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Olá, seja muito bem-vindo a esse ambiente! Espero que ele possa atender suas expectativas!

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Nas aulas de Física da escola Santa Tereza o aluno é que prepara a sua

Foto: Prof. Paulo Robson.
Nesta semana implantamos uma metodologia diversificada em nossas aulas de Física da escola Santa Tereza. O projeto foi  realizado com as turmas de segundo ano do ensino médio e apresentou resultados bastante satisfatórios.

Durante a ministração das aulas na semana passada, comunicamos aos alunos o assunto principal das seguintes, separando-os em equipes e direcionando sub-temas relacionados ao conteúdo a ser explorado, solicitamos que os mesmos preparassem a aula que gostariam de assistir, melhor dizendo, que gostariam de participar, pois estes trariam esta semana suas considerações sobre a temática e a metodologia escolhida, ficando a explicação detalhada sob nossa responsabilidade, com a utilização do material levantado pelos discentes e/ou do livro didático.

Os resultados obtidos foram os melhores possíveis. Maior participação, interação, aumento no senso de responsabilidade e compromisso, melhor aproveitamento das potencialidades e eficiência na associação quantidade/qualidade de conteúdos, sendo nestes estudados gráficos, equações, teorias e experiências no mesmo período de aula, em muitos casos, explicados pelos próprio alunos, enfim, estes são alguns pontos que podemos destacar.

Teremos uma real visão do resultado destas aulas logo após análise dos resultados de uma avaliação escrita parcial que segue, contudo, afirmamos que, sem sombra de dúvidas, alcançamos os objetivos levantados.

Outras fotos no álbum do Prof. Paulo Robson no facebook. Para visualizá-las CLIQUE AQUI.
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Aula de Ciências na Nascente do São Romão

Nascente do São Romão
Foto: José de Antonino (nosso motorista, a quem agradecemos pela ajuda)

Na manhã desta sexta-feira, 30, realizamos uma visita a nascente do vale do São Romão com os alunos da turma do 7º ano B da Escola 18 de Dezembro para participarmos de uma aula de Ciências um pouco diferente das que estamos acostumados.

O convite nos foi feito pelo professor coordenador da área de Ciências da Natureza e Matemática da referida escola, José Valdo Sousa, no encontro por área desta semana. Fizemos um planejamento que englobasse outros assuntos e temáticas variadas a serem exploradas em outras áreas do conhecimento, como Língua Portuguesa, História e Geografia, que também serão trabalhadas pelos respectivos professores em sala de aula. Aproveitamos para agradecer às colegas Núbia Silva e Zuleide Oliveira que disporão seu tempo para avaliar as atividades.

Nossa proposta foi, primeiramente, explorar a prática dos assuntos teóricos que tanto falamos na sala de aula, em especial o reino dos animais invertebrados. É claro que a enormidade de assuntos e curiosidades dos alunos nos fez viajar por um mundo de informações bem maior que o citado. Biodiversidade, fauna e flora em geral, vegetação, clima, relevo, enfim, assunto foi o que não faltou. Sem falar que hoje é impossível visitar o lugar e não reconhecê-lo, juntamente como a trilha da Pedra Grande, como um dos principais pontos turísticos de nossa querida Altaneira. Tão logo nos detemos a enaltecer nossas riquezas naturais e tratar também da questão turística local além da conscientização da preservação e combate a qualquer prática que venha ser prejudicial ao meio ambiente.

Como em qualquer outra visita ao querido Vale, seria impossível não apresentar às crianças um autêntico forno de cal assim como sua produção.

Em linhas gerais, julgamos mais do que válida nossa aula, pois percebemos que a participação discente acontece espontaneamente e de forma autêntica, onde o aluno está construindo seu conhecimento através da interação efetiva com a natureza fazendo-o perceber que estamos incluídos no meio e não como apenas observador.

Outras fotos no Álbum do prof. Paulo Robson no Facebook. (Para vê-las, clique AQUI)
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terça-feira, 27 de agosto de 2013

Olhos podem indicar risco de AVC

Olhos podem indicar risco de AVC
O acompanhamento envolveu tirar fotografias da retina, classificando os danos aos vasos sanguíneos da retina em leves, moderados ou graves. [Imagem: American Heart Association]

Seus olhos podem mostrar bem mais do que sua alma - por exemplo, seu risco de ter um derrame, ou acidente vascular cerebral (AVC).

