de intervalo escolar. Eles são responsáveis por levar aos ouvintes, inclusive seus colegas que estarão ligados na transmissão por meio de sistemas de rádios implantados nas escolas, temas diversos de cunho social, cultural, político, enfim, de grande relevância.

Foto colhida no blog da escola
A Escola Santa Tereza se faz presente na realização desse projeto. Nesse primeiro momento a equipe dos radialistas está formada por Reyla, Leila, Camila, Eduardo e Lucas, sob a coordenação da diretora Meirenildes.
 
Saúde é o tema proposto pela rádio, para ser trabalhado durante todo o mês de março e a nossa equipe informou sobre Obesidade - Bulimia - Anorexia e suas consequências numa linguagem clara e direta.
 
A transmissão da rádio durante o intervalo faz com que os alunos obtenham mais informações acerca dos temas tratados, além de tornar o momento mais divertido.
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Cientistas desenham nova imagem do núcleo de um átomo


Isto não é um átomo, é tão-somente o núcleo de berílio circundado por seu halo. Segundo medições realizadas por uma equipe alemã, o halo se estende a até 7 femtômetros do centro de massa do núcleo, cobrindo uma área três vezes maior do que a parte densa do núcleo.[Imagem: Dirk Tiedemann/Uni-Mainz]
Núcleos são nuvens?
Embora os mais modernos microscópios eletrônicos enxerguem até um décimo do diâmetro de um átomo, ainda é difícil para a maioria das pessoas imaginar um átomo inteiro.
Da mesma forma que é difícil corrigir a história de que Cabral teria chegado ao Brasil por acaso, vai levar muito tempo para que as pessoas deixem de imaginar, quando se falar de um átomo, um sistema planetário com um "núcleo-Sol" cercado por "planetas-elétrons".
Já se sabia há muito tempo que os elétrons são "nuvens de probabilidade" ao redor dos núcleos, devido à sua personalidade bipolar, nunca sabendo se são partículas ou ondas.
Mas outro problema dessa visualização do átomo como um sistema planetário é que o núcleo, composto por prótons e nêutrons, é imaginado como algo estacionário, fisicamente delimitado.
E isso não corresponde à realidade.
Na década de 1980 descobriu-se que alguns núcleos atômicos de elementos leves - como hélio, lítio e berílio - não têm bordas externas definidas: eles possuem halos, partículas que se destacam além das bordas do núcleo, criando uma nuvem que envolve o núcleo.
Agora, depois de realizar as observações mais precisas já feitas até hoje do halo nuclear, cientistas demonstraram que até um quarto dos núcleons - prótons e nêutrons - do núcleo denso de um átomo estão viajando continuamente a uma velocidade de até 25% da velocidade da luz.
Como é o núcleo de um átomo
Wikipedia: Ysmo
Assim, esqueça, Cabral não chegou ao Brasil por acaso, e os núcleos dos átomos não podem ser comparados a laranjas e nem a estrelas.
"Nós geralmente imaginamos o núcleo como um arranjo fixo de partículas, quando na realidade há um monte de coisas acontecendo no nível subatômico que nós simplesmente não podemos ver com um microscópio," ressalta o físico John Arrington, do Laboratório Nacional Argonne, nos Estados Unidos.
Ele e seus colegas usaram grandes espectrômetros magnéticos para observar o núcleo de átomos de deutério, hélio, berílio e carbono.
A surpresa veio com o berílio.
Ao contrário dos outros átomos, ele possui dois aglomerados de núcleons, cada um parecido com um núcleo do átomo de hélio-4.
Esses núcleons, por sua vez, estão associados a um nêutron adicional.
Isso desfaz completamente a figura do núcleo como uma esfera fisicamente delimitada, além de mostrar que o halo é mais complexo do que se imaginava.
Imagem: ANL
Interações entre quarks
Por causa dessa configuração complicada, o núcleo do berílio apresenta um número relativamente alto de colisões, apesar de ser um dos núcleos menos densos entre todos os elementos.
Os cientistas afirmam que esse efeito acelerador pode ser resultado de interações entre os quarks que formam os núcleons - cada próton e cada nêutron consiste de três quarks muito fortemente ligados.
Quando os núcleons se aproximam uns dos outros, entretanto, as forças que unem os quarks podem ser perturbadas, alterando a estrutura dos prótons e dos nêutrons, possivelmente até mesmo formando partículas compostas pelos quarks de dois núcleos diferentes.
"Eu acho que é imperativo que os cientistas continuem a estudar os fenômenos que estão ocorrendo aqui," afirma Arrington. "Nossa próxima medição vai tentar examinar essa questão diretamente, tirando uma fotografia da distribuição dos quarks quando os núcleons se juntam."
Fonte: Inovação Tecnológica
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terça-feira, 27 de março de 2012

