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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Universo em expansão pode surgir sem Big Bang

Será que poderemos deixar o Big Bang para trás? A nova receita para fazer um Universo se resume a aquecer e mexer. [Imagem: TU Vienna]
Transição de fase do espaço-tempo
Um universo em expansão como o nosso pode emergir de uma forma extremamente simples, que mais parece uma receita de sopa instantânea - é só aquecer e mexer.
Quando uma sopa esquenta, ela começa a ferver e fica pronta.
Quando o tempo e o espaço são aquecidos, fica pronta não uma sopa, mas um universo em expansão, sem a necessidade de qualquer outro ingrediente - como um "Big Bang", por exemplo.
Esta transição de fase entre um espaço vazio entediante e um movimentado universo em expansão, pleno de matéria, acaba de ser demonstrado matematicamente por uma equipe das universidades de Tecnologia de Viena (Áustria), Edimburgo (Escócia), Harvard e MIT (EUA).
Mais do que tentar deixar de lado a ideia do Big Bang, a ideia por trás deste resultado estabelece uma conexão notável entre a teoria quântica de campos e a teoria da relatividade de Einstein.
Há poucos dias, outra equipe já havia demonstrado que os buracos de minhoca e o entrelaçamento quântico podem ser diferentes manifestações da mesma realidade física, também alinhavando uma conexão entre mecânica quântica e relatividade geral.
Um livro de receitas para o espaço-tempo
Todo o mundo conhece as transições entre as fases líquida, sólida e gasosa. Mas tempo e espaço também podem sofrer uma transição de fase, como os físicos Steven Hawking e Don Page demonstraram em 1983. Eles calcularam que o espaço vazio pode se transformar em um buraco negro a uma temperatura específica.
O que os físicos estão propondo agora é que um processo similar pode criar um universo em expansão inteiro - como o nosso - com uma temperatura crítica em que o espaço-tempo vazio se transforma em um universo, com toda a sua massa.
"O espaço-tempo vazio começa a ferver, pequenas bolhas se formam, uma das quais se expande, e eventualmente engloba todo o espaço-tempo," explica Daniel Grumiller, da Universidade de Tecnologia de Viena, o mesmo que está por trás da teoria do universo holográfico.
Para que isso seja possível, o universo tem de girar, de forma que a receita para a criação de um universo fica sendo simplesmente "aquecer e mexer". E a rotação necessária pode ser arbitrariamente pequena.
Nessa primeira abordagem da nova teoria, os físicos consideraram apenas um espaço-tempo com duas dimensões espaciais. "Mas não há nenhuma razão pela qual o mesmo não seja verdade para um universo com três dimensões espaciais," disse Grumiller.
Universo holográfico
A nova teoria é o passo lógico seguinte após a chamada "correspondência AdS-CFT", uma conjectura apresentada em 1997, que influenciou fortemente a investigação fundamental em física desde então. Ela descreve uma ligação entre as teorias da gravidade e as teorias de campo quântico, propondo que as afirmações das teorias quânticas de campo podem ser traduzidas em afirmações sobre teorias gravitacionais, e vice-versa.
A teoria do Universo Holográfico está ganhando cada vez mais a atenção dos físicos. [Imagem: Ephraim Brown]
Nesse tipo de correspondência, a teoria quântica de campos é sempre descrita em uma dimensão a menos do que a teoria gravitacional - esse é o chamado de "princípio holográfico".
De forma semelhante a um holograma bidimensional, que pode representar um objeto tridimensional, uma teoria quântica de campos com duas dimensões espaciais pode descrever uma situação física em três dimensões espaciais.
Para isso, os cálculos gravitacionais geralmente têm de ser feitos em uma espécie exótica de geometria - nos chamados "espaços anti-de Sitter", que são bastante diferentes da geometria plana à qual estamos acostumados.
No entanto, tem-se suspeitado já há algum tempo que possa haver uma versão semelhante do "princípio holográfico" para espaços-tempos planos. Mas, por muito tempo, ninguém conseguiu construir um modelo demonstrando isso.
No ano passado, Daniel Grumiller e seus colegas estabeleceram um modelo de princípio holográfico.
Isto levou ao problema agora abordado e à transição de fase do espaço-tempo.
Transições de fase em teorias quânticas de campo são bem conhecidas. Mas, por razões de simetria, isto significaria que as teorias gravitacionais também deveriam apresentar transições de fase.
"No começo, este era um mistério para nós," disse Grumiller. "Isso significaria uma transição de fase entre um espaço-tempo vazio e um universo em expansão. Para nós, isso soou extremamente improvável."
Mas os cálculos mostraram exatamente isso. "Estamos apenas começando a entender essas notáveis relações de correspondência," acrescenta Grumiller.
Quais novas ideias sobre nosso próprio Universo poderão ser derivadas desses novos conceitos é algo difícil dizer - só o espaço-tempo dirá.
Fonte: Inovação Tecnológica
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sábado, 28 de dezembro de 2013