"A retina fornece informações sobre o estado dos vasos sanguíneos no cérebro," explica o Dr. Mohammad Kamran Ikram, da Universidade Nacional de Cingapura. "Imagens da retina representam uma forma não-invasiva e barata de examinar os vasos sanguíneos."

Em todo o mundo, a hipertensão arterial é o fator de risco mais importante para o AVC.

No entanto, ainda não é possível prever quais pacientes hipertensos têm maior probabilidade de apresentar um acidente vascular cerebral.

Por isto, o Dr. Ikram teve a ideia de documentar a pressão arterial por meio da retina.

Retinopatia hipertensiva

O Dr. Ikram e seu grupo acompanharam a ocorrência de AVC durante 13 anos em 2.907 pacientes com pressão arterial elevada. O acompanhamento envolveu tirar fotografias da retina, classificando os danos aos vasos sanguíneos da retina em leves, moderados ou graves.

Durante o acompanhamento, 146 participantes tiveram um derrame causado por um coágulo de sangue e 15 por hemorragia no cérebro.

Os pesquisadores então ajustaram os dados para levar em conta vários fatores de risco para AVC, como idade, sexo, raça, níveis de colesterol, glicemia, índice de massa corporal, tabagismo e leituras de pressão sanguínea.

Eles descobriram que o risco de acidente vascular cerebral foi 35% maior nas pessoas com retinopatia hipertensiva leve e 137% maior nas pessoas com retinopatia hipertensiva moderada ou grave - tudo atestado pelas fotografias da retina.

Mesmo nos pacientes sob medicação, com um bom controle da pressão arterial, o risco de um coágulo de sangue foi de 96% maior nas pessoas com retinopatia hipertensiva leve e 198% maior nas pessoas com retinopatia hipertensiva moderada ou grave.

"É muito cedo para recomendar mudanças na prática clínica", ressalta Ikram. "Outros estudos são necessários para confirmar nossos resultados e analisar se as imagens da retina podem ser úteis para fornecer informações adicionais sobre o risco de AVC em pessoas com pressão arterial elevada."
 
Fonte: Diário da Saúde
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domingo, 25 de agosto de 2013

Navegação por meio de vibrações

O "canal sensorial" é formado por seis motores vibratórios montados em uma pulseira, permitindo a transmissão de sinais complexos. [Imagem: DLR]
Vibrotátil
A Agência Espacial Alemã (DLR) desenvolveu um aparelho que permite que pessoas com deficiências visuais ou cegas consigam se guiar usando um "sexto sentido vibratório".
O usuário recebe informações sobre direções, distâncias e obstáculos para chegar até o destino desejado por meio do que os engenheiros chamam de "feedback vibrotátil".
O "canal sensorial" é formado por seis motores vibratórios montados em uma pulseira, permitindo a transmissão de sinais complexos.
O objetivo é que as pessoas cegas possam caminhar com naturalidade mesmo em cidades desconhecidas. Para isso, um telefone celular faz as vezes de interface, capturando dados de GPS para guiar o usuário até o destino desejado.
"Este sistema dá suporte às pessoas cegas, permitindo-lhes encontrar seu caminho em um ambiente desconhecido, e com a grande vantagem de que o canal sensorial acústico, isto é, o sentido da audição, permanece livre," afirma Simon Schatzle, responsável pelo projeto.
Schatzle se refere a aparelhos que usam sons para mapear o ambiente, sendo o retorno recebido através de fones de ouvido.
Fonte: Inovação Tecnológica
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Imagem mostra jatos velozes saindo de estrela recém-nascida

Imagens do Alma mostram estrela recém-nascida (Foto: ESO/Alma/AP)
O radiotelescópio Alma, que é parte parte do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) captou a imagem abaixo, que mostra uma estrela recém-nascida expulsando grandes jatos de material em diferentes direções. A velocidade desses jatos surpreendeu os cientistas. O objeto é o Herbig-Haro 46/47, situado a cerca de 1400 anos-luz de distância da Terra, na constelação austral da Vela. O Alma se situa no Deserto do Atacama.

Fonte: G1 Ciência e Saúde
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Revestimento transforma vidro em supervidro

Ajustando a largura dos "favos" para torná-los menores do que o diâmetro do comprimento de onda da luz visível, os pesquisadores impedem que o material reflita a luz.[Imagem: Nicolas Vogel/Harvard University]
Supervidro

Um revestimento bioinspirado transforma um vidro comum em um supervidro, mais resistente e capaz de se autolimpar.

