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sábado, 31 de maio de 2014

Pontapé inicial da Copa será dado por paraplégico

Vídeo publicado por Miguel Nicolelis no Facebook no dia 22 de maio mostra novos testes com exoesqueleto (Foto: Reprodução/Facebook/Miguel Nicolelis)
Foi concluído com êxito o último teste do projeto Andar de Novo, que fará com que um paciente paraplégico caminhe na Arena Corinthians e dê o pontapé inicial da Copa do Mundo no dia 12, disse na noite de quinta-feira (29) o neurocientista Miguel Nicolelis, que comanda o projeto.

Com o cumprimento desta etapa, a equipe de Nicolelis também comprovou a hipótese inicial do projeto de que seria possível uma pessoa paraplégica caminhar com a ajuda de uma estrutura robótica comandada pelo cérebro desse paciente.

"Agora nós temos os dados, evidentemente que nós teremos que analisá-los nos próximos meses. Mas nós temos primeiro a confirmação de que a ideia que foi proposta é factível, que ela é realizável, e ontem [quarta-feira] nós realizamos o teste da demonstração que nos foi pedido para a abertura da Copa, e conseguimos realizar como planejado", disse Nicolelis à Reuters por telefone.

Agora, a equipe de Nicolelis vai tratar com a Fifa sobre a logística da demonstração. "Agora nós vamos nos preparar para as condições de fazer num campo de futebol, com todos os dados que nós coletamos ao longo desses meses", disse.

O cientista acrescentou que, com a conclusão da parte científica, clínica e tecnológica do projeto, abrem-se novos caminhos de pesquisa nas áreas de reabilitação e melhora na qualidade de vida de pacientes portadores de doenças que geram paralisia.

Ele também afirmou que os detalhes do projeto "serão relatados numa série de artigos científicos".

"É a primeira vez que foi feito, com essa magnitude, com esse número de pacientes, com essa complexidade, um sistema que tem a intervenção direta do cérebro do paciente e também remete feedback tátil para o paciente", disse ele, se referindo ao exoesqueleto, estrutura robótica que permite que o paciente caminhe comandando o aparelho com o cérebro e sinta a sensação de caminhar novamente.

"Estão abrindo-se agora várias linhas de pesquisa com esses resultados desses 18 meses, que a gente pretende expandir aqui no Brasil como parte do consórcio Andar de Novo... Isso vai expandir dramaticamente o interesse de outros grupos de pesquisa nesta abordagem."

Após a demonstração na abertura da Copa, Nicolelis e sua equipe esperam "descansar razoavelmente" para somente depois anunciar os próximos passos do projeto.

Fonte: G1 Ciência e Saúde
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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Brasil busca parcerias para enviar sonda a asteroide

A sonda Aster usará motores iônicos desenvolvidos no Brasil. [Imagem: Missão Aster/Divulgação]

Missão Brasileira de Espaço Profundo - Aster
A Agência Espacial Brasileira (AEB) está patrocinando um esforço para buscar suporte para a 1ª Missão Brasileira de Espaço Profundo (Aster).
O projeto multi-institucional tem como objetivo construir e lançar uma sonda espacial para explorar o asteroide triplo 2001SN263, descoberto em 2008 na região entre Marte e Júpiter.
A AEB apresentou detalhes técnicos e científicos da Missão Aster a pesquisadores de várias instituições, além de buscar apoio financeiro entre as instituições de fomento.
"Nossa intenção é unir esforços para apoiar iniciativas como esta, que elevam os níveis de excelência e tecnologia no País", disse o presidente da AEB, José Raimundo Coelho.
Segundo o pesquisador Haroldo de Campos Velho, do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), a proposta é conseguir suporte técnico e financeiro para aquisição e montagem dos equipamentos que comporão a sonda espacial, como a plataforma, subsistemas, reforço na integração, na carga útil, bem como no rastreio, na guiagem e controle da sonda.
Na opinião do pesquisador, um dos destaques da sonda Aster será a utilização de propulsores iônicos desenvolvidos no Brasil.
Sonda em asteroide triplo
O asteroide triplo 2001SN263 é formado por um corpo central, com 2,8 quilômetros de diâmetro, e outros dois menores, com 1,1 quilômetro e 400 metros de diâmetro.
A principal meta científica da missão é a obtenção de dados físicos e dinâmicos dos três objetos, incluindo a determinação de seu tamanho, massa, volume, campo gravitacional e a velocidade de rotação de cada um deles.
Além disso, os cientistas esperam identificar a composição mineral dos asteroides.
A missão deverá ainda estimar a distribuição de massa do trio para entender as propriedades dinâmicas e orbitais de cada um deles e buscar indícios sobre como esse sistema triplo pode ter sido formado.
Além do INPE, já estão envolvidas no projeto as universidades Estadual de São Paulo (Unesp), de Brasília (UnB), Federal do ABC, Federal do Paraná (UFPR), Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Estadual de Feira de Santana (UEFS), de São Paulo (USP), o Observatório Nacional (ON) e os institutos Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Mauá de Tecnologia (IMT).
Fonte: Inovação Tecnológica
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Biochip detecta câncer antes que se desenvolva

