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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Cometa ISON é destruído ao passar pelo Sol

O cometa ISON ao se aproximar do Sol, visto pelo observatório SDO. [Imagem: NASA/SDO/ESA/SOHO/GSFC]
Cometa do século

O título de cometa do século vai continuar vago.

O cometa ISON não conseguiu superar seu maior desafio, sendo destruído ao passar nas proximidades do Sol.

Os cálculos dos astrônomos indicavam que, se o ISON sobrevivesse a essa etapa de sua órbita, ele poderia brilhar tanto quanto a Lua Cheia.

Todas as agências espaciais e observatórios de todo o mundo viraram seus telescópios para as proximidades do Sol nesta quinta-feira.

Para frustração geral, contudo, o cometa ISON entrou por detrás do Sol mas não apareceu do outro lado.

Decepção do século

As sondas SDO (Solar and Heliospheric Observatory.), da NASA detectaram uma fina poeira aparecendo onde o cometa deveria surgir, os prováveis resquícios de sua cauda ou detritos do seu núcleo.

Calcula-se que o ISON tenha sido submetido a temperaturas acima dos 2.000 graus Celsius, além dos intensos efeitos de maré gravitacional pela proximidade do Sol.

Tudo indica que seu destino foi o mesmo do cometa Lovejoy, que se despedaçou ao passar nas proximidades do Sol em 2011.

Fonte: Inovação Tecnológica
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quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Modelo atmosférico simula como sopram os ventos ao redor da Terra

Imagem simula correntes de ventos ao redor da Terra; as cores usadas indicam diferentes velocidades, sendo os ventos vermelhos os mais rápidos (Foto: William Putman/Nasa Goddard Space Flight Center)
Um modelo atmosférico de alta resolução elaborado pela agência espacial americana (Nasa) simula como sopram os ventos ao redor da Terra. O GEOS-5 diferencia as correntes de ar por velocidades e cores: as de superfície (0 a 144 km/h), que incluem ciclones do Atlântico e do Pacífico, são vistas em branco, enquanto as mais fortes (até 630 km/h) são coloridas – os tons vermelhos indicam os ventos mais rápidos.
A simulação foi feita no supercomputador Discovery, instalado no Centro de Simulação do Clima da Nasa, em Greenbelt, Maryland. Esse espaço, criado no Centro de Voos Espaciais Goddard, é especializado em pesquisa e previsão climática e do tempo.
Além de ventos, a Nasa faz modelos de temperaturas da superfície do mar, das emissões de CO2 pela queima de biomassa (como fezes de animais, restos de alimentos e folhas de árvores), de vulcões e fenômenos favorecidos pela atividade humana, como chuvas e furacões.
Fonte: G1/Ciência e Saúde
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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Canetas laser causam danos irreversíveis aos olhos

Lasers de alta potência não são brinquedo, e não devem ser dados a crianças e adolescentes.[Imagem: Wikimedia]
Um tipo de laser azul de alta potência, vendido como brinquedo, e cada vez mais popular entre os adolescentes e jovens, pode causar sérios danos aos olhos, alguns irreversíveis.
Um relatório contendo 14 casos de danos oculares até agora desconhecidos, induzidos por laser, foi publicado por médicos dos hospitais King Khaled Eye Specialist (Arábia Saudita) e Johns Hopkins (EUA).
Os casos começaram a aparecer em 2012, e foram acompanhados até meados deste ano.
Os pesquisadores destacam que, depois que já haviam terminado seu relatório científico, mais 16 casos foram atendidos e tratados com lesões induzidas por laser nos dois hospitais.
Laser azul
Todos os ferimentos oculares, incluindo quatro casos de perfurações da retina, foram causados por aparelhos de alta potência de laser azul.
Os autores afirmam que os lasers de alta potência vendidos como brinquedo se assemelham aos apontadores laser de baixa potência utilizados durante apresentações e podem ser facilmente confundidos com eles - os apontadores também não devem ser apontados para o olhos, mas não causam tantos danos quanto os aparelhos de maior potência.
Um apontador laser para uso em sala de aula tem cerca de 5 miliwatts de potência, mas já se pode encontrar dispositivos com várias centenas de miliwatts no comércio - são estes os mais perigosos.
"Tememos que nosso estudo possa marcar o início de uma tendência alarmante e possa indicar um número crescente de jovens com lesões oculares graves, à medida que estes lasers de alta potência se tornam mais onipresentes," disse o Dr. Fernando Arevalo, membro da equipe.
Laser não é brinquedo
Os médicos afirmam que as advertências presentes nos rótulos desses aparelhos aparentemente não são suficientes para evitar as lesões.
Segundo eles, é essencial que os médicos, pais e educadores falem com as crianças sobre os perigos desses dispositivos - e que os pais não os comprem para seus filhos.
Além disso, acrescentam, os médicos devem se informar sobre o uso do laser em todos os casos de perda súbita e inexplicável de visão, especialmente entre os meninos, adolescentes e jovens do sexo masculino, entre os quais esses dispositivos são mais populares.
Todas as lesões ocorreram durante brincadeiras e todos os envolvidos eram jovens do sexo masculino, com idades entre 11 e 30 anos.
Algumas lesões foram acidentais, mas outras envolveram um companheiro apontando intencionalmente o feixe de laser para os olhos da vítima.
A distância entre o olho da vítima e o feixe de laser variou de meio metro a 6 metros. Aqueles que sofreram perfurações na retina ficaram feridos na distância mais próxima, a cerca de meio metro.
Fonte: Diário da Saúde
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Nascimento e morte de estrelas captados em uma única imagem