Astrônomos ganham uma nova VISTA das profundezas do cosmos


Embora pareça uma imagem comum, um zoom adequado permitiria ver mais de 200 mil galáxias, muitas delas só agora descobertas - os pontos brilhantes não são estrelas, são galáxias.[Imagem: ESO/UltraVISTA]
Céu aberto
O telescópio VISTA do ESO criou a maior imagem de campo profundo do céu já feita na faixa do infravermelho, revelando mais de 200 mil galáxias.
Está é apenas parte de uma enorme coleção de imagens de todos os rastreios do VISTA que foram colocadas à disposição de todos os astrônomos do mundo pelo ESO.
O projeto de rastreio, chamado UltraVISTA, é um baú do tesouro que está sendo utilizado no âmbito do estudo de galáxias distantes no Universo primordial, assim como em muitos outros projetos científicos.
Os dados dos telescópios do ESO normalmente são transferidos diretamente para um imenso arquivo digital.
Mas uma nova iniciativa, chamada Fase 3, está coletando os dados do ESO já processados por equipes de astrônomos na Europa e tornando-os disponíveis para uso imediato.
O processamento de imagens astronômicas de grande porte, como as feitas pelos telescópios de rastreio, é desafiador e requer recursos computacionais de primeira linha e mão-de-obra especializada.
Portanto, a disponibilização de dados totalmente processados e classificados de maneira uniforme, ao invés de dados brutos, ajuda enormemente a comunidade astronômica a tirar melhor partido deles.
O que é imagem profunda?
O telescópio VISTA foi apontado repetidamente para a mesma região do céu para que capturasse lentamente a radiação muito fraca emitida pelas galáxias mais distantes.
Para criar esta imagem foram combinadas um total de mais de seis mil exposições separadas, correspondentes a um tempo de exposição efetivo total de 55 horas, obtidas através de cinco filtros de cores diferentes.
Esta imagem do rastreio UltraVISTA é a mais profunda já obtida no infravermelho para uma região do céu deste tamanho.
Os astrônomos usam a palavra profundo para classificar imagens que foram obtidas com um tempo de exposição total muito longo, quando se conseguem por isso detectar objetos extremamente tênues.
Normalmente são obtidas muitas exposições mais curtas, que são posteriormente combinadas digitalmente.
Não dá para ver
À primeira vista, a imagem parece banal, apresentando algumas estrelas brilhantes e um salpicado de outras mais tênues.
No entanto, quase todos os objetos mais tênues não são estrelas da Via Láctea, mas sim galáxias muito remotas, cada uma contendo bilhões de estrelas.
Aumentando a imagem para o modo tela cheia e fazendo um zoom, podemos observar cada vez mais objetos, sendo que a imagem apresenta mais de 200 mil galáxias no total.
A expansão do Universo desloca a radiação emitida por objetos distantes na direção dos grandes comprimentos de onda, o que significa que, para a radiação estelar emitida pelas galáxias mais distantes que conseguimos observar, uma grande parte desta radiação, quando chega à Terra, se encontra na região infravermelha do espectro.
Como telescópio infravermelho altamente sensível que é, e possuindo um campo de visão muito grande, o VISTA está particularmente bem equipado para descobrir estas galáxias distantes do Universo primordial.
Desvio para o vermelho
Ao estudar galáxias com a radiação deslocada para o vermelho, a distâncias sucessivamente maiores, os astrônomos podem igualmente estudar como é que as galáxias se formam e evoluem ao longo da história do cosmos.
Uma inspeção detalhada da imagem revela dezenas de milhares de objetos avermelhados anteriormente desconhecidos espalhados no meio das mais numerosas galáxias de cor creme.
São essencialmente galáxias muito remotas que estamos observando quando o Universo tinha apenas uma pequena fração da sua idade atual. Estudos anteriores das imagens do UltraVISTA, combinadas com imagens de outros telescópios, revelaram a presença de muitas galáxias que são observadas quando o Universo tinha menos de um bilhão de anos, e algumas são observadas em épocas ainda mais remotas.
Embora esta imagem UltraVISTA já seja a imagem infravermelha deste tamanho mais profunda que existe, as observações continuam. O resultado final, daqui a alguns anos, será uma imagem significativamente mais profunda.
Telescópio VISTA
O telescópio VISTA instalado no Observatório do Paranal do ESO, no Chile, é o maior e mais poderoso telescópio infravermelho de rastreio que existe atualmente.
Os rastreios são indispensáveis aos astrônomos e por isso o ESO organizou um programa que permitirá que a vasta herança de dados, tanto do VISTA como do seu companheiro na radiação visível, o VLT Survey Telescope (VST), esteja à disposição dos astrônomos durante as próximas décadas.
Desde que começou as operações em 2009, a maior parte do seu tempo de observação tem sido dedicado a rastreio públicos, alguns cobrindo grandes zonas do céu austral e outros focando-se em áreas menores.
Os dados dos rastreios VISTA - num total de mais de 6 terabytes de imagens - estão sendo processados em centros de dados no Reino Unido, e no caso particular do UltraVISTA na França, e começam agora a regressar ao arquivo científico do ESO, onde são colocados à disposição dos astrônomos do mundo inteiro.
Fonte: Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 26 de março de 2012