Protótipo do microlaboratório, já na fase de testes. [Imagem: ICFO - The Institute of Photonic Sciences]

Hoje, a maioria dos cânceres é detectada no nível macroscópico, quando o tumor já é composto por bilhões de células e a doença está começando a avançar para uma fase mais madura.
Mas que tal diagnosticar o câncer antes que ele comece a progredir, enquanto ele está afetando algumas poucas células localizadas?
Isto agora é possível graças a um biochip desenvolvido pelo Instituto de Ciências Fotônicas (ICFO - Espanha), um pequeno dispositivo que incorpora os mais recentes avanços de áreas de ponta com nomes estranhos, como plasmônica, nanofabricação, microfluídica e química de superfícies.
O biochip é capaz de detectar concentrações muito baixas de proteínas no sangue que sinalizam a presença do câncer - os chamados biomarcadores.
Isso possibilita o diagnóstico da doença nas suas fases iniciais - a detecção do câncer em seus estágios iniciais é a chave para o diagnóstico e o tratamento bem-sucedido da doença.
Os sensores para detectar os biomarcadores são nanopartículas de ouro que atraem proteínas específicas que estiverem circulando no sangue. [Imagem: ICFO - The Institute of Photonic Sciences]
Com apenas alguns centímetros quadrados, o biochip - também chamado microlaboratório, ou lab-on-a-chip - contém vários pontos de detecção distribuídos através de uma rede de microcanais, o que lhe permite realizar várias análises simultaneamente.
Os sensores para detectar os biomarcadores são nanopartículas de ouro quimicamente programadas com um anticorpo do receptor, de tal modo que elas atraem proteínas específicas que estiverem circulando no sangue.
Quando uma gota de sangue é injetada no microlaboratório, ela circula pelos microcanais e, se os biomarcadores de câncer estiverem presentes no sangue, eles vão grudar nas nanopartículas conforme circulem pelos microcanais.
Quando as proteínas grudam nas nanopartículas, isso cria um efeito conhecido como "ressonância plasmônica", que pode ser detectado.
Mais do que isso, o dispositivo detecta a magnitude da ressonância plasmônica, que está diretamente relacionada com a concentração de biomarcadores no sangue do paciente - quanto mais proteínas indicadoras do câncer, mais forte é o sinal.
Isto permite a avaliação direta do risco de o paciente desenvolver o câncer, ou se ele continuará apenas com uma anomalia que não irá progredir e não precisará ser tratada.
Fonte: Diário da Saúde

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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Google fabricará seus próprios carros sem motorista

O carro do Google tem uma carinha "amigável" para ajudar as pessoas a aceitar a tecnologia. [Imagem: Google/Divulgação]
O Google pretende ir mais longe com seus carros sem motorista do que parecia a princípio.

Em vez de adaptar veículos de outras montadoras para a sua tecnologia de direção robotizada, a empresa anunciou que começará a construir seus próprios carros autocondutores.

O carro terá apenas um botão de para e anda, mas nenhum controle, volante ou pedais. Detalhes sobre como o passageiro inserirá o trajeto no veículo ainda não foram divulgados, mas presume-se que isso possa ser feito pelo celular, tablet ou por uma tela no painel.

As primeiras poucas fotos do veículo mostram um carro urbano com uma carinha "amigável" que lembra os emoticons. Segundo a empresa, o design pretende fazê-lo parecer não ameaçador e ajudar as pessoas a aceitar a tecnologia de autocondução.

O veículo, ainda sem nome, acomoda duas pessoas, terá propulsão totalmente elétrica e, no início do programa, sua velocidade máxima será limitada a 40 km/h para garantir a segurança.

"Estamos realmente entusiasmados com este veículo - é algo que vai nos permitir realmente fazer avançar as capacidades da tecnologia de autocondução, e entender suas limitações," disse Chris Urmson, diretor do projeto de carros sem motorista da empresa durante apresentação do projeto em uma conferência na Califórnia.

Imagem: Google divulgação
Preocupações com a segurança

Mas não é só a aparência da parte frontal do carro que é diferente.

A dianteira do veículo foi concebida para ser mais segura para os pedestres, com um material macio semelhante a espuma em lugar do tradicional para-choques.

O para-brisas também é mais flexível, o que pode ajudar a reduzir lesões em casos de acidentes.

O veículo sem motorista usa uma combinação de sensores laser e radar, juntamente com os dados da câmera montada no teto, para dirigir de forma autônoma.

Os trajetos dependerão dos mapas do Google, que já tem roteiros elaborados especificamente para o programa, e testados em frota atual da empresa de veículos sem motorista adaptados - a empresa afirma já ter rodado mais de um milhão de quilômetros com eles.

Para os primeiros testes, serão instalados controles extras para que os pilotos de testes do Google possam assumir o controle se houver um problema - os controles poderão ser plugados e retirados do veículo conforme a necessidade.