A Grande Nuvem de Magalhães é uma das galáxias mais próximas da nossa.[Imagem: ESO]
Vida e morte estelar
A Grande Nuvem de Magalhães é uma das galáxias mais próximas da nossa, mas possui partes menos estudadas, como essa, capturada pelo telescópio VLT do ESO, chamada NGC 2035.
A imagem mostra nuvens de gás e poeira onde estrelas quentes estão se formando, ao mesmo tempo que esculpem formas estranhas no seu meio circundante.
Mas a imagem mostra também os efeitos da morte das estrelas - filamentos criados pela explosão de uma supernova.
Situada a apenas 160.000 anos-luz de distância da Terra, na constelação do Espadarte, a Grande Nuvem de Magalhães é uma das nossas vizinhas galácticas mais próximas.
A NGC 2035 é uma região HII, ou nebulosa de emissão, constituída por nuvens de gás que brilham devido à radiação intensa emitida por estrelas jovens. Esta radiação arranca elétrons dos átomos do gás, que eventualmente se recombinam com outros átomos, emitindo radiação.
Misturados com o gás estão densos aglomerados escuros de poeira, que absorvem a radiação em vez de a emitirem, criando traços estreitos intrincados e formas escuras.
As formas filamentares que podem ser vistas à esquerda não são o resultado da formação estelar, mas sim da morte das estrelas. Estas explosões, chamadas supernovas, são tão brilhantes que muitas vezes ofuscam brevemente toda a galáxia, antes de se desvanecerem ao longo de várias semanas ou meses.
Os restos deixados pela explosão de supernova que podem ser vistos nesta imagem são chamados SNR 0536-67.6.
Fonte: Inovação Tecnológica
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terça-feira, 26 de novembro de 2013

Seduc disponibiliza Plantão Tira Dúvidas para SISU, PROUNI e FIES

A Secretaria de Educação do Ceará (Seduc) disponibiliza para os alunos da Rede Estadual de Ensino o Plantão Tira Duvidas.

De acordo com a assessoria de cominicação da Seduc, o objetivo do plantão nesse momento é esclarecer as duvidas dos alunos referente ao Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
 
É bom ressaltar que o serviço é gratuito e que é necessário apenas que o aluno ligue de um telefone fixo ou público.

A ação faz parte do Projeto “Enem-Chego Junto Chego Bem”.


Serviço:
Plantão Tira Duvidas
0800 275 39 18 ou 0800 280 39 18.
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URCA disponibiliza os cartões de identificação para vestibular 2014.1

Está disponível no site da URCA - Universidade Regional do Cariri o cartão de identificação do candidato que participará do vestibular 2014.1 a ser realizados sábado e domíngo próximos.

Para ter acesso as informações como horário e local onde realizará a prova basta acessar o site da universidade munido de seu CPF e senha pessoal.

Para acessar o ambiente CLIQUE AQUI
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Cientistas identificam 'mais antigo pedaço de Marte' na Terra

Meteorito chamado de Beleza Negra encontrado no deserto do Saara seria a rocha de Marte mais antiga já descoberta
Foto: AFP/NASA
Uma rocha descoberta no deserto do Saara parece ser o meteorito de Marte mais antigo já descoberto, segundo cientistas.

Pesquisas anteriores já sugeriam que a rocha tinha cerca de 2 bilhões de anos, mas novos exames realizados recentemente indicam que a rocha tem, na verdade, mais de 4 bilhões de anos.

O meteorito negro e brilhante, apelidado de "Beleza Negra", teria se formado ainda na infância do planeta.

"Esta (rocha) nos conta sobre uma das épocas mais importantes da história de Marte", afirmou o autor da pesquisa, Munir Humayan, professor da Universidade Estadual da Flórida (EUA).

A pesquisa foi publicada na revista especializada Nature.

