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Olá, seja muito bem-vindo a esse ambiente! Espero que ele possa atender suas expectativas!

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Galáxia mais densa descoberta nas vizinhanças da Via Láctea

Galáxia mais densa descoberta nas vizinhanças da Via Láctea
A galáxia-anã ultracompacta foi encontrada no aglomerado de galáxias da Virgem. [Imagem: X-ray: NASA/CXC/MSU/J.Strader et al. Optical: NASA/STScI]
Galáxia mais densa


Imagine a distância entre o Sol e a estrela mais próxima de nós, a Alpha Centauri - são 4 anos-luz.


Agora, imagine 10 mil estrelas do tamanho do nosso Sol amontoadas nesse mesmo espaço.


Esta é a densidade de uma galáxia supercompacta que acaba de ser descoberta por uma equipe internacional de astrônomos.


"Esta galáxia é mais maciça do que qualquer galáxia-anã ultracompacta de tamanho comparável," disse Jay Strader, da Universidade do Estado de Michigan, nos Estados Unidos. "E é, sem dúvida, a galáxia mais densa conhecida no universo local."


A galáxia-anã ultracompacta foi encontrada no aglomerado de galáxias da Virgem, um grupo de galáxias localizado a cerca de 54 milhões de anos-luz da Via Láctea.


O que torna esta galáxia, chamada M60-UCD1, tão notável é que cerca de metade da sua massa está concentrada dentro de um raio de apenas 80 anos-luz.


Isso torna sua densidade de estrelas cerca de 15 mil vezes maior do que a encontrada nas vizinhanças da Terra na Via Láctea.


"Viajar de uma estrela para outra seria muito mais fácil na M60-UCD1 do que na nossa galáxia," disse Strader. "Como as estrelas estão muito mais próximas umas das outras nesta galáxia, levaria apenas uma fração do tempo."

Fonte: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Street View traz passeio virtual em acelerador de partículas na Suíça

Street View traz passeio virtual pelo acelerador de partículas do Cern (Foto: Divulgação/Google)
O Street View, parte do serviço de mapas Google Maps, do Google, traz aos usuários um passeio virtual pelo Grande Colisor de Hádrons, acelerador de partículas da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern), perto de Genebra, na Suíça.
No passeio virtual é possível andar pelos longos túneis em que as partículas andam antes de colodirem e visualizar como se estivesse no local as grandes máquinas usadas para as pesquisas.
O Cern foi aberto para o Google captar as imagens para o Street View durante duas semanas em 2011. As fotos coletadas de diversos corredores e salas foram tratadas e unidas, formando imagens que podem ser navegadas para a visita.
Para poder fazer a visita virtual, é necessário acessar este site (clique aqui para acessar).
Fonte: G1 Ciência e Saúde
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Escola Santa Tereza presente na III Semana da Física da URCA

Foto: Bianca Silva
Na noite desta quarta-feira, 25, os alunos do curso ENEMVEST da Escola Santa Tereza de Altaneira-Ce, sob responsabilidade dos professores Adeilton Silva e Paulo Robson, estiveram presente no campus do Crajubar da Universidade Regional do Cariri - URCA, participando da III Semana da Física, que vem sendo realizada desde segunda-feira, dia 23, e prossegue até próxima sexta, 27.

Os principais eventos da noite foram uma palestra com o professor Dr. Marcelo Gomes Germano (UEPB) sobre "Criatividade e Ensino de Ciências: entre a mesmice e a possibilidade", sessão Planetário com licenciados em Física da FECLI/Iguatu e um show de Ciência Mágica com o professor Alisson Magiciano (UEPB/Secretaria de Educação do Estado da Paraíba).

Foi um momento ímpar na vida dos alunos de ensino médio, pois eles, além de participar das atividade propostas pela semana da física puderam também conhecer um pouco do ambiente universitário e vivenciar por um momento como decorrem alguns cursos superiores da URCA, pois em algumas salas estavam acontecendo aulas normais nos curso de Matemática e Construção Civil.

Para visualizar algumas fotos do evento, visite o álbum do professor no facebook. (clique aqui)
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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Aberta III Semana da Física da URCA

Composição da mesa na abertura da III Semana da Física da URCA
Foto: Prof. Paulo Robson
Na tarde desta segunda-feira, 23, a magnífica reitora professora Antonia Otonite de Oliveira Cortez declarou aberta a terceira semana da Física da URCA.

Na solenidade de abertura, também fizeram-se presente o vice-reitor da instituição José Patrício Pereira Melo, o Pró-Reitor Adjunto professor Apiano Morais, o coordenador do curso de Física professor Wilson Hugo, o sub-chefe do Departamento de Física professor Carlos Emídio, o presidente da Academia Brasileira de Literatura em Cordel o poeta Gonçalo Ferreira da Silva, o professor Claudio Dantas organizador do evento, os professores responsáveis pela implantação do curso de Física na URCA Eduardo Sousa e Augusto Nobre, além de outras autoridades, professores e alunos do referido curso da instituição.

