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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Asteroide equivalente a nove navios deve passar pela Terra nesta sexta

Asteroide 1998 QE2 vai se aproximar da Terra nesta sexta, às 17h59 de Brasília (Foto: Nasa/JPL-Caltech)

Um asteroide deve passar pela Terra hoje, sexta-feira (31), e ficar no máximo a 5,8 milhões de quilômetros daqui, o equivalente a uma distância de 15 vezes entre o nosso planeta e a Lua.
Apesar de não representar perigo, o 1998 QE2 pode ser um objeto interessante de estudo, entre esta quinta-feira (30) e o dia 9 de junho, para os astrônomos que tiverem um telescópio de radar de pelo menos 70 metros de comprimento. Esse corpo celeste tem 2,7 quilômetros de diâmetro, o tamanho de nove navios transatlânticos Queen Elizabeth 2.
A aproximação máxima do asteroide será às 17h59 (horário de Brasília) desta sexta. Esse será o ponto que ele chegará mais perto de nós pelos próximos dois séculos, pelo menos.
Esse objeto foi descoberto em 19 de agosto de 1998, pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
O cientista Lance Benner, do Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial americana (Nasa), diz que espera obter uma série de imagens de alta resolução do 1998 QE2, o que pode revelar detalhes sobre ele.
"Sempre que um asteroide se aproxima, ele fornece uma importante oportunidade científica para estudá-lo e entender seu tamanho, forma, rotação, características da superfície e origem", explicou.
Monitoramento constante
A Nasa estabeleceu como alta prioridade o monitoramento de asteroides e cometas, e os EUA têm o maior programa de levantamento de objetos próximos à Terra do mundo – uma parceria entre agências governamentais, astrônomos de universidades e institutos de ciência. Até hoje, o país já identificou mais de 98% do total desses corpos conhecidos. E só no ano passado, o orçamento da Nasa para esse fim aumentou de R$ 12 milhões para R$ 40 milhões.

Em 2016, a Nasa planeja lançar uma sonda em direção ao asteroide potencialmente mais perigoso de que se tem notícia, chamado 1999 RQ36, ou 101955 Bennu. A missão Osiris-Rex também planeja fazer reconhecimentos em todos os objetos ameaçadores recém-descobertos. Além de monitorar possíveis ameaças, o aparelho poderá revelar detalhes sobre a origem do Sistema Solar, da água na Terra e das moléculas orgânicas que levaram ao desenvolvimento da vida.
Recentemente, a agência americana anunciou ainda que está desenvolvendo uma missão para identificar, capturar e mudar de rumo um asteroide para exploração humana.
Fonte: G1/Ciência e Saúde

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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Pedagogia com tecnologia: há lições a serem aprendidas

Os programas usados em sala de aula devem ser capazes de identificar quais alunos estão realmente participando da atividade. [Imagem: Newcastle University]

É comum ver propagandas de escolas mostrando a última palavra em tecnologia como o recurso definitivo, que poderia fazer a diferença no aprendizado.
Mas será que a tecnologia em sala de aula garante um melhor aproveitamento para os alunos?
É o que especialistas da Universidade de Newcastle (Reino Unido) se propuseram a verificar, realizando um dos primeiros estudos de avaliação da função pedagógica das chamadas mesas interativas em ambiente real nas escolas.
O objetivo era entender melhor os eventuais benefícios que o uso da tecnologia em sala de aula pode trazer para o processo de ensino e aprendizagem.
Mesas digitais
As mesas interativas - também conhecidas como mesas digitais - funcionam como lousas sensíveis ao toque, com a diferença que vários alunos podem trabalhar em cada aparelho ao mesmo tempo.
Mas não basta colocar essas lousas digitais à disposição dos alunos para que a tecnologia por si só traga ganhos de aprendizagem.
Na verdade, é necessário que a própria escola, sobretudo os professores, passem por um processo de aprendizagem de como usar essas mesas digitais.
"As mesas interativas têm o potencial para se tornar uma nova maneira de aprender em sala de aula - mas é importante que as questões que identificamos sejam eliminadas para que elas possam ser utilizadas de forma eficaz," disse o Dr. Ahmed Kharrufa, líder da pesquisa.
Tecnologia como meio, não como finalidade
O estudo, realizado em condições reais de sala de aula, levantou várias questões-chave que pesquisas anteriores em laboratório não tinham identificado.
Os pesquisadores verificaram que os softwares usados nas mesas digitais precisam ser projetados para que os professores possam acompanhar como os diferentes grupos estão progredindo.
Esses programas também devem ser capazes de identificar quais alunos estão realmente participando da atividade.
E os professores precisam ter controle sobre essas atividades e sobre o que acontece nas carteiras digitais, por exemplo, travando o programa em um determinado ponto, ou no momento desejado, para que o professor possa compartilhar exemplos com toda a classe.
A equipe também concluiu que é muito importante que os professores utilizem a tecnologia como parte da aula - e não como o foco da lição.
Não basta colocar as lousas digitais à disposição dos alunos para que a tecnologia por si só traga ganhos de aprendizagem. [Imagem: Newcastle University]
"As mesas interativas não são um fim em si mesmas, elas são uma ferramenta como qualquer outra. Para fazer o melhor uso delas, os professores precisam torná-las parte da atividade pedagógica que planejaram - não torná-las a própria lição," completou o professor David Leat, coautor do estudo.
Outros estudos já mostraram que, embora os computadores realmente melhorem o rendimento de alunos, normalmente o entusiasmo com a tecnologia é maior entre os professores do que entre os alunos.
Fonte: Diário da Saúde

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segunda-feira, 27 de maio de 2013

Caos prova ser superior à ordem

O efeito foi confirmado em esferas simples, espelhadas internamente: quando elas foram amassadas, passaram a armazenar muito mais luz. [Imagem: Liu et al./ Nature Photonics]
Armazenamento caótico de luz

Uma equipe internacional de cientistas demonstrou que o caos pode superar a ordem - pelo menos quando o assunto é o armazenamento de luz.