Estudantes dos EUA fotografam superfície da Lua com ajuda da Nasa


Imagem: NASA/AP
A Agência Espacial Americana (Nasa) divulgou uma nova imagem aproximada da superfície da Lua, que inclui ainda uma visão parcial da Terra.
Mas não agradeça aos cientistas por este feito e sim aos alunos da quarta série da Escola Primária Emily Dickinson, de Bozeman, em Montana.
Eles fazem parte de um projeto idealizado pela ex-astronauta Sally Ride, a primeira mulher norte-americana a ir ao espaço, que contou com a ajuda das sondas “gêmeas” da Nasa, batizadas inicialmente como Grail-A e Grail-B.
No fim de 2011, os equipamentos entraram na órbita lunar, onde devem permanecer para mapear a gravidade do satélite e determinar sua estrutura.
As imagens chegaram à agência na última semana, após operação feita pelos estudantes durante um período não-crítico da missão. Os alunos ganharam um concurso patrocinado pela Nasa e escolheram os novos nomes das sondas para Ebb e Flow.
Fonte: G1
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domingo, 25 de março de 2012

OBMEP 2012 já recebeu 12 milhões de inscrições de estudantes


Foto: Wanderley Pessoa
Até a manhã desta sexta-feira, 23, a 8ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) recebeu 12,2 milhões de inscrições de estudantes da educação básica de 27,3 mil escolas. De acordo com o Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (Cenpec), entidade que coordena o concurso, 90% dos municípios já haviam aderido à olimpíada até esta data.A adesão das secretarias estaduais e municipais de educação e a inscrição de escolas e alunos podem ser feitas até dia 30 de março, pela internet.



Na Obmep, a inscrição dos estudantes deve ser feita pelas escolas. Podem participar alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental e das três séries do ensino médio.

A coordenadora da olimpíada, Mônica Souza, lembra aos gestores das escolas e aos professores que o regulamento da edição da Obmep 2012 traz três alterações no quesito premiação.