National Geografic divulga as melhores fotos de 2013

Esta imagem de um urso polar emergindo do mar congelado na baía de Hudson, do fotógrafo Paul Souders, ganhou o prêmio principal no concurso. (Foto: Paul Souders/National Geographic Photo Contest 2013)
Um concurso da National Geographic premiou algumas das melhores fotos feitas no ano de 2013. A incrível imagem de um urso polar emergindo do mar na baía de Hudson, no Canadá, venceu o prêmio principal.
Mas há também belas imagens premiadas ou com menções honrosas em três categorias diferentes: pessoas, lugares e natureza. Veja a galeria completa.
Fonte: G1
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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Idade não é apenas o número de anos vividos

É cada vez maior a necessidade de repensar a forma como o envelhecimento humano é abordado.[Imagem: Lewis Hine/Wikimedia]
Há poucos dias, a ciência em geral, e o campo da biologia evolutiva em particular, foram sacudidos com a constatação de que envelhecer e morrer não é uma lei da natureza.
O que se descobriu é que nem todas as espécies enfraquecem e se tornam mais propensas a morrer à medida que envelhecem - há mesmo animais que são essencialmente imortais.
Uma dupla de pesquisadores austríacos parecia que já estava intuindo isso e sentindo a necessidade de repensar a forma como o envelhecimento humano é abordado.
Para isso, eles idealizaram um conjunto de ferramentas que, segundo eles, permite "medir a idade em todas as suas dimensões".
A ideia de que a idade não é apenas o número mostrado nas velinhas do bolo está sendo defendida por Warren Sanderson e Sergei Scherbov, do Instituto Internacional para Análise de Sistemas Aplicados (Áustria).
Idade não diz tudo
Até agora, os estudos sobre o envelhecimento populacional têm utilizado apenas uma característica das pessoas - sua idade cronológica.
Os demógrafos falam rotineiramente sobre o envelhecimento da população e seu impacto sobre a renda das famílias, os níveis de emprego e as questões de aposentadoria, tudo com base unicamente na idade cronológica.
Os dois pesquisadores estão propondo uma técnica para medir o envelhecimento com base não na idade, mas nas características que mudam com a idade, incluindo a expectativa de vida, a saúde, a função cognitiva e outras.
"A sua verdadeira idade não é apenas o número de anos que você viveu," defende Scherbov. "Ela também inclui características tais como a saúde, a função cognitiva e as taxas de incapacidade."
Ocorre que, à medida que a longevidade da população aumenta, uma mesma idade não se correlaciona com o mesmo nível de saúde e outras características individuais.
"Nós costumamos considerar as pessoas como idosas aos 65 anos de idade," disse Scherbov. "Hoje, alguém que tem 65 anos pode ser mais parecido como alguém que tinha 55 há 40 ou 50 anos em termos de muitos aspectos importantes de suas vidas."
Os dois pesquisadores defendem que as recomendações políticas com relação ao envelhecimento diferem dependendo exatamente de quais características das pessoas são medidas: "Para diferentes objetivos precisamos de medidas diferentes. O envelhecimento é multidimensional."
Fonte: Diário da Saúde
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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Pesquisas sobre a internet têm quase R$100 mi à disposição

Imagem do Google
O Ministério das Comunicações, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) firmaram um convênio de cooperação para apoiar projetos de pesquisa científica e tecnológica que contribuam para o desenvolvimento da internet no Brasil.
Os recursos, que somam R$ 98 milhões, correspondem ao que sobrou do período em que a FAPESP geriu as atividades de registro de domínio e alocação de endereços IP no país, entre 1998 e dezembro de 2005.
Hoje essa tarefa é responsabilidade do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), uma entidade civil sem fins lucrativos.
Os recursos serão distribuídos entre projetos apresentados por pesquisadores de todo o país, proporcionalmente ao número de registros de domínios solicitados por cada estado brasileiro naquele período.
"Os governos federal e de São Paulo estão empenhados em universalizar o acesso à internet", disse o ministro Paulo Bernardo, lembrando que apenas cerca de 45% dos domicílios brasileiros contam com internet, enquanto mais de 90% têm TV, telefone ou rádio.
"E há desigualdade no acesso entre regiões e mesmo numa mesma cidade. É preciso desenvolver tecnologias como fibra óptica, radiodifusão e satélites. Esse convênio de cooperação aponta numa boa direção, ao estimular pesquisas em áreas de alta demanda," acrescentou o ministro.
Poderão apresentar propostas pesquisadores de instituições de ensino superior e de pesquisa e de pequenas empresas de base tecnológica (com menos de 100 empregados) de todo o país.
Os projetos deverão estar alinhados a pelo menos um dos três eixos de investigação - aplicações-chave para internet, engenharia e tecnologia e fundamentos científicos.
O convênio prevê o desenvolvimento de projetos em seis linhas de investigação: Tecnologia Viabilizadora da Internet; Aplicações Avançadas da Internet; Comunicação em Rede e Cultura Digital; Políticas Relativas à Internet; Software Livre; Formatos e Padrões Abertos; e Aplicações Sociais de Tecnologia da Informação e Comunicação.
Fonte: Inovação Tecnológica
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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Cientistas revertem envelhecimento muscular em cobaias