Rochas marcianas

Existem cerca de cem meteoritos marcianos na Terra. A maioria dessas rochas é bem mais jovem, datadas entre 150 milhões e 600 milhões de anos.

Elas teriam caído na Terra depois de um asteroide ou cometa ter se chocado contra Marte e desprendido as rochas, que viajaram pelo espaço até acabarem no nosso planeta.


Fonte: Uol
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Depressão acelera envelhecimento das células

Outros estudos já mostraram que uma dieta saudável e meditação retardam o envelhecimento das células, preservando os telômeros.[Imagem: Wikimedia/Ufinne]
Exames de laboratório mostraram que as células parecem ser biologicamente mais velhas em pessoas que sofreram ou sofrem casos graves de depressão.
As diferenças aparecem em uma estrutura da célula chamada telômero - o comprimento dessas estruturas é um indicar da idade da célula.
A função do telômero é proteger os cromossomos - onde está guardado o DNA - de possíveis danos. À medida que as células se dividem, eles vão ficando cada vez mais curtos.
Já se sabe que as pessoas que sofrem de depressão têm um risco maior de desenvolver doenças ligadas ao envelhecimento, como alguns tipos de câncer, diabetes, obesidade e doenças cardíacas.
Isso pode derivar, em parte, de um estilo de vida não muito saudável, que incluiria também o consumo de bebidas alcoólicas e o sedentarismo.
O que se descobriu agora é um mecanismo pelo qual todo esse conjunto de fatores disparados pela depressão pode deteriorar o funcionamento da biologia corporal.
Comprimento dos telômeros
Josine Verhoeven, da Universidade VU, na Holanda, juntamente com colegas norte-americanos, recrutou 2.407 pessoas para participarem do estudo.
Mais de um terço desses voluntários sofria de depressão; um terço tinha passado por um caso grave de depressão; e o restante nunca havia apresentado a condição.
As pessoas que estavam com depressão ou já tinham sofrido com a doença no passado tinham telômeros bem mais curtos do que aquelas que nunca haviam passado por isso.
Essa diferença é aparente mesmo quando se leva em conta diferenças no estilo de vida, como o fato de alguns voluntários fumarem ou beberem muito.
Além disso, os pesquisadores descobriram que os pacientes com casos de depressão bem mais graves ou crônicos tinham os telômeros mais curtos entre todos os voluntários.
Ainda não está claro se esse processo de envelhecimento pode ou não ser revertido.
Fonte: Diário da Saúde
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domingo, 24 de novembro de 2013

Confirmada explosão cósmica mais brilhante já vista

"A previsão é que deve ocorrer uma explosão de raios gama perto da Terra a ponto de nos colocar em perigo a cada 500 milhões de anos."[Imagem: NASA]
Novas análises confirmaram que a explosão cósmica que provocou a morte de uma estrela, detectada em Maio deste ano, foi mesmo a mais forte já observada.
A explosão da estrela, que teria durado menos de um minuto, foi captada pelos telescópios espaciais Swift e Fermi.
A estrela tinha uma massa de 20 a 30 vezes superior à do Sol, e está muito distante de nós - a luz da explosão demorou quatro bilhões de anos para chegar à Terra.
"Esses acontecimentos podem ocorrer em qualquer galáxia a qualquer tempo. Mas não temos nenhuma forma de prever isso," disse o astrônomo Paul O'Brien, da Universidade de Leicester, no Reino Unido.
Nada menos do que quatro artigos científicos analisando o fenômeno, submetidos por equipes diferentes, foram publicados ontem semana na revista Science.
Implosão estelar
Ao ficar sem combustível, a estrela implodiu, sendo engolida pelo buraco negro resultante, o que liberou a energia na forma de uma explosão de raios gama, catalogada como GRB 130427A.
Uma onda de choque teria feito com que a estrela se expandisse, criando outro acontecimento visual, conhecido como supernova.
"Podemos ver a luz se apagando - o final dos dois acontecimentos - por semanas ou até mesmo meses," disse O'Brien.
Riscos para a Terra
Apesar da dimensão da explosão, a radiação não traz qualquer tipo de perigo. A energia não seria capaz de atravessar a atmosfera da Terra com intensidade suficiente para fazer mal.
Mas, caso a explosão tivesse acontecido muito mais perto, a uma distância de mil anos-luz, por exemplo, a radiação poderia danificar a camada de ozônio, com consequências para a vida na Terra.
"A previsão é que deve ocorrer uma explosão de raios gama perto da Terra a ponto de nos colocar em perigo a cada 500 milhões de anos", estima O'Brien.
"Em algum momento na história da Terra, nós provavelmente fomos atingidos por radiação de uma explosão de raios gama, e isso vai voltar a acontecer em algum ponto no futuro. Mas as chances de isso acontecer durante o período em que estamos vivos agora são muito pequenas."
Fonte: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Li-fi: transmissão de dados por luz alcança 10 Gbit/s