A empresa planeja construir uma frota de cerca de 200 carros em uma fábrica em Detroit, para usá-los para uma nova etapa de testes da tecnologia de autocondução, que só agora começará a ser avaliada em condições reais de tráfego urbano.

"Vamos ver estes veículos nas estradas dentro de um ano," garantiu Urmson.

Fonte: Inovação Tecnológica
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terça-feira, 27 de maio de 2014

O que pensam as companheiras de homens com ejaculação precoce?

Este é mais um estudo que mostra que muitos homens parecem não saber o que significa "fazer sexo" - enquanto isso, especialistas garantem que boas relações sexuais duram minutos, e não horas.[Imagem: Wikimedia]
A ejaculação prematura, ou precoce, é uma das disfunções sexuais masculinas mais comuns.

Mas, obviamente, a condição não afeta apenas os homens - ela afeta também as suas parceiras.

Foi isso que motivou a pesquisa realizada por Andrea Burri, psicóloga da Universidade de Zurique (Suíça).

Para evitar desvios de natureza cultural, a pesquisadora entrevistou mais de 1.500 mulheres no México, Itália e Coreia do Sul.

Os resultados surpreenderam.

Segundo a Dra. Andrea, não é a duração curta do ato de fazer amor que é considerada primariamente como a principal fonte de frustração sexual da maioria dessas mulheres cujos maridos apresentam a condição.

O que elas não gostam mesmo é do fato de que o homem fica focado demais em retardar a ejaculação.

Como resultado, ele ignora as necessidades sexuais da mulher e é incapaz de satisfazer seus desejos.

Para a maioria das mulheres entrevistadas, uma sexualidade satisfatória não consiste apenas das relações sexuais, mas também inclui beijar, acariciar e outras formas de estimulação sexual, todas consideradas igualmente importantes.

Se o homem está preocupado principalmente com o seu problema - a ejaculação precoce - e, assim, com o seu desempenho, essas necessidades são ignoradas.

O intercurso sexual fica então cada vez mais determinado pelo tempo e não "como nós gostamos e o que é bom para nós," afirmam as entrevistadas.

"No longo prazo, a mulher torna-se angustiada e frustrada. De forma muito semelhante ao que ocorre com o homem [com ejaculação precoce], ela evita o contato sexual por medo de rejeição e pelo trauma resultante para sua própria sexualidade," explica Andrea.

A mulher sofre, assim, uma perda de qualidade de vida, e pode chegar a colocar o relacionamento em questão - mas por motivos diferentes do que o homem pode julgar.

Outro resultado interessante é que são principalmente as mulheres que não percebem o intercurso sexual como o aspecto central da sexualidade - priorizando a criatividade sexual - as que sofrem mais com a atenção unilateral do homem focado na duração do ato.

"Curiosamente, um coito duradouro é importante principalmente para as mulheres que não têm qualquer dificuldade em chegar ao clímax," explica Andrea.

Para as mulheres que raramente atingem o orgasmo - incluindo as que dizem nunca experimentá-lo - quanto tempo dura o coito não é uma questão central.

Em vez disso, o ato sexual serve para estabelecer e experimentar intimidade e compromisso com o parceiro - e, isso sim, deve durar.

Fonte: Diário da Saúde
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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Calor do corpo é usado para gerar eletricidade

Gerador termoelétrico flexível gera energia a partir da diferença de temperatura entre o corpo humano e o ar ambiente.[Imagem: KAIST]
Gerador termoelétrico

Que tal trocar as baterias por um gerador que produza eletricidade aproveitando o calor do seu corpo?

Esta é a proposta de um novo gerador termoelétrico flexível, fabricado à base de um tecido de fibra de vidro por Sun Jin Kim e seus colegas do instituto KAIST, na Coreia do Sul.

Basicamente dois tipos de geradores termoelétricos, ou nanogeradores, têm sido desenvolvidos - com materiais orgânicos ou com materiais inorgânicos.

Os geradores termoelétricos orgânicos utilizam polímeros, ou plásticos, que são altamente flexíveis e compatíveis com a pele humana, o que os torna ideais para roupas eletrônicas, ou e-tecidos, e para aparelhos eletrônicos de vestir.

Porém, os polímeros têm uma potência de saída muito baixa - eles produzem pouca energia.

Os geradores termoelétricos inorgânicos produzem bastante eletricidade, mas são pesados, rígidos e volumosos.

A cerâmica normalmente utilizada nos geradores termoelétricos foi substituída por um tecido de fibra de vidro, dando flexibilidade ao gerador. [Imagem: KAIST]
Tecido gerador de eletricidade

A equipe coreana lançou então um novo conceito: um gerador termoelétrico feito de materiais inorgânicos, de alta eficiência, mas que substitui os substratos - normalmente de cerâmica ou alumina - por um tecido flexível.

Para isso foram sintetizados dois tipos de materiais termoelétricos em estado líquido, um tipo negativo (Bi2Te3) e outro tipo positivo (Sb2Te3).

Como são líquidos - na verdade, um tanto pastosos - eles podem ser aplicados em um tecido usando uma técnica de impressão similar à serigrafia, usada para pintar camisetas.