Imagem do Google
Uma equipe de pesquisadores da Austrália e dos EUA conseguiu reverter o envelhecimento muscular em ratos.
Eles desenvolveram um composto que deu maior energia e maior tonicidade aos músculos, além de reduzir as inflamações e melhorar significativamente a resistência à insulina.
Contudo, a força muscular não foi recuperada.
"Estudo o envelhecimento em nível molecular há quase 20 anos e nunca pensei constatar que o envelhecimento pudesse ser revertido. Pensava que teria sorte se conseguisse desacelerá-lo um pouco," disse David Sinclair, da Universidade de Nova Gales do Sul (Austrália).
A rigor, contudo, o envelhecimento não foi revertido, mas tão somente a saúde dos músculos - ainda que este seja um feito notável se funcionar em humanos.
Segundo Sinclair, o composto desenvolvido pela equipe permitiu que ratos idosos e com problemas de saúde relacionados à idade apresentassem uma reversão em sua situação muscular em um prazo de uma semana.
A pesquisa favoreceu ainda a identificação de uma nova causa do envelhecimento, principalmente dos músculos, que é a comunicação entre os cromossomos do DNA do núcleo da célula e os cromossomos do DNA das mitocôndrias, responsáveis por fornecer a maior parte da energia necessária à atividade celular.
"O que descobrimos é que, no processo de envelhecimento, esses cromossomos não se comunicam", disse Sinclair.
Para alterar essa situação e "reverter o envelhecimento", os investigadores usaram uma molécula que elevou os níveis de nicotinamida adenina dinucleotídeo (NAD), que se mantém em níveis altos na idade jovem com dieta adequada e exercícios, mas diminui com o envelhecimento.
Segundo o grupo, será possível realizar testes semelhantes com humanos até o fim de 2014, embora terapias sejam outro assunto, e levarão muito mais tempo caso os resultados se confirmem.
No entanto, o método não representa uma "cura" para o envelhecimento. Outros aspectos, como encurtamento dos telômeros (que formam a estrutura das sequências genéticas) ou danos ao DNA continuam sem poder ser revertidos.
Fonte: Diário da Saúde
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terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Anatel vai licitar quatro espaços para lançamento de satélites

Imagem do Google
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vai leiloar espaços para lançamento de satélites que serão usados em serviços de telecomunicações e banda larga.
Serão oferecidas quatro posições orbitais para lançamento de satélites geoestacionários, com prazo de exploração de 15 anos, prorrogável por igual período.
Cada empresa poderá arrematar até dois direitos de licitação. O preço mínimo de exploração ainda será definido por uma comissão de licitação.
Segundo o conselheiro Marcelo Bechara, relator da proposta, o leilão será fundamental para aumentar a capacidade do Brasil de transportar informações via satélite, especialmente com a proximidade dos grandes eventos, e para a oferta de serviços de banda larga, sobretudo na Região Norte.
De acordo com Bechara, algumas empresas já se manifestaram dizendo que têm condições de lançar satélites para funcionamento durante a Copa do Mundo do ano que vem.
Poderão participar da licitação empresas brasileiras e com sede no país ou estrangeiras que comprometam-se a adaptar-se ou a constituir empresa com as características adequadas. O leilão também será aberto para pessoas jurídicas reunidas em consórcio.
O vencedor da licitação deverá pagar 10% da outorga antes da assinatura do termo de direito de exploração, e o restante poderá ser dividido em seis parcelas, com correção pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) mais 1% ao mês.
Fonte: Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Cachorros reconhecem rostos familiares

Cães reconhecem rostos familiares de humanos e cachorros, mostra estudo (Foto: Sanni Somppi)
Os cachorros têm a habilidade de diferenciar rostos de humanos e outros cães que conhecem das faces que não são familiares, mostra estudo publicado por pesquisadores da Universidade de Helsinki, na Finlândia. A habilidade, até então atribuída apenas aos humanos e possivelmente a outros primatas, foi testada enquanto os cachorros eram monitorados.
Os pesquisadores exibiram imagens de rostos de humanos e de outros cachorros familiares, além de outros que nunca haviam visto. O monitoramento do movimento dos olhos dos cães apontou que eles olhavam mais fixamente e profundamente para rostos e olhos familiares do que para os desconhecidos.
Apesar de ser conhecido o fato de que o contato dos olhos tem papel importante na comunicação entre cachorros e humanos, segundo os pesquisadores, este é o primeiro estudo em que o reconhecimento facial por parte dos cães foi pesquisado com o monitoramento do movimento dos olhos.
Além disso, constatou-se que os cachorros olharam para imagens de cachorros por mais tempo do que para imagens de humanos, independentemente da familiaridade dos rostos apresentados. Isso corresponde a um estudo prévio da mesma equipe, em que foi descoberto que cachorros preferem olhar rostos da mesma espécie do que para os de humanos.
Fonte: G1 Ciência e Saúde
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domingo, 22 de dezembro de 2013