A primeira mudança se refere ao aumento do número de estudantes convidados a participar do programa de iniciação científica júnior, com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que passa de 3,2 mil para 4,5 mil alunos.

A segunda é o aumento do número de certificados de menção honrosa, de 30 mil para 46,2 mil; e a premiação será estendida a 1 mil professores.

Calendário – As datas da Olimpíada são as seguintes: dia 30 de março, encerramento das inscrições; 5 de junho, aplicação das provas da primeira fase nas escolas; 26 de junho, último prazo para as escolas enviarem os cartões-resposta dos classificados para a segunda fase; 15 de agosto, divulgação dos classificados para a segunda fase e do local de realização das provas; 15 de agosto a 14 de setembro, período para as escolas indicarem, na página eletrônica da Obmep, os professores dos alunos classificados para a segunda fase; 15 de setembro, às 14h30 (horário de Brasília), provas da segunda fase; 30 de novembro, divulgação dos premiados na página eletrônica da olimpíada.

Promovida pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Educação, a Obmep é realizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura Aplicada (Impa) com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática e sob a coordenação do Cenpec.

Fonte: Texto e foto do MEC
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Cientistas tentam desvendar mistério da música grudenta


Especialista em psicologia da música resolveu estudar o fenômeno de músicas que grudam na cabeça depois de perceber que havia pouca literatura científica sobre o assunto. [Imagem: BBC]
Músicas que grudam
Os cientistas já demonstraram não apenas que ouvir música faz o cérebro inteiro se iluminar, como também que o nosso cérebro toca sua própria música.
Mas o que ninguém gosta mesmo é das chamadas músicas grudentas, aquelas com uma capacidade incrível de grudarem nas nossas cabeças, e ficarem ecoando sem parar em nosso pensamento, atrapalhando a concentração em qualquer outra atividade.
A pesquisadora Vicky Williamson, especializada em psicologia da música, resolveu estudar o fenômeno de músicas que grudam na cabeça depois de perceber que havia pouca literatura científica sobre o assunto.
Ela descobriu que há diversos termos diferentes, em inglês, usados pelos cientistas para descrever o fenômeno:stuck-song syndrome (ou síndrome da canção empacada), sticky music (canção pegajosa), cognitive itch (coceira cognitiva) ou earworm (verme de ouvido).
Fenômeno individual
Williamson participou de um programa de rádio da BBC perguntando aos ouvintes quais "músicas pegajosas" os estavam afligindo recentemente.
Com base nesses dados, ela chegou a alguns resultados interessantes.
"Quando analisei mais de mil canções pegajosas, percebi que apenas meia dúzia havia sido citada mais de uma vez - o que mostra quão heterogênea foi a resposta das pessoas. É um fenômeno muito individual", diz Williamson.
Hoje a pesquisadora já possui mais de 2,5 mil relatos. Ela diz que algumas músicas são mais pegajosas simplesmente por estarem em evidência em filmes e seriados de televisão.
É o caso da canção Don't Stop Believing, do conjunto Foreigner, que no começo da sua pesquisa era uma das mais citadas. Na época, a música havia voltado às paradas graças ao seu uso no musical americano Glee.
Cérebro vazio
A psicóloga passou então a tentar entender quais mecanismos desencadeiam o fenômeno.
O primeiro dos fatores é bem óbvio: a exposição, ou seja, a música precisa ter sido ouvida recentemente.
Outro é a repetição: quanto mais frequente a música toca, maior é a chance de ela grudar na cabeça de quem ouve.
No entanto, muitas músicas podem ser "despertadas" por memórias ou ambientes ao nosso redor.
Andréane McNally-Gagnon, da Universidade de Montreal, no Canadá, levanta outros fatores.
Segundo seu estudo, o fenômeno da música grudenta ocorre quando os indivíduos estão geralmente em um estado emocional positivo e se mantendo ocupados com atividades não-intelectuais, tais como durante uma caminhada, que exige pouca concentração.
Memória musical
Há algumas teorias que tentam explicar por que uma música gruda na cabeça das pessoas.
Williamson diz que isso pode ser parte de um fenômeno mais amplo, conhecido como memória involuntária. Outra manifestação de memória involuntária é quando alguém fica com vontade de comer algo por se lembrar de uma comida.
Há uma série de motivos que fazem com que isso aconteça também na música. Primeiro pela música ser um estímulo multi-sensorial, que é sensível a vários fatores externos.
"Segundo, porque a música é codificada de forma muito pessoal e emocional, e sabemos que tudo que é codificado com conotações pessoais e emocionais é mais fácil de ser lembrado pela memória", afirma Williamson.
Fonte: Diário da Saúde
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sábado, 24 de março de 2012

