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Olá, seja muito bem-vindo a esse ambiente! Espero que ele possa atender suas expectativas!

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Cônjuge otimista faz bem para a saúde do parceiro

Imagem do Google
Se seu esposo ou esposa acredita que coisas boas vão acontecer, sua saúde pode ser a grande beneficiada.
Ter um cônjuge otimista resulta em melhor mobilidade e menos doenças crônicas ao longo do tempo.
Na verdade, o otimismo do companheiro ou companheira pode ajuda mais do que o próprio nível pessoal de otimismo, segundo um novo estudo publicado no Journal of Psychosomatic Research.
Pesquisas anteriores constataram que o apoio social pode, em parte, explicar a ligação entre otimismo e a melhora da saúde.
Os otimistas estão mais propensos a procurar apoio social quando enfrentam situações difíceis e a terem uma rede de amigos que oferece esse suporte.
Além de melhorar a saúde e fazer viver mais, o otimismo também fortalece o sistema imunológico.
Além disso, os otimistas se envolvem em estilos de vida mais saudáveis, que simultaneamente minimizam os fatores de risco para a saúde, disse Eric Kim, da Universidade de Michigan (EUA).
"Um número crescente de pesquisas mostra que as pessoas em nossas redes sociais podem ter uma influência profunda em nossa saúde e bem-estar," disse Kim. "Este é o primeiro estudo a mostrar que alguém mais otimista poderia impactar a própria saúde."
Os pesquisadores usaram dados de uma pesquisa nacional sobre Saúde e Aposentadoria, feita com norte-americanos adultos, com mais de 50 anos - 3.940 pessoas (1.970 casais heterossexuais) foram monitoradas por quatro anos no tocante às suas habilidades físicas (mobilidade, coordenação motora), saúde e o número de doenças crônicas.
Nos relacionamentos íntimos, o otimismo previu maior satisfação e melhor resolução cooperativa de problemas.
"Então, falando na prática, eu posso imaginar um cônjuge otimista, incentivando seu parceiro para ir à academia ou comer uma refeição mais saudável, porque o cônjuge genuinamente acredita que o comportamento vai fazer diferença na saúde," disse Kim.
Fonte: Diário da Saúde
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sábado, 28 de junho de 2014

Inscrições abertas para Mestrado Acadêmico na UEPB

Imagem capturada
A Coordenação do Mestrado Acadêmico em Ensino de Ciências e Educação Matemática da Universidade Estadual da Paraíba - UEPB, lança edital para formação de nova turma. Sendo 20 vagas distribuídas nas áreas de Educação Matemática (11), Ensino de Biologia (6) e Ensino de Física (3).
O Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Educação Matemática da UEPB tem por objetivos contribuir para o aprofundamento de experiências, pesquisas e desenvolvimento de pesquisas, produtos e processos educacionais por pesquisadores e profissionais docentes do Ensino de Ciências e Educação Matemática, nos níveis fundamental, médio e superior, além de formar profissionais docentes e pesquisadores com capacidade de identificar e utilizar a pesquisas no campo do Ensino de Ciências e Educação Matemática para atuarem no desenvolvimento e na ampliação dos conhecimentos da área, buscando o aprofundamento e avanço do campo de estudo, da pesquisa e da melhoria da qualidade do ensino.
Os candidatos interessados poderão se inscrever para participar do processo seletivo no período de 14/07/2014 a 18/07/2014 na Secretaria do Programa, localizada no bloco C, 3º. Andar, do Centro de Ciências e Tecnologia (CCT), Campus I, Bodocongó – Campina Grande/PB.
No ato de inscrição, deverão ser entregues os seguintes documentos:
  • Comprovante de inscrição online;
  • Ficha de inscrição;
  • 02 (duas) fotografias 3×4 coloridas;
  • Cópia do diploma;
  • Histórico Escolar;
  • Cópia da Identidade, CPF e Certificado de Reservista (para os candidatos do sexo masculino);
  • Currículo Vitae com documentos comprobatórios, encadernado, com páginas numeradas e rubricadas;
  • Proposta de pesquisa associada a uma das linhas de pesquisa.
Para mais informações visite o site da UEPB - CLICANDO AQUI

Com informações do site da instituição
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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Emoções são contagiosas também pela internet

Imagem do Google
Os cientistas de fato estão adorando o Facebook.

Agora eles começaram a manipular o conteúdo que chega a alguns usuários, de forma a pesquisar como esses usuários se comportam.

Embora até o momento nenhuma crítica ética tenha sido levantada, Jeff Hancock e seus colegas da Universidade de Cornell manipularam o conteúdo das novidades que apareciam para quase 690 mil usuários do Facebook durante um período.

Eles garantem que não chegaram a ler o conteúdo dos posts reais, devido à política de privacidade do Facebook, tendo apenas contado a ocorrência de palavras positivas e negativas em mais de três milhões de mensagens postadas por esses usuários depois que eles eram expostos a mais notícias positivas ou mais notícias negativas de forma controlada.