Técnica simples coloca 10 vezes mais dados nas fibras ópticas

Foi uma questão de ajustar o formato dos pulsos para que 0s e 1s pudessem ficar mais próximos uns dos outros. [Imagem: Jamani Caillet/EPFL]
Mais dados na mesma fibra
Engenheiros suíços descobriram uma técnica para aumentar dramaticamente a capacidade de tráfego de dados nas fibras ópticas.
A melhor notícia é que a técnica utiliza as mesmas fibras ópticas que já estão instaladas e sendo usadas no mundo todo.
A técnica, conceitualmente simples, consiste em reduzir o espaço entre os pulsos de luz que transportam os dados.
Mas a simplicidade é apenas aparente, já que ninguém havia conseguido fazer isso antes.
"Desde que apareceram na década de 1970, a capacidade de dados das fibras ópticas aumentou por um fator de dez a cada quatro anos, impulsionada por um fluxo constante de novas tecnologias. Mas, nos últimos anos chegamos a um gargalo que cientistas de todo o mundo estão tentando romper," explica Camille Brès, da Escola Politécnica Federal de Lausanne.
Neste milênio não vinha sendo possível manter o ritmo de aumento na taxa de vazão de dados das fibras ópticas. [Imagem: Marcelo A. Soto/EPFL]
Questão de pulsos
A tecnologia atual exige uma separação larga entre os pulsos de luz para que não haja interferência entre bits que se aproximem demais.
De forma simplificada, em uma fibra óptica o pico de um pulso de luz representa um 1, enquanto o vale entre dois pulsos representa um 0.
Para reduzir o espaço entre dois pulsos sem que um interfira com o outro, a equipe usou um tipo especial de onda conhecida como pulso de sincronização Nyquist, que tem um cume pontudo, em lugar do tradicional desenho de onda senoidal.
"Esses pulsos têm um formato mais pontudo, o que permite que eles se encaixem. Há ainda alguma interferência, obviamente, mas não nos locais onde nós efetivamente lemos os dados," explicou a pesquisadora.
Segundo ela, os pulsos de encaixar foram gerados com "99% de perfeição", o que permite teoricamente aumentar a quantidade de informações que trafegam em uma fibra óptica em 10 vezes.
Os pulsos de sincronização Nyquist encaixam-se uns nos outros, sem perder os picos (1s) e sem descaracterizar os vales (0s). [Imagem: Marcelo A. Soto et al./NatComm]
Sincronização Nyquist
De forma simplificada, o formato de um pulso é determinado pelo seu espectro. Para gerar esses pulsos em formato de serra, o espectro precisa ser retangular, o que significa que todos os pulsos devem ser da mesma intensidade. Isso foi conseguido com um dispositivo padrão conhecido como grade de frequências.
Tudo pode parecer mesmo simples, mas, segundo a equipe, é um feito histórico, uma vez que ninguém até agora havia conseguido tirar proveito prático dos pulsos de sincronização Nyquist.
Como a tecnologia é totalmente óptica e baseada apenas em componentes já em uso, os pesquisadores acreditam que ela poderá ser utilizada de forma praticamente imediata.
Fonte: Inovação Tecnológica
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Homenagem dos alunos do 3º ano ao professor Paulo Robson

Prof. Paulo Robson, Naraiane Sousa e seus pais.
Foto: Sempre ele, João Alves, o Garoto Beleza
É com grande orgulho e satisfação que transcrevo aqui, homenagem recebida durante a cerimônia de colação de grau das turmas de terceiro ano da escola Santa Tereza, representadas pela oradora Naraiane Sousa, realizada na noite deste sábado, 21.

São palavras como estas que nos dão a certeza de que nossa escolha tem sido a correta e que nosso trabalho vem sendo positivo.

Tão gratificante como qualquer conquista alcançada durante nossa jornada profissional é o reconhecimento de nosso esforço e dedicação para contribuir significativamente com a educação de nossos munícipes.

“HOMENAGEM AO PROFESSOR

É difícil escolher palavras para definir uma pessoa tão especial, e que contagia a todos com o simples fato de sorrir. Autoridade máxima, responsabilidade total, uma pessoa justa e sincera, é claro que causa um “certo medo”, nas suas aulas ninguém quer chegar atrasado.

Uma pessoa super dedicada que sempre amou aquilo que faz, e sem medo enfrentou todos os obstáculos que a vida colocou em seu caminho. Várias oportunidades foram surgindo, graças a sua competência. É claro que as coisas não vem soltas ao vento, e para consegui-las primeiro temos que conquista-las, e foi o que você fez PAULO ROBSON.

Mais o que você não imaginava era que tudo fosse vir ao mesmo tempo, e que entre várias oportunidades você teria que fazer apenas uma escolha. Deixar de lado algumas coisas que você sempre fez foi um grande desafio por isso a palavra guerreiro encaixa perfeitamente em você. Não sabemos se um simples agradecimento, talvez um obrigada, seja o suficiente para agradecermos tudo que você já fez pra gente. Por nos motivar a levantar a cabeça e sempre seguir em frente, você não foi apenas um professor, você foi e sempre será um grande amigo.