O professor Harald Hass, um dos criadores da técnica Li-Fi, já está se preparando para comercializar a tecnologia.[Imagem: University of Edinburgh]
Transmissão por luz
Poucos meses depois de apresentar sua técnica Li-Fi de transmissão de dados, um grupo de cinco universidades britânicas mostrou que a tecnologia é prática o suficiente para entrar na agenda das tecnologias emergentes - e ir para o mercado.
O termo Li-Fi é uma referência às redes Wi-Fi atuais, onde o Wi dewireless (sem fios) é substituído pelo Li de Light (luz) - Li-Fi seria, assim, uma sigla para light fidelity.
A técnica consiste em utilizar um aparelho, chamado modulador, para fazer com que os LEDs pisquem rapidamente, transformando seus estados ligado e desligado em 0s e 1s.
Ou seja, trata-se de uma transmissão de dados sem fios por luz.
A equipe agora demonstrou velocidades de transmissão de 3,5 gigabits por segundo (Gbit/s) em cada uma das cores primárias dos LEDs (vermelho, verde e azul).
Isto significa que pode-se atingir 10 Gbit/s usando a iluminação por LEDs brancos em um ambiente.
A chave da tecnologia são microLEDs desenvolvidos pela equipe do professor Martin Dawson, da Universidade de Strathclyde.
Uma técnica chamada OFDM (Orthogonal Frequency Divisional Multiplexing, multiplexação ortogonal por divisão de frequência) permite que os microLEDs alterem a intensidade de sua luz vários milhões de vezes por segundo, onde cada variação representa o 0 ou o 1 de um bit.
A transmissão de dados por luz é altamente promissora porque o espectro eletromagnético coberto pela luz visível é 10.000 vezes maior do que o espectro de rádio, permitindo uma largura de banda praticamente ilimitada para os padrões atuais.
Os pesquisadores já estão criando uma empresa para comercializar a tecnologia.
Fonte: Inovação Tecnológica
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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Os jovens estão perdendo interesse no Facebook

Imagem do Google
O Facebook admitiu uma queda no acesso diário ao seu site, em especial entre usuários adolescentes.

O anúncio confirmou o que já havia sido sugerido por um estudo da organização norte-americana Pew Center: a rede social está perdendo popularidade entre os jovens e adolescentes.

"Agora o Facebook me cansa. Só uso para ver vídeos", disse Maria Luque, uma adolescente de 14 anos.

Apesar da maioria dos jovens ainda manter o perfil ativo, agora eles passam menos tempo na rede social mais famosa do mundo. E a razão é que a diversão foi para outros lugares.

Os adolescentes agora estão concentrando suas atividades em outras redes, como Twitter e Instagram, e em aplicativos de mensagens via telefone celular, como o WhatsApp.

Rede social de jovens e rede social de coroas

Os dados mais recentes da consultoria Piper Jaffray sugerem que o Twitter se transformou na rede social mais importante para os adolescentes, tirando o Facebook do topo.

Os números coincidem com dados do Pew Center que dizem que o uso do Twitter entre jovens cresceu 50% em um ano. "Há um ano, apenas 16% dos usuários jovens usava o Twitter. Agora, um quarto deste grupo usa (o Twitter)".

Segundo os números de 2012 do portal Pingdom, que acompanha tendências na internet, a idade média do usuário do Facebook é de 40,5 anos, enquanto que a do usuário do Twitter é de 37,3 anos.

Em termos percentuais, o grupo mais importante do Facebook são as pessoas entre 45 e 54 anos de idade (pouco mais de 30% em comparação aos menos de 10% de pessoas entre 18 e 24 anos). O Twitter por sua vez, tem uma distribuição mais uniforme: cada um destes grupos representa cerca de 20% do total.

Em um prazo de dois anos e meio, o usuário médio da rede criada por Mark Zuckeberg "envelheceu" dois anos, enquanto que o da rede concorrente ficou dois anos mais jovem.

Novas redes

Mas, se o Twitter está destronando o Facebook como mídia social preferida entre os jovens, vale lembrar que o aplicativo WhatsApp tem mais usuários que a rede social dos 140 caracteres.

Segundo a revista Mobile Marketing, o WhatsApp tem mais de 350 milhões de usuários em todo o mundo, enquanto que o Twitter tem 218 milhões.

E os usuários que mais usam o aplicativo têm menos de 25 anos.

Para da razão da crescente popularidade do WhatsApp está justamente na busca por mais independência; os jovens se sentem mais à vontade longe da geração de seus pais.