A pesquisa envolveu um estudo de cavidades ópticas - dispositivos também conhecidos como ressonadores ópticos - que têm a capacidade de armazenar luz, que fica presa refletindo-se entre conjuntos de espelhos.

A surpresa veio quando foram usados, não espelhos quase perfeitos, como geralmente se procura fazer, mas espelhos deformados.

Surpreendentemente, os caminhos de luz caóticos gerados pela reflexão nos espelhos deformados permitiram o armazenamento de muito mais luz do que usando os caminhos bem ordenados gerados por espelhos precisos.

Os pesquisadores demonstraram um aumento de seis vezes na energia armazenada no interior de uma cavidade caótica, em comparação com uma equivalente clássica com o mesmo volume.

Aplicações da coleta de luz

O trabalho terá importantes aplicações em vários ramos da física básica e da tecnologia, incluindo a óptica quântica e o processamento de sinais ópticos usados na internet, onde a luz precisa ser armazenada por períodos curtos para facilitar as operações lógicas, e também para otimizar a interação luz-matéria.

As células solares também podem se beneficiar, já que capturar mais luz melhora sua capacidade para gerar eletricidade. Quanto mais tempo a luz fica presa na célula solar, maior é a probabilidade de que ela seja absorvida, excitando elétrons e criando eletricidade.

"O conceito por trás desses ressonadores caóticos de banda larga para aplicações de coleta de luz é muito profundo e complexo. Acho fascinante que, ainda que tenhamos usado técnicas estado da arte de fabricação para provar isso, essa ideia pode de fato ser facilmente aplicada ao mais simples dos sistemas," disse o Dr. Andrea Di Falco, da Universidade de St. Andrews.

De fato, o efeito foi confirmado em esferas simples, espelhadas internamente: quando elas foram amassadas, passaram a armazenar muito mais luz.

O projeto, que envolveu pesquisadores da Universidade de Bolonha, na Itália, foi iniciado pelo professor Andrea Fratalocchi, da Arábia Saudita, que desenvolveu a teoria por trás da captação caótica de luz.

Ordem no caos

O caos, a desordem e a imprevisibilidade são comportamentos que permeiam todos os fenômenos naturais.

Ainda assim, a maioria dos sistemas construídos pelo homem tenta evitar esses efeitos, geralmente assumindo que o caos diminui o desempenho dos nossos aparelhos.

Aos poucos, porém, indo fundo o bastante, os físicos têm descoberto uma ordem intrínseca no caos, constatando, por exemplo, a suave geometria do caos quântico, e até mesmo modelado a "ordem que impera no caos".

Fonte: Inovação Tecnológica
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sábado, 25 de maio de 2013

Divulgado a lista de candidatos aptos a compor o banco de gestores da Seduc-Ce

Encerrado o processo seletivo realizado pela Universidade Federal do Ceará - UFC, a Secretaria da Educação do Estado do Ceará divulgou a lista dos candidatos aptos a compor o banco de gestores das escolas estaduais.

O processo que fora realizado em três etapas com provas objetivas, dissertativa e títulos aprovou, da nossa cidade um total de seis candidatos para o cargo de Diretor e sete para Coordenador. A saber:

Fransico Adeilton (Diretor/Coordenador)
Emerson David (Diretor/Coordenador)
Maria Eliane (Diretor/Coordenador)
Maria Meirenildes (Diretor/Coordenador)
Paulo Robson (Diretor/Coordenador)
Reginaldo Venancio (Diretor/Coordenador)
Sybelle Rúbia (Coordenador)

Veja a lista completa Diretor e Coordenador.

Os candidatos interessados a concorrer ao Cargo de Diretor deverão passar por outro processo, este eleitoral, que acontecerá entre os dias 10 e 14 de junho próximo, devendo registrar suas candidaturas no período de  27 a 31 deste mês.

Aproveitamos a oportunidade para parabenizar todos os envolvidos no processo, em especial aqueles que conseguiram êxito e desejar-lhes boa sorte na eleição. Parabéns!
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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Seduc adotará os resultados do Enem como avaliação dos alunos do 2º e 3º anos

Prof. Paulo Robson no lançamento do projeto ENEMVEST da escola Santa Tereza

A Secretaria da Educação (Seduc) passará a adotar os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como avaliação dos alunos do 2º e 3º anos do Ensino Médio. Para os estudantes do 1º ano, a prova do Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica (Spaece) será mantida, mas seguirá o modelo do Enem. A Seduc continuará utilizando o Spaece para o Ensino Médio. No entanto, fará somente uma amostra por escola, na escala Saeb. Com a medida, a rede estadual cearense seguirá a política nacional, instituída pelo Governo Federal. A nova orientação passa a valer ainda esse ano.