O novo revestimento poderá ser usado para criar lentes resistentes a arranhões para óculos, janelas autolimpantes, painéis solares que não perdem a eficiência por causa da poeira e novos dispositivos médicos.

O material é mais um dos frutos do trabalho da equipe da Dra. Joanna Aizenberg, que chefia o Instituto de Engenharia Biologicamente Inspirada da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Em vez de tentar imitar folhas de lótus e outras superfícies hidrofóbicas, a equipe aprimorou o material mais escorregadio do mundo, que eles próprios criaram em 2011.

O novo revestimento é igualmente escorregadio, livrando-se de praticamente qualquer material que cai sobre ele, mas é muito mais durável e totalmente transparente.

Juntas, essas características podem resolver os desafios de longa data para a criação de materiais que repelem quase tudo e que sejam comercialmente viáveis.

Rede de crateras

Para criar o revestimento, Nicolas Vogel e seus colegas começaram com nanopartículas esféricas de poliestireno colocadas sobre uma superfície plana.

A seguir, derramaram vidro líquido sobre elas, até que as nanopartículas fossem cobertas até à metade.

Depois que o vidro se solidificou, eles queimaram as pequenas esferas de poliestireno, deixando uma rede de crateras que lembra um favo de mel.

Eles, então, recobriram a estrutura com o mesmo líquido lubrificante usado no seu material escorregadio original.

"A estrutura de favo de mel é o que confere a estabilidade mecânica para o novo revestimento," disse Aizenberg.

Antirreflexo

Ajustando a largura dos "favos" para torná-los menores do que o diâmetro do comprimento de onda da luz visível, os pesquisadores impedem que o material reflita a luz.

Isto fez com que as lâminas de vidro recobertas com o revestimento tornem-se completamente transparentes e antirreflexivas.

A equipe agora está aprimorando seu método para recobrir peças curvas de vidro, assim como materiais plásticos transparentes, além de adaptar a técnica para o ambiente industrial.

Fonte: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Pequi e babaçu: Frutas brasileiras em pó

O pequi e o babaçu, ricos em propriedades nutricionais e com potencial para a prevenção de diversas doenças, agora poderão ser industrializados na forma de pó. [Imagem: Antoninho Perri/Jornal da Unicamp]
Pesquisadores da Unicamp desenvolveram uma técnica para industrializar duas frutas brasileiras, abrindo o caminho para a popularização de seu consumo.

O pequi e o babaçu, ricos em propriedades nutricionais e com potencial para a prevenção de diversas doenças, estão incorporados na alimentação cotidiana da população do cerrado brasileiro.

Mas, devido à sazonalidade, são consumidos apenas no período de suas frutificações, que variam, em média, de 4 a 5 meses ao ano. E dificilmente chegam às regiões distantes das áreas de produção

Pequi e babaçu em pó

Audirene Amorim Santana e Kil Jin Park agora desenvolveram uma tecnologia para o aproveitamento posterior destes frutos, sem perda relevante de suas propriedades nutricionais.

O resultado veio na forma de pós, em que a polpa do pequi e o leite do babaçu mantêm uma média de 80% de suas propriedades nutricionais originais.

Mantidos em recipientes fechados e em local seco e arejado, os produtos em pó podem ser consumidos por um período de até quatro meses.

A engenheira de alimentos informa que o pequi e o babaçu possuem ação antioxidante natural, benéfica para a saúde. A partir dos seus frutos podem ser produzidos alimentos capazes de retardar a formação de radicais livres no organismo, responsáveis pelo envelhecimento precoce e doenças degenerativas.

Pequi

Porte médio, casca verde, poupa amarelada e caroço com espinhos, o pequi é rico em óleos, proteínas, fibras, minerais (zinco, cobre e fósforo) e carotenoides.

O fruto é também considerado fonte potencial de vitamina A, essencial para a garantia de funções básicas ao organismo, como visão, desenvolvimento ósseo e do tecido epitelial, além de benefícios aos processos imunológicos e reprodutivos.

"Na região do cerrado, a poupa do fruto do pequizeiro é muito empregada na elaboração de diferentes pratos, como arroz, feijão, frango e cuscuz. A amêndoa é utilizada como ingrediente de farofas, doces, paçocas e também consumida salgada como petisco. Aqui em São Paulo, por exemplo, o pequi pode substituir o uso do açafrão", exemplifica Audirene.