Logo após a solenidade de abertura, o coral do Curso de Música da UFCA fez uma belíssima apresentação, enaltecendo grandes sucessos do eterno Rei do Baião Luiz Gonzaga. Em seguida o poeta Gonçalo Ferreira apresentou uma coleção de folhetos de Cordel criados a partir de uma perspectiva científica com vários assuntos abordados, principalmente, na História da Ciência, podendo estes serem utilizados como ferramente interdisciplinar de ensino e divulgação da arte do Cordel. Seguindo, alguns cordelistas presentes, utilizaram o espaço para apresentação de seus trabalhos.

Na sequência o professor Dr. Francisco Augusto Silva Nobre realizou um palestra onde o assunto foi "Os folhetos de cordéis como ferramenta didática para o Ensino de Ciências", projeto este que o mesmo vem desenvolvendo em seu pós-doutorado na França.

O riquíssimo dia de atividades foi encerrado com o lançamento do livro "Sequência Fedathi" pelos alunos de Física Ana Izabela Elias de Sousa e André Flávio Gonçalves Silva (URCA/UFAL/UFC).

A III Semana da Física da URCA continuará até o dia 27 no campus Crajubar da Universidade Regional do Cariri em Juazeiro do Norte - Ce.

Para conferir a programação completa CLIQUE AQUI

Para visualizar outras fotos do evento acesse o álbum do Prof. Paulo Robson no facebook CLICANDO AQUI
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Lâmpadas e notebooks: saem os fios, entram as antenas

A tecnologia SUPA deverá chegar ao mercado em 2014, com previsão de potência suficiente para alimentar tablets e notebooks. [Imagem: Fraunhofer ENAS]
Luz sem fios

Com a ajuda dos LEDs, abajures e luminárias estão se tornando cada vez menores e mais práticos.

E, com a ajuda do design, além de iluminar, estão se tornando peças de decoração bastante atraentes.

O problema é que nada disso combina com um grosso fio que precisa ser estendido até uma tomada, destruindo o apelo visual e eliminando qualquer praticidade.

A solução pode estar na transmissão de eletricidade sem fios, que substitui os fios por antenas.

A viabilidade dessa opção acaba de ser demonstrada por engenheiros do Instituto de Nanossistemas Eletrônicos, da Alemanha.

Eles batizaram sua tecnologia de SUPA (Smart Universal Power Antenna, antena inteligente universal de potência, em tradução livre).

"Sem cabos, você pode colocar suas luminárias em qualquer lugar que você queira sobre a mesa," disse Christian Hedayat, engenheiro responsável pelo projeto.

Antenas inteligentes

A energia é suprida por bobinas instaladas sob o móvel. Cada luminária - ou qualquer outro aparelho com uma exigência de potência compatível - recebe uma antena que capta o campo magnético criado pelas bobinas, gerando a eletricidade por indução.

Mas isto poderia exigir colocar bobinas por baixo de todo o móvel, ou então limitar as posições onde os aparelhos podem ser colocados.

Hedayat e seus colegas encontraram uma solução melhor.

"Nós enchemos uma placa de circuito impresso com várias antenas, de forma que um campo magnético é gerado somente sob a superfície do receptor. As distâncias entre as antenas e suas dimensões foram cuidadosamente ajustadas para produzir um campo homogêneo," explicou ele.

Para que a radiação não seja excessiva, podendo interferir com outros aparelhos, apenas as antenas que estão diretamente sob o aparelho são energizadas, com todas as demais permanecendo desligadas automaticamente.

O grupo agora está trabalhando em um sistema ainda mais inteligente, em que a placa de circuito impressa "conversa" com cada aparelho, recebendo uma identificação que informa se ele deve ser alimentado e qual a potência necessária.

A tecnologia SUPA deverá chegar ao mercado em 2014, com previsão de potência suficiente para alimentar tablets e notebooks.

Fonte: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Primeira etapa do Concurso para Professor será domingo (22)

Imagem do Google
No próximo domingo, dia 22, às 8 horas, 37.271 inscritos no Concurso para Professores da Rede Pública Estadual farão as provas objetivas que correspondem à primeira fase desse processo, composto de três etapas. Serão ofertadas 3 mil vagas, distribuídas nas diversas disciplinas do Ensino Médio,     além de Libras, a Língua Brasileira de Sinais, primeira língua usada pelos surdos. O Concurso é uma realização do Governo do Estado, por meio das Secretarias da Educação (Seduc) e do Planejamento e Gestão (Seplag).

As provas objetivas terão duração de quatro horas. Para a disciplina de Libras, a aplicação ocorrerá em cinco horas e 30 minutos. De caráter eliminatório e classificatório, as provas vão abranger conhecimentos básicos (30 questões) e específicos (50 questões), valendo 80 pontos.  As disciplinas com os maiores números de inscritos são: Língua  Portuguesa (9.229), Matemática (5.358), História (5.262) e Biologia (4.235).

