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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Eficácia de protetores solares é questionada por estudo

Há algum tempo os cientistas vêm alertando que o exagero no uso de filtros solares causa deficiência de vitamina D, sobretudo nas crianças.[Imagem: FRL/UCR]
Já se sabia que os protetores solares não oferecem proteção total contra o câncer de pele e até que alguns componentes nesses e em outros cremes de higiene pessoal podem causar doenças como a endometriose.
Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) podem ter descoberto agora uma das explicações pelas quais os protetores solares podem não ser a garantia total de proteção contra o câncer de pele.
"Criou-se um mito de que a luz visível é segura, o que não é verdade," explica o professor Maurício Baptista, cuja equipe demonstrou que a exposição à luz visível, e não apenas à luz ultravioleta, também pode ser prejudicial à pele mesmo com o uso de protetores solares.
Baptista e seus colegas do Redoxoma (Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Processos Redox em Biomedicina) mostraram como a melanina, ao ser estimulada pela luz visível, gera moléculas altamente reativas que causam danos ao DNA das células.
"Este resultado tem impacto importante para a saúde pública, pois demonstra que a estratégia de passar filtro solar e se expor por longos períodos ao Sol pode causar danos irreparáveis na saúde da pele, incluindo o fotoenvelhecimento e possivelmente a formação de tumores", alerta o cientista.
Ele explica que a irradiação solar tem vários componentes, ou comprimentos de onda: o que enxergamos (luz visível), e uma série de componentes que nossos olhos não captam, como os ultravioletas. "Os bons filtros solares encontrados hoje no mercado nos protegem contra radiação solar ultravioleta (UVA e UVB), mas não contra a radiação visível. É um equívoco considerar que a exposição à luz visível seja segura para a saúde da pele," adverte Baptista.
Segundo o pesquisador, proteger a pele humana da exposição ao Sol é uma questão complexa que envolve aspectos ainda pouco claros da interação entre a luz e o tecido biológico.
"O ideal parece ser a velha receita de se expor ao Sol por pouco tempo sem proteção externa, pois nesse caso obtemos os benefícios do Sol, por exemplo, ativação da vitamina D, sem sofrermos os riscos que a exposição prolongada oferece, mesmo com a utilização dos filtros solares atuais", afirmou.
O mecanismo de fotossensibilização e geração de espécies reativas por radiação UVA, com efeitos como fotoenvelhecimento e desenvolvimento de vários tipos de câncer de pele, já era conhecido.
Agora, os pesquisadores avaliaram a toxicidade da luz visível em melanócitos humanos e de murinos, tanto com nível basal quanto com superexpressão de melanina, e demonstraram que a presença de melanina aumenta a fototoxicidade da luz visível. Eles também quantificaram a formação de oxigênio singlete, que seria um dos mecanismos pelos quais ocorrem danos às células.
Esse mecanismo, como explica Baptista, envolve uma reação de transferência de energia da melanina excitada por absorção luminosa para o oxigênio, formando o oxigênio singlete, que ataca principalmente a base nitrogenada guanina, formando derivados potencialmente mutagênicos do DNA. Além da formação do oxigênio singlete, os resultados obtidos pelo grupo também indicam a ocorrência de reações diretas da melanina em estado excitado com o DNA.
Os melanócitos são células localizadas na barreira entre a epiderme e a derme, fundamentais para manter a saúde da pele. Eles produzem a melanina, um pigmento na forma de grânulos responsável pela coloração da pele e pela proteção contra a radiação ultravioleta B (UVB). Na presença de raios UVA e da luz visível, no entanto, a melanina passa a causar danos às células epiteliais.
Fonte: Diário da Saúde
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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Imagem de alta precisão do Sol é feita por Supertelescópio