O óleo é considerado de excelente qualidade, constituído sobretudo por ácidos graxos insaturados. "Por se tratar de um fruto de fácil produção e com características desejáveis em relação ao sabor e valor nutritivo, o pequi pode representar uma fonte potencial na alimentação e sobrevivência de uma parcela significativa da população", estima a pesquisadora.

Babaçu

Já o leite de babaçu é muito parecido com o leite de coco, produzido industrialmente em todo o país.

O leite do babaçu, também conhecido como coco de macaco, é feito de forma artesanal, principalmente no Nordeste, sendo usado na culinária como aromatizante em bebidas e sorvetes.

"O fruto possui, no entanto, um grande potencial inexplorado na alimentação devido ao seu sabor agradável e valor nutricional", conta Audirene.

O babaçu é rico em óleo e fibras. Seu principal nutriente é o ácido láurico, substância com propriedades antimicrobianas e anti-inflamatórias. A amêndoa é muito cultivada no Maranhão, Piauí e Tocantins.

A região Nordeste possui uma área de cerca de 18 milhões de hectares plantados com babaçu. Mensalmente, são extraídas em torno de 140 mil toneladas de amêndoas destes babaçuais, atividade que gera mais de 300 mil empregos.

A pesquisadora afirma que, com incentivos governamentais, a tecnologia poderá ser adotada para beneficiar não apenas a saúde da população de todo o país, e mesmo para exportação, mas também como uma política social, valorizando as comunidades produtoras de pequi e babaçu.

Fonte: Diário da Saúde
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quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Professor Ermeson David com participação no ENEMVEST

Foto: Prof. Paulo Robson
Os encontros do ENEMVEST desta quarta-feira contaram com a participação especial de Ermeson David, professor da Escola Santa Tereza lotado no Laboratório de Informática, trazendo consigo dicas importantíssimas sobre sites e ambientes virtuais que tratam exclusivamente de assuntos e questões cobradas no Exame Nacional do Ensino Médio - Enem.

Os alunos conheceram ambientes como + Ideias e Portal Rumo à Universidade, que podem ser utilizados também como espaço direcionado para troca de informações e aprimoramento dos conteúdos cobrados e informações referentes ao ENEM, além do Blog da Escola e do Prof. Paulo Robson que tratam muito sobre o assunto também.

O professor Ermeson ainda ressaltou a importância da utilização das redes sociais, em especial o facebook, em prol do crescimento educacional, apresentando a fan page da Escola e dos grupos criados para divulgação de informações referentes ao Enem e aos mais importantes vestibulares em todo Brasil, como por exemplo o grupo De olho no vestibular.

Sem dúvida foram momentos muito produtivos. Acreditamos que os alunos poderão melhorar muito seus estudos com tão importantes dicas. 
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terça-feira, 13 de agosto de 2013

Retorno dos trabalhos do ENEMVEST da escola Santa Tereza

Turma da tarde do ENEMVEST
Foto: João Alves
Nesta quarta-feira, 14, estaremos reiniciando os trabalhos do nosso curso preparatório de Matemática e Física para o ENEM e vestibulares, ENEMVEST, na Escola Estadual Santa Tereza.

O retorno aos encontros se dá com muita felicidade. Alegria movida pelas aprovações das alunas no vestibular da Urca do mês de julho. Das oito alunas aprovadas, sete ainda estavam cursando o terceiro ano regular além, é claro, assistindo as aulas em como nosso curso. Das sete aprovadas, quatro fizeram suas inscrições nos cursos universitários (pedagogia e biologia) pela manhã e ainda assim estão frequentando as aulas do ensino médio.

Sentimos que o dever está sendo cumprido e bem. Sabemos que muito ainda pode ser desenvolvido e contamos com a participação de todos os alunos para que muitos outros possam conseguir seu ingresso no tão sonhado ensino superior.

Aproveitamos para parabenizar as aprovadas Alice, Andréa, Leyla, Kamila, Mayara, Micaely, Nayara e Viviane e desejar sucesso a no decorrer do segundo semestre.