Os materiais formam "pontos" dos tipos positivos e negativos mesclados na malha do tecido, compondo um tecido gerador de energia que pode ter espessuras na faixa dos micrômetros.

"O próprio tecido de vidro serve como substrato superior e inferior do gerador termoelétrico, mantendo os materiais termoelétricos inorgânicos no meio. Esta é uma abordagem bastante revolucionária para conceber um gerador, reduzindo significativamente o peso do nosso gerador (~ 0,13g/cm2), que é um elemento essencial para eletrônicos de vestir," disse o professor Byung Jin Cho, líder do grupo.

Um dos protótipos, em formato de pulseira, gera cerca de 40 mW de energia elétrica a partir da diferença de temperatura entre a pele humana e o ar ambiente.

Fonte: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Aprenda a diferenciar gripe de resfriado

Só recentemente os cientistas concluíram o mapeamento genético de todos os vírus do resfriado - mas a possível cura do resfriado pode vir do entendimento de como o corpo reage aos vírus. [Imagem: Wikipedia]
O que você deve fazer quando tem gripe é muito diferente do que você deve fazer quando tem um resfriado.

No caso de uma gripe, um "pré-diagnóstico" do próprio paciente pode ser determinante para que ele tome a decisão de procurar atendimento e seja medicado de forma adequada ainda nas primeiras 72 horas do início dos sintomas.

Mas, para isso, é necessário saber identificar, de forma simples e rápida, as diferenças básicas entre gripes e resfriados.

Um é lento, o outro "derruba"

Tanto gripes quanto resfriados são doenças infecciosas virais. A gripe é causada pelo vírus Influenza e o resfriado, principalmente, pelo Rinovírus - há pelo menos 100 linhagens diferentes do resfriado comum.

As diferenças giram em torno da agressividade dos sintomas, que são muito mais fortes nos casos de gripe.

A gripe, por exemplo, pode gerar pneumonia e até levar ao óbito, o que torna imprescindível a visita a um médico.

"É muito importante que o paciente tenha uma noção das diferenças e, caso desconfie de que esteja gripado, procure um médico e jamais ignore a doença. A gripe é uma doença tão séria que possui um tratamento e uma vacina específicos, enquanto o resfriado, não", explica o infectologista Ralcyon Teixeira, do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo,.

Segundo ele, o resfriado costuma surgir lenta e gradativamente, enquanto os sintomas da gripe surgem sempre de forma repentina, "derrubando" a pessoa.

Outro aspecto importante é que sintomas como espirro e coriza são quadros típicos de resfriados, e não de gripe.

Gripe exige ida ao médico

Em pessoas saudáveis, a gripe se caracteriza pela combinação de tosse seca, febre com mais de 38ºC e mais um sintoma. Para quem está em situação de risco, no entanto, não é preciso apresentar um terceiro sintoma. A visita ao médico é recomendável já pelo fato de febre e tosse se manifestarem juntas.

São considerados pacientes com perfil de risco maior para as complicações da gripe os transplantados, pacientes com problemas renais ou pulmonares, cardiopatas, gestantes, hipertensos, diabéticos, puérperas (que deram à luz há menos de 45 dias), indígenas, crianças pequenas, idosos, obesos e pessoas com baixa imunidade.

Já os resfriados são mais brandos, dificilmente geram complicações graves como a pneumonia e não possuem tratamento específico. Quem fica resfriado pode se tratar em casa com repouso, boa hidratação, alimentação saudável, além de antitérmicos e analgésicos de costume, quando necessário.

Prevenção

Resfriados e gripes têm prevenção parecida: lavar bem as mãos com água e sabão, uso de álcool gel para higienização, manter ambientes ventilados e evitar o contato com pessoas gripadas ou resfriadas.

No caso da gripe, há ainda a vacina disponível na rede pública para os grupos considerados mais vulneráveis, como gestantes, idosos e crianças menores de cinco anos de idade. Ela previne contra os três tipos principais de vírus Influenza em circulação.

Segundo o especialista, há cinco perguntas básicas para identificar se você tem gripe ou resfriado.

Tenho febre - Qual a temperatura?

Pode estar relacionada tanto à gripe quanto ao resfriado, mas a diferença fica por conta da intensidade. Resfriados causam febres de no máximo 38 graus, enquanto temperaturas que vão além disso podem ser entendidas como um sintoma claro de gripe;

Como começou?

O resfriado se instala de forma lenta e gradativa, enquanto a gripe sempre acontece de forma repentina e rápida, "derrubando" o paciente "de uma hora para outra".

Estou tossindo - Como é a tosse?

É um sintoma marcante da gripe, especialmente a tosse seca. Se for este o caso, fique em alerta. Resfriados não causam tosse ou apresentam o sintoma apenas na reta final da doença;

Está espirrando?

O espirro, a coriza e o nariz vermelho, ao contrário do que se imagina, são características bem peculiares do resfriado e não da gripe. Quadros de gripe quase não apresentam irritação relacionada às narinas (vias respiratórias altas);

Há quanto tempo?