O experimento mostrou que a exposição a conteúdo emocionalmente negativo leva o usuário a produzir e postar mais conteúdo negativo, e a exposição a conteúdo positivo estimula a produção e postagem de conteúdo positivo.

"O experimento manipulou a extensão em que pessoas foram expostas a conteúdos emocionais em seus relatórios de novidades," relata o grupo, que tem entre seus autores Adam Kramer, um funcionário do próprio Facebook.

Os autores acreditam ter demonstrado que o contágio emocional acontece mesmo sem interação, ou seja, sem que os usuários troquem mensagens ou postem comentários nos artigos uns dos outros.

Sua conclusão é que a mera exposição a um conteúdo emocional positivo ou negativo altera a tendência emocional que o usuário mostrará em suas postagens posteriores.

O estudo "Experimental Evidence of Massive-Scale Emotional Contagion through Social Networks" foi publicado na revista científica PNAS (Proceedings of the National Academy of Science).

Fonte: Diário da Saúde
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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Pela primeira vez Bóson de Higgs é visto decaindo em matéria

Visão lateral do detector CMS (Compact Muon Solenoid). Os outros grandes detectores do LHC são ALICE (A Large Ion Collider Experiment), LHCb (LHC Beauty) e ATLAS (A Toroidal LHC Apparatus).[Imagem: CERN]
Físicos que trabalham no LHC, pela primeira vez, flagraram a partícula de Higgs decaindo diretamente em partículas que compõem a matéria - chamados de férmions.
A inicialmente controversa partícula tinha sido observada decaindo apenas em partículas que carregam força - os chamados bósons - até agora.
Apesar de a descoberta da partícula ter rendido o Prêmio Nobel de Física de 2013, até agora os físicos assumiam que a partícula descoberta no LHC era "um" bóson de Higgs.
Novos resultados ampliam a confiança de que a partícula realmente apresenta o comportamento previsto pela teoria para o Bóson de Higgs "clássico", que deve ser o responsável por dar massa a todas as partículas.
Um porta-voz do CERN, a instituição que dirige o LHC, chamou os resultados de "a descoberta mais importante envolvendo o Higgs desde que a própria partícula foi descoberta em julho de 2012".
As partículas são classificadas em duas classes: os bósons, que transmitem forças, e os férmions, que compõem a matéria.
A partícula de Higgs tinha sido observada decaindo diretamente apenas em outros bósons, ou seja, em portadores da força eletromagnética - fótons - e portadores da força fraca (partículas Z e W).
Agora o detector de partículas CMS - um dos quatro grandes detectores do LHC - flagrou a partícula de Higgs decaindo em férmions - ou em dois léptons tau, primos mais pesados do elétron, ou em dois quarks bottom, primos musculosos dos quarks up e down, que compõem os prótons e os nêutrons.
Estes novos dados sugerem que a partícula encontrada pelo LHC é de fato o bóson de Higgs, a chave para a explicação de como todas as partículas fundamentais obtêm sua massa - sem ele, só há forças, e não há outra explicação para a "materialidade".
Fonte: Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Drone que dispara contra multidões e "controla" manifestações já no mercado

O "drone de choque" visa combater manifestações civis sem envolvimento direto dos policiais.[Imagem: Guy Martin/defenceWeb.co.za]
A fabricante de um drone, uma pequena aeronave não tripulada, que dispara balas de spray de pimenta já vendeu a primeira leva de aparelhos.
A companhia com base na África do Sul Desert Wolf afirma ter fechado a venda de 25 unidades da aeronave para uma mineradora depois de fazer demonstrações com o aparelho em uma feira de tecnologia.
Segundo a empresa, o drone é uma aeronave de "controle de tumultos" e que pode enfrentar multidões "sem colocar em risco as vidas dos seguranças".
O site da Desert Wolf afirma que o drone octacóptero Skunk tem quatro dispositivos do tipo usado em armas de paintball, cada um com capacidade para disparar até 20 balas por segundo.
Além da munição com spray de pimenta, a companhia afirma que o drone também pode ser carregado com balas de plástico e projéteis com tinta.
A máquina pode levar até 4 mil balas de uma vez e também um tipo de laser que emite luz cegante, além de um alto-falante que pode transmitir alertas para a multidão.
Mas nem todos parecem aprovar o uso deste tipo de dispositivo para controle de manifestações.
Noel Sharkey, presidente do grupo ativista Comitê Internacional para Controle de Armas Robóticas, afirmou que o uso destes drones representa um risco de "autoritarismo e a repressão de protestos".
"Disparar bolas de plástico ou balas de plásticos do ar vai mutilar e matar. Usar spray de pimenta contra uma multidão de manifestantes é uma forma de tortura e não deveria ser permitido", disse.
"Nós precisamos urgentemente de uma investigação da comunidade internacional antes que estes drones sejam usados", acrescentou.
Fonte: Inovação Tecnológica
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Descoberta sobre sinais do Big Bang é contestada