A partir dessa mudança, o Prêmio Aprender pra Valer (14º salário) das escolas, terá como base o Enem para o 2º e o 3º anos e no Spaece para o 1º ano. Serão premiadas as melhores escolas e as que mais melhoraram. Os prêmios destinados aos alunos seguirão o mesmo critério.


Fonte: Seduc Ce
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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Qual é a melhor técnica para estudar e aprender?

Foto: Prof. Paulo Robson

Os métodos mais comuns de se preparar para provas escolares podem não ser os que garantem os melhores resultados para os estudantes.
Universidades e escolas sugerem aos estudantes uma grande variedade de formas de ajudá-los a lembrar o conteúdo dos cursos e garantir boas notas nos exames.
Entre elas estão tabelas de revisão, canetas marcadoras, releitura de anotações ou resumos, além do uso de truques mnemônicos ou testar a si mesmo.
Mas segundo o professor John Dunlosky, da Universidade Estadual Kent, em Ohio, nos Estados Unidos, ainda não se sabe o suficiente sobre como a memória funciona e quais as técnicas são mais efetivas.
Para tentar descobrir, ele e seus colegas avaliaram centenas de pesquisas científicas que estudaram dez das estratégias de revisão mais populares, e verificaram que oito delas não funcionam - ou mesmo, em alguns casos, atrapalham o aprendizado.
Por exemplo, muitos estudantes adoram marcar suas anotações com canetas marcadoras.
"Quando os estudantes estão usando um marcador, eles comumente se concentram em um conceito por vez e estão menos propensos a integrar a informação que eles estão lendo em um contexto mais amplo", diz ele. "Isso pode comprometer a compreensão sobre o material."
Mas ele não sugere o abandono dos marcadores, por reconhecer que elas são um "cobertor de segurança" para muitos estudantes.
Resumos e mnemônicos
Os professores regularmente sugerem ler as anotações e os ensaios das aulas e fazer resumos.
"Para nossa surpresa, parece que escrever resumos não ajuda em nada," diz Dunlosky. "Os estudantes que voltam e releem o texto aprendem tanto quanto os estudantes que escrevem um resumo enquanto leem."
Outros guias para estudo sugerem o uso de truques mnemônicos, técnicas para auxiliar a memorização de palavras, fórmulas ou conceitos.
Dunlosky afirma que eles podem funcionar bem para lembrar de pontos específicos, como "Minha terra tem palmeiras, onde canta o sabiá, Seno A Cosseno B, Seno B Cosseno A" - para lembrar a fórmula matemática do seno da soma de dois ângulos: sen (a + b) = sena.cosb + senb.
Mas ele adverte que eles não devem ser aplicados para outros tipos de materiais: "Eles não vão te ajudar a aprender grandes conceitos de matemática ou física".
O que funciona?
Então, quais técnicas realmente funcionam?
Somente duas das dez técnicas avaliadas se mostraram efetivas - testar-se a si mesmo e espalhar a revisão em um período de tempo mais longo.
A melhor estratégia é uma técnica chamada "prática distribuída", de planejar antecipadamente e estudar em espaços de tempo espalhados. [Imagem: Diário da Saúde]
"Estudantes que testam a si mesmos ou tentam recuperar o material de sua memória vão aprender melhor aquele material no longo prazo", diz Dunlosky.
"Comece lendo o livro-texto e então faça cartões de estudo com os principais conceitos e teste a si mesmo. Um século de pesquisas mostra que a repetição de testes funciona", recomenda o pesquisador.
Isso aconteceria porque o estudante fica mais envolvido com o tema e menos propenso a devaneios da mente.
"Testar a si mesmo quando você tem a resposta certa parece produzir um rastro de memória mais elaborado conectado com seus conhecimentos anteriores, então você vai construir (o conhecimento) sobre o que já sabe", diz o pesquisador.
Prática distribuída
Porém, a melhor estratégia é uma técnica chamada "prática distribuída", de planejar antecipadamente e estudar em espaços de tempo espalhados - evitando, assim, deixar para estudar de uma vez só na véspera do teste.
Dunlosky diz que essa é a estratégia "mais poderosa".
"Em qualquer outro contexto, os estudantes já usam essa técnica. Se você vai fazer um recital de dança, não vai começar a praticar uma hora antes, mas ainda assim os estudantes fazem isso para estudar para exames", observa.
"Os estudantes que concentram o estudo podem passar nos exames, mas não retêm o material", diz. "Uma boa dose de estudo concentrado após bastante prática distribuída é o melhor caminho."
Então, técnicas diferentes funcionam para indivíduos diferentes? Dunlosky afirma que não, que as melhores técnicas funcionam para todos.
Fonte: Diário da Saúde

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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Português é quinto idioma mais usado na internet

Mais de 82,5 milhões de pessoas (3,9% do total) utilizam a língua portuguesa para se comunicar e navegar pela web.[Imagem: Wikipedia/Jeff Ogden]
Idiomas mais usados na internet

A língua portuguesa é o quinto idioma mais usado na internet, ficando atrás do inglês, do chinês, do espanhol e do japonês, segundo dados divulgados pela União Internacional de Telecomunicações (UIT).