Resfriados duram em média de três a quatro dias. Gripes duram em média sete dias.

Fonte: Diário da Saúde
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Cientistas criam "árvores moles" para indústria do papel

Ativistas do meio ambiente lançaram preocupações sobre o cruzamento dessas "árvores moles" com espécies nativas, o que poderia ser desastroso para o meio ambiente.[Imagem: University of British Columbia]
Cientistas introduziram modificações genéticas em árvores para tornar mais fácil a produção de papel e de biocombustíveis.

Segundo eles, isso significa que será necessário usar menos produtos químicos e menos energia, além do que essas indústrias produzirão menos poluentes ambientais.

Por outro lado, ativistas do meio ambiente lançaram preocupações sobre o cruzamento dessas "árvores moles" com espécies nativas, o que poderia ser desastroso para o meio ambiente.

Árvores geneticamente modificadas

"Um dos maiores obstáculos para a indústria de papel e celulose, bem como para a indústria de biocombustíveis, é um polímero encontrado na madeira, conhecido como lignina," explica Shawn Mansfield, da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá.

A lignina é uma parte substancial da parede celular da maioria das plantas e dificulta o processamento da madeira para a fabricação de celulose, papel e biocombustíveis.

Atualmente, a lignina precisa ser removida, um processo que emprega produtos químicos e energia e gera uma porção de poluentes.

A solução apresentada pelo Dr. Mansfield e sua equipe consiste em utilizar a engenharia genética para modificar a lignina, tornando-a mais fácil de quebrar.

Eles descobriram um gene em uma planta chamada angélica chinesa que muda a consistência da lignina, tornando-a mais fácil de quebrar, e introduziram esse gene em álamos, uma das árvores mais exploradas comercialmente no hemisfério norte.

Seus resultados indicaram que é possível extrair quase o dobro da quantidade de açúcar das plantas geneticamente modificadas em comparação com o álamo natural.

Árvores raquíticas

Outros pesquisadores já haviam tentado resolver o problema da lignina reduzindo sua quantidade nas árvores introduzindo genes supressores.

No entanto, o que eles obtiveram foram árvores raquíticas ou suscetíveis ao vento, neve, pragas e patógenos - em uma palavra, árvores mais fracas.

Segundo o Dr. Mansfield, a modificação genética é de fato uma questão controversa, mas, no caso das árvores, é possível inibir a proliferação dos genes nas florestas naturais.

Suas propostas, porém, parecem ser tão frágeis quanto as árvores que ele está produzindo: cortar as árvores antes que elas atinjam a maturidade sexual, não cultivá-las próximo às florestas naturais ou tentar tornar as árvores estéreis.

Fonte: Inovação Tecnológica
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terça-feira, 20 de maio de 2014

Esforço e dedicação explicam sucesso acadêmico de asiáticos

Imagem do Google
O sucesso acadêmico dos alunos de origem étnica asiática, em comparação com aqueles de origem europeia, é melhor explicado por questões culturais, como a ética de trabalho e a valorização do esforço pessoal, do que por supostas vantagens inatas.
A conclusão é de dois cientistas sociais sino-americanos que compararam os alunos das duas ascendências em escolas nos Estados Unidos.
Eles queriam verificar se a vantagem acadêmica dos asiáticos - eles saem-se sistematicamente melhor na escola - seria causada por fatores socioeconômicos ou genéticos.
Contudo, não foram encontradas correlações fortes em nenhum dos dois aspectos - as crianças de origem asiática não se saem melhor em testes gerais de inteligência do que as crianças de outras etnias, por exemplo.
"Nós concluímos que a vantagem educacional dos asiático-americanos sobre os brancos é atribuível principalmente ao maior esforço acadêmico dos estudantes asiáticos, e não a vantagens em capacidades cognitivas testadas ou sociodemográficas," afirmam eles.
O artigo conclui que a principal explicação é cultural, especificamente a "crença de uma conexão entre esforço e êxito" e a tradição das comunidades de asiáticos expatriados de oferecer apoio aos imigrantes recém-chegados.
Isso inclui "informações vitais para navegar o sistema educacional" e "legitimação das crenças" sobre trabalho e sucesso, segundo os pesquisadores.
Amy Hsin (Universidade da Cidade de Nova Iorque e Yu Xie (Universidade de Michigan) publicaram seus resultados na revista PNAS.
Fonte: Diário da Saúde
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segunda-feira, 19 de maio de 2014

Telescópio Hubble flagra efeitos da interação entre duas galáxias

Imagem mostra a galáxia NGC 4485, deformada pela interação com a galáxia NGC 4490; esta última não aparece no enquadramento, mas fica no canto direito inferior à imagem (Foto: Nasa/AFP)
O telescópio espacial Hubble flagrou os efeitos da interação entre duas galáxias da constelação Canes Venatici (ou Cães de Caça). A imagem, divulgada pela Nasa, ressalta o formato irregular da galáxia NGC 4485, que no passado já apresentou formato espiral.