Imagem: Yinweichen/Wikipedia
Em Março deste ano, uma equipe de astrofísicos norte-americanos anunciou ter detectado ondas gravitacionais que reforçariam a teoria do Big Bang, seriam a primeira comprovação experimental da inflação cósmica e, além disso, confirmariam uma "profunda conexão entre a mecânica quântica e a relatividade geral".
Não por acaso, os resultados foram saudados como a "descoberta do século".
Mas não demorou muito para que outros pesquisadores começassem a apontar falhas no método utilizado pelos pesquisadores do observatório BICEP2 (Background Imaging of Cosmic Extragalactic Polarisation), um radiotelescópio instalado no Pólo Sul.
Agora, finalmente o estudo foi publicado em uma revista científica, no qual a equipe sustenta seus resultados, mas admite que todo o efeito detectado pode ser devido à poeira cósmica da nossa própria galáxia.
Em Março, a equipe afirmava ter encontrado indícios - eles chamaram de "primeira evidência direta" - da inflação cósmica, a expansão exponencial do Universo que teria ocorrido na primeira fração de segundo após o Big Bang.
Esses indícios apareceram na forma de um padrão de polarização, chamado "modos-B", na radiação cósmica de fundo, que os pesquisadores interpretaram como sendo produzido por ondas gravitacionais primordiais, ondulações no espaço-tempo criadas pelo surto de crescimento do Universo.
Contudo, dando razão aos críticos, a equipe do BICEP2 agora admite que esses padrões de polarização podem ter sido gerados pela poeira cósmica presente na nossa galáxia - a poeira cósmica, restos de estrelas que explodiram e mesmo alguns corpos celestes podem polarizar a luz no mesmo padrão que eles detectaram.
Todo o argumento inicial começou a ser desmontado quando a equipe do telescópio espacial Planck fez um anúncio preliminar dos seus próprios resultados - que se espera serem mais precisos - e mostrou que o peso representado pela poeira cósmica na geração da polarização era muito maior do que eles haviam considerado.
A equipe do Planck não mostrou dados referentes à região do céu pesquisada pela equipe do BICEP2, que então admitiu ter usado dados de uma apresentação em formato pdf feita anteriormente pela equipe do Planck durante uma conferência, sem ter tido acesso aos dados originais.
Sintomaticamente - talvez para ter tempo de revisar melhor os dados - a equipe do Planck retirou de sua nova apresentação a porção do céu que a equipe do BICEP2 usou.
"Embora estes artigos [da equipe do Planck] não ofereçam informações definitivas sobre o nível de contaminação por poeira em nosso campo [parte do céu que a equipe analisou], eles sugerem que a contaminação pode muito bem ser superior a qualquer um dos modelos considerados," escreveu a equipe do BICEP2 na versão do seu artigo que agora foi publicada.
De qualquer forma, ainda que a "descoberta" agora pareça se transformar em poeira, o estudo está longe de perder sua importância, tendo chamado a atenção para uma possibilidade real de detecção das ondas gravitacionais primordiais.
Com isso, nada menos do que oito experimentos estão neste momento fazendo suas próprias medições e tentando eliminar as incertezas do BICEP2.
A maior expectativa gira em torno dos estudos da equipe do Planck, que deverá apresentar seus resultados definitivos - incluindo a área estudada pelo BICEP2 - em outubro.
A grande pergunta que deverá ser respondida por estes novos estudos é: Qual o percentual da polarização de modos-B detectada pode ser atribuído à poeira cósmica?
Somente esse número dirá se a polarização de modos-B pode ou não ser considerada indicativa de alguma coisa.
Fonte: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Cientistas garantem que andar ajuda a pensar