De acordo a UIT, mais de 82,5 milhões de pessoas (3,9% do total) utilizam a língua portuguesa para se comunicar e navegar pela web.

Segundo a UIT, o crescimento do português se deve à expansão da internet no Brasil nos últimos dez anos.

O crescimento do português na internet no período entre 2000 e 2011 foi 990,1%, o quarto maior crescimento entre as dez línguas mais utilizadas na web.

O árabe teve o maior crescimento (2.501%) seguido pelo russo (1.825%) e pelo chinês (1.478%).

O menor crescimento foi registrado pelo inglês, que teve um aumento de 1,4% entre os usuários que falam o idioma. Apesar disso, o inglês permanece em primeiro lugar como a língua mais usada na internet há mais de dez anos, com 565 milhões de usuários (26,8% do total).

O domínio do inglês está ameaçado pelo mandarim, utilizada por 510 milhões (24,2%). Em terceiro lugar está o espanhol, com 165 milhões (7,8%).

Em geral, a internet cresceu 481,7% no período e é acessada por 2,099 bilhões de pessoas.

Fonte: Inovação Tecnológica
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sábado, 18 de maio de 2013

Equipamento da Nasa capta forte impacto de rocha com a Lua

Imagem mostra centenas de impactos de rochas com a Lua, registrados por equipamento da Nasa. O ponto em vermelho é a colisão mais recente, considerada a mais forte (Foto: Nasa/Reuters)

Um telescópio que monitora a lua capturou imagens de uma rocha de 40 quilos chocando-se contra a superfície lunar e criando um flash de luz, disseram cientistas da agência espacial americana (Nasa) nesta sexta-feira (17).
A explosão, que ocorreu em 17 de março, foi a maior registrada desde que a Nasa começou a controlar os impactos de meteoritos na lua, há oito anos. Até agora, houve mais de 300 choques. O ponto mais forte pode ser visto na imagem acima na marcação em vermelho.
"Ele explodiu em um clarão quase 10 vezes mais brilhante do que qualquer coisa que tenhamos visto antes", disse em comunicado Bill Cooke, do escritório de estudos de meteoritos da Nasa no Centro Espacial Marshall de Huntsville, no Alabama.
Um satélite da Nasa a orbitar a lua busca agora a cratera recém-formada que os cientistas acreditam que teria um tamanho de até 20 metros. O clarão era tão brilhante que qualquer pessoa que estivesse olhando para a lua no momento do impacto poderia tê-lo visto sem telescópio, afirmou a agência.
Depois de analisar as gravações digitais, os cientistas determinaram que a rocha espacial tinha 30 centímetros de diâmetro e viajava a cerca de 90.123 km/h quando bateu na lua.
Fonte: G1
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Teclados inteligentes para tablets e relógios computadorizados

Um algoritmo reposiciona o teclado para deixar as letras o mais próximo possível do próximo movimento dos polegares. [Imagem: Max Planck Institute for Informatics]

A miniaturização parece não ter limites técnicos, além de ser constantemente impulsionada por consumidores que querem levar o computador para todos os lugares - e sem muito esforço.
O grande problema continua sendo o teclado.
Apesar da destreza de alguns, a maioria ainda reclama da dificuldade de usar teclados muito pequenos e, sobretudo, de usar teclados quando as mãos já estão ocupadas em segurar o aparelho.
Mas as soluções não tardam.
Teclado para polegares
Não é preciso ser especialista em ergonomia para saber que o leiaute dos teclados QWERTY tradicionais não é adequado para as telas sensíveis ao toque e aparelhos que precisam ser segurados enquanto se digita.
O ideal, nesses casos, é teclar usando apenas os polegares, garante Antti Oulasvirta, do Instituto Max Planck, na Alemanha.
Por isso, ele desenvolveu um novo tipo de teclado para tablets e smartphones, ou qualquer outro equipamento que use tela sensível ao toque.
Antes porém, foi necessário filmar e analisar minuciosamente como as pessoas teclam usando os polegares, para então desenvolver um modelo desse movimento e incluí-lo em um algoritmo que reposicione o teclado para deixar as letras o mais próximo possível do próximo movimento.
"A chave para a otimização de um teclado para dois polegares é minimizar as longas sequências com um único dedo. Nós também queríamos colocar letras usadas com mais frequência perto umas das outras. Digitadores experientes movem seus polegares simultaneamente: enquanto um está digitando, o outro está se aproximando de seu próximo alvo. Nós derivamos um modelo preditivo deste comportamento para criar o método de otimização," disse o pesquisador.
Engenheiros querem transformar os celulares inteligentes em relógios computadorizados. [Imagem: Carnegie Mellon University]
Teclado para relógios inteligentes
Stephen Oney, da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, está de olho em aparelhos ainda menores.
A mesma miniaturização que transformou mainframes em computadores de mesa, transformou computadores de mesa em tablets e smartphones.
Agora os engenheiros querem dar o passo adicional, e transformar os celulares inteligentes em relógios computadorizados.
Para permitir teclar em um relógio, Oney criou o ZoomBoard. Como é impossível colocar um teclado inteiro em um relógio, bastam toques rápidos para que o teclado se expanda, até que a letra desejada torne-se grande o suficiente para ser tocada com um dedo.
As letras maiúsculas podem ser digitadas segurando momentaneamente a tecla. Arrastar para a direita gera um espaço. Arrastar para a esquerda deleta a última letra digitada. E basta um toque para cima para acionar um teclado secundário com números e outros símbolos.
"Você não vai escrever um romance, mas dá para fazer o trabalho," disse Oney, que afirma teclar 10 palavras por minuto em seu teclado ampliável.
"Isso abre novas possibilidades para dispositivos como smartwatches [relógios inteligentes], que geralmente não têm qualquer meio de entrada de texto, e muitos não são poderosos o suficiente para o reconhecimento de voz," concluiu ele.
Fonte: Inovação Tecnológica