Além dos locais de prova na capital, os candidatos serão atendidos nos 20 municípios sedes das Coordenadorias Regionais de Desenvolvimento da Educação (Crede), em Acaraú, Baturité, Brejo Santo, Camocim, Canindé, Crateús, Crato, Horizonte, Icó, Iguatu, Itapipoca, Jaguaribe, Juazeiro do Norte, Maracanaú, Quixadá, Russas, Senador Pompeu, Sobral, Tauá e Tianguá.

As informações estão disponíveis no site da organizadora do Concurso, o Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UNB) (http://www.cespe.unb.br/concursos/seduc_ce_13/) e também podem ser acessadas pelo site da Seduc (www.seduc.ce.gov.br).

No dia do Concurso, o candidato deverá chegar ao local de prova com uma hora de antecedência, munido de caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, do comprovante de inscrição ou do comprovante de pagamento da taxa de inscrição e do documento de identidade original, segundo o especificado no edital.

Os aprovados no Concurso vão ocupar o cargo de professor, classe pleno I, cuja remuneração inicial é de R$ 2.444,92, mais auxílio alimentação no valor mensal de R$ 220,00 para 40 horas semanais de trabalho. Para assumir o cargo de professor, o candidato deverá ter grau superior em nível de licenciatura plena.

Na próxima etapa, haverá uma prova prática (aula) na disciplina em que o candidato está concorrendo, enquanto a terceira, compreenderá o exame de títulos. As duas primeiras são de caráter eliminatório e classificatório, enquanto a última é somente de caráter classificatório.

A rede pública estadual de ensino atende a 526 mil alunos, em 688 escolas. A matrícula no Ensino Médio corresponde a  380 mil estudantes que nesse nível de ensino têm um currículo composto pelas seguintes disciplinas: Arte-Educação; Biologia; Educação Física; Filosofia; Física; Geografia; História; Libras; Língua Espanhola; Língua Inglesa; Língua Portuguesa; Matemática, Química e Sociologia.

Fonte: Seduc-Ce
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Então o LHC pode realmente criar buracos negros?

Mural ilustrativo do detector CMS, no LHC. [Imagem: Claudia Marcelloni/CERN]
O LHC e os buracos negros
Antes que o LHC fosse ligado, em 2010, muito se especulou sobre a possibilidade de que suas colisões de partículas produzissem buracos negros que engoliriam a Terra.
O gigantesco colisor de partículas já fez boa parte do seu trabalho, e até agora não há notícias de que a Terra tenha sido destruída.
Contudo, as teorias sobre buracos negros criados pelo LHC parecem estar ganhando momento entre os físicos - ao menos, buracos negros microscópicos.
É o que nos explica a física Kelly Izlar, em um artigo escrito para a revista Symetry, dos laboratórios Fermilab/SLAC.
Ondas gravitacionais poderão comprovar desaparecimento de dimensões. [Imagem: NASA]
A busca por buracos negros microscópicos
Encontrar micro-buracos negros no LHC poderia denunciar a existência de dimensões extras, o que poderia explicar por que a gravidade parece ser tão fraca.
A energia necessária para formar um buraco negro como o que existe no centro da nossa galáxia - a quantidade de energia contida em uma estrela super-maciça morrendo e colapsando sobre si mesma - é muitas vezes maior do que o que poderíamos obter em nossos laboratórios terrestres.
No entanto, se certas teorias sobre a natureza da gravidade estiverem corretas, pode haver uma maneira para os físicos criarem um tipo muito diferente de buraco negro - um tipo tão pequeno e de vida tão curta que sua presença só poderia ser inferida a partir de seu efeito sobre as partículas subatômicas em um detector de partículas.
E esse processo pode estar ao alcance do Grande Colisor de Hádrons (LHC).
De acordo com algumas teorias, há mais do que apenas três dimensões do espaço.
A existência de dimensões extras poderia oferecer uma resposta para um dos mistérios mais proeminentes da física atual: por que a gravidade é tão fraca, quando as outras forças fundamentais são tão fortes?
Quanto mais dimensões houver, mais a gravidade irá se diluir em distâncias cada vez maiores. A força irá enfraquecer conforme se espalha para mais longe, mas vai ser surpreendentemente forte em distâncias curtas.
Se existirem 10 dimensões, por exemplo, então a força gravitacional deve se propagar através de muito mais dimensões espaciais do que podemos detectar; ela vai parecer fraca para nós somente porque sua maior parte é perdida nas dimensões invisíveis.
Os físicos sabem que é necessário uma certa quantidade de energia - muito mais do que o LHC poderia produzir - para fazer um buraco negro microscópico.
Foi em 2010 que os físicos fizeram simulações que indicaram que as colisões de partículas podem de fato criar buracos negros. [Imagem: Princeton Physics Department]
Mas se a gravidade for mais forte do que pensamos, então o limiar de energia necessária poderia estar ao alcance tanto do LHC quanto das colisões de raios cósmicos com a atmosfera da Terra, afirma o físico teórico Steve Giddings, da Universidade da Califórnia em Santa Barbara.
"O que é sensacional sobre buracos negros microscópicos e dimensões extras é que existem muitas maneiras de procurar por eles," concorda John Paul Chou, da Universidade Rutgers, que atua como coorganizador do grupo de física exótica no experimento CMS no LHC. "Mas o LHC é o meio mais limpo e mais óbvio para criá-los e encontrá-los."
Quando duas partículas chocam-se destrutivamente quase à velocidade da luz, uma pequena quantidade de energia concentra-se fortemente em um espaço minúsculo. Se existirem dimensões extras, a colisão poderia revelar a força oculta da gravidade - a energia e a densidade poderiam ser altas o suficiente para se fundirem em um buraco negro microscópico.
Um micro-buraco negro seria muito pequeno e teria uma vida curta demais para ter um efeito significativo sobre seus arredores.
Teoria de Tudo: Será Weinstein a superação de Einstein? [Imagem: Denver Museum of Nature and Science]
A única pista que os cientistas teriam seria uma explosão de partículas extras.
Mas o seu efeito sobre o nosso entendimento da natureza em nível quântico seria enorme. Se os físicos conseguissem produzir buracos negros microscópicos no LHC, eles teriam a prova de que existem mais de três dimensões do espaço.
Os cientistas estão de olho mas, até agora, não encontraram sinais de buracos negros microscópicos, afirma Chou: "Então, ou eles não existem, ou eles são tão raros que nós ainda não geramos um."
Os cientistas poderiam procurar outras dimensões de outras formas, como tentar encontrar versões mais pesadas de partículas conhecidas que poderiam existir somente se houvesse mais de três dimensões, ou procurar evidências de grávitons, portadores hipotéticos da força da gravidade, que fugiram para outras dimensões, deixando uma zona vazia nos detectores.
Mas se o micro-buracos negros não fizerem sua aparição no LHC quando ele for religado em energias mais elevada, em 2015, os físicos terão de ajustar suas teorias e suas abordagens.
"Isso não vai descartar qualquer teoria por si só," disse Chou, "mas vai limitá-las fortemente, como já fizeram as rodadas recentes de 2010-2012 no LHC."
Fonte: Inovação Tecnológica
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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Por que os fumantes engordam quando param de fumar?