A deformação se deu porque parte da galáxia tem sido arrastada em direção a uma segunda galáxia, chamada NGC 4490.
De acordo com a Nasa, a interação entre o par de galáxias, que recebeu o nome de Arp 269, é um fenômeno interessante de ser observado para a melhor compreensão das colisões galácticas.
Segundo a agência espacial americana, as duas galáxias já chegaram à menor distância possível uma da outra e agora estão se separando. As estrelas brilhantes no canto inferior direito da imagem e os aglomerados de cor laranja são tudo o que conecta o par de galáxias atualmente.
Muitas dessas estrelas só existem graças ao "romance passageiro" entre as duas galáxias, de acordo com a agência espacial. Isso porque, quando galáxias interagem, hidrogênio é compartilhado entre elas, levando a intensas explosões de formação de estrelas.
Fonte: G1 Ciência e Saúde
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sábado, 17 de maio de 2014

A brazuca, a bola da Copa, é construída com tecnologia da NASA

Para especialistas, novidades tecnológicas fazem da Brazuca uma bola melhor que a Jabulani. [Imagem: Adidas/Divulgação]

Brazuca, a bola oficial da Copa 2014, é a 12º bola criada pela Adidas para os mundiais de futebol.
A empresa foi duramente criticada pela Jabulani, a bola oficial da África do Sul, em 2010.
"Sua trajetória é imprevisível", disse na época o goleiro italiano Gigi Buffon. "É sobrenatural", afirmou o atacante Luis Fabiano em 2010.
A empresa afirma, no entanto, que neste ano será diferente, e que a Brazuca proporciona uma "maior estabilidade no campo".
Especialistas em aerodinâmica também estão interessados em entender como a Brazuca se comportará durante a Copa.
1. Painéis em forma de hélice
A Brazuca conta com seis painéis, dois a menos do que os oito da Jabulani e os 14 da Teamgeist (a bola da Copa da Alemanha, em 2006) ou os 32 das bolas tradicionais.
Os painéis são termosselados, ou seja, são unidos com calor e não costurados a máquina, como na Jabulani.
E a Brazuca incorpora uma nova superfície, com pequenas protuberâncias para criar mais aderência.
A forma dos painéis e a maneira como são unidos são elementos cruciais, pois mudam a forma em que a bola agita o ar ao se deslocar.
2. Diferenças nas emendas
Simon Choppin, pesquisador do Centro de Engenharia de Esportes da Universidade Sheffield Hallam, na Inglaterra, analisou as uniões dos gomos da bola.
"Descobrimos que a profundidade das emendas da Jabulani é de cerca de 0,48mm, enquanto as da Brazuca têm 1,56mm - mais de três vezes. Por outro lado, medi a longitude das uniões de cada bola delineando-as com uma corda. A longitude total é cerca de 203 cm na Jabulani e 327 na Brazuca," relatou.
Choppin explicou que, quando uma bola se move no ar, suas emendas "agitam o ar, assim como a felpa de uma bola de tênis."
Apesar do menor número de painéis, as emendas mais profundas e longas aumentam uma das características cruciais: a rugosidade.
3. Rugosidade
"O mais importante em uma bola de futebol é seu grau de rugosidade, porque isso afeta a velocidade na qual se produz o máximo do chamado knuckling effect", disse Rabi Mehta, especialista em aerodinâmica do centro de pesquisa Ames, da NASA.
Esse efeito, também conhecido como knuckleball, é produzido quando a bola, movendo-se sem ou com pouca rotação, torna-se imprevisível e muda de direção ao alcançar certa velocidade.
"Quanto mais lisa a bola, maior a velocidade na qual ela produz esse efeito", disse o engenheiro da NASA. Para ele, o problema da Jabulani era justamente sua menor rugosidade.
"Na minha opinião, o que aconteceu é que, ao fazer uma bola mais lisa em 2010, a velocidade crítica para esse efeito aumento e coincidiu com a velocidade típica dos chutes livres, cerca de 80 quilômetros por hora.
"A velocidade crítica para esse efeito no caso da Brazuca é de cerca de 48 quilômetros por hora. Acredito, então, que ela se comportará mais como a bola tradicional de 32 painéis, por isso deve haver menos queixas do que as que vieram à tona no Mundial anterior," disse Mehta.
4. Vai mais longe
Uma bola rugosa também vai mais longe, e isso pode ser visto nas bolas de golfe.
"Todo mundo sabe que as bolinhas de golfe têm umas protuberâncias. Isso surgiu quando os 'caddies' praticavam golfe com bolas velhas e notaram que elas iam mais longe do que as novas", explicou o engenheiro Raúl Bertero, professor titular de Mecânica da Faculdade de Engenharia da Universidade de Buenos Aires.
5. O efeito Magnus
"Quando a bola não gira ou gira muito pouco, temos o chamado efeito knuckling. Quando gira, temos o efeito Magnus, que faz com que a bola tenha o efeito de uma curva," explica Rabi Mehta, da NASA.
Raúl Bertero explicou que esse efeito "é conseguido ao se fazer girar a bola sobre seu eixo. Ao fazer isso e ao avançar na corrente de ar, cada lado da bola passa por uma velocidade do ar distinta."
"Como a diferença de velocidade implica em uma diferença de pressão, a bola recebe uma força lateral - e isso se chama efeito Magnus."
6. A altitude
Segundo Bertero, o efeito Magnus varia com a altitude porque a densidade do ar é alterada.
Em 2013, ele se propôs a investigar se era factível o que havia dito o então técnico da Argentina, Daniel Passarella, quando sua seleção perdeu por 2 x 0 em uma partida eliminatória em 1996 em Quito, a mais de 2.700 metros de altitude: "Aqui, a bola não faz curvas."
"Propus-me a fazer um modelo do comportamento de uma bola em um planície e no estádio de Siles Suazo, na Bolívia, que está a 3.700 metros de altitude", contou o engenheiro.
Ele pegou como exemplo o famoso chute de Roberto Carlos, que colocou a bola no ângulo com uma curva espetacular, que deixou atônito o goleiro da França, Fabian Barthez, em um amistoso em 1997.
"Se essa mesma bola entra no ângulo na planície, vimos que em La Paz ela chega 4 metros fora do arco", explica. "Assim, Passarella, que foi muito criticado e ridicularizado, tinha razão. Na altitude, a bola faz menos curvas, mas não da mesma maneira."
7. Poliuretano
Os painéis da Brazuca são de poliuretano.
"Ao se passar das bolas de couro para esses materiais artificiais, como o poliuretano, as bolas se tornaram totalmente impermeáveis, de maneira que, quando chove, a massa da bola não muda", explica Mehta, da NASA.
No entanto, a água pode afetar outro aspecto: "Quando (o argentino) Riquelme vai bater um escanteio, ele seca a bola com a camiseta. Isso não é uma mania dele", disse o engenheiro Bertero. "Ele faz isso porque sabe, instintivamente, que a bola tem um comportamento diferente se está molhada. A água cobre os gomos e deixa a bola lisa - então o efeito que se quer dar com um determinado chute pode não funcionar por não haver essa rugosidade necessária."
Fonte: Inovação Tecnológica
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quinta-feira, 15 de maio de 2014