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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Avião de passageiros voa 800 km sem piloto

O avião levava um piloto a bordo, bem como um time de engenheiros para monitorar tudo o que acontecia. [Imagem: ASTRAEA]
Os veículos aéreos não tripulados (VANTs) já são largamente usados em vigilância e observação ambiental.

Contudo, havia muitos questionamentos se seria possível fazer um avião de passageiros voar sem piloto.

O primeiro passo para isso foi demonstrado pela Astraea, um consórcio britânico formado por várias empresas do setor aeroespacial.

O avião de 19 lugares percorreu o trecho de 800 quilômetros entre Warton e Inverness, na Escócia, em Abril, mas só agora os detalhes do teste foram divulgados.

O voo experimental foi permitido depois que as autoridades responsáveis pela aviação civil analisaram os algoritmos usados para controlar o avião e concordaram que ele atendia às normas de voo aceitas pelos pilotos humanos - a agência britânica de aviação faz parte do consórcio.

O avião levava um piloto a bordo, bem como um time de engenheiros para monitorar tudo o que acontecia. O piloto fez a decolagem e, quando a aeronave atingiu a altitude e velocidade de cruzeiro, ele passou o comando para uma central de controle em terra. O piloto a bordo voltou à ativa no momento da aterrissagem.

Um dos principais objetivos era testar o software anti-colisão, que deve garantir que o avião mantenha distância das outras aeronaves e sempre saberá se desviar de outros objetos voadores, previstos ou não.

Para evitar maiores contratempos, objetos virtuais eram introduzidos no computador de voo, que conseguiu evitar todos.
Sempre que o avião mudava de rota ou altitude, a manobra era imediatamente comunicada ao controle de tráfego aéreo. O sistema também atendeu aos comandos do controle de voo para mudar sua posição.

Piloto robótico ou piloto remoto?

Ainda há muitas questões éticas e de segurança a serem avaliadas antes que os aviões robóticos sejam autorizados a levar passageiros - incluindo um acordo internacional sobre o que deverá ser ou não permitido.

Por isso, os responsáveis pelo consórcio afirmam estar tentando fazer tudo dentro das normas atuais, fazendo com que o piloto-robô se adapte às regulamentações atuais, e não o contrário.

Outra proposta é que haja sempre um piloto em terra responsável pelo avião, o que levanta a questão de quantos aviões cada piloto poderia controlar, já que não haveria sentido em deixar em terra um piloto para cada aeronave.

Mas o grande desafio ainda está no momento da decolagem e do pouso.

O consórcio anunciou outro voo de teste para Novembro, quando será avaliado um "mecanismo crucial" do sistema anti-colisão, sobre o qual não foram dados maiores detalhes.

Fonte: Inovação Tecnológica
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terça-feira, 14 de maio de 2013

Chupeta tem consequências emocionais negativas para os meninos

"Os pais odeiam discutir esse assunto. Eles tomam os resultados de forma muito pessoal. Agora, estes resultados são sugestivos e devem ser levados a sério."[Imagem: WISC]