Cientistas estão tentando usar as bactérias que vivem no intestino para reduzir a obesidade.[Imagem: Nair/Abt/Artis/UPenn]
A maioria dos fumantes ganha vários quilos quando pára de fumar.
E isto não se deve a um aumento na ingestão de calorias, garante Luc Biedermann, do Hospital Universitário de Zurique (Suíça).
Parar de fumar engorda
Quando os fumantes dizem adeus aos seus cigarros, 80% deles ganha 7 quilos, em média.
Seu peso aumenta mesmo que a sua ingestão de calorias permaneça a mesma, ou até mesmo caia em relação ao volume ingerido antes de parar de fumar.
Qual então é a razão para este aumento de peso?
A resposta parece estar em uma mudança na composição da flora intestinal após deixar de fumar.
As cepas bacterianas que também predominam na flora intestinal de pessoas obesas passam a dominar no organismo das pessoas que deixam de fumar.
Flora bacteriana
Embora a diversidade bacteriana no intestino de fumantes e não fumantes mude pouco com o passar do tempo, deixar de fumar resulta em uma mudança importante na composição dos habitantes microbianos dos intestinos.
As frações Proteobacteria e Bacteroidetes aumentam à custa de representantes dos filos Firmicutes e Actinobacteria.
Nos voluntários monitorados pela equipe do Dr. Biedermann, verificou-se um ganho médio de 2,2 quilogramas depois do abandono do cigarro, embora a sua alimentação e os hábitos de beber tenham permanecido os mesmos - com a exceção de que, no final do estudo, os voluntários beberam em média um pouco mais álcool que antes de parar de fumar.
A explicação foi encontrada na composição das diversas bactérias da flora intestinal, que mudou significativamente.
A hipótese dos pesquisadores é que a flora bacteriana alterada fornece mais energia ao corpo, resultando em ganho de peso para os ex-fumantes.
Fonte: Diário da Saúde
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domingo, 15 de setembro de 2013