Imagem: NASA
Cientistas estão usando um potente telescópio de raio-x, inicialmente construído para observar galáxias distantes e buracos negros, para estudar o Sol.
A primeira imagem feita pelo aparelho impressionou cientistas. Eles acreditam que supertelescópio pode ajudá-los a resolver uma série de questões relativas à física solar.
O equipamento foi colocado em órbita em 2012 pela Nasa, o Nustar pode observar regiões distantes do universo ao captar raios-x de alta energia. Recentemente ele foi usado para permitir que cientistas medissem a velocidade de rotação de buracos negros.
"No começo eu pensei que essa ideia era uma loucura", diz a investigadora-chefe da missão, Fiona Harrison, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, comentando o uso do Nustar em estudos sobre o Sol.
"Por que usaríamos um dos telescópios de raio-x de alta energia mais sensíveis já construídos para observar algo em nosso próprio quintal?"
Harrisson acabou sendo convencida a mudar o foco do telescópio por David Smith, pesquisador especializado em física solar da Universidade da Califórnia.
"O Nustar nos dará uma visão única do Sol - desde suas partes mais profundas até as altas camadas de sua atmosfera", diz Smith. Segundo ele, isso será possível porque nos raios-X de alta energia que o Nustar consegue captar, o sol não brilha tanto como em outros comprimentos de onda de radiação.
O que impede outros telescópios de raio-x, como o Chandra, também da Nasa, de fazerem boas imagens do astro é o brilho.
Os pesquisadores esperam poder solucionar com ajuda do Nustar a existência - ou não - das nano-emissões solares.
Alguns especialistas acreditam que são essas micro emissões que explicam por que a atmosfera solar é muito mais quente que a superfície do Sol.
Inicialmente, a missão do Nustar estava prevista para terminar em 2014, mas ela foi estendida em dois anos.
Além de observar o Sol, os pesquisadores esperam usar esse tempo extra para continuar estudando os buracos negros e as supernovas - corpos celestes que resultam da explosão de estrelas.
Com informações de Uol Notícias
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Incidência de raios em regiões do Brasil aumenta

Grupo de Eletricidade Atmosférica lança novo site e concurso fotográfico para difundir informações sobre o fenômeno.[Imagem: Jácomo Piccolini]
O Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) divulgou informações sobre o início da temporada de chuvas no Brasil, de outubro a março, e alertou para o aumento da incidência de raios nas regiões Sul, Nordeste e Norte.
A elevação no número de descargas deverá ocorrer ainda mais intensamente no final do verão.
Já as regiões Sudeste e Centro-Oeste deverão receber raios em incidência levemente abaixo da média.
O Elat também levantou dados sobre mortes causadas por raios em 2014. Até a primeira metade de novembro, 84 pessoas morreram em decorrência do fenômeno. O número é um pouco inferior ao registrado neste mesmo período do ano passado, 88.
Ainda de acordo com o grupo, morreram mais pessoas durante atividades agropecuárias (29%) e dentro de casa (18%), o que indica um desconhecimento dos riscos durante tempestades. Há mais vítimas do sexo masculino (89%) e que viviam em áreas rurais (56%).
Para auxiliar a população a se informar sobre a incidência de raios e os cuidados que devem ser tomados, o Elat reformulou seu site, com novo visual e conteúdo ampliado. De acordo com o grupo, o projeto foi desenvolvido para tornar ainda mais acessíveis os dados sobre raios e tempestades tanto para pesquisadores e estudantes como para o público leigo.
Um dos destaques é a nova ferramenta de busca da média anual de concentração de raios em cidades brasileiras. É possível fazer comparações entre municípios e entender como cada local é atingido.
Também foi criado um concurso de fotografias de raios, que durará todo o ano de 2015. A proposta é divulgar as melhores fotos de cada mês no site e, no fim do ano, escolher a imagem mais impressionante, que terá destaque em todos os canais de comunicação do grupo.
Fonte: Inovação Tecnológica
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Conhecer a origem dos alimentos é importante