Grande abraço.
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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Observatório capta imagens de 'berçário' colorido de estrelas

Imagem mostra duas nebulosas de gás brilhante, uma avermelhada e outra azul (Foto: ESO)
Nebulosas de gás brilhante, uma avermelhada e outra azul, ficam em constelação vizinha (Foto: ESO)
Astrônomos do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês) conseguiram obter imagens de um "berçário" colorido de estrelas.
Com a ajuda do Very Large Telescope (Telescópio Muito Grande, em tradução livre), que fica no Chile, os cientistas fizeram fotos de uma região de formação estelar muito ativa na Grande Nuvem de Magalhães, uma das galáxias vizinhas à Via Láctea.
A Grande Nuvem de Magalhães fica a apenas 163 mil anos-luz de distância da Via Láctea. Pode parecer muito, mas é considerado próximo na escala cósmica.
A imagem nítida mostra duas nebulosas de gás brilhante, uma avermelhada e outra azul. A nebulosa vermelha é composta principalmente de hidrogênio. Seu tom avermelhado se deve à presença de estrelas jovens, com temperaturas de cerca de 25.000° C.
A radiação dessas estrelas leva à saída de elétrons dos átomos de hidrogênio. A ionização provoca o brilho característico, com essa cor.
Grandes estrelas jovens também produzem fortes ventos solares, levando gás superaquecido a se dispersar. Isso pode ser observado na nebulosa azul, onde uma estrela com altíssima temperatura aparece dentro de um círculo de gás.
A estrela no centro dessa nebulosa é muito mais quente que as encontradas na vizinha vermelha. Acredita-se que sua temperatura chegue aos 50.000° C.
"Ela (a estrela) ioniza o gás, forçando os elétrons para fora dos atomos, e os átomos então brilham em linhas espectrais (a manifestação visual, colorida, dessa ionização). Isso significa que essa nebulosa é azul porque está emitindo a maior parte da radiação em algumas poucas linhas (espectrais)", explicou o astrônomo Jeremy Walsh, do ESO.
Fonte: G1 Ciência e Saúde
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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Por que comer menos calorias faz viver mais?

A pequena lombriga Caenorhabditis elegans vive apenas cerca de 20 dias. Isto a torna um objeto de pesquisa ideal, já que o ciclo de vida do verme pode ser estudado em pouco tempo.[Imagem: MPI for Biology of Ageing]
Uma dieta com baixa ingestão calórica aumenta a expectativa de vida em muitas espécies, inclusive dos humanos.

Mas exatamente como a dieta prolonga a vida tem sido um mistério para a ciência.

Agora, pesquisadores do Instituto Max Planck (Alemanha) descobriram que um receptor hormonal faz uma das ligações entre a nutrição de baixas calorias e a expectativa de vida.

Proteína receptora

A proteína NHR-62 aumenta o tempo de vida dos animais de laboratório em 20% quando a sua ingestão de calorias é reduzida.

Além disso, outro estudo mostrou que o receptor hormonal NHR-8 afeta o desenvolvimento na idade adulta e leva os vermes estudados à sua longevidade máxima.

Como os seres humanos temos receptores similares, os cientistas afirmam que pode ser possível que eles também sejam responsáveis por regular nossa expectativa de vida.

O receptor NHR-62 deve estar ativo para que a dieta de baixas calorias prolongue ao máximo a vida dos vermes. Se o NHR-62 estiver ativo, os Caenorhabditis elegans vão viver 25% a mais sob restrição dietética do que se este receptor estiver inativo.

"Parece que há um hormônio ainda desconhecido que regula a expectativa de vida usando o NHR-62. Se pudermos identificar esse hormônio e administrá-lo para o verme, poderemos prolongar sua vida sem ter que mudar a sua ingestão de calorias", explica Adam Antebi, responsável pelos experimentos.

Você é um homem ou um verme?

Mas por que estudar a longevidade usando vermes?

A pequena lombriga Caenorhabditis elegans vive apenas cerca de 20 dias. Isto a torna um objeto de pesquisa ideal, já que o ciclo de vida do verme pode ser estudado em pouco tempo.

Além disso, o verme é composto por menos de mil células, e sua composição genética e bem conhecida.

Mais ainda, o C. elegans contém muitos genes semelhantes aos dos seres humanos - por exemplo, os humanos têm receptores semelhantes ao NHR-62, chamados HNF-4α.

Assim, os cientistas suspeitam que os receptores hormonais podem não só controlar o tempo de vida máximo dos vermes, mas também dos seres humanos.

Benefícios da restrição calórica

Os efeitos da dieta de restrição calórica estão bem comprovados, afetando a expressão de genes de forma dramática: dos aproximados 20 mil genes do verme, 3.000 mudam a sua atividade, e 600 mostram uma dependência do NHR-62.