URCA Realiza III Semana da Física

Imagem: Divulgação
O Departamento de Física da URCA realizará a III SEMANA DA FÍSICA, com a temática: Física sob um aspecto de Divulgação Regional no Cariri. O evento ocorrerá de 23 a 27 de setembro de 2013 no Campus Crajubar em Juazeiro do Norte, onde haverão palestras, minicursos, oficinas, apresentações orais de trabalhos e exibições de painéis.
As inscrições podem ser feitas e confirmadas pessoalmente no Campus Crajubar em Juazeiro do Norte (Departamento de Física) até 20 de setembro de 2013, através do preenchimento do Formulário de Inscrição disponível nesta página. Todas as informações sobre inscrição e pagamento estão disponíveis no próprio formulário.
Os participantes poderão submeter trabalhos nas categorias Ciências exatas e biológicas. Para tanto, devem se inscrever no evento e logo após preencher o Formulário de Submissão de Trabalhos, disponível também nesta página, em seguida enviar cópia para o e-mail iiisemanafisica@urca.br. O período para submissão de trabalhos foi de 05 a 12 de Setembro de 2013 e os participantes devem ficar atentos às Regras de Submissão. A divulgação dos trabalhos aceitos estará disponível a partir do dia 17 de Setembro de 2013 no Quadro de Avisos do Departamento de Física e através da página da URCA na internet.
# Confira a programação do evento. Clique aqui
# Formulário de Inscrição. Clique aqui
# Formulário de Submissão de Trabalhos. Clique aqui
# Normas e Modelo de Submissão de Trabalhos. Clique aqui

Fonte: Urca - Dep. Física
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Software livre é a saída para fugir da espionagem oficial

O que fazer quando o próprio Estado, uma organização da sociedade para cuidar da sociedade, passa a ser o malfeitor e começa a espionar a tudo e a todos?[Imagem: University of Michigan]
 Buracos na Internet
A sabedoria convencional nos diz que precisamos nos precaver contra ladrões e malfeitores.
Quando eles eventualmente conseguem seus intentos, precisamos acionar o Estado, através de instituições como Polícia e Justiça, para que possamos fazer valer nossos direitos.
Mas o que fazer quando é o próprio Estado, uma organização da sociedade para cuidar da sociedade, que passa a ser o malfeitor e começa a espionar a tudo e a todos?
Esta é a sensação que tem deixado perplexa a população do mundo todo, seja dos países "espionantes", seja dos "espionados" - afinal, ninguém parece estar livre do que alguns comentaristas chegaram a chamar de "terrorismo de Estado".
Os grandes vilões desse enredo sui generis são as agências de segurança dos Estados Unidos e do Reino Unido - NSA (National Security Agency) e GCHQ (Government Communications Headquarters), respectivamente.
Segundo especialistas, graças à ação destes órgãos, a internet, a grande estrela da atual "Era da Tecnologia", que estaria disseminando o conhecimento e permitindo o relacionamento interpessoal em níveis inéditos na história da humanidade, a internet está agora cheia de buracos, e esses buracos estão cheios de olhos monitorando todo o mundo.
Mas, com todas as medidas de segurança e as técnicas de criptografia, como eles podem estar conseguindo fazer isso?
O mais espantoso é que o trabalho desses espiões oficiais não tem sido difícil.
A ação das agências de espionagem já tinha antecedentes: Vírus de Estado: Quando os governos se tornam hackers. [Imagem: Templeman et al.]
Agências de espionagem minam segurança da internet
Apesar da impressão, passada em algumas reportagens, de que as agências de espionagem teriam feito alguma descoberta matemática que tornaria a criptografia obsoleta, na verdade o que elas têm usado são as velhas "técnicas sujas".
A primeira ação de força das agências de espionagem dos EUA e do Reino Unido têm sido forçar os fornecedores de tecnologia a enfraquecer deliberadamente as medidas de segurança nos sistemas de computação on-line que todo o mundo usa.
Como toda ação de força gera outra na mesma proporção, os espiões oficiais podem estar na verdade comprometendo a segurança de todos, já que as vulnerabilidades inseridas podem ser exploradas por qualquer um que as descubra.
Os documentos vazados por Edward Snowden, agora exilado na Rússia, confirmam suspeitas de longa data de que as agências conspiram secretamente com empresas de tecnologia para introduzir "portas traseiras" (backdoors) que ignoram as medidas de segurança da informática - como senhas, autenticação de dois fatores e criptografia - para irem direto aos arquivos que eles querem bisbilhotar.
Um dos documentos vazados revela que a NSA e a GCHQ têm trabalhado para "inserir vulnerabilidades em sistemas comerciais de criptografia, sistemas de TI, redes e dispositivos de comunicação de ponto final utilizados pelos alvos" - onde um "sistema de comunicação de ponto final" significa simplesmente um computador, tablet ou celular.
Os geradores quânticos de números verdadeiramente aleatórios poderão ser uma alternativa para fugir da espionagem oficial. [Imagem: JQI]
Gerador de números não tão aleatórios
Uma das primeiras vítimas dos espiões oficiais foram os geradores de números aleatórios, que os algoritmos de criptografia usam para gerar chaves seguras.
"Um dos truques mais velhos é modificar o gerador de números aleatórios para que ele produza apenas um pequeno subconjunto de todos os números aleatórios que normalmente deveria," explica Markus Kuhn, da Universidade de Cambridge.
Essa mudança significa o software só pode produzir uma lista muito menor de chaves secretas do que deveria, embora o número de chaves ainda seja muito grande para que alguém note a mudança sem analisar tudo detalhadamente.
O problema é que, quando outro mal-intencionado - alguém não oficial - fica sabendo disto, ele pode tentar decifrar mensagens criptografadas usando apenas uma pequena lista de chaves.
Isso torna mais factível usar a força bruta para quebrar a criptografia - tudo que você precisa é poder de computação suficiente, o que, naturalmente, a NSA e a GCHQ têm de sobra.
As agências também estão pegando chaves diretamente com os prestadores de serviços on-line, segundo Kuhn.
O protocolo de criptografia TLS - o que coloca o "s" em conexões HTTPS seguras - baseia-se em servidores que armazenam uma chave secreta para decifrar as mensagens ou transações.
A NSA suborna administradores de sistemas, infiltra-se na organização, ou simplesmente obtém uma ordem judicial, para ter acesso a estas chaves, permitindo interceptar e decodificar qualquer tráfego para o servidor.
Software Livre
Mas os mortais comuns, que precisam usar a internet rotineiramente, têm como fugir dos olhos do "Grande Irmão"?
O professor Kuhn garante que sim.
E se trata de uma opção simples e barata - na verdade gratuita.
Para evitar o olhar de quem quer que seja, Kuhn afirma que as pessoas devem recorrer aos softwares livres (open-source).
A vantagem é que muitas pessoas avaliam o código de cada programa, podendo identificar qualquer tentativa de enfraquecê-lo.
Fonte: Inovação Tecnológica
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Voz da esposa ou marido é a mais fácil de ouvir - e de ignorar