"É normal que os adolescentes tentem se separar dos adultos. Se eles sentem que estão sendo observados pelos adultos, é natural que se afastem (do Facebook e do Twitter)", disse a psicóloga Esther Ana Krieger.

Muitos pais têm perfis no Facebook, o que significa que a rede não é tão privada assim. Neste sentido, deixou de ser uma plataforma que os adolescentes sentem como algo exclusivo e absolutamente deles.

Os aplicativos de mensagem para celulares oferecem, entre outras coisas, esta privacidade que muitos jovens sentem que perderam ao ser observados por seus pais.

Além disso, ao contrário do Facebook, onde os jovens estão abertos a centenas de "amigos" que muitas vezes são pessoas que mal conhecem, estes aplicativos promovem conversas dinâmicas com diferentes grupos de amigos próximos.

E a disponibilidade é outra vantagem. Nas palavras da adolescente Maria, "é muito fácil usar os aplicativos para celular, pois você leva o telefone sempre com você".

Fonte: Diário da Saúde
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Em homenagem ao dia da Consciência Negra, biografia de Zumbi dos Palmares


Zumbi, para muitos o símbolo da resistência negra contra a escravidão, foi o último chefe do Quilombo dos Palmares, localizado na parte superior do rio São Francisco, na Serra da Barriga, antiga capitania de Pernambuco (atualmente Alagoas).

Não se conhece a data exata de seu nascimento. Com poucos dias de vida Zumbi foi capturado na região de Palmares pela expedição de Brás da Rocha Cardoso e dado de presente ao padre Antônio Melo, em Porto Calvo. Batizado com o nome de Francisco, cresceu aprendendo latim e português. Aos 15 anos fugiu para Palmares e adotou o nome Zumbi, que significava guerreiro.

Logo passou a comandar militarmente o quilombo, governado por Ganga Zumba. Em 1678, provocou uma guerra civil no quilombo. Assumiu o lugar do líder e chefiou a resistência contra os portugueses, que durou 14 anos.

No final do século 16, as terras pernambucanas eram as mais prósperas das novas colônias portuguesas. Havia 66 grandes engenhos na região e, no litoral, uma estrutura que permitia o escoamento dos produtos. A cidade do Recife ficava a cada dia mais organizada. Foi nessa época que Palmares surgiu, quando os primeiros negros ali se refugiaram. Desde então, o mito em torno do quilombo havia crescido. Tinha leis próprias, algumas bastante rígidas.

Em 1630, as autoridades pernambucanas calculavam que o quilombo de Palmares contava com uma população superior a 3 mil pessoas que viviam da agricultura. Em uma crônica de 1678 já se contava que os palmarinos eram em número de 20 mil, ou talvez mais. Não era uma cidade, na metade do século 17, mas reunia onze povoados.

Macaco, na Serra da Barriga, era a capital. Possuía 1.500 casas, e uma população de cerca de 8 mil pessoas. Amaro tinha 5 mil habitantes e uma estrutura bem organizada. Outros povoados eram Subupira, Zumbi, Tabocas, Acotirene, Danbrapanga, Sabalangá, Andalaquituche...

A Coroa já tinha dado a ordem de acabar com o quilombo. Para destruí-lo, o poder colonial organizou 16 expedições oficiais. Quinze fracassaram devido à região montanhosa e às estratégias militares dos negros, embora fossem carente de armas. A expedição vitoriosa ficou a cargo de Domingos Jorge Velho, um bandeirante paulista treinado na caça aos índios. Comandou um exército de 2 mil homens, armados de arcos, flechas e espingardas.

Em 1694, chegou a Macaco, descarregando contra a comunidade todo o seu poder de fogo. A cidade resistiu durante 22 dias. Zumbi, depois de lutar bravamente, fugiu e se escondeu. Foi capturado e morto em 20 de novembro de 1695, depois de ter sido traído por companheiros. Seu corpo foi mutilado e a cabeça enviada para o Recife, onde ficou exposta em praça pública.


Fonte: Educação Uol
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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Um asteroide com 6 caudas pode ser chamado de cometa?