"Vamos encontrar vida no espaço neste século"

primeira exoTerra descoberta certamente é o primeiro de uma população de milhões de planetas similares ao nosso.[Imagem: NASA Ames/SETI Institute/JPL-Caltech]

Não é se, mas como eles são
Será que estamos sozinhos no Universo? Esta é uma pergunta que sempre estimulou a imaginação humana.
E, quanto mais aprendemos, mais improvável parece que a Terra seja um milagre solitário hospedando vida em meio a galáxias de planetas mortos.
Os cientistas agora já concordam que é apenas uma questão de tempo antes que encontremos outras formas de vida no Universo.
O assunto, que outrora já foi "proibido" no meio científico, foi discutido abertamente durante um evento promovido pela Comissão Europeia.
Mas exatamente como vamos encontrar nossos vizinhos extraterrestres - se serão apenas algumas células bacterianas ou sósias perfeitos do ET - eles ainda se arriscam menos.
Quem acredita em milagres?
"Nós vamos encontrar vida no espaço neste século," disse enfaticamente o Dr. Seth Shostak, astrônomo sênior do Instituto de Pesquisa de Inteligência Extraterrestre (SETI).
"Há 150 bilhões de galáxias além da nossa, cada uma com algumas dezenas de bilhões de planetas como a Terra. Se este é o único lugar no Universo onde alguma coisa de interessante está acontecendo, então isso é um milagre. E 500 anos de astronomia nos ensinaram que, sempre que você acredita em um milagre, você provavelmente está errado," completou Shostak.
Ele descreve a busca por vida extraterrestre como uma "corrida de três cavalos", que será provavelmente ganha ao longo dos próximos 25 anos.
Segundo ele, nós vamos encontrar a vida extraterrestre (1) nas proximidades, de forma microbiana em Marte ou numa das luas de Júpiter; (2) ou vamos encontrar provas nos gases produzidos por processos biológicos (fotossíntese, por exemplo) nas atmosferas de planetas em torno de outras estrelas; (3) ou ele próprio e sua equipe do SETI vão captar sinais de vida inteligente através de enormes antenas.
Eu levanto a mão
A Dra. Suzanne Aigrain, da Universidade de Oxford, que estuda planetas extrassolares, ou exoplanetas, representa o cavalo número dois nessa corrida.
Com base em seus estudos, ela também aposta que não estamos sós.
"Estamos muito perto de sermos capaz de dizer com um bom grau de certeza que planetas como a Terra, o que chamamos de planetas habitáveis, são bastante comuns [no Universo ]... É por isso que, quando alguém pergunta se eu acredito que há vida em outros planetas, eu levanto a minha mão, e faço isso como uma cientista porque o balanço das probabilidades é esmagadoramente alto," disse Aigrain.
Isso sem contar as exoluas, muitas delas com potencial para vida, assim como algumas das luas de Júpiter e Saturno em nosso Sistema Solar.
Muda tudo
Mas quando encontrarmos vida em outros planetas, ou interceptar um sinal de rádio de uma civilização alienígena, quais serão as consequências?
Encontrar um micróbio que não seja um micróbio terrestre vai nos dizer muito sobre a biologia, mas mesmo isso terá enormes consequências filosóficas.
Nas palavras do Dr. Shostak, "Isto literalmente muda tudo".
Fonte: Inovação Tecnológica