A prática de rastrear e informar ao consumidor dados sobre a origem do produto já existe em diversos países, sobretudo na Europa, mas ainda não há legislação a respeito no Brasil.[Imagem: Antonio Cruz/Agência Brasil]
Os consumidores no Brasil têm muito pouco acesso a informações como a região onde o alimento foi produzido, em que condições isso foi feito e quais substâncias foram usadas durante a cadeia produtiva, até chegar ao supermercado.
A prática de rastrear e informar ao consumidor dados sobre a origem dos alimentos já existe em diversos países, sobretudo na Europa.
Por isto, o IDEC (Instituto de Defesa do Consumidor) está lançando uma campanha nacional para mostrar a importância de que as pessoas conheçam a origem dos alimentos que compram e consomem - e cobrem isso dos supermercados e produtores.
"Saber de onde vêm os alimentos significa saber informações sobre como o alimento foi plantado, se foi ou não usado agrotóxico e se a quantidade usada está dentro do limite estabelecido por lei, saber a distância entre onde o alimento foi produzido e onde está sendo vendido, pois quanto mais próximo, mais fresco e menos poluentes são emitidos no transporte", explica a nutricionista Ana Paula Bortoletto.
A campanha De onde vem? visa promover a rastreabilidade dos alimentos, uma questão que ainda não foi regulada no Brasil. Algumas redes de supermercados e produtores têm iniciativas próprias para fornecer essas informações. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está discutindo uma regulação desse tipo para o Brasil, mas ainda sem definição das medidas que serão adotadas.
Enquanto isso, o próprio consumidor pode tomar suas precauções.
"O consumidor pode buscar informação no próprio supermercado, pois ele tem que controlar a origem do alimento para, no caso de haver alguma contaminação, identificar facilmente onde está o problema e tirar o produto de circulação. O consumidor pode também cobrar mais informações do supermercado. Além disso, quando vier a público a discussão sobre a regulamentação pela Anvisa, o consumidor poderá apoiar a iniciativa", acrescenta Ana Paula.
O ideal, segundo o IDEC, é que as gôndolas dos supermercados indiquem o produto, a variedade, o centro de distribuição e o produtor, incluindo dados como CPF/CNPJ, endereço, data de produção, lote e se houve uso ou não de agrotóxicos.
Os alimentos orgânicos estão em vantagem nesse quesito, e 56,5% deles já apresentam informações de origem e condições de produção, contra 28,7% dos convencionais.
Fonte: Diário da Saúde
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sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Você compraria um carro feito em uma impressora 3D?

Você está pronto para comprar um carro de plástico feito em uma impressora 3D?[Imagem: Local Motors]
Carro impresso
As impressoras 3D já estão por todo lado, inclusive no espaço, fabricando de lentes de contatoaté peças metálicas complexas e robôs.
Mas você estaria pronto para comprar um carro de plástico fabricado por impressão 3D?
A empresa emergente Local Motors acredita que consegue encontrar um número de clientes suficiente para viabilizar sua instalação.
A carroceria do veículo, chamado Strati, é totalmente feita em plástico ABS reforçado com fibra de carbono.
São 212 camadas depositadas pelo processo de fabricação aditiva que a empresa chama de "modelagem por deposição fundida".
Cada carro leva 44 horas para ser impresso, mas a empresa pretende chegar às 24 horas quando as autoridades dos EUA autorizarem que o Strati circule pelas ruas, quando ele então poderá começar a ser vendido - a expectativa é que isso ocorra em 2015.
O Strati é 100% elétrico, com "transmissão automática de velocidade única", segundo a empresa, e velocidade máxima de 80 km/h.
As baterias de 6,1 kW/h prometem uma autonomia de 100 km e um tempo de recarga de 3,5 horas.
Matéria colhida na íntegra em Inovação Tecnológica
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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Pouca neve no Ártico e degelo alarmam cientistas

Degelo no Ártico foi excessivo durante o Verão no Hemisfério Norte, segundo cientistas (Foto: AP/NOAA/Divulgação)
Cobertura de neve abaixo da média no Ártico, temperaturas recordes no Alasca, e degelo excessivo no verão da Groenlândia foram observados este ano por cientistas e despertaram novas preocupações sobre o aquecimento global.
O Arctic Report Card, desenvolvido por 63 cientistas em 13 países e atualizado a cada ano desde 2006, foi divulgado nesta semana na reunião da União Geofísica Americana, em São Francisco (Califórnia, EUA).
Foi constatado no relatório que o Ártico continua esquentando numa taxa duas vezes maior do que em baixas altitudes, indicando a permanência de uma tendência conhecida como Arctic Amplification.
"Não podemos esperar recordes todos os anos. As constantes mudanças na região não precisam ser espetaculares", disse o autor principal Martin Jeffries, consultor científico do Ártico e oficial do programa pelo Arctic and Global Prediction no escritório de Pesquisa Naval no Condado de Arlington, na Virgínia, Estados Unidos.
A temperatura do ar continua esquentando em comparação à média dos últimos 30 anos, o que é importante porque essas temperaturas agem como indicadores e responsáveis pelas mudanças regionais e globais, alterando os habitats de ursos polares que lutam pela sobrevivência com o gradativo desaparecimento de oceanos congelados.
"A mudança climática está causando um efeito desproporcional no Ártico. Nos últimos 30 anos, a região vem se tornando mais verde, quente e acessível a embarcações, extração energética e pesca", disse Craig McLean, administrador assistente no National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA, na sigla em inglês).
"Essas transformações, causadas pelas emissões de gases do efeito estufa, estão trazendo enormes desafios", prosseguiu.
Com informações G1.globo.com
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Punir as crianças por mentiras não funciona