Astrônomos descobrem uma galáxia retangular


Uma galáxia retangular "é uma daquelas coisas que só pode fazer você rir, porque ela não deveria existir, ou, pelo menos, nós não esperávamos que existisse."[Imagem: Swinburne University of Technology]
Desafiando as leis da natureza
Uma equipe internacional de astrônomos achou algo quase inacreditável: uma galáxia retangular.
"No Universo ao nosso redor, a maioria das galáxias tem uma dentre três formas: esferoidal, disco ou irregular," comentou o professor Alister Graham da Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, membro da equipe que congrega ainda astrônomos da Alemanha, Suíça e Finlândia.
Mas descobrir uma galáxia retangular "é como descobrir uma nova espécie que, à primeira vista, parece desafiar as leis da natureza".
"É uma daquelas coisas que só pode fazer você rir, porque ela não deveria existir, ou, pelo menos, nós não esperávamos que existisse," disse Graham.
Galáxia retangular
A galáxia retangular, que lembra a lapidação típica de uma esmeralda, foi descoberta durante um rastreio feito pelo telescópio japonês Subaru.
Serão necessárias observações adicionais para desvendar o mistério, mas os astrônomos afirmam que seja improvável que essa galáxia seja um cubo.
O mais provável, acreditam eles, é que ele lembra um disco inflado visto de lado.
Quanto à explicação do seu formato, a hipótese mais plausível é que ela seja fruto de uma colisão entre galáxias, ainda estando em processo de se "ajeitar" - o único problema é que ela é muito pequena, considerada uma galáxia-anã.
A galáxia retangular, batizada de LEDA 074886, está a 700 milhões de anos-luz da Terra.
Fonte: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 23 de março de 2012

Neutrinos não superam velocidade da luz em novo experimento


Estrutura externa do detector ICARUS, composto por dois compartimentos de 3,6 x 3,9 x 19,9 metros, cheios de argônio líquido.[Imagem: INFN]
Limite de velocidade

O CERN, laboratório responsável pelo LHC e participante do experimento dos neutrinos que teriam viajado mais rápido do que a luz, anunciou resultados que contestam o experimento inicial.

Em Setembro do ano passado uma equipe do experimento OPERA, que funciona no Laboratório Gran Sasso, na Itália, anunciou ter detectado neutrinos viajando mais rápido do que a velocidade da luz, o que contradiz as teorias de Einstein.

Depois de receberem inúmeras críticas e sugestões, os cientistas repetiram o experimento usando parâmetros mais rígidos, mas novamente concluíram que seus neutrinos eram super-luminais.

Contudo, há três semanas, o grupo anunciou ter encontrado duas falhas no seu experimento, uma apontando para uma maior velocidade, outra apontando para uma menor velocidade dos neutrinos.

Ou seja, as informações até agora divulgadas pelo OPERA indicam que os neutrinos podem ser mais rápidos que a luz... ou mais lentos.

O grupo continua trabalhando nas verificações, e ainda não emitiu um parecer final sobre seu próprio experimento.

Voo de Ícaro

Agora, o CERN anunciou resultados de um experimento realizado por outro detector, chamado ICARUS - Imaging Cosmic And Rare Underground Signals, imageamento subterrâneo de sinais cósmicos raros, em tradução livre.