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quarta-feira, 14 de maio de 2014

Governador inaugura 101ª Escola Profissional em Nova Olinda


Os jovens de Altaneira, Nova Olinda e Santana do Cariri, municípios da região do Cariri, são os próximos beneficiados com a inauguração, nesta quinta-feira (15), às 17 horas, da Escola Estadual de Educação Profissional (EEEP) Wellington Belém de Figueiredo, a 101ª do Ceará. O governador Cid Gomes fará a entrega da nova unidade, localizada em Nova Olinda. O secretário adjunto da Educação, Idilvan Alencar, também estará presente na ianuguração.

Para construir, equipar e mobiliar, foram investidos R$ 10 milhões, oriundos dos Governos Federal e Estadual. Na unidade os estudantes farão, ao mesmo tempo, o Ensino Médio e um dos quatro cursos técnicos ofertados: Agronegócio, Edificações, Finanças e Redes de Computadores. A EEEP foi construída em Nova Olinda mas funcionará em regime de consórcio com atendimento aos estudantes dos três municípios. Cada curso ofertará matrícula para 15 alunos por município atendido. A escola tem capacidade para receber até 540 estudantes, em tempo integral, das 07 horas às 17 horas. A escola de número 101 faz parte da Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação (Crede) 18, sediada no Crato, que passou a contar com cinco unidades. As demais estão localizadas em Araripe, Campos Sales e no município sede da Crede. No Cariri, a rede de EEEPs agora é formada por 14 unidades e beneficia jovens de 13 municípios.

A estrutura é composta de 12 salas de aula, auditório, biblioteca, bloco pedagógico administrativo, laboratórios específicos para os cursos técnicos oferecidos, além dos de Línguas, Informática, Ciências e Matemática. Esta é mais uma construção que atende à concepção de qualidade para escolas de educação profissional. A obra é supervisionada pelo Departamento de Arquitetura e Engenharia(DAE), órgão vinculado à Secretaria da Infraestrutura (Seinfra).

Em 2008, o Governo do Estado deu início à implantação da rede de EEEPs, com 25 unidades. Atualmente, as unidades contam com uma matrícula de 40 mil estudantes. Até o final de 2014, serão 140 escolas com esse nível de ensino no Ceará. No momento, são 51 cursos técnicos em 77 municípios cearenses na Capital e no Interior. A partir desse novo modelo, a gestão estadual passou a diversificar a oferta do Ensino Médio, articulando-o com a educação profissional, com o mundo do trabalho e com o ensino superior. A empregabilidade dos alunos dessas escolas e o ingresso nas Universidades é de 52,3%.

Fonte: Imagem e texto, Assessoria de Imprensa da Seduc
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Quanta água devemos tomar por dia?

Cuidado com a qualidade da água: uma pesquisa realizada em São Paulo revelou que a água da torneira pode ser mais limpa que água mineral em garrafão.[Imagem: Unesp]

É comum ouvir na imprensa que devemos tomar pelo menos dois litros de água por dia.
Esse mito já foi derrubado em vários estudos, que mostraram que precisamos ingerir dois litros de líquidos, mas não necessariamente de água - há muita água nos alimentos.
De acordo com o Guia Alimentar da População Brasileira, a quantidade de água que precisamos ingerir diariamente é variável, dependendo de fatores como a idade e o peso da pessoa, a atividade física que ela realiza e o clima e a temperatura do ambiente onde ela vive.
Para algumas pessoas, a ingestão de dois litros de água por dia pode ser suficiente, outras precisarão de três ou quatro litros ou mesmo mais, como no caso dos esportistas.
A recomendação do Guia com relação à quantidade de água que devemos ingerir é extremamente simples: a quantidade que o organismo pedir.
Água nos alimentos
Já ingerirmos água quando consumimos alimentos e preparações culinárias.
Por exemplo, a maioria das verduras e legumes cozidos ou na forma de saladas têm mais do que 90% do seu peso em água. A maioria das frutas contém entre 80% e 90% de água, assim como o leite e a maioria das sopas.
Após o cozimento, macarrão, batata ou mandioca têm cerca de 70% de água. Um prato de feijão com arroz é constituído de dois terços de água e preparações à base de carne têm em geral mais de metade do seu peso em água.
O guia ressalta que refrigerantes e vários tipos de bebidas adoçadas possuem alta proporção de água, no entanto, não são opções saudáveis, pois são repletos de açúcar e vários aditivos, razão pela qual não podem ser considerados fontes adequadas para hidratação.
Fonte: Diário da Saúde
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