"A ameaça de punição pode ter o efeito inverso, reduzindo a probabilidade de que as crianças digam a verdade quando incentivadas a fazê-lo."[Imagem: McGill University]
As crianças são mais propensas a dizer a verdade ou para agradar um adulto ou porque acreditam que é a coisa certa a fazer.
Assim, se você quer que seus filhos digam apenas a verdade, é melhor não ameaçar puni-los se eles mentirem.
Isto foi o que pesquisadores descobriram através de um experimento simples envolvendo 372 crianças com idades entre 4 e 8 anos.
Mentira e idade
A equipe da professora Victoria Talwar, da Universidade McGill (Canadá), deixou cada criança sozinha em um quarto por 1 minuto com um brinquedo atrás delas sobre uma mesa, depois de ter pedido que a criança não pegasse o brinquedo durante a sua ausência.
Enquanto os pesquisadores estavam fora da sala, uma câmera de vídeo escondida filmava tudo o que se passava.
Quando os pesquisadores retornavam, eles faziam à criança uma primeira pergunta direta: "Quando eu saí, você se virou e pegou o brinquedo?"
No quesito desobediência, pouco mais de dois terços das crianças pegaram o brinquedo (67,5%). Para cada aumento de 1 mês de idade, as crianças tornaram-se ligeiramente menos propensas a desobedecer e pegar o brinquedo.
No quesito mentira, novamente cerca de dois terços delas mentiram (66,5%) - e com cada mês adicional de idade, elas mostraram-se mais propensas a dizer mentiras e mais hábeis em manter suas mentiras.
Motivos para dizer a verdade
Mas o que se revelou mais interessante foi que as crianças se mostraram menos propensas a contar a verdade quando estavam com medo de serem punidas do que quando lhes foi pedido para dizer a verdade, ou porque isto iria agradar o adulto, ou porque era a coisa certa a fazer e faria ela própria - a criança - sentir-se bem.
Quanto mais jovens as crianças, mais elas contaram a verdade para agradar os adultos. As crianças mais velhas disseram a verdade mais quando lhes era dito que era a coisa certa a fazer.
"A questão fundamental é que a punição não promove a apuração da verdade," disse a Dra. Victoria. "Na realidade, a ameaça de punição pode ter o efeito inverso, reduzindo a probabilidade de que as crianças digam a verdade quando incentivadas a fazê-lo. Esta é uma informação útil para todos os pais de crianças pequenas e para os profissionais, como professores que trabalham com elas e querem incentivar as crianças a serem honestas."
Matéria colhida na íntegra em Diário da Saúde
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Aquecimento global antigo e atual são similares