Por outro lado, a alimentação afeta o tempo de vida de muitos outros modos, sendo o receptor agora descoberto apenas um dos fatores envolvidos.

Assim, em vez de esperar que os cientistas descubram um hormônio que permita viver mais sem ter que comer menos calorias, talvez seja mais sábio começar a obter os ganhos agora, simplesmente mudando os hábitos alimentares.

Fonte: Diário da Saúde
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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Brasil entra para elite mundial da eletrônica orgânica


As células solares orgânicas são fabricadas por impressão, usando como base um filme plástico flexível e transparente. [Imagem: CSEM]
Células solares orgânicas

O Brasil vai começar a fabricar células solares orgânicas.

Ainda sem uma indústria fotovoltaica tradicional, à base de silício, o Brasil agora pode saltar etapas.

Ao contrário das células solares de silício, as células solares orgânicas são feitos com plásticos, o que as torna leves, flexíveis e transparentes.

Assim, em vez dos painéis solares rígidos e retangulares, as películas fotovoltaicas podem ser aplicadas no revestimento de edifícios e casas, fachadas, janelas, aparelhos eletrônicos, como celulares, e até mesmo em veículos.

Além de outras aplicações inovadoras, essas características permitem uma redução significativa nos custos de instalação, responsáveis por até 70% do custo total dos sistemas fotovoltaicos tradicionais.

A produção das células fotovoltaicas orgânicas (OPV) será feita pelo CSEM Brasil, resultado da associação entre a gestora de capitais brasileira, FIR Capital, e do Centre Suisse dÉlectronique e Microtechnique, CSEM S.A.

A fábrica, que já recebeu investimentos de R$20 milhões, e receberá outro tanto até 2014, está localizada na Cidade da Ciência e do Conhecimento, em Belo Horizonte (MG).

Impressão em rolos

Embora tenham uma eficiência energética menor em comparação com as células de silício, sua flexibilidade e seu baixo custo podem ser um impulso importante para a adoção da energia solar em larga escala. [Imagem: CSEM]
Tanto o processo de fabricação - impressão em rolos, ou roll to roll -, quanto os materiais empregados nas células solares orgânicas, representam uma notável redução de impacto ambiental quando comparados ao das células fotovoltaicas de silício.

A energia utilizada em sua produção é aproximadamente 20 vezes menor do que a energia empregada na produção dos painéis de silício, sendo considerada uma opção ainda mais verde para o reaproveitamento da energia solar.

Embora tenham uma eficiência energética menor em comparação com as células de silício, sua flexibilidade e seu baixo custo podem ser um impulso importante para a adoção da energia solar em larga escala.

"Temos a vantagem competitiva de estar no Brasil, com muito sol e uma matriz energética complementar que ainda não cobre 100% da população. Além disso, estamos confiantes com as nossas parcerias globais e com o time de excelência montado com doutores e profissionais que são líderes em suas áreas de atuação," afirma o Dr. James Buntaine, presidente da CSEM Brasil.

O Dr. Buntaine é pioneiro na indústria de eletrônica orgânica impressa, OLEDS (LEDs orgânicos) e células solares de plástico.

"O desenvolvimento e produção dessas células no Brasil representa um marco importante para criação no Brasil de uma cadeia de valor para energia solar competitiva em escala global, reunindo formação de pessoal, tecnologia de próxima geração e matérias-primas locais", declara Tiago Alves, membro da diretoria da empresa.

O Centro de Inovações CSEM Brasil e as atividades desenvolvidas por suas divisões de "Eletrônica Orgânica e Impressa" e de "Cerâmica LTCC e Micro Sistemas" contam com o apoio da Fapemig, BNDES e FINEP.

Fonte: Inovação Tecnológica

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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Crianças: Quando as manias viram problemas

Um apetite insaciável faz com que elas sempre queiram mais - o que pode causar sérios problemas para todos. [Imagem: BBC]
De mania a transtorno obsessivo-compulsivo

Rituais fazem parte da rotina de qualquer criança pequena.

Muitas fazem questão de ouvir sua história favorita antes de dormir, ou de dar boa noite para seus bichinhos de pelúcia e bonecas. Outras têm mania de contar árvores quando passeiam de carro ou evitam pisar nas divisões da calçada enquanto caminham.