Não é fácil passar para o papel aquilo que sentimos dentro de nós, e falar de uma pessoa que se diz ser a perfeição é basicamente impossível, já que não podemos negar que o que você diz é verdade. Você não é bonito apenas por fora, sua beleza interior é bem maior, iremos sentir muita falta de sua companhia, queremos dizer que continue sendo essa pessoa maravilhosa que você é, e nunca perca sua autoridade, pois é isso que faz você um ótimo educador e amigo. Pode contar sempre com a gente, pois qualquer favor não será suficiente para agradecer o que você já fez por nós.

Muito obrigada por tudo, obrigada”.


NARAIANE SOUSA

Muito obrigado Naraiane, muito obrigado alunos do 3º ano de 2013 da Escola Santa Tereza. Guardarei com muito amor cada palavra.

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sábado, 21 de dezembro de 2013

Epilepsia: O que é, como tratar e como evitar o preconceito

Imagem do Google
A epilepsia é um distúrbio neurológico crônico, sobre o qual há muito desconhecimento e muitos preconceitos.
Historicamente, as pessoas com essa doença enfrentam um estigma que ignora o que é realmente a epilepsia.
Nesta entrevista, o professor de neurologia William Tatum, da Clínica Mayo (EUA), esclarece os principais pontos sobre a doença e seus tratamentos.
O que é epilepsia?
Epilepsia é um distúrbio neurológico caracterizado por crises espontâneas e recorrentes.
Os sintomas das crises epilépticas variam. E há vários tipos de crises epilépticas, entre as quais a convulsão. Algumas pessoas com epilepsia simplesmente mantêm um olhar fixo e vago por alguns segundos, durante uma crise. Outras perdem a consciência ou contorcem seus braços e pernas repetidamente.
Na maioria dos casos, a crise epiléptica é indolor.
A epilepsia é um distúrbio neurológico, no qual a atividade das células nervosas no cérebro é alterada, causando a crise.
Quais são as falácias e mitos sobre a epilepsia?
Algumas pessoas pensam, erroneamente, que é uma doença contagiosa ou infecciosa. Outro mito é o de que a pessoa pode engolir sua língua durante um ataque. Algumas pessoas pensam que todos os pacientes com epilepsia sofrem de deficiência mental.
A epilepsia pode ser causada por um dano cerebral?
Pode, especialmente em crianças. Há várias causas da epilepsia. Dois grupos etários comumente afetados pela epilepsia são as crianças muito novas, com menos de 1 ano de idade, e a população idosa.
Os bebês podem ser afetados por traumas de nascimento e vários defeitos metabólicos ou por malformações congênitas do cérebro. Entre os idosos, problemas como acidente vascular cerebral, demência e doença de Alzheimer são causas significativas de epilepsia.
Quais são as principais causas da epilepsia?
As causas variam desde infecções, tais como meningite e encefalite, a trauma pré-natal, trauma causado por acidentes, fatores genéticos, tumores cerebrais ou acidente vascular cerebral. Em pessoas com mais de 65 anos, acidente vascular cerebral e problemas vasculares são as principais causas.
A epilepsia é mais comum em homens ou mulheres?
A epilepsia afeta homens e mulheres da mesma forma.
Como a doença pode afetar a vida de uma pessoa? Quem sofre de epilepsia pode, por exemplo, dirigir um carro?
Normalmente, não é permitido a uma pessoa, com crises frequentes de epilepsia, dirigir um carro. Por causa da imprevisibilidade das crises, o risco é alto de acidente de carro, queda ou afogamento. Pessoas com epilepsia têm permissão para dirigir quando a situação está sob controle. Mas a duração do tempo considerado sem crises varia de estado para estado, de país para país.
Por que as pessoas têm vergonha dessa doença?
Os pacientes não sentem vergonha, no sentido estrito da palavra, mas podem ficar constrangidos se uma crise é observada por outras pessoas. Um paciente que sofre crises epilépticas nunca sabe realmente quando o próximo momento constrangedor vai acontecer ou onde. Ele pode estar participando de um evento público ou de uma reunião familiar e, de repente, acordar e ver muitas pessoas em torno dele, perguntado se está tudo bem. Isso pode ser embaraçoso para ele e pode levá-lo a se afastar de situações sociais e reduzir sua qualidade de vida.
Devido aos estigmas associados à falta de entendimento da epilepsia como um problema médico, as crises epilépticas podem provocar fortes reações emocionais em observadores.
Todos sabem que existem celebridades que se tornam defensoras de pacientes com algumas doenças. Por exemplo, Jerry Lewis defendeu os pacientes com distrofia muscular. Michael J. Fox defende os pacientes com doença de Parkinson.
No caso da epilepsia é um pouco diferente, por causa do medo gerado pelo desconhecido nos outros e o estigma associado à doença. É preciso promover mais a conscientização sobre a epilepsia, porque, afinal, ela é o terceiro distúrbio mais comum que vemos em neurologia.
Existem bons tratamentos disponíveis, novas opções com medicamentos e novos tipos de cirurgia, que podem melhorar a vida dos pacientes, quando os tratamentos contra as crises epilépticas se mostram ineficazes.
Quais são os novos tratamentos para epilepsia?
Os novos tratamentos incluem um número crescente de novos medicamentos, cirurgia do cérebro, incluindo cirurgia a laser, estimuladores neurológicos que detectam a atividade do cérebro e usam a atividade elétrica para interromper as crises, quando elas ocorrem, e dietas especiais que ajudam no tratamento da epilepsia.
A ablação a laser é o método cirúrgico menos invasivo para pacientes em que os medicamentos ou estimulação neurológica já não produzem efeitos ou para aqueles que estão prontos para a transição de um estimulador para maior independência. A ablação a laser pode ser vantajosa para pacientes que não tem outra opção. Ou para aqueles que já tentaram medicamentos diferentes e para os quais a cirurgia seria o próximo passo, mas não querem fazer uma cirurgia aberta da cabeça.
Na ablação a laser, um pequeno orifício é aberto na parte posterior da cabeça e uma sonda a laser é inserida através do cérebro, até atingir a área que foi identificada como a fonte das crises epilépticas. A terapia por ablação é realizada em minutos e a sonda é removida. A alternativa é a cirurgia aberta da cabeça, que resulta em um longo período de recuperação. Com a cirurgia a laser, a maioria dos pacientes podem retornar a casa no dia seguinte. É quase uma cirurgia do cérebro ambulatorial.
Fonte: Diário da Saúde
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sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Metal trincado cicatriza sozinho