As caudas do P5 vão se revelando a cada nova observação. [Imagem: NASA/ESA/D. Jewitt et al.]
Cometa ou asteroide?
No dia 27 de Agosto passado, Marco Micheli e seus colegas do telescópio Pan-STARRS (Mauna Kea, Havaí) descobriram o que deveria ser um asteroide.
Mas não era um asteroide comum: o P/2013 P5 se parecia mais com um cometa giratório, emitindo jatos de alguma coisa para o espaço como se fosse um irrigador de jardim.
Os astrônomos responsáveis pelo Hubble logo se interessaram pela descoberta e, menos de um mês depois, o telescópio espacial já estava apontado para o asteroide/cometa.
Embora o corpo celeste esteja em uma órbita de asteroides, ele se parece em tudo com um cometa, com longas caudas formadas por alguma coisa - eventualmente poeira - ejetada para o espaço.
Como ninguém havia visto nada parecido antes, os astrônomos continuam coçando a cabeça para encontrar uma explicação adequada para o seu corpo celeste misterioso.
A confusão é tamanha que a NASA emitiu nota chamando o objeto de asteroide, mas os astrônomos publicaram seu artigo científico chamando-o de cometa.
Asteroide com cauda
Diagrama das caudas já observadas até agora no P/2013 P5. [Imagem: NASA/ESA/A. Feild (STScI)]
Asteroides normalmente aparecem nos telescópios como pequenos pontos de luz. Mas o P/2013 P5 tem pelo menos seis caudas de cometa, que se irradiam a partir dele como os raios de uma roda.
As múltiplas caudas foram reveladas pelas imagens do Hubble tiradas em 10 de setembro. E, quando Hubble olhou de novo para o objeto no dia 23 de setembro, a sua aparência já tinha mudado totalmente.
"Nós ficamos literalmente embasbacados quando vimos isso," disse David Jewitt, da Universidade da Califórnia em Los Angeles. "Ainda mais surpreendente, as suas estruturas de cauda mudaram dramaticamente em apenas 13 dias conforme ele cuspia poeira. Isso também nos pegou de surpresa. É difícil de acreditar que estamos olhando para um asteroide."
Teorias são bem-vindas
A equipe descartou um impacto de outro asteroide porque uma grande quantidade do material que forma as caudas do objeto teria sido lançada ao espaço de uma só vez, enquanto o P5 ejeta intermitentemente durante um período longo.
A expectativa é que novas observações mostrem se o material emitido pelo asteroide emerge no plano equatorial, o que seria um indício bastante forte de uma quebra rotacional - um colapso de um asteroide que estivesse girando rápido demais.
Por isso, os astrônomos estão se preparando também para tentar medir a taxa de rotação do P5.
Fonte: Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Telescópio espacial mostra colisão das galáxias Antennae

O par de galáxias Antennae está em coalisão há centenas de milhões de anos (Foto: AFP PHOTO / EUROPEAN SOUTHERN OBSERVATORY / F. COMBES
Foi divulgada nesta quinta-feira (14) imagem das galáxias Antennae feita pelo telescópio espacial Hubble. Segundo a Agência Espacial Americana (Nasa), trata-se da imagem mais nítida desta colisão de galáxias.
As duas galáxias espirais começaram a interagir há centenas de milhões de anos e durante a colisão serão formadas bilhões de estrelas. As regiões de nascimentos de estrelas, com dezenas de milhares delas, são os pontos mais brilhantes da imagem. Elas são chamadas de aglomerados de superestrelas.
De acordo com a Nasa, os dois núcleo das galáxias originais consistem em estrelas antigas atravessadas por filamentos de poeira, que aparecem em marrom na imagem. As regiões azuis são regiões de formação de estrela, rodeadas por gás hidrogênio que aparece em rosa pink.
A nova imagem permite que astronautas distingam melhor entre as estrelas e aglomerados de superestrelas criadas em colisões de duas galáxias em espiral.
Astrônomos acreditam que apenas 10% dos aglomerados recém-formados da Antennae vá sobreviver pelos próximos 10 milhões de anos. A grande maioria deverá de dispersar e as estrelas individuais devem se tornar parte do fundo suave da galáxia.
Os aglomerados mais massivos que sobreviverem devem formar aglomerados globulares regulares, similares aos que estão em nossa galáxia.
Fonte: G1/Ciência e Saúde
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sábado, 16 de novembro de 2013

