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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A casa do futuro com redes, fechaduras e padrões ativados com comandos de voz


A casa conectada é algo como um zeitgeist emergente, oferecendo aos consumidores de hoje um mundo doméstico dos sonhos em que todos os objetos da sua casa poderão ser controlados remotamente, sincronizados e ativados de acordo com padrões pré-definidos, de sistemas de aquecimento a iluminação personalizada, de cafeteiras a alarmes.
Durante a Pepcom, na segunda-feira, os vários hubs e subsistemas que permitirão tornar esta visão realidade estavam em demonstração em diversas mesas espalhadas ao redor do espaço de convenções; quem não ficava sem palavras ao ver diversos atores andando vestidos de personagens de O Mágico de Oz, ou então simplesmente encantado com vídeos de pessoas colocando tomates em sacolas plásticas nas enormes telas em HD das novas televisões – sim, tinha um vídeo assim, e eu parei para ver -; deve ter dado de cara com roteadores, termostatos, sistemas de alarme, sensores de movimentos, fechaduras e mais de empresas como Honeywell, Schlage, Nexia, e Revolv.
Essas – e outras empresas que não participaram da Pepcom, como a Iris - são orquestradoras de uma nova visão do lar moderno. A casa talvez seja vista agora menos como um espaço aconchegante definido pela personalidade das pessoas que vivem lá dentro do que uma constelação imersiva de objetos técnicos comunicando entre si sobre seus status e necessidades em tempo real. Nós vamos viver junto com sistemas familiares de coisas inteligentes, essas empresas dizem, e nossas casas vão ser habitadas por redes pré-programadas e responsivas para nossas necessidades mais impulsivas.
De fato, a noção de que esses dispositivos são, de certa forma, o futuro das famílias, está presente até mesmo em alguns dos equipamentos; veja, por exemplo, o sistema Mother de sensores de comunicação mostrado aqui na CES. “Ela sabe tudo sem precisar perguntar”, nos explica a empresa, ignorando as possíveis implicações sinistras disso. De fato, a Mother oferece “o sentido da vida”, nós lemos, operando “como cabeça de uma família de pequenos sensores conectados que vão se misturar à sua vida diária para torná-la serena, saudável e aprazível.”
Por:  Geoff Manaugh
Fonte: Texto e fotos; Gizmodo.uol
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