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segunda-feira, 3 de março de 2014

NASA anuncia sinais de vida em meteorito de Marte

Seção polida do meteorito de Marte mostrando túneis e microtúneis curvos. A barra de escala no canto inferior esquerdo é de 2 micrômetros.[Imagem: NASA]
Vida em meteorito de Marte
Uma equipe de cientistas da NASA anunciou ter encontrado indícios de movimento de água no interior de um meteorito marciano, reavivando o debate na comunidade científica sobre a vida em Marte.
Em 1996, um grupo de cientistas da NASA publicou um artigo na revista Science anunciando a descoberta de indícios biogênicos - estruturas geradas por processos biológicos - no meteorito Allan Hills 84001 (ALH84001).
A descoberta foi alvo pesado dos céticos, que afirmaram que as estruturas encontradas poderiam ser feitas de forma abiogênica - não ligada à vida.
Neste novo estudo, com membros da mesma equipe do estudo de 1996, o grupo descobriu estruturas profundas no meteorito marciano conhecido como Yamato 000593 (Y000593). O meteorito, com 13,7 quilogramas, foi encontrado no Glaciar Yamato, na Antártida, pela Expedição de Pesquisa Antártica do Japão, em 2000.
A equipe afirma que diferentes estruturas e características de composição dentro do meteorito Yamato sugerem processos biológicos que podem ter ocorrido em Marte centenas de milhões de anos atrás.
Esférulas embutidas em uma camada de um mineral chamado idingsita, formado pela ação da água. [Imagem: NASA]
Processos biogênicos
Foram encontrados dois conjuntos distintos de características associadas com argila marciana no meteorito.
O primeiro são túneis e microtúneis que abrem caminho ao longo do Yamato 000593. Os microtúneis observados apresentam curvas, formas ondulantes consistentes com texturas que sofrem alteração biológica, como as observadas em rochas basálticas terrestres.
O segundo conjunto de características consiste em esférulas microscópicas ensanduichadas entre camadas dentro da rocha, esférulas estas que são diferentes das camadas de carbonato e silicato em volta.
As esférulas são ricas em carbono em comparação com as camadas vizinhas, o que pode indicar que elas foram produzidas por processos biológicos.
"Estas amostras oferecem pistas da habitabilidade passada deste planeta. Conforme mais meteoritos marcianos sejam descobertos, a continuação dessas investigações irá, de forma coletiva, oferecer uma visão mais profunda sobre os atributos que são nativos do planeta Marte no passado. Além disso, conforme esses meteoritos são comparados com as observações robóticas em Marte sendo feitas atualmente, os mistérios do passado aparentemente mais úmido do planeta serão revelados," defende Lauren White, principal autora do novo estudo.
Fonte: Inovação Tecnológica
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