Os grânulos da microestrutura cristalina do níquel migram pelas bordas para fechar a trinca. [Imagem: Guoqiang Xu/Michael Demkowicz]
Cura metálica
Foi um resultado tão inesperado que Guoqiang Xu e Michael Demkowicz, do MIT, nos Estados Unidos, inicialmente pensaram que se tratava de um erro nos seus experimentos.
Quando eles pegaram um pedaço de metal previamente trincado e o colocaram sob tensão - isto é, aplicaram uma força capaz de separá-lo em dois pedaços - o efeito verificado foi justamente o contrário, fazendo com que a fenda se fechasse e as duas extremidades voltassem a se fundir.
"Nós tivemos que voltar e verificar quando, em vez de aumentar [a rachadura], ela começou a se fechar. Primeiro, descobrimos que, na verdade, nada havia de errado. A próxima pergunta foi: 'Porque isso está acontecendo?', conta Demkowicz.
O resultado surpreendente, agora já devidamente esclarecido, poderá permitir criar peças metálicas que se autoconsertem, reparando danos nos estágios iniciais, antes que eles tenham a chance de se espalhar e ameaçar a estrutura inteira.
Disclinação
A explicação do ocorrido está em um fenômeno conhecido como disclinação, quando grânulos da microestrutura cristalina de um metal interagem com uma trinca, deslocando-se pelo metal.
"Nós descobrimos que há um mecanismo que pode, em princípio, fechar rachaduras sob qualquer tensão aplicada," garante Demkowicz.
A maioria dos metais - o experimento foi feito com níquel, usado para fabricar as chamadas superligas - é formada por minúsculos grãos cristalinos cujos tamanhos e orientações podem afetar a resistência e outras características do material.
O que a dupla descobriu é que, sob certas condições, o estresse mecânico "faz com que a microestrutura mude: ela pode fazer os grânulos do contorno migrarem. Essa migração dos grânulos do contorno é a chave para a cura da trinca," explica Demkowicz.
Tendo descoberto e elucidado o mecanismo, os pesquisadores planejam agora estudar como criar ligas metálicas de tal forma que eventuais rachaduras fechem-se sob cargas típicas de aplicações específicas.
Já existem técnicas para controlar a microestrutura das ligas metálicas, de forma que parece ser apenas uma questão de descobrir como alcançar um resultado específico.
Fonte: Inovação Tecnológica
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