Imagem do Google
É necessário uma grande dose de concentração para ter uma conversa no metrô, no ônibus ou em uma festa lotada.
O problema não é apenas o ruído, mas o "ruído" específico de muitas vozes simultâneas, que você deve filtrar para ouvir apenas a pessoa com quem está conversando.
O que agora se descobriu é que a voz familiar de um cônjuge destaca-se de outras vozes, ajudando a aguçar a percepção auditiva e tornando mais fácil concentrar-se em uma só voz.
"Vozes familiares parecem influenciar a maneira com que a 'cena auditiva' é perceptualmente organizada," explica Ingrid Johnsrude, da Universidade de Queens (Canadá).
Mas, o que pode parecer "muito romântico", também tem seu lado menos afetuoso: da mesma forma que é mais fácil distinguir a voz do seu amor na multidão, também é mais fácil ignorá-la.
Sim, meu bem
Johnsrude e suas colegas pediram que casais, com idades entre 44 e 79 anos, gravassem instruções em voz alta.
Mais tarde, cada participante colocou um par de fones de ouvido e ouviu a gravação de seu cônjuge simultaneamente com a gravação de uma voz desconhecida.
Em alguns testes, os participantes foram orientados a relatar o que seu cônjuge dizia; em outros, eles deveriam relatar o que a voz desconhecida dizia.
Os participantes foram muito mais precisos na tarefa de ouvir a voz do esposo ou esposa em comparação com uma voz desconhecida - eles perceberam a voz de seu cônjuge de forma mais clara.
Além disso, a precisão não mudou com a idade dos participantes.
Você disse alguma coisa?
Contudo, quando os participantes foram orientados a relatar a voz desconhecida, as diferenças relacionadas com a idade surgiram.
Adultos de meia-idade parecem ser particularmente capazes de acompanhar a voz desconhecida quando ela é mascarada pela voz do seu cônjuge.
Ou seja, pessoas nessa faixa etária compreendem melhor a voz desconhecida quando ela é mascarada pela voz do seu esposo ou esposa do que quando a voz foi mascarada por outra voz desconhecida.
"Os adultos de meia-idade foram capazes de usar o que sabiam sobre a voz familiar para separá-la perceptualmente e ignorá-la, de modo a ouvir a voz desconhecida melhor," explica Johnsrude.
Mas o desempenho nesses testes de ignorar a voz do parceiro diminuíram conforme os participantes subiam na faixa etária - quanto mais velho o participante, menos ele ou ela foi capaz de relatar corretamente o que a voz desconhecida estava dizendo.
Ou seja, a conexão romântica parece voltar com a idade.
Fonte: Diário da Saúde
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Agora também professor da URCA

É com muita alegria que uso este portal para comunicar que agora também faço parte do corpo docente da Universidade Regional do Cariri - URCA.

Abaixo transcreverei a postagem do Dr. Raimundo Soares Filho no Blog de Altaneira sobre o assunto, a quem aproveito para agradecer pelos conselhos além da divulgação de notícia de tamanho importância em minha vida profissional.

Altaneirense assume cargo de Professor da URCA



O Professor Paulo Robson Leite de Oliveira assinou na manhã de ontem contrato com a Universidade Regional do Cariri – URCA para lecionar as disciplinas de Física II, no 6º. semestre no Curso de Matemática e Óptica no 4º. semestre do curso de Física no Campus de Juazeiro do Norte.


Paulo Robson sempre estudou em Escola Pública, é professor da rede estadual e municipal, por concurso público, e, agora professor da URCA. Paulo foi aprovado em seleção pública realizada no ano de 2011 e assinou contrato de um ano prorrogável por igual período.