Os voluntários foram monitorados cuidadosamente enquanto caminhavam e pensavam - tanto a caminhada quanto a execução da tarefa mental foram bem feitas.[Imagem: Ferris Lab]
Não se preocupe: você pode andar e pensar ao mesmo tempo sem se preocupar em ferir nenhuma "lei científica".
Cientistas "descobriram" que, ao contrário do que eles próprios afirmavam a partir de seus estudos anteriores, caminhar não dificulta a capacidade de pensar.
Tudo soa muito estranho, principalmente porque já existem vários estudos associando a caminhada à criatividade, por exemplo.
Mas Julia Kline e seus colegas da Universidade de Michigan (EUA) acharam que era melhor pesquisar melhor o tema, na tentativa de aferir os estudos científicos anteriores que diziam que andar atrapalha pensar.
Em 2011, por exemplo, um livro se tornou best-seller nos EUA sugerindo que, como caminhar exige um esforço mental, caminhar pode dificultar a nossa capacidade de pensar - o livro se chama "Pensando rápido e lento", em tradução livre.
A equipe monitorou como participantes do estudo realizavam uma tarefa cognitiva espacial muito complexa enquanto caminhavam e enquanto ficavam parados.
"Estamos dizendo que, pelo menos para essa tarefa, que é bastante complicada, caminhar não compromete em nada a sua capacidade de pensar," disse a Dra. Kline.
E ela se disse surpresa com o resultado, já que ela esperava ver uma redução no desempenho mental com o aumento da velocidade da marcha.
"Levando em conta os benefícios à saúde de caminhar, não devemos desencorajar as pessoas a caminhar e pensar quando elas quiserem," disse o professor Daniel Ferris, orientador da equipe.
Embora a velocidade da caminhada não tenha alterado o desempenho na execução da tarefa, os voluntários davam passos mais longos ao executar a tarefa do que quando eles estavam apenas caminhando, o que pode ajudar a compensar e manter o equilíbrio enquanto se concentra, disse Kline.
Fonte: Diário da Saúde
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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Primeiro túnel de vento climático do Hemisfério Sul

Construído inteiramente pela Universidade, o túnel de vento custou pouco mais de um décimo do orçamento original. [Imagem: Coppe/UFRJ]
Um túnel de vento climático (TVC), o primeiro do Hemisfério Sul, foi inaugurado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).
A instalação será capaz de testar componentes aeronáuticos em condições climáticas extremas de voo.
O objetivo é testar equipamentos como, por exemplo, tubos de Pitot utilizados como sensores de velocidade dos aviões.
O túnel de vento tem capacidade para simular as condições climáticas de voo, com temperaturas de até 20 graus negativos e velocidade Mach 0,3, que corresponde a 1/3 da velocidade do som.
O equipamento permite testar o comportamento e a vulnerabilidade de componentes usados em aeronaves diante da formação de gelo.
A estrutura total tem 9 metros de comprimento por 4 metros de altura. A seção de testes tem 30 X 30 centímetros e 2 metros de comprimento.
"Não há túneis assim no mercado. Eles são projetados de acordo com as necessidades de uso e dimensões dos laboratórios. Nele vamos testar sensores e componentes aeronáuticos sob situações climáticas extremas e formação de gelo. Não tínhamos instalações assim no Hemisfério Sul. Ele vai atender tanto a pesquisa, para melhorar os sensores aeronáuticos ou até desenvolver novos sensores, como também a indústria, na certificação dos seus produtos", afirmou o professor Renato Machado Cotta.
A Embraer, por exemplo, até agora recorria a laboratórios da Europa e Estados Unidos para avaliar os sensores de velocidade Pitot que equipam as aeronaves que constrói.
O novo túnel de vento, que foi projetado e construído por pesquisadores da própria Coppe, custou cerca de R$ 350 mil, pagos pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (FAPERJ).
Inicialmente, o projeto chegou a ser orçado em R$ 3 milhões, mas, graças a todo o trabalho ter sido feito na Coppe, utilizando equipamentos e laboratórios próprios, foi possível reduzir os custos a pouco mais de um décimo do previsto.
A Coppe intensificou suas pesquisas em segurança aérea após o acidente com o voo AF447 da Air France, que fazia a rota Rio-Paris, em 2009, no qual morreram 228 pessoas.
Mais do que um desafio profissional, a conclusão do túnel teve uma motivação pessoal para o professor Renato Cotta, que perdeu sua filha e seu genro neste acidente.
"No caso específico da Air France foi um acidente fatal. Mas já foram reportados diversos incidentes que tiverem seu início com o congelamento das sondas Pitot, então realmente existe uma necessidade de se colocar mais ciência e mais tecnologia no desenvolvimento de sondas mais confiáveis para essas situações mais adversas", explicou Cotta.
Fonte: Inovação Tecnológica
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terça-feira, 17 de junho de 2014