O uso da chupeta pode impedir o desenvolvimento emocional dos meninos, roubando-lhes a oportunidade de exercitar expressões faciais durante a infância, com sérios problemas emocionais mais tarde na vida.
Três experimentos diferentes, realizados por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Wisconsin-Madison (EUA), mostraram de forma consistente que o uso intenso de chupeta na primeira infância traz resultados negativos em várias medidas de maturidade emocional.
O estudo, publicado na revista Basic and Applied Social Psychology, é o primeiro a traçar uma correlação conclusiva do uso intenso da chupeta com consequências psicológicas.
A Organização Mundial da Saúde já recomenda limitar o uso da chupeta para incentivar a amamentação e por causa de ligações de seu uso com infecções de ouvido e anomalias dentárias.
A importância da imitação
Os seres humanos de todas as idades frequentemente imitam - conscientemente ou não - as expressões e a linguagem corporal das pessoas ao seu redor.
"Ao refletir o que outra pessoa está fazendo, você cria uma parte do sentimento em si mesmo," diz Paula Niedenthal, principal autora do estudo. "Essa é uma das maneiras de entendermos o que alguém está sentindo - especialmente se esse alguém parece estar com raiva mas fica dizendo que não está; ou se está sorrindo mas o contexto não é adequado para a felicidade."
A imitação é uma ferramenta de aprendizagem particularmente importante para os bebês.
Com uma chupeta na boca, um bebê é menos capaz de espelhar as expressões e as emoções que elas representam.
No estudo envolvendo crianças de seis e sete anos de idade, os meninos que passaram mais tempo com a chupeta na boca quando bebês mostraram-se menos capazes de imitar as expressões emocionais de rostos vistos em um vídeo.
No segundo estudo, envolvendo jovens em idade universitária, os homens que relataram (por suas próprias lembranças ou de seus pais) o uso intenso de chupeta na infância obtiveram pontuações menores do que seus pares em testes comuns de tomada de perspectiva, um componente da empatia, que é a capacidade de ver-se na situação dos outros.
Finalmente, no terceiro estudo, um grupo de estudantes universitários fez um teste padrão de inteligência emocional medindo a forma como tomam decisões com base na avaliação dos humores de outras pessoas.
Entre os homens do grupo, aqueles que usaram mais a chupeta na infância apresentaram as pontuações mais baixas.
Chupeta levada a sério
Mas por que o resultado foi tão diferente entre homens e mulheres.
Para os pesquisadores, as meninas se desenvolvem mais cedo em muitos aspectos, sendo possível que elas façam progressos suficientes no desenvolvimento emocional antes ou apesar do uso da chupeta.
Também pode ser que os meninos simplesmente sejam mais vulneráveis que as meninas, e a interrupção do uso da mímica facial seja mais prejudicial para eles.
"Os pais odeiam discutir esse assunto. Eles tomam os resultados de forma muito pessoal. Agora, estes resultados são sugestivos e devem ser levados a sério," concluiu Niedenthal.
Fonte: Diário da Saúde
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sábado, 11 de maio de 2013

Núcleo de átomo em formato de pera aponta para Nova Física

Representação gráfica do núcleo do átomo de rádio 224, que pode ajudar a explicar por que há mais matéria do que antimatéria no Universo e revelar uma Quinta Força Fundamental da natureza. [Imagem: Liam Gaffney/Peter Butler/Universidade de Liverpool]

Núcleo atômico em formato de pera
O que o formato do núcleo de um átomo tem a ver com o início do Universo? E com a antimatéria? E com as teorias sobre o que é o próprio átomo?
Na verdade, um núcleo atômico em formato de pera pode se transformar em uma das realizações mais importantes da física nos últimos tempos.
Mas o que pode ser tão interessante nessa "pera atômica"?
O núcleo de um átomo é formado por prótons e nêutrons, mantidos juntos pela Força Nuclear Forte, que se contrapõe à repulsão eletrostática que tende a separar os prótons.
A teoria mais simples diria que os núcleos atômicos são esféricos, mas os cientistas já sabiam que alguns são ligeiramente alongados, e também já conheciam um em formato de pera, o rádio 226, descoberto em 1993.
O grande interesse está na necessidade de explicar esse formato: como a Força Nuclear Forte e a eletrostática se inter-relacionam no interior do núcleo para que eles tenham formatos diferentes?
Ou será que tudo é ainda mais interessante, e haveria então uma outra força fundamental da natureza agindo no núcleo atômico, que possa explicar porque uns têm um formato e outros têm outro?
Os físicos já estavam precisando de uma nova força fundamental da natureza que pudesse ajudar explicar a assimetria entre matéria e antimatéria.
O modelo cosmológico do Big Bang estabelece que matéria e antimatéria foram criadas em quantidades iguais no início do Universo - mas, então, onde está toda a antimatéria?
Nova força fundamental da natureza
É aí que entra o núcleo atômico em formato de pera. Não é fácil criar novas teorias estudando uma única pera - no caso, o já conhecido rádio 226.
Então um grupo internacional de pesquisadores usou um espectrômetro no CERN para procurar mais átomos com núcleos com formato de pera.
E eles agora descobriram que o núcleo do rádio 224 tem o formato perfeito de uma pera. O experimento também mostrou que o núcleo do átomo de radônio 220 oscila entre uma esfera irregular e uma pera.
"O formato de pera é especial. Ele significa que os nêutrons e os prótons que compõem o núcleo estão em posições ligeiramente diferentes ao longo de um eixo interno," explicou Tim Chupp, um dos cientistas da equipe.
O Modelo Padrão descreve quatro forças fundamentais ou interações que regem como a matéria se comporta: a Gravidade atrai corpos maciços um em direção ao outro. A interação Eletromagnética dá origem a forças em corpos carregados eletricamente. E as forças nucleares Forte e Fraca operam nos núcleos dos átomos, unindo prótons e nêutrons ou fazendo com que essas partículas decaiam.
Os núcleos em forma de pera seriam assimétricos porque os prótons estariam sendo empurrados para longe do centro do núcleo por alguma força nuclear ainda desconhecida - e as forças nucleares são fundamentalmente diferentes de forças esfericamente simétricas, como a gravidade.
Podendo estudar e comparar as duas peras, os físicos esperam não apenas descobrir uma nova força fundamental da natureza, como também explicar aassimetria entre matéria e antimatéria no início do Universo e melhorar seus modelos do que seria exatamente um átomo.
A pera da Nova Física
Modelos ainda especulativos propõem que alguns núcleos atômicos devem gerar um fraco campo magnético.
Esta hipótese poderá agora ser testada com os núcleos em formato de pera porque, se essa polaridade magnética realmente existe, então os núcleos-pera deverão apresentar esses dipolos mais fortes do que os núcleos esféricos.
"Vendo o quadro mais amplo possível, nós estamos tentando entender tudo o que observamos diretamente, e também o que observamos indiretamente, para tentar explicar o que aconteceu para nós estivéssemos aqui," concluiu Chupp.
Assim, como a maçã de Newton mudou nossa concepção do mundo, talvez agora seja a vez da pera cumprir seu papel na inauguração de uma Nova Física.
Fonte: Inovação Tecnológica