ONU aprova resolução contra espionagem apresentada por Brasil e Alemanha

Imagem do Google
A Assembleia Geral da ONU aprovou o projeto de resolução sobre "O Direito à Privacidade na Era Digital", apresentado por Brasil e Alemanha no mês passado.
A resolução não é vinculante, mas tem peso simbólico e, apesar de não mencionar diretamente os EUA, é uma resposta às revelações feitas pelo técnico Edward Snowden sobre as ações de espionagem da Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA) e pelo serviço de inteligência britânico GCHQ.
Segundo as informações divulgadas por Snowden, a presidente Dilma Rousseff e a chanceler alemã, Angela Merkel, estavam entre os alvos da espionagem, assim como a Petrobras.
Para o Itamaraty, a aprovação do documento "demonstra o reconhecimento, pela comunidade internacional, de princípios universais defendidos pelo Brasil, como a proteção ao direito à privacidade e à liberdade de expressão, especialmente contra ações extraterritoriais de Estados em matéria de coleta de dados, monitoramento e interceptação de comunicações".
O Itamaraty considera ainda a resolução "inovadora, por expressar o reconhecimento de que os direitos dos cidadãos devem ser protegidos tanto offline quanto online".
Direitos reais e direitos virtuais
O documento aprovado, que trata de ações "extraterritoriais de Estados em matéria de coleta de dados, monitoramento e interceptação de comunicações" foi aprovado pelos 193 Estados-Membros das Nações Unidas.
Segundo a resolução, as pessoas devem ter garantidos, no ambiente digital, os mesmos direitos que têm fora dele.
As normas internacionais que fundamentaram a proposta conjunta são o Artigo 12 da Declaração Universal dos Direitos Humanos e o Artigo 17 do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos - que mencionam o direito à privacidade, a inviolabilidade de correspondência e a proteção contra ofensas.
De acordo com o Itamaraty, outra inovação da proposta adotada pela ONU é o reconhecimento dos direitos dos dados dos cidadãos tanto offline (fora da internet) como online. "Prevê, ainda, passos para dar continuidade ao diálogo e aprofundar discussões ao longo dos próximos meses, no âmbito das Nações Unidas, sobre o direito à privacidade nas comunicações eletrônicas", afirma nota divulgada pelo Ministério.
Fonte: Inovação Tecnológica
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Autocompletar do Google perpetua estereótipos?

A ferramenta Google Instant usa algoritmos complexos para adivinhar o que o usuário está querendo pesquisar a partir do momento em que ele começa a digitar. [Imagem: Reprodução]
A ferramenta Google Instant usa algoritmos complexos para adivinhar o que o usuário está querendo pesquisar a partir do momento em que ele começa a digitar.
Contudo, parece que os efeitos dessas sugestões podem ser mais sérios do que simplesmente ajudar os usuários a encontrar as informações mais rapidamente.
O recurso também perpetua estereótipos racistas, sexistas e homofóbicos - esta é a conclusão de Paul Baker e Amanda Potts, da Universidade de Lancaster (Reino Unido).
"É evidente que estas questões sugeridas aparecem porque são os tipos de perguntas que outras pessoas já digitaram no Google com uma frequência relativamente alta," escrevem Baker e Potts em um artigo na revista científicaCritical Discourse Studies.
"Também é provável que, uma vez que determinadas questões se tornam particularmente frequentes, elas vão ser clicadas com mais frequência, aumentando assim a sua popularidade ainda mais, de forma que continuarão a aparecer como autossugestões.
"Parece que os seres humanos já moldaram a internet à sua imagem, ensinando estereótipos aos motores de busca e até mesmo treinando-os para apressadamente apresentá-los como resultados de 'relevância máxima'," avaliam os pesquisadores.
Para estudar o assunto, a dupla dividiu as sugestões do autocompletar em categorias para proporcionar uma análise detalhada de como determinados grupos sociais - muçulmanos, judeus, cristãos, asiáticos e lésbicas - parecem estar associados com determinadas qualidades.
"Curiosamente, a categoria de controle 'pessoa' produziu proporcionalmente as perguntas mais negativas, que tendem a se concentrar em por que as pessoas se envolvem em comportamentos perniciosos," escrevem eles. "No entanto, também foram relativamente altas as proporções de questões negativas avaliativas para os negros, gays e homens."
Baker e Potts estão preocupados que os grupos que "ou constituem uma minoria ou estiveram sujeitos à opressão, agora ou no passado" possam estar sendo ainda mais estereotipados.
Fonte: Diário da saúde
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Tirar fotos para lembrar pode ajudar a esquecer

Imagem: Thinkstock

Um estudo publicado nos Estados Unidos revelou que tirar uma foto para ajudá-lo a lembrar de algo pode acabar tendo o efeito contrário.

Foi divulgada esta semana uma pesquisa mostrando que pessoas que tiram fotos de itens durante uma visita a um museu ficam menos propensas a se lembrar de detalhes do que aquelas que apenas olharam para os objetos.

Para um mundo cada vez mais acostumado a compartilhar fotos instantaneamente em redes sociais, essa é uma ótima lição.

"As pessoas costumam pegar suas câmeras quase sem pensar para registrar um momento a ponto de perder o que está acontecendo bem na frente delas", falou a cientista especializada em Psicologia Linda Henkel, da Universidade Fairfield, autora do estudo, publicado no periódico Psychological Science.



Henkel montou um experimento no museu da universidade, para onde estudantes foram levados em uma visita. No local, pediu-se que eles observassem certos objetos, fosse por fotografia, fosse olhando diretamente para eles.

No dia seguinte, sua memória dos objetos que viram foi testada, e os participantes da pesquisa se mostraram menos precisos no reconhecimento de itens que fotografaram, em comparação com aqueles que apenas os observaram.