Bicicleta é o meio de transporte que torna as pessoas mais felizes

[Imagem: Wikimedia/Petar Milosevic]
Pesquisadores investigaram como emoções como felicidade, dor, estresse, tristeza e fadiga variam durante os deslocamentos, classificando-as pelo meio de transporte utilizado.
"Nós descobrimos que, quando estão andando de bicicleta, as pessoas ficam em melhor estado de espírito do que quando andam em qualquer outro meio de transporte," afirma Eric Morris, da Universidade de Clemson (EUA).
Ele reconhece que os ciclistas tendem a ser um grupo muito entusiasmado com o seu modo de transporte, que é uma escolha própria que eles puderam fazer.
Em seguida, os mais felizes são os passageiros dos carros e, em seguida, os motoristas dos carros.
Usuários de ônibus e trens apresentam as emoções mais negativas, embora uma parte disso possa ser atribuída ao fato de que o transporte de massa é muito mais usado para deslocamentos para o trabalho, enquanto bicicletas e carros também estão envolvidos em momentos de lazer.
Os resultados sugerem que o uso da bicicleta pode ter benefícios além daqueles normalmente citados, como saúde e transporte mais sustentável.
Afinal, a melhor experiência emocional pode ser tão importante quanto melhorar os serviços tradicionais.
"Compreender a relação entre a forma como viajamos e como nos sentimos oferece insights sobre formas de melhorar os serviços de transporte existentes, priorizando investimentos e ajudando a modelar os custos e os benefícios das viagens," defende Morris.
Para uma conclusão mais fundamentada, contudo, seria importante comparar pessoas que usam os diversos meios de transporte para as mesmas finalidades, como passear ou ir trabalhar, e não o uso em geral, como os pesquisadores fizeram.
Fonte: Diário da Saúde
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segunda-feira, 16 de junho de 2014

URCA será polo de Mestrado Profissional em Ensino de Física

Imagem colhida no site do Mestrado
A Universidade Regional do Cariri - URCA, através de seu Campus do Crajubar, situado no município de Juazeiro do Norte, será um dos vários polos, distribuídos por todo país, a receber o Programa Nacional de Mestrado Profissional em Ensino de Física (MNPEF).

O programa de pós-graduação é de caráter profissional, voltado a professores de ensino médio e fundamental com ênfase principal em aspectos de conteúdos na Área de Física. É uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Física (SBF) com o objetivo de coordenar diferentes capacidades apresentadas por diversas Instituições de Ensino Superior (IES) distribuídas em todas as regiões do País.
 
De acordo com o site da universidade, o MNPEF vem em muito contribuir para ensino de física da Região do Cariri. Além da URCA, também serão polos do MNPEF, o IFCE (Instituto Federal Tecnológico do Ceará) e a UFCA (Universidade Federal do Cariri), as quais cumprem junto com a URCA o papel de disseminar o ensino superior público gratuito na Região do Cariri.
 
Para mais informações visitem o Site Oficial. Clique aqui

Com informações da URCA
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domingo, 15 de junho de 2014

A roupa que você veste muda seus pensamentos

Em pesquisas anteriores, Pine já havia demonstrado que as mulheres são mais propensas a usar jeans quando estão deprimidas.[Imagem: Universidade de Hertfordshire]
A roupa que vestimos afeta nossos processos mentais e nossas percepções a ponto de mudar nosso estado mental e nossa maneira de pensar.
É o que defende a Dra. Karen Pine, da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido).
Para demonstrar isso, ela pediu que voluntários usassem uma camiseta do Super-homem antes de submetê-los a uma série de testes.
A pesquisadora queria saber se a roupa de herói iria mudar o modo de pensar dos estudantes.
O resultado mostrou que, em comparação com estudantes que mantiveram suas próprias roupas, usar a camiseta do Super-homem melhorou a impressão de si mesmos e os fez se sentirem mais fortes fisicamente.
"Quando vestiam uma camiseta do Super-homem, os estudantes se classificaram como mais agradáveis como pessoas e superiores a outros estudantes. Quando solicitados a estimar que peso eles poderiam levantar fisicamente, aqueles com camiseta do Super-homem estimaram ser mais fortes do que os alunos usando uma camiseta lisa ou em suas próprias roupas," relatou Karen Pine.
A interpretação do experimento é que os processos mentais e as percepções podem ser ajustados pela roupa que se veste, uma vez que as pessoas internalizam o significado simbólico de suas "camadas exteriores".
Em seu artigo, intitulado Cuidado com o que você veste, Pine descreve como mulheres tiveram um desempenho pior em uma prova de matemática quando vestiam um maiô do que quando vestiam um agasalho.
Ela descreve o quanto vestir um jaleco branco melhora a agilidade mental das pessoas, o que ela diz ocorrer porque o cérebro assume capacidades mentais associados a ser um médico.
Em pesquisas anteriores, Pine já havia demonstrado que as mulheres são mais propensas a usar jeans quando estão deprimidas.
Outro estudo seu revelou que, quando as mulheres estão estressadas, elas usam menos do seu guarda-roupa, negligenciando 90% dele.
Finalmente, ela mostrou que a principal razão pela qual as mulheres escolhem uma determinada roupa não é para se sentirem atraentes, mas para se sentirem confiantes.
Fonte: Diário da Saúde
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Partícula exótica com seis quarks é encontrada