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sexta-feira, 10 de maio de 2013

Olimpíada de Astronomia na Escola Santa Tereza

Prof. Paulo Robson com alunos realizando a OBA 2013
Foto: Prof. Adeilton Silva
Na tarde e noite de hoje, 10, cerca de 100 alunos da Escola Estadual Santa Tereza de Altaneira-Ce participarão da XVI edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica. O evento já vem sendo realizado na escola desde o ano de 2011 e conta com a coordenação do professor Paulo Robson que é o professor da disciplina de Física na referida instituição.

Na segunda-feira, dia 06, foram realizados dois encontros preparatórios para esta prova. Ver postagem AQUI.

Confira outras fotos do evento ao longo destes três anos. CLIQUE AQUI
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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Café reduz pela metade recorrência do câncer de mama

Uma pesquisa brasileira mostrou que o café após o almoço também diminui risco de diabetes nas mulheres.[Imagem: Ag.USP]
Tomar café pode cortar pela metade o risco da recorrência do câncer de mama.

A conclusão é de um estudo realizado por cientistas da Universidade de Lund (Suécia) e publicado na revista Cancer Causes Control.

A equipe acompanhou mais de 600 pacientes com câncer de mama por cerca de cinco anos. Aproximadamente metade delas tomava o medicamento Tamoxifeno.

As pacientes que tomavam este medicamento e que consumiam duas ou mais xícaras de café por dia apresentaram uma taxa de recorrência do câncer de mama mais de 50% inferior em comparação com as pacientes que tomavam Tamoxifeno mas que não tomavam café.

A droga, uma terapia hormonal comum depois da cirurgia do câncer da mama, diminui o risco de novos tumores bloqueando os receptores de estrogênio.

Café contra o câncer

Como o café interage com o tratamento, no entanto, ainda é algo desconhecido.

"Uma teoria na qual estamos trabalhando é que o café 'ativa' o Tamoxifeno, tornando-o mais eficaz," disse Maria Simonsson, principal autora do estudo.

Os pesquisadores da mesma Universidade já haviam descoberto uma associação entre o consumo de café e um risco menor de desenvolver certos tipos de câncer de mama, enquanto cientistas norte-americanos descobriram que o café reduz o risco do câncer de próstata e o câncer oral.

Outros estudos têm demonstrado que a cafeína impede o crescimento de células cancerosas.

Este estudo observacional mais recente, envolvendo o papel do café na prevenção e tratamento do câncer, ressalta a necessidade de mais pesquisas na área, sobretudo em busca dos mecanismos fisiológicos de atuação da cafeína.

"Nós pretendemos avançar nossos estudos para saber mais sobre como o estilo de vida pode interagir com o tratamento do câncer de mama," diz Helena Jernstrom, professora de oncologia da Universidade de Lund.

Fonte: Diário da Saúde
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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Inscrições para o Enem 2013 começam na segunda-feira, diz MEC

O ministro Aloizio Mercadante e o presidente do
Inep, Luiz Claudio Costa, divulgam as regras do
Enem 2013 (Foto: Vitor Matos/G1)
As inscrições para a edição de 2013 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) serão abertas na segunda-feira (13), afirmou nesta quarta-feira (8) o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Segundo Mercadante, as provas serão realizadas nos dias 26 e 27 de outubro. Os portões serão abertos às 12h (horário de Brasília). O ministério espera receber até 6,1 milhões de inscrições, e o ministro fez um apelo para que só se inscrevam candidatos que efetivamente pretendam fazer a prova. Segundo ele, em 2012, 1,5 milhão de inscritos no exame deixaram de comparecer.

O ministro afirmou que o período para se inscrever vai dos dias 13 e 27 de maio, e os candidatos terão até o dia 29 de maio para pagarem a taxa de inscrição, que foi mantida no valor de R$ 35. Estudantes de escolas públicas ou que sejam de famílias com renda per capita de até um salário-mínimo e meio não precisam pagar a taxa.

Neste ano, a logística do exame deve envolver 1.632 municípios brasileiros. O MEC estima que será necessária a impressão de 13,5 milhões de provas para os candidatos.

No ato da inscrição, os candidatos deverão informar suas necessidades especiais, como provas com letra em tamanho maior, locais de prova com acesso a deficientes, salas especiais para lactantes e provas após o por-do-sol para estudantes sabatistas.

Após o processo de inscrição, o MEC vai divulgar um número de telefone para que os candidatos entrem em contato com a equipe que organiza o Enem para informar sobre mudanças em suas necessidades. O ministro citou como exemplos mães que derem à luz antes do previsto ou estudantes que, por algum motivo, necessitem de auxílio especial no dia da prova.