Mas, quando esses comportamentos típicos da infância se tornam muito frequentes e começam a interferir na rotina ou a causar sofrimento, eles podem ser sintomas do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Os casos em que a doença se manifesta antes dos 10 anos são classificados pelos especialistas como TOC de início precoce.

"Existem fases do desenvolvimento em que os rituais costumam ficar mais intensos e frequentes, como entre 2 e 5 anos de idade, durante a adolescência e no período pré-natal - um mês antes de dar à luz e nos três meses seguintes ao parto para mulheres e homens que se tornam pais," explica Maria Conceição do Rosário, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Mas, além dos períodos de vulnerabilidade, é necessário atenção. E nem sempre as repetições significam doença.

Acreditava-se que, quanto mais cedo os sintomas aparecessem, pior seria a evolução do quadro, mas estudos recentes indicam que não é a idade de início o fator determinante para um mau prognóstico e sim o tempo que o paciente permanece sem tratamento.

"Há uma diferença entre ter sintomas obsessivo-compulsivos e ter TOC. Essa diferenciação é feita com base em três fatores: o tempo que a pessoa gasta com os rituais e pensamentos obsessivos, a interferência que eles causam em sua rotina e o incômodo que eles provocam.

"Se a criança começa a se atrasar para atividades, deixa de brincar por medo de se sujar ou porque acha que aquilo vai dar azar, ou não consegue dormir se a mãe não contar a mesma história várias vezes do mesmo jeito e fica transtornada com a situação, pode ser um sinal de alerta. Mas quando não são muito frequentes, nem muito intensos, os sintomas obsessivo-compulsivos podem ser organizadores e auxiliar no desenvolvimento," completa a pesquisadora.

Crianças que não conseguem parar de comer

E se o problema for comer demais?

A maioria das crianças gosta de comer. Mas, para algumas, um apetite insaciável faz com que elas sempre queiram mais - o que pode causar sérios problemas para todos.

Especialistas apontam para alimentação ruim (por exemplo, ênfase em alimentos pobres em nutrientes e ricos em gordura e açúcar), baixos índices de amamentação e estilos de vida sedentários como as principais causas do problema.

E apetite, dizem os especialistas, é algo que varia de pessoa para pessoa.

Em um extremo, estão as crianças que comem feito passarinhos, no outro, as que comem quase constantemente.

"Sabemos muito pouco, o apetite é uma coisa muito complexa", disse Sadaf Farooqi, professora de metabolismo e medicina da Universidade de Cambridge. "O que sabemos é que há um fator genético, herdado (dos pais) para o apetite, mas ele também é regulado pelo ambiente e comportamento, entre outras coisas".

Gostos pessoais também interferem. Os cientistas sabem, por exemplo, que a experiência do paladar varia de pessoa para pessoa e o que tem sabor delicioso para uns pode ser absolutamente desagradável para outros.

Muitos especialistas, no entanto, são da opinião de que a causa do problema seriam comportamentos inconscientes dos pais. Por exemplo, servir para as crianças porções de adultos, em pratos de adultos.

Fonte: Diário da Saúde
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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Físicos fazem caminho matemático das partículas ao Universo

No mundo real, relativístico e quântico funcionam conjuntamente sem traumas. O problema é que ainda não entendemos como essa transição se dá.[Imagem: M.C. Escher/Wikipedia]
Como nas gravuras de M.C. Escher, em que as coisas se fundem de forma suave, o mundo é simultaneamente relativístico, clássico e quântico, dependendo das dimensões que consideremos.

O problema é que a ciência ainda não sabe descrever essa transição, e o quadro da nossa concepção filosófica da realidade é uma pintura longe de ser terminada.

Mas um vislumbre de como misturar as tintas e mover os pincéis para terminar esse quadro acaba de ser obtido de forma surpreendente por Steffen Gielen (Universidade de Hannover, Alemanha), Daniele Oriti (Instituto Perímetro, Canadá) e Lorenzo Sindoni (Instituto Max Planck, Alemanha).

O trio partiu de equações da mecânica quântica e chegou a uma equação cosmológica, desenvolvida há quase um século, que descreve o tipo de universo mais fundamental, um universo vazio, onde as coisas ainda estão por ser criadas.

"Se você mostrar a última equação do nosso trabalho para um cosmólogo, ele não vai ficar muito impressionado porque é a equação mais básica da cosmologia," comentou Gielen.
Mas o que impressiona é que a equação elaborada por Alexander Friedmann em 1924 - ele partiu da Relatividade Geral recém-elaborada por Einstein - foi derivada a partir das equações que tentam descrever a gravidade quântica.