À esquerda, as partículas tradicionais. À direita, embaixo, a tetraquark recentemente descoberta e, acima, a ressonância de seis quarks que acaba de ser confirmada.[Imagem: Forschungszentrum Jülich/SeitenPlan]
Por décadas, os físicos procuraram em vão por estados exóticos da matéria formados por mais de três quarks.
Mas os experimentos só mostravam de forma confiável duas classes diferentes de hádrons: mésons voláteis, de vida muito curta, compostos de um quark e um antiquark, e os tradicionais bárions formados por três quarks - os prótons e nêutrons que compõem os núcleos atômicos.
Recentemente, com a melhoria das técnicas de observação, as coisas começaram a acontecer. Grupos trabalhando de forma independente encontraram fortes indícios de partículas exóticas, de curta duração, compreendendo quatro quarks, chamados tetraquarks.
Agora, experimentos realizados no acelerador COSY, da Universidade de Julich, na Alemanha, revelaram fortes indícios da existência de um bárion exótico composto por seis quarks - um dibárion, ou hexaquark.
Isto representa a identificação de uma nova classe de partículas "exóticas" desconhecidas até agora.
Acelerador COSY e, no detalhe, o detector WASA, que encontrou a partícula de seis quarks. [Imagem: Forschungszentrum Jülich]
"A nova ressonância que observamos confirma que os quarks realmente existem em pacotes de seis. Esta descoberta pode abrir as portas para novos fenômenos físicos," disse o professor Heinz Clement, da Universidade de Tubingen e porta-voz do grupo que congrega mais de 120 físicos.
"Ressonância" é o termo técnico usado para descrever essa partícula exótica de vida extremamente curta, tão curta que os físicos a chamam de "estado transitório intermediário", batizado de d*(2380).
Como dura muito pouco, a partícula só pode ser detectada por meio dos produtos do seu decaimento. Ela existe por meros cem sextilionésimos (10-23) de segundo antes de decair - nesse tempo a luz percorre uma distância equivalente ao diâmetro de um pequeno núcleo atômico.
Os físicos terão agora que melhorar ainda mais seus equipamentos para descobrir se todos os seis quarks formam uma entidade compacta ou algo como uma "molécula hadrônica".
Fonte: Inovação Tecnológica
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quinta-feira, 12 de junho de 2014

Mais dois planetas gigantes no Sistema Solar?

Há tempos a NASA procura pelo Planeta X. Novos estudos podem ajudar indicando onde procurar.[Imagem: T Pyle (SSC)/JPL-Caltech/NASA]
Há tempos a NASA procura por um hipotético Planeta X além das chamadas "fronteiras do Sistema Solar", em busca de uma explicação para um padrão muito regular observado na queda de cometas na Terra.
Os primeiros indícios da existência de mais um planeta gigante no Sistema Solar foram anunciados há pouco mais de um mês, com a descoberta do planeta-anão 2012 VP113.
O VP113 e uma série de outros corpos menores além de Plutão apresentam órbitas estranhamente alinhadas, o que sugere a existência de um grande planeta cuja atração gravitacional estabelece essa "organização".
Agora, dois irmãos astrônomos encontraram indícios que o Planeta X pode ter um irmão, um Planeta Y.
Carlos e Raul de la Fuente, da Universidade Complutense de Madri, resolveram estudar melhor esses distantes corpos celestes, que só agora começam a se revelar graças à melhoria nos equipamentos de observação - eles são pequenos, frios e escuros demais para os telescópios anteriores.
Além de confirmar que algo interfere no alinhamento orbital do planeta-anão VP113 e todos os seus vizinhos situados a mais de 30 ua (unidades astronômicas), os dois astrônomos verificaram padrões orbitais adicionais que, segundo eles, só podem ser explicados pela presença de "pelo menos dois planetas trans-plutonianos".
O "efeito manada" verificado pelos dois astrônomos parece estar associado a um planeta ainda desconhecido, que estaria orbitando o Sol 200 vezes mais longe do que a Terra (200 ua).
Segundo as simulações rodadas pelos dois astrônomos, os corpos celestes observados não possuem massa suficiente para criar uma interferência mútua, e suas rotas só podem ser explicadas através do "mecanismo Kozai", que explica a perturbação na órbita de um corpo celeste por outro corpo celeste distante.
Este diagrama dá uma ideia das distâncias envolvidas, sugerindo porque o Planeta X e seu irmão Planeta Y nunca foram observados: estando o Sol no centro, os círculos concêntricos em roxo mostram as órbitas dos quatro planetas gigantes Júpiter, Saturno, Urano e Netuno. O pontilhado é o Cinturão de Kuiper, onde está Plutão. Em laranja está a órbita de Sedna (UB313) e, em vermelho, a órbita do planeta-anão VP113. Os dois planetas hipotéticos estarão ainda mais distantes. [Imagem: Scott Sheppard/Chad Trujillo]
O mecanismo Kozai, ou ressonância de Kozai, é um tipo especial de ressonância orbital, uma influência orbital entre corpos como a que existe entre Netuno e Plutão ou entre algumas luas de Júpiter - Netuno e Plutão têm uma ressonância 2:3, significando que, para cada duas órbitas de Plutão ao redor do Sol, Netuno completa três.
Como não é comum que um grande planeta orbite tão próximo a outros corpos celestes a menos que esteja dinamicamente atrelado a outro através da ressonância orbital, os astrônomos sugerem que seu hipotético planeta está em ressonância com um outro planeta gigante a cerca de 250 ua - exatamente onde a equipe anterior sugeriu que estaria o Planeta X associado com o VP113.
Assim, existiriam não apenas um, mas dois Planetas X - ou um Planeta X e um Planeta Y.
Agora só falta observar diretamente os novos planetas - ou encontrar outras explicações para os estranhos comportamentos orbitais no Cinturão de Kuiper.
Contudo, mesmo com a melhoria dos telescópios, que está permitindo estudar essas regiões distantes do Sistema Solar, os astrônomos estimam que será uma tarefa árdua identificar dois frios e escuros planetas a distâncias tão grandes.
Na atualidade, a grande esperança, sugerida por eles, está nas lentes da sonda espacial Novos Horizontes, que chegará a Plutão no ano que vem.
Fonte: Inovação Tecnológica
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terça-feira, 10 de junho de 2014