O Professor Paulo Robson é graduado em Tecnologia da Construção Civil – Edifícios pela Universidade Regional do Cariri - URCA desde 2005, e pós-graduado em Matemática Aplicada, Matemática e Física e Ensino de Física.

Ciente de que não pode acumular os três cargos o professor Paulo Robson já requereu junto a Secretaria Municipal de Educação licença sem remuneração por um período de até dois anos, conforme previsto no Estatuto dos Servidores Municipais.

Foto: Emanuelle Teles
“Tenho consciência do grande desafio que tenho a minha frente, mas tenho o grande orgulho de lecionar nas três escolas em que estudei, para mim é uma grande honra” disse Paulo.

“Agradeço a Deus pela iluminação, a minha esposa Emanuelle pela compreensão e pelo amor incondicional e aos demais parentes e amigos pelo apoio e incentivo ao longo de minha carreira” declarou o professor.

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Maior vulcão da Terra é descoberto no Pacífico

[Imagem: Will Sager]
Maior vulcão da Terra
Uma equipe internacional de cientistas confirmou que o maior vulcão da Terra está nas profundezas do Oceano Pacífico.
A boa notícia é que ele está extinto.
O vulcão gigantesco, chamado Tamu Massif, também é um dos maiores do Sistema Solar, comparável em tamanho aos vulcões encontrados em Marte.
Localizado a 1.600 km a leste do Japão, o Tamu Massif é a maior estrutura da cadeia de montanhas submarinas chamada Shatsky Rise.
Ele é baixo e largo, o que significa que seus fluxos de lava devem ter viajado longas distâncias em comparação com a maioria dos outros vulcões da Terra. O fundo do mar é pontilhado com milhares de vulcões submarinos, mas quase todos são pequenos e íngremes em comparação com o Tamu Massif.
O maior vulcão da Terra mede cerca de 310.000 km2 - para comparação, o Mauna Loa, no Havaí, o maior vulcão ativo da Terra, cobre uma área aproximada de 5,2 km2.
Até agora, ninguém havia conseguido comprovar se a formação era um vulcão único ou uma série de vulcões.
Mas esta pode não ser a palavra final sobre grandes vulcões terrestres.
"Pode haver vulcões maiores porque há grandes formações ígneas, tais como aOntong Java Plateau, mas nós não sabemos se essas formações são um complexo de vulcões ou um vulcão único," alerta o Dr. William Sager, que coordenou a pesquisa.
O nome Tamu foi dado pelo Dr. Sager, formado pelas iniciais da sua universidade -Texas A&M University. Massif é um termo genérico usado para batizar várias estruturas montanhosas - significa maciço, ou massivo.
Fonte: Inovação Tecnológica
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Nasa cria programa para ajudar amadores a detectar exoplanetas

Concepção artística de um exoplaneta passando perto de sua estrela (Foto: Nasa/ESA/G. Bacon)
A agência espacial americana (Nasa) lançou um programa para ajudar astrônomos amadores a "caçar" exoplanetas - planetas localizados fora do Sistema Solar. O software pode ser acessado gratuitamente pela internet e promete "corrigir" distorções e mudanças no brilho de estrelas que venham a ser causadas pela atmosfera da Terra (veja o link aqui).
Batizado de de Oscaar (sigla para "Código de Fotometria Diferencial de Fonte Aberta para a Pesquisa Astronômica Amadora", em inglês), o programa permite medir as mudanças de brilho de todas as estrelas no campo de visão do telescópio simultaneamente, o que facilita a busca por exoplanetas.
Telescópio
É necessário um telescópio equipado com um detector eletrônico de luz (do tipo CCD) e um computador. Também é preciso softwares que permitam transferir informações do telescópio para o computador, de preferência com sistema operacional Windows 7 ou maior, aponta a Nasa. Também há versões para Linux e Mac.

"Não estamos dizendo que o Oscaar vai permitir a você competir com a sonda espacial Kepler, a menos que você o adapte para isso", brincou Brett Morris, um dos pesquisadores da agência espacial responsáveis pelo programa, em entrevista à Nasa.
"Mas as observações podem ser muito satisfatórias, já que vai ser possível saber se você está observando e descobrindo outros planetas", disse o cientista. Ele ressalta que para encontrar um "candidato" a exoplaneta, os cientistas da Nasa observam o brilho de milhares de estrelas várias vezes.
Os amadores conseguirão detectar exoplanetas do tamanho de Júpiter, muito quentes, em geral orbitando próximos a estrelas, pondera o pesquisador. Ele acredita que os astrônomos poderão fazer medições de no mínimo uma dúzia de estrelas com potencial para abrigar exoplanetas, mesmo em áreas urbanas, onde o céu é menos estrelado devido à poluição.
Fonte: G1 Ciência e Saúde
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quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Petróleo e cobre estão longe de se esgotar, admitem cientistas

Imagem do Google
Pico do petróleo

Procure em qualquer livro-texto sobre o assunto, editado nos últimos 40 anos, e você encontrará referências ao famoso "pico da produção de petróleo".

