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terça-feira, 27 de maio de 2014

O que pensam as companheiras de homens com ejaculação precoce?

Este é mais um estudo que mostra que muitos homens parecem não saber o que significa "fazer sexo" - enquanto isso, especialistas garantem que boas relações sexuais duram minutos, e não horas.[Imagem: Wikimedia]
A ejaculação prematura, ou precoce, é uma das disfunções sexuais masculinas mais comuns.

Mas, obviamente, a condição não afeta apenas os homens - ela afeta também as suas parceiras.

Foi isso que motivou a pesquisa realizada por Andrea Burri, psicóloga da Universidade de Zurique (Suíça).

Para evitar desvios de natureza cultural, a pesquisadora entrevistou mais de 1.500 mulheres no México, Itália e Coreia do Sul.

Os resultados surpreenderam.

Segundo a Dra. Andrea, não é a duração curta do ato de fazer amor que é considerada primariamente como a principal fonte de frustração sexual da maioria dessas mulheres cujos maridos apresentam a condição.

O que elas não gostam mesmo é do fato de que o homem fica focado demais em retardar a ejaculação.

Como resultado, ele ignora as necessidades sexuais da mulher e é incapaz de satisfazer seus desejos.

Para a maioria das mulheres entrevistadas, uma sexualidade satisfatória não consiste apenas das relações sexuais, mas também inclui beijar, acariciar e outras formas de estimulação sexual, todas consideradas igualmente importantes.

Se o homem está preocupado principalmente com o seu problema - a ejaculação precoce - e, assim, com o seu desempenho, essas necessidades são ignoradas.

O intercurso sexual fica então cada vez mais determinado pelo tempo e não "como nós gostamos e o que é bom para nós," afirmam as entrevistadas.

"No longo prazo, a mulher torna-se angustiada e frustrada. De forma muito semelhante ao que ocorre com o homem [com ejaculação precoce], ela evita o contato sexual por medo de rejeição e pelo trauma resultante para sua própria sexualidade," explica Andrea.

A mulher sofre, assim, uma perda de qualidade de vida, e pode chegar a colocar o relacionamento em questão - mas por motivos diferentes do que o homem pode julgar.

Outro resultado interessante é que são principalmente as mulheres que não percebem o intercurso sexual como o aspecto central da sexualidade - priorizando a criatividade sexual - as que sofrem mais com a atenção unilateral do homem focado na duração do ato.

"Curiosamente, um coito duradouro é importante principalmente para as mulheres que não têm qualquer dificuldade em chegar ao clímax," explica Andrea.

Para as mulheres que raramente atingem o orgasmo - incluindo as que dizem nunca experimentá-lo - quanto tempo dura o coito não é uma questão central.

Em vez disso, o ato sexual serve para estabelecer e experimentar intimidade e compromisso com o parceiro - e, isso sim, deve durar.

Fonte: Diário da Saúde
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