Gravidade quântica

As pesquisas sobre a gravidade quântica tentam unificar a física do muito grande - as descrições da Teoria da Relatividade Geral de Einstein - com a física do muito pequeno - as partículas descritas pela mecânica quântica.

Apesar dos progressos, os físicos já sabem que a mecânica quântica não tem a última palavra sobre a realidade. [Imagem: CQT/National University of Singapore]
Ambas as teorias têm suportado valentemente décadas de verificação experimental, mas não conversam entre si - quem conseguir unificá-las será fatalmente chamado de "novo Einstein".

Assim, quando o trio chegou a uma equação fundamental da cosmologia através de uma das vertentes propostas para explicar a gravidade em termos quânticos - chamada teoria dos grupos de campos - eles tiveram suas razões para se sentirem "bastante animados".

Isto demonstra uma possibilidade de se encontrar uma compatibilidade entre a mecânica quântica e a relatividade geral, algo crucial para uma melhor compreensão das origens do universo, já que o Big Bang é o melhor exemplo de um caso de aparente incompatibilidade das duas teorias.

Agora os pesquisadores querem tentar encontrar a mesma compatibilidade usando modelos mais complexos do Universo, levando em conta coisas como a matéria e outros "complicadores".

Ou seja, agora eles precisam preencher seu universo com "coisas" e ver se as previsões contidas em suas equações ainda se mantêm.

Fonte: Inovação Tecnológica

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Volta às aulas

 
Escolha do livro didático da Escola 18 de Dezembro (Foto: Prof. Paulo Robson)
Desde quinta-feira, dia 01, retornamos as atividades letivas referentes ao segundo semestre nas escolas 18 de Dezembro e Santa Tereza. Reuniões, planejamentos, aulas, várias foram as atividades já desenvolvidas.

Dentre as atividade realizadas destacamos a escolha do livro didático do PNLD (Plano Nacional do Livro Didático) vigência 2014-2016 na escola Municipal 18 de Dezembro e uma reunião com os pais dos alunos da Escola Estadual Santa Tereza.

Almejamos para o restante do ano letivo uma melhor participação discente e melhor aproveitamento nas aulas expositivas e práticas. Grande abraço aos queridos alunos e vamos em frente.
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sábado, 3 de agosto de 2013

Telescópio da Nasa capta exoplaneta passando diante de 'estrela-mãe'

Concepção artística mostra o planeta HD 189733b passando diante de estrela; no detalhe do canto superior direito, observação de raios-X (Foto: Divulgação/Nasa/CXC/SAO/K.Poppenhaeger)
O telescópio Chandra, da agência espacial americana (Nasa), fez observações de um exoplaneta com tamanho equivalente a Júpiter passando diante de sua "estrela-mãe". É a primeira vez que este alinhamento é registrado com detecção de raios-X, afirma a agência, em nota.

Os exoplanetas são planetas localizados fora do Sistema Solar. O planeta observado, de nome HD 189733b, tem tamanho equivalente a Júpiter mas está em uma órbita próxima à sua estrela - 30 vezes mais próximo do que a Terra está do Sol.
O sistema que inclui o exoplaneta e a estrela está a 63 anos-luz da Terra. O HD 189733b completa sua órbita em torno da estrela a cada 2,2 dias.
A Nasa indica ainda que a temperatura do planeta deve ser elevada, devido à proximidade com a estrela. Além de permitir estudar melhor os exoplanetas, os dados obtidos ajudam a entender como a passagem do planeta afeta sua "estrela-mãe" e vice-versa.
"Poder estudar esta movimentação usando raios-X é importante porque revela novas informações sobre as propriedades dos exoplanetas", ressalta a cientista Katja Poppenhaeger, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian.
Fonte: G1 Ciência e Saúde
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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Astronauta fotografa nascer do Sol visto da ISS

Sol nasce atrás da Terra (Foto: Karen Nyberg/Nasa/AFP)
A astronauta americana Karen Nyberg tirou, a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), a foto abaixo, que mostra o Sol nascendo atrás da Terra. Como a ISS dá uma volta no nosso planeta a cada 90 minutos, sua tripulação assiste ao nascer e ao por do Sol cerca de 16 vezes por dia. A imagem foi feita nesta terça-feira (30).

Fonte: G1 Ciência e Saúde
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