A chamada "Teoria do Pico do Petróleo" parte do princípio de que, sendo um recurso não-renovável, sua exploração contínua chegaria a um valor máximo, quando então as reservas começariam a se esgotar e a produção começaria a diminuir.

Gráficos e previsões foram feitos à exaustão, afirmando que o começo do fim da era do petróleo estava para chegar a qualquer momento - todos falharam.

Nas últimas décadas, vários pesquisadores começaram a duvidar da teoria - afinal, uma teoria precisa produzir previsões verificáveis e corretas, o que não tem sido o caso do pico do petróleo.

Por irem contra a corrente, esses pesquisadores foram mantidos à margem da academia, considerados verdadeiros hereges - algo como um físico que duvide do Big Bang ou um ambientalista que duvide do aquecimento global.

Agora, os dados começaram a incomodar muito, e a teoria do começo do fim do petróleo parece ter chegado ao começo do seu próprio fim.

Pesquisadores das universidades de Stanford e Santa Cruz, ambas nos Estados Unidos, afirmam que a teoria está vindo abaixo porque se rompeu a histórica conexão entre crescimento econômico e uso de petróleo.

Os argumentos listados por eles incluem mudanças no padrão de consumo dos países ricos, maior eficiência dos equipamentos que consomem derivados de petróleo, combustíveis alternativos e aumento da urbanização.

Argumentos estranhos ante a explosão de vendas de automóveis em países como China, Brasil e Índia, além de vários outros em desenvolvimento, e o aumento da população mundial desde o início da exploração do petróleo.

Ou seja, os pesquisadores não dizem que a teoria estava errada, eles argumentam que ela deixou de ser válida - sem ter feito nenhuma previsão correta.

Pico do cobre

Outro alvo de preocupações similares era o cobre, que poderia acabar a qualquer momento, segundo os catastrofistas sempre a postos, devido à explosão de seu uso em eletricidade e eletrônica.

Uma equipe da Universidade Monash, na Austrália, colocou tudo na ponta do lápis e verificou que as reservas atuais de cobre poderão suprir as necessidades mundiais do metal por pelo menos um século.

Adicionando-se as minas que vão sendo descobertas ao longo do tempo, não há qualquer motivo de preocupação, afirmam eles.

"Embora nossas estimativas sejam muito maiores do que qualquer dado disponível anteriormente, elas representam um mínimo - na verdade, os números em alguns projetos de mineração já duplicaram, ou até mais do que isso, desde que terminamos nosso banco de dados," disse o Dr. Simon Jowitt, um dos autores do estudo.

Segundo os pesquisadores, o quadro geral da mineração é muito mais complexo do que parece, tornando sem validade alegações simplistas do tipo "restam x anos de suprimento" deste ou daquele bem mineral.

Eles planejam agora criar bancos de dados semelhantes para outros metais, como níquel, urânio, terras raras, cobalto e outros, a fim de pintar um quadro abrangente e mais preciso da disponibilidade de minerais em todo o mundo.

Fonte: Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Óculos de realidade aumentada deixam professores mais espertos

Olhando para o símbolo de um aluno, mostrado acima da sua cabeça, o professor sabe exatamente o que o aluno deseja. [Imagem: UC3M]
Óculos inteligentes
Seu professor talvez não fique com ar de mais inteligente com esses novos óculos, mas ele certamente saberá mais sobre o que se passa na sala.
Ainda sem um banho de design que o torne esteticamente aceitável, o sistema criado por engenheiros da Universidade Carlos III de Madri, na Espanha, mostrou que é capaz de ajudar sobretudo professores que dão aulas para um grande número de alunos.
O sistema foi batizado de ALFS (Augmented Lecture Feedback System), um sistema de realidade ampliada destinado a dar feedbackao professor.
Os óculos de realidade aumentada permitem que o professor veja símbolos acima de cada aluno.
Os símbolos indicam o "estado" do aluno durante a atividade.
"Esses símbolos são ativados pelos próprios alunos através de seus celulares, e são usados para informar ao professor que eles não entenderam a explicação, ou que entenderam, que estão pedindo ao professor para ir mais devagar, ou para dizer se sabem ou não a resposta para a pergunta que o professor acaba de fazer à classe," explica Telmo Zarraonandia, um dos criadores dos óculos.
Dessa forma, simplesmente olhando para o símbolo de um aluno, mostrado acima da sua cabeça, o professor sabe exatamente o que o aluno deseja.
Além disso, na parte superior dos óculos, o sistema mostra um diagrama com a soma das respostas dadas pelos alunos, o que pode ser particularmente útil em salas com grande número de alunos.
Como a ideia é particularmente boa, e com um mercado enorme, é melhor que os pesquisadores espanhóis melhorem logo o visual dos seus óculos, antes que outros "glasses" com maior apelo estético incorporem a ideia.
Fonte: Inovação Tecnológica
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