Físicos querem construir o VLHC, o sucessor do LHC

O LHC sofreu grandes atrasos por problemas nos seus circuitos supercondutores de 14 teslas. O VLHC precisaria de magnetos de 20 teslas.[Imagem: CERN]
É ou não é?
Poucas descobertas científicas mostraram-se tão controversas quanto o bóson de Higgs.
A "partícula-campo" surgiu como "um bóson, talvez de Higgs", e logo foi promovida para "um bóson de Higgs" (mas não "o").
Depois disso, bastou o tempo, mas nenhum novo artigo científico, para que os artigos indefinidos e os pudores fossem esquecidos, e a coisa passasse a ser conhecida como "o" autêntico e verdadeiro "bóson de Higgs".
É claro que a aproximação do anúncio do Prêmio Nobel e a crescente preocupação dos físicos em mostrar que os investimentos de bilhões de dólares dão resultados também contribuíram para essa mudança "sutil".
O problema é que não se espera muitas revelações mais sobre o assunto vindas do LHC, mesmo quando ele voltar a funcionar em 2015, eventualmente com a potência inicialmente projetada - 14 teraelétron-Volts (TeV) - que não foi alcançada até agora.
Assim, os físicos já estão se antecipando: eles querem um acelerador ainda maior, muito maior do que o LHC.
Michael Peskin, do acelerador SLAC, nos Estados Unidos, apresentou a proposta do VLHC (Very Large Hadron Collider, colisor de hádrons muito grande).
Realmente grande: se for construído, o VLHC terá um anel de 100 quilômetros, em comparação com a circunferência de 27 km do LHC, eventualmente ajudando os norte-americanos a recuperar o terreno perdido na área.
Com tanto espaço para aceleração, espera-se que as partículas atinjam energias ao redor dos 100 TeV.
Imagem: Adaptado de Nature
Explicações da descoberta
O VLHC é apenas uma parte da agenda da comunidade global da física de partículas.
Outras prioridades incluem a atualização do LHC, já em curso, planos para construir o Colisor Linear Internacional, no Japão, e um projeto para estudar feixes de neutrinos de alta intensidade no Laboratório Fermi, nos EUA.
Segundo reportagem publicada pela revista Nature, contudo, ainda faltam justificativas para a construção de um acelerador tão grande.
A descoberta do bóson de Higgs deu suporte à ideia de que as partículas adquirem massa ao interagir com um campo de Higgs. Contudo, muitos aspectos da "descoberta" ainda estão por ser explicados - por exemplo, por que a massa da partícula de Higgs é tão grande.
Uma forma de explicar isso seria através da teoria da supersimetria, que propõe que as partículas conhecidas são acopladas com outras mais pesadas que poderiam ser observadas em colisores de partículas ainda maiores.
O problema é que o LHC não detectou qualquer indício de supersimetria.
Os defensores do LHC argumentam que, até o final desta década, pode ser que surja algum indício que dê apoio à supersimetria e, assim, ajudar a justificar a construção do VLHC.
Sucessor do LHC
Mas o próprio CERN, que dirige o LHC, parece ter saído na frente.
O instituto já possui planos para construir um sucessor do LHC, que provavelmente seria instalado sob o Lago Léman, na fronteira entre a França e a Suíça.
Também com uma circunferência entre 80 e 100 km, ele atingiria energias semelhantes (100 TeV) e, se começar a ser construído em 2020, como o CERN propõe, ficaria pronto por volta de 2035, quando se espera que o LHC esteja chegando ao final da sua vida útil.
Teorias à parte, segundo a Nature, um colisor de nova geração teria que custar menos de US$10 bilhões para ser "politicamente plausível".
Ou, talvez, a disputa pela supremacia no campo da física entre europeus e norte-americanos seja motivo suficiente para justificar gastos maiores.
Fonte: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Como fazer xixi sem respingar?

Os físicos junto ao seu simulador de xixi. [Imagem: BYU]
Físicos norte-americanos saíram como franco candidatos ao Prêmio Ig Nobel, que premia anualmente as descobertas científicas mais esquisitas.

Tadd Truscott e Randy Hurd, da Universidade Brigham Young, passaram meses analisando como o xixi bate no vaso e como e para onde ele vai espirrar.

Eles usaram câmeras de alta velocidade para filmar o momento em que os jatos de urina espirram nas paredes do vaso sanitário, e estudaram o resultado.

Segundo eles, quando o "ângulo de ataque" do jato é mais fechado, o respingo é menor - algo como, "fazer xixi na parede espirra mais do que fazer xixi no chão".

Embora isso seja, de resto, muito óbvio, para obter um resultado mais preciso com o estudo, a dupla construiu um simulador de micção.

O Water Angle Navigation Guide é um balde de 22,7 litros com mangueiras ligadas a dois tipos de uretra artificiais.

A equipe disparou água colorida em vários "vasos sanitários" na velocidade e pressão média da micção humana.

Respingo de Rayleigh-Taylor

A dupla descobriu que o respingo do xixi é agravado por um fenômeno conhecido como instabilidade de Rayleigh-Taylor, em que um jato d'água se quebra em gotas.

"O fluxo de urina masculina se divide depois de cerca de 17 cm fora da saída da uretra", explicou Hurd. "Então, no momento em que ela atinge o mictório, já está em forma de gotas."

Seu conselho? "Quanto mais perto do mictório melhor."

Mas Truscott diz que um dos truques mais eficientes é também o mais simples: jogue alguns pedaços de papel higiênico no vaso para suavizar o impacto.

Sentado ou de pé?

É claro que, em um banheiro doméstico, a distância de um vaso sanitário é regida por uma variável: "urinar sentado ou em pé".