Via Láctea tem 100 milhões de planetas habitáveis

"Parece altamente improvável que estejamos sozinhos," dizem os pesquisadores.[Imagem: PHL@UPR Arecibo/NASA/Richard Wheeler]
Exoplanetas habitáveis
Os astrônomos já haviam calculado que devem existir 17 bilhões de exoplanetas similares à Terra na Via Láctea.
Agora, eles estimaram que nossa galáxia deve abrigar pelo menos 100 milhões de exoplanetas habitáveis, capazes de sustentar "vida complexa".
O cálculo que eles fizeram é diferente daquele que se faz por meio da equação de Drake, que busca estimar a existência de vida inteligente.
"Vida complexa não significa vida inteligente - embora ela não a descarte, e nem mesmo a vida animal - mas simplesmente que organismos maiores e mais complexos do que micróbios poderiam existir em formas variadas. Por exemplo, organismos que formam cadeias alimentares estáveis, como os encontrados nos ecossistemas da Terra," explicam os pesquisadores.
Índice de Complexidade Biológica
A equipe examinou mais de 1.000 exoplanetas e usou uma fórmula que considera a densidade dos planetas, sua temperatura, substrato (líquido, sólido ou gasoso), sua composição química, distância da estrela e idade dos planetas.
Eles colocaram tudo em uma fórmula que batizaram de "Índice de Complexidade Biológica" (ICB).
O cálculo do ICB revelou que de 1 a 2% dos exoplanetas apresentam uma classificação superior ao ICB da lua Europa de Júpiter, que se acredita ter um oceano global abaixo da superfície que pode abrigar formas de vida.
O cálculo do Índice de Complexidade Biológica revelou que de 1 a 2% dos exoplanetas têm condições para abrigar a vida como a conhecemos. [Imagem: Louis Irwin et al. - 10.3390/challe5010159]
Com cerca de 10 bilhões de estrelas na Via Láctea, o ICB resultou em, no mínimo, 100 milhões de planetas com capacidade de sustentar vida complexa, número que pode chegar aos 200 milhões seguindo o intervalo de 1 a 2%.
O cálculo é mais criterioso e mais restritivo do que os anteriores. Olhando apenas para a questão de estar na zona habitável, ou seja, ter condições de manter água em estado líquido, cálculos haviam indicado que haveria bilhões de exoplanetas nas zonas habitáveis em toda a Via Láctea.
"Este estudo não indica que a vida complexa exista em tantos planetas. Nós estamos dizendo que há condições planetárias que poderiam suportá-la. Questões sobre a origem da vida não foram abordadas - somente as condições para suportar a vida," salienta Albert Fairén, da Universidade Cornell (EUA).
Não estamos sós - só estamos longe dos outros
Embora outros cientistas já defendam que vamos encontrar vida no espaço neste século, é necessário salientar que a Via Láctea é tão grande que esses planetas estão muito distantes de nós. Alguns dos mais promissores que se conhece até agora, por exemplo, ao redor da estrela Gliese 581, estão a 20 anos-luz da Terra.
"Parece altamente improvável que estejamos sozinhos," dizem os pesquisadores, para logo em seguida ressaltar: "Estamos provavelmente tão longe de vida no nosso nível de complexidade que um encontro com essas formas alienígenas parece ser improvável no futuro próximo."
Fonte: Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 9 de junho de 2014

