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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Astrônomos fotografam teia cósmica que sustenta Universo

Embora os autores do estudo acreditem que esta é a primeira imagem da teia cósmica, suas observações mostram a estrutura apenas à frente do quasar, não havendo, por enquanto, meios para demonstrar que ela se estende por todo o espaço. [Imagem: A. Klypin/J. Primack/S. Cantalupo]
Teia cósmica
Astrônomos acreditam ter capturado a primeira imagem das estruturas filamentosas de grande escala que se acredita preencherem o espaço.
Os cosmólogos calculam que a matéria no espaço intergaláctico está distribuída em uma vasta rede de estruturas filamentosas interligadas.
Essa estrutura, formada essencialmente por gás, passou a ser conhecida como teia cósmica, e existem diversas simulações computacionais que tentam ilustrá-la.
A grande maioria dos átomos existentes no Universo está nessa rede cósmica, incluindo o hidrogênio primordial, a matéria que teria "sobrado" do Big Bang e que não coalesceu para formar estrelas, planetas e outros corpos celestes.
Agora, astrônomos da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, nos EUA, e do Instituto Max Planck, na Alemanha, capturaram uma imagem de uma estrutura filamentosa desse tipo pela primeira vez.
Para isso, eles usaram a intensa radiação gerada por um buraco negro do tipo quasar - por estranho que pareça, eles puderam ver a teia cósmica porque ela foi "iluminada por um buraco negro".
Na verdade, o gás brilha sob ação da radiação emitida pelo quasar, o mesmo efeito que faz as lâmpadas fluorescentes acenderem.
A porção observada da teia cósmica tem um tamanho de cerca de 2 milhões de anos-luz, e está nas proximidades do quasar UM-287.
Contudo, embora os autores do estudo acreditem que esta é a primeira imagem da teia cósmica, suas observações mostram a estrutura apenas à frente do quasar - o restante da ilustração está baseado em simulações computacionais.
Ainda é necessário demonstrar que a estrutura filamentosa se estende por todo o espaço, o que outros grupos acreditam ser possível usando outros meios.
Fonte: Inovação Tecnológica
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