"As pessoas estão sempre discutindo o que é melhor, porque quando você se senta, está também mais propício a se molhar", diz Truscott. "Por isso queríamos entender se urinar sentado é realmente eficaz. Quais são as diferenças no respingo?"

"Quando você urina em pé, você está cinco vezes mais longe do mictório - e isso é uma diferença muito significativa na velocidade do impacto das gotas de urina", disse Hurd.

"Parece que urinar sentado em um vaso sanitário tradicional é a melhor maneira de evitar respingos indesejados," concluiu.

Superfícies hidrofóbicas

O design de banheiros públicos e domiciliares nem sempre ajudam a sermos 100% eficientes, ele disse.

"A maioria das superfícies onde urinamos, como a porcelana, são hidrofílicas, o que é uma desvantagem. A água se espalha por elas, criando uma poça onde a urina é espirrada", disse Hurd.

Ele acredita que os revestimentos hidrofóbicos (que repelem a água) tornarão os vasos sanitários mais higiênicos, com benefícios importantes para hospitais, escolas e locais de trabalho.

Fonte: Diário da Saúde
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Sonda espacial GOCE por pouco não cai sobre o Brasil

A sonda espacial GOCE mapeou o campo gravitacional da Terra com uma precisão sem precedentes. [Imagem: ESA]
Uma volta

A sonda espacial GOCE finalmente reentrou na atmosfera às 22h16 deste domingo, dia 10.

A sonda queimou-se e seus detritos reentraram na atmosfera nas proximidades das ilhas Malvinas, no Atlântico Sul.

Apenas uma órbita a menos e a reentrada e a queda do que sobrou da bela nave espacial teriam ocorrido sobre o Brasil.

As previsões indicavam que a GOCE reentraria às 21h02, no horário de Brasília, quando então ela estaria passando sobre o território brasileiro - a sonda estava em uma órbita polar.

Felizmente os cálculos estavam errados por uma pequena margem.

A ESA (Agência Espacial Europeia) estima que cerca de 25% da GOCE resistiu à reentrada, caindo no oceano. Isto representa cerca de 250 quilogramas, distribuídos entre 40 e 50 pedaços.

A sonda inteira pesava cerca de 1 tonelada, sendo pequena para os padrões dos satélites artificiais atuais.

Aprendizado

Sendo a primeira nave da ESA que passou por uma reentrada descontrolada nos últimos 25 anos, a agência europeia montou um aparato mundial com o intuito de aprender mais sobre o rastreamento de lixos espaciais e corpos celestes naturais que venham a cair sobre a Terra.

Agências espaciais de todo o mundo participaram do esforço, que deverá ajudar a aprimorar os cálculos de eventos futuros.

Fonte: Inovação Tecnológica
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1 em cada 5 estrelas como o Sol pode ter planetas habitáveis

Imagem do Google
Uma em cada cinco estrelas similares ao Sol na Via Láctea é orbitada por um planeta do tamanho da Terra e potencialmente habitável, segundo uma nova análise das observações do telescópio Kepler da Nasa divulgada nesta segunda-feira.
 

Com isso, estrelas com planetas similares a Terra podem ser a regra e não a exceção, de acordo com o novo estudo.
 

Somente a nossa galáxia, a Via Láctea, poderia abrigar dezenas de bilhões de planetas rochosos com água em estado líquido em sua superfície.
 

"Planetas do tamanho da Terra e com a temperatura de uma xícara de chá são comuns ao redor de astros similares ao Sol", disse Geoff Marcy, um astrônomo de Berkeley e coautor da pesquisa.
 

Segundo Marcy, esta descoberta "representa um grande passo para a possibilidade de se encontrar vida, inclusive inteligente, no universo".
 

Sobre os planetas com CO2 (dióxido de carbono) e vapor d'água, os elementos necessários para a vida, "acredito que vamos descobrir que planetas como a Terra provavelmente são bastante comuns em nossa galáxia", disse William Borucki, investigador principal do Kepler no Centro de Pesquisa Ames da agência espacial americana (Nasa).
 

O Kepler, que monitora mais de 150 mil estrelas em busca de planetas e foi uma das missões recentes mais bem-sucedidas da Nasa, se encontra orbitando o Sol a 64 bilhões de quilômetros da Terra.
 

O telescópio foi lançado em 2009 para buscar provas da existência de planetas parecidos com a Terra ou que tenham condições de temperatura que possibilite a existência de água em estado líquido.
 

Com um orçamento de US$ 600 milhões, sua missão estava prevista para ser concluída no final de 2012, mas ela foi prolongada há dois anos e vai até o dia 30 de setembro de 2016.

Fonte: Uol Ciências
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