Caminhar melhora a criatividade

A esmagadora maioria dos participantes foi mais criativa durante a caminhada do que ficando sentados.[Imagem: L.A. Cicero/Stanford]
Suas capacidades criativas vão melhorar enquanto você está andando e nos momentos logo a seguir.
E não importa por onde você ande: andar dentro de casa ou ao ar livre teve impacto semelhante sobre a inspiração criativa dos caminhantes.
Ou seja, é o ato de caminhar em si, e não o ambiente, o fator principal por trás da melhor criatividade.
"Muitas pessoas informalmente afirmam que pensam melhor ao caminhar. Nós finalmente podemos estar dando um passo ou dois para descobrir por que," escreveram Marily Oppezzo e Daniel Schwartz, da Universidade de Stanford (EUA).
Pessoas andando dentro de casa - em uma esteira de frente para uma parede branca - ou andando ao ar livre apresentaram o dobro de respostas criativas em comparação com as pessoas que permaneceram sentadas.
O estudo envolveu um comparativo entre pessoas que caminhavam em diversas situações, pessoas que permaneciam sentadas e até pessoas levadas para passear em cadeiras de rodas.
Foram quatro experimentos envolvendo 176 estudantes universitários e outros adultos que completaram as tarefas mais comumente utilizadas pelos pesquisadores para medir o pensamento criativo.
Os participantes foram colocados em diferentes condições, incluindo caminhar dentro e fora de casa, ficar sentado dentro e fora de casa, ser empurrado ao ar livre em uma cadeira de rodas e várias combinações disso, com cada participante trocando de lugar em cada sessão dos testes.
A esmagadora maioria dos participantes foi mais criativa durante a caminhada do que ficando sentados.
A produção criativa aumentou em uma média de 60% quando a pessoa estava andando.
O estudo também revelou que a criatividade continua a fluir mesmo depois que a pessoa se senta logo após uma caminhada.
"Nós não estamos dizendo que caminhar pode transformá-lo em um Michelângelo. Mas pode ajudá-lo nos estágios iniciais de criatividade," disse Oppezzo.
Os resultados confirmam um estudo diferente, realizado por pesquisadores holandeses, que concluíram que exercícios físicos aumentam a criatividade.
Fonte: Diário da Saúde
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domingo, 8 de junho de 2014

Uma bicicleta que cabe em uma pasta

[Imagem: Comissão Europeia]
Engenheiros europeus criaram uma bicicleta de apenas 7,5 kg e que pode ser guardada em uma pasta de 50 x 40 x 15 cm.

O objetivo é lançar uma nova geração de bicicletas dobráveis que facilite a adoção desse meio de transporte em substituição aos ônibus e automóveis.

A dimensão é importante porque permite que os ciclistas cheguem ao trabalho, ao cinema ou ao shopping e coloquem a bicicleta dentro de uma pasta, levando-a consigo e eliminando a necessidade de estacionamentos.

O quadro da bicicleta, que abre e fecha como o trem de pouso de um avião, pode ser fabricado de alumínio ou magnésio, mas a equipe já está estudando versões em fibra de carbono.

"Trabalhamos para reforçar a bicicleta limitando o número de peças e utilizando os materiais mais resistentes e leves disponíveis, como o magnésio," explicou Alessandro Belli, líder do projeto Bike Intermodal, que foi financiado pela União Europeia.

Ele e seus colegas da Espanha, Itália, Eslovênia, Suíça e Alemanha pretendem agora colocar a bicicleta no mercado.

Eles estimam que a bicicleta dobrável chegará às lojas custando cerca de €500, ou entre €800 e €1.300 em uma versão com motor.

O motor, também desenvolvido no mesmo projeto, é elétrico, pesa cerca de metade do peso da bicicleta e exige um aumento de apenas um quinto do espaço da bolsa original.

Fonte: Inovação Tecnológica
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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Estádios da Copa são fotografados do espaço


O braço espacial do conglomerado Airbus divulgou imagens de todos os estádios da Copa do Mundo de Futebol no Brasil.
As imagens foram capturadas por dois satélites gêmeos, chamados Plêiades 1A e 1B, que fotografam toda a superfície da Terra a cada 26 dias.
Dá para se ter uma ideia da resolução das câmeras desses satélites quando se sabe que eles estão em uma órbita média de 694 km de altitude.
Cada fotografia tem uma resolução de 70 centímetros - aqui elas foram reduzidas para publicação. Os satélites também capturam imagens em 3D.
Os satélites Plêiade foram lançados em dezembro de 2011 (1A) e dezembro de 2012 (1B) e deverão operar por pelo menos cinco anos.
Maracanã, Rio de Janeiro

Mineirão, Belo Horizonte 

Arena Corinthians, São Paulo 

 Arena Castelão, Fortaleza

 Arena Amazônia, Manaus

 Arena da Baixada, Curitiba

 Arena das Dunas, Natal

 Arena Fonte Nova, Salvador

 Arena Pantanal, Cuiabá

 Arena Pernambuco, Recife

 Estádio Nacional Mané Garrincha, Brasilia

 Estádio Beira-Rio, Porto Alegre
Imagens: Airbus/Astrium/Divulgação
Fonte: Inovação Tecnológica
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