O ICARUS também fica localizado dentro do Laboratório Gran Sasso.

E, segundo esse grupo, os neutrinos chegaram exatamente na hora prevista, ou seja, fizeram a viagem a uma velocidade menor do que a da luz.

Mas o próprio CERN adotou uma posição cautelosa, afirmando que é preciso esperar um pouco mais.

"É importante ser rigoroso, e os experimentos em Gran Sasso - BOREXINO, ICARUS, OPERA e LVD - farão novas medições com feixes pulsados [de neutrinos] transmitidos do CERN para nos dar um veredito final," afirmou Sergio Bertolucci, diretor de ciências do CERN.

Os novos experimentos estão previstos para Maio.

Enquanto isso, um outro experimento mostrou que, superluminais ou não, os neutrinos podem ser usados para enviar mensagens através do planeta.

Fonte: Inovação Tecnológica
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quinta-feira, 22 de março de 2012

Uso de celulares durante gravidez pode gerar filhos com hiperatividade


Pesquisa da Universidade de Yale demonstrou que a exposição de cobaias grávidas à radiação de telefones celulares produziu filhos com desordem de hiperatividade quando adultos.[Imagem: Yale University]
Radiação de celulares na gravidez
A exposição à radiação de telefones celulares durante a gravidez afeta o desenvolvimento cerebral dos recém-nascidos.
Segundo os pesquisadores da Universidade de Yale (EUA), as alterações verificadas no cérebro podem levar ao surgimento da hiperatividade.
Os resultados, baseados em estudos realizados em camundongos, foram publicados na Scientific Reports, uma publicação da revista científica Nature.
"Esta é a primeira evidência experimental de que a exposição do feto à radiação de radiofrequência dos telefones celulares de fato afeta o comportamento quando adulto," disse o coordenador do estudo, Dr. Hugh S. Taylor.
Hiperatividade e redução na memória
Taylor e seus coautores expuseram as camundongos grávidas à radiação de um telefone celular, ligado e com uma chamada ativa, mas sem transmissão de voz, posicionado acima da gaiola.
Um grupo de controle foi mantido sob as mesmas condições, com o telefone ligado, mas sem a chamada ativa.
Depois que os camundongos nascidos dessas mães ficaram adultos, a equipe mediu a atividade elétrica dos seus cérebros, e fizeram uma bateria de exames psicológicos e comportamentais.
Eles descobriram que os camundongos que foram expostos à radiação tendem a ser mais hiperativos e apresentam redução na capacidade de memória.
Telefone celular
Taylor atribui as mudanças comportamentais a um efeito induzido pela radiação do celular durante a gravidez sobre o desenvolvimento dos neurônios na região do cérebro chamada córtex pré-frontal.
O Transtorno de Déficit Atenção/Hiperatividade (TDAH) é uma desordem desenvolvimental associada com uma neuropatologia localizada primariamente na mesma região do cérebro, e é caracterizada pela desatenção e pela hiperatividade.
"Nós demonstramos que os problemas comportamentais nos camundongos, que lembram a TDAH, são causados pela exposição [à radiação do] telefone celular quando ainda no útero," disse o Dr. Taylor. "O aumento das desordens comportamentais nas crianças humanas pode em parte ser decorrente da exposição do feto à irradiação dos telefones celulares."
Efeitos no ser humano
O pesquisador afirma que serão necessárias pesquisas adicionais em humanos para se compreender melhor os mecanismos por trás dessas descobertas, e para estabelecer limites seguros de exposição à radiação dos telefones celulares durante a gravidez.
De qualquer forma, afirma ele, a limitação da exposição do feto parece ser algo a ser necessariamente feito.
Nesses casos, a transposição dos resultados para os seres humanos deve se basear em pesquisas com animais, uma vez que nenhuma comissão de ética aprovaria pesquisas com mulheres grávidas que possam, ainda que eventualmente, resultar em danos aos seus filhos.
Fonte: Diário da Saúde
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