Fonte: G1 Educação
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Metrópole inteligente na Ásia custará menos que Copa do Mundo de 2014

Mas será que o caminho é realmente investir em cidades? Parece que sim, desde que sejam cidades concebidas em novos formatos. [Imagem: Divulgação]

Cidades do futuro
Iskandar Malásia - este é nome da primeira "metrópole inteligente" do sudeste asiático.
A cidade está sendo construída com fundações firmes em princípios de integração social, baixas emissões de carbono, economia verde, tecnologias verdes, sustentabilidade e todos os demais conceitos relacionados com uma nova economia mundial.
Mas será que o caminho é realmente investir em cidades? Parece que sim, desde que sejam cidades concebidas em novos formatos.
As Nações Unidas estimam que a população humana passará dos atuais 7 bilhões para 9 bilhões até 2050 - e mais de 6 bilhões vão viver em ambientes urbanos, um número que é quase o dobro de hoje.
Esse aumento exigirá a construção de uma cidade de 1 milhão de habitantes a cada semana até 2050, segundo cálculos dos especialistas.
Além disso, o estresse ambiental causado por esse intenso crescimento urbano será imenso - mais de 70% das emissões de CO2 hoje se relacionam com as necessidades das cidades.
É por isso que especialistas internacionais afirmam que Iskandar e outros empreendimentos do tipo são modelos para o desenvolvimento urbano sobretudo nos países emergentes, com populações que crescem a taxas mais altas.
Opções para o futuro
E dinheiro para isso também parece não faltar.
Iskandar já se mostrou um poderoso ímã para o investimento privado, incluindo enormes estúdios da Pinewood Films, o primeiro parque temático Legoland da Ásia, e campi remotos de diversas universidades ocidentais, incluindo Universidade Newcastle do Reino Unido, Universidade de Southampton e Marlborough College, todas localizadas na "edu-city" de 140 hectares.
De 2006, quando o projeto foi iniciado, até junho de 2012, Iskandar atraiu US$ 31,2 bilhões em investimentos, 38% dos quais vindos de fontes estrangeiras.
Isso é menos do que custará a Copa do Mundo de 2014 no Brasil.
A diferença é que, em vez de consumo de recursos públicos e estádios sem utilização, a cidade de Iskandar deverá ter um PIB de US$ 93,3 bilhões em 2025, um aumento de 465% em relação a 2005, antes do início do projeto - um PIB per capita de US$ 31.100 dólares.
Além da "metrópole inteligente" de Iskandar, a Malásia está criando "aldeias inteligentes" e "eco-cidades", constituídas de casas a preços acessíveis, instalações educacionais, de formação e de lazer de alta tecnologia e um sistema agrícola criativo, em circuito fechado, proporcionando alimentos e renda suplementar aos moradores das pequenas cidades.
De 2006, quando o projeto foi iniciado, até junho de 2012, Iskandar atraiu US$ 31,2 bilhões em investimentos estrangeiros. [Imagem: Divulgação]
Fonte: Inovação Tecnológica

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segunda-feira, 6 de maio de 2013

Encontro preparatório para a OBA 2013


Aluna Reyla Sales realizando a OBA 2012
Foto: Prof. Paulo Robson
Na próxima sexta-feira, dia 10, estará sendo realizada em nível nacional a XVI Olimpíada de Astronomia e Astronáutica - OBA, um evento aberto a participação de escolas públicas ou privadas urbanas ou rurais, sem exigência de número mínimo ou máximo de alunos, os quais devem preferencialmente participar voluntariamente. Podem participar da OBA alunos do primeiro ano do ensino fundamental até alunos do último ano do ensino médio.

A OBA ocorre totalmente dentro da própria escola, tem uma única fase e é realizada toda ela dentro de um só ano letivo, deste modo os certificados e medalhas são recebidos pela escola no mesmo ano letivo. Ao final da OBA todos alunos recebem um certificado de participação impresso com o seu nome e se ganhou alguma medalha o tipo dela também consta do certificado. E se ganhou medalha, claro, recebe a mesma, a qual em geral é cunhada em metal ou acrílico. Todos os professores envolvidos no processo e também os diretores escolares recebem os seus certificados. Aliás, até a escola recebe um certificado com o nome dela. Veja todos os detalhes no regulamento da OBA.

A prova é organizada anualmente pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB). Juntamente com a OBA, é realizada a MOSTRA BRASILEIRA DE FOGUETES (MOBFOG), antiga Olimpíada Brasileira de Foguetes.

Pelo terceiro ano consecutivo os alunos da E.E.M. Santa Tereza participarão da OBA. Cerca de 100 alunos matriculados nos dois turnos de funcionamento participaram do evento desta sexta. Hoje, segunda, 06, o professor de Física da escola e também representante da Olimpíada na instituição, o professor Paulo Robson, estará realizando dois encontros preparatório para a prova, onde serão discutidos assuntos abordados na prova de 2012 e edições anteriores, além de outras informações relevantes para resolução das questões da OBA 2013. Os encontros acontecerão no contra-turno da matrícula do aluno o que não acarretará prejuízo no tempo pedagógico dos mesmos.

"Destacamos a importância da participação de todos os inscritos no encontro a fim de que possamos nos preparar um pouco mais para a realização da prova e, dessa forma, conseguirmos bons resultados na OBA 2013" Prof. Paulo Robson
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