Testemunhos de sondagem revelam o que aconteceu na Terra durante o Máximo Termal do Paleoceno-Eoceno.[Imagem: Bianca Maibauer/Universidade de Uath]
A taxa de emissões de carbono que aqueceu o clima da Terra quase 56 milhões de anos atrás foi muito mais parecida com o aquecimento global verificado agora do que os cientistas calculavam.
Segundo Gabe Bowen e seus colegas da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, o aquecimento global do período Paleoceno-Eoceno envolveu dois "pulsos de carbono" lançados na atmosfera.
E os dois pulsos parecem ter acontecido por eventos "endógenos", ou seja, de processos do próprio planeta, não envolvendo a queda de asteroides ou cometas.
As causas mais prováveis incluem o derretimento do gelo de metano aprisionado no fundo oceânico - os chamados clatratos - ou a liberação também de metano por um vulcanismo intenso.
Segundo a equipe, isto traz notícias boas e ruins. A boa notícia é que a Terra e a maioria das espécies vivas na época sobreviveu. A má notícia é que levou milênios para que a Terra voltasse ao nível climático anterior.
"Há uma observação positiva na medida que o mundo persistiu, ele não acabou em chamas, ele tem um mecanismo de autocorreção e voltou ao normal sozinho," disse Bowen. "No entanto, neste caso levou quase 200 mil anos antes que as coisas voltassem ao normal."
Porém, Bowen ressalta que, naquela época, o clima global já era muito mais quente do que o atual - não havia, por exemplo, coberturas de gelo nos polos. "Assim, isso aconteceu em um campo de jogo diferente do que temos hoje," afirmou.
Foi nesta época, por exemplo, que surgiu a maior parte dos mamíferos e que os oceanos adquiriram a acidez que apresentam hoje.
E as coisas parecem ter sido muito mais dramáticas: no chamado Máximo Termal do Paleoceno-Eoceno as temperaturas subiram entre 5 e 8 graus Celsius - atualmente os ambientalistas lutam para limitar o aquecimento global a 2º C.
Aquele aquecimento parece ter sido gerado por duas liberações de carbono, com durações de até 1.500 anos, o que, segundo a equipe, descarta explicações anteriores do impacto de um asteroide ou cometa para justificar o evento.
A equipe chegou a estas conclusões monitorando o registro geológico deixado em nódulos sedimentares de calcário e rochas carbonáticas no estado de Wyoming, nos EUA. Agora os dados precisarão ser confirmados mediante a análise de amostras de mesma idade recolhidas em outras partes do mundo.
Mas a capacidade de recuperação natural do planeta em uma época de mudanças muito mais dramáticas acentua o risco das manipulações climáticas defendidas pela geoengenharia - estudos apontam que essas manipulações podem transformar o aquecimento global em seca global e que, no final das contas, a geoengenharia pode amplificar os efeitos do aquecimento global.
Fonte: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Cientistas quebram simetria da luz

O efeito foi demonstrado usando uma única nanopartícula de ouro depositada no interior de uma fibra óptica. [Imagem: TU Wien]
 Luz com direção
Quando uma partícula absorve e emite luz, a luz que sai não é emitida apenas numa direção.
"Uma partícula no espaço livre irá sempre emitir tanta luz em uma direção em particular quanto ela emite na direção oposta," explica o professor Arno Rauschenbeutel, da Universidade de Tecnologia de Viena, na Áustria.
Mas o professor Arno e sua equipe acabam de quebrar essa simetria de emissão da luz usando nanopartículas de ouro acopladas a fibras ópticas ultrafinas.
Na estrutura construída por eles, as propriedades da luz de um laser que incide nas nanopartículas dentro da fibra óptica determinam se a luz emitida pela partícula viajará para a esquerda ou para a direita dentro da fibra.
Segundo a equipe, este novo tipo de interruptor óptico tem o potencial para alavancar de vez a nanofotônica, o que inclui, entre outras utilidades, o uso da luz em lugar da eletricidade no interior dos chips.
A quebra da simetria da luz foi possível explorando um efeito físico já conhecido, o acoplamento spin-órbita. [Imagem: TU Wien]
Quebra da simetria da luz
A quebra da simetria da luz foi possível explorando um efeito físico já conhecido, o acoplamento spin-órbita.
A luz possui um momento angular intrínseco, chamado spin. De forma semelhante a um pêndulo, que pode oscilar em um plano ou se mover em círculos, uma onda de luz também pode ter diferentes sentidos de oscilação - se ela tiver um sentido vibracional bem definido ela é chamado de "onda polarizada".
Normalmente uma onda de luz oscila em um plano perpendicular à sua direção de propagação. Se a oscilação for circular, ela lembra o movimento de uma hélice de avião - então, seu spin, ou seu eixo de rotação, aponta na mesma direção da sua propagação.
Mas as coisas mudam ligeiramente quando a luz se move através de fibras de vidro ultrafinas: sua intensidade é muito alta no interior da fibra, mas diminui rapidamente fora dela.
"Isto leva a um componente de campo adicional na direção da fibra de vidro," explica o professor Arno. O plano rotacional da onda de luz gira 90 graus. "Então, a direção da propagação é perpendicular ao spin, tal como uma bicicleta, que se desloca numa direção que é perpendicular aos eixos das rodas."
Quando a nanopartícula inserida no interior da fibra de vidro é irradiada com um laser de tal forma que ela emita luz de um determinado sentido de rotação, a luz emitida irá então se propagar apenas em uma direção particular no interior da fibra - ou para a esquerda ou para a direita.