"Quando as pessoas contam com a tecnologia para lembrá-las - contando com uma câmera para registrar um evento e, assim, não precisando voltar para lá toda a sua atenção -, ela pode ter um impacto negativo em como elas se lembram de suas experiências", afirmou em um comunicado.

Um segundo grupo ofereceu uma variação sutil das descobertas: aqueles que tiraram fotos de um detalhe específico do objeto usando o zoom da câmera pareceram preservar a memória do objeto, não só da parte focada, mas também das partes fora de enquadramento.

"Esses resultados mostram que o 'olho da mente' e o olho da câmera não são os mesmos", disse Henkel, acrescentando que a pesquisa sobre a memória indica que tirar fotos pode ajudar as pessoas a se lembrar somente se elas dedicarem algum tempo para observar e revisar.

"Para lembrar, temos de acessar e interagir com as fotos, em vez de simplesmente acumulá-las", concluiu a cientista.


Com informações de: Uol Notícias
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Janela inteligente distribui luz do Sol pelo ambiente

A janela espalha a luz do Sol de forma controlada, levando a iluminação natural para a parte mais interna do ambiente. [Imagem: Harfmann/Heikenfeld]
Luz inteligente
Já existem janelas que se fecham quando detectam chuva, janelas que controlam a temperatura, e até janelas que regulam a luz e o calor de forma independente.
Mas e que tal uma janela que distribua a luz do Sol uniformemente por todo o ambiente?
Quando o Sol incide sobre uma janela comum, a parte interna do ambiente não é afetada diretamente, enquanto a parte mais próxima da janela fica com luz demais, geralmente forçando a fechar as persianas e deixar tudo escuro.
Anton Harfmann e Jason Heikenfeld, da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, incomodaram-se justamente com esse dilema e criaram uma solução para ele que batizaram de SmartLight - "luz inteligente", em tradução livre.
A técnica consiste em uma série de minúsculas células eletrofluídicas e uma série de dutos vazios que espalham a luz do Sol de forma controlada, levando a iluminação natural para a parte mais interna do ambiente e diminuindo o excesso de luz nas proximidades da janela.
Segundo os dois pesquisadores, a tecnologia pode ser aplicada a qualquer tipo de edificação, de pequenos apartamentos a prédios comerciais.
Com um projeto inteligente de vitrais é possível iluminar também ambientes internos. [Imagem: Harfmann/Heikenfeld]
Células eletrofluídicas
As células eletrofluídicas, cada uma medindo apenas alguns milímetros quadrados, conduzem pelos microcanais um líquido com propriedades ópticas especiais, similares às do vidro.
A tensão superficial do fluido pode ser rapidamente manipulada para formar lentes ou prismas, controlando a passagem da luz pela célula e permitindo dirigir a luz.
Uma janela com a tecnologia SmartLight consome entre 10.000 e 100.000 vezes menos energia do que uma lâmpada convencional, o que permite que as células eletrofluídicas sejam alimentadas por células solares incorporados na própria estrutura.
Os pesquisadores agora estão trabalhando em um aplicativo que permita que a luminosidade seja controlada à distância, por um sistema sem fios.
Fonte: Inovação Tecnológica
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sábado, 14 de dezembro de 2013

Hubble capta imagens de vapor d'água em lua de Jupiter

NASA, ESA, L. Roth
Telescópio espacial Hubble mostra imagens captadas que parecem ser jatos de vapor d'água jorrando de uma lua do planeta Júpiter, Europa, o que poderia indicar condições para a existência de vida no satélite.

Pesquisadores dizem ter identificado excessos de oxigênio e hidrogênio no polo sul da lua, em estudo na publicação Science. Essas descobertas foram divulgadas durante a reunião anual da União Geofísica Americana em São Francisco, nos Estados Unidos.
Eles destacaram que a exploração de Europa deveria se tornar uma prioridade nas pesquisas espaciais. Os cientistas ainda não têm certeza, no entanto, da evidência dos jatos de vapor d’água, que, se confirmados, poderiam alimentar as esperanças da existência de um oceano subterrâneo na superfície da lua.
Se as previsões dos especialistas estiverem corretas, Europa se tornaria a segunda lua do sistema solar a apresentar jatos de vapor d’água.
Composição química
"A explicação mais simples é que o vapor d’água emergiu do subterrâneo de Europa", afirmou o cientista Lorenz Roth, do Southwest Research Institute, do Texas, responsável pelas pesquisas.
"A descoberta significa que futuramente poderemos investigar diretamente a composição química do ambiente potencialmente habitável da Europa sem a perfuração das camadas de gelo."
Está prevista para 2022 a próxima missão a Júpiter e a suas luas (são 64 ao todo), localizadas a 800 milhões de quilômetros do Sol.
"As descobertas são muito promissoras. Essas colunas (d’água) podem estar levando material do oceano. Talvez haja até moléculas orgânicas na superfície de Europa", disse à BBC James Green, diretor de divisão de ciência planetária da Nasa, a agência espacial americana.
Com informações de: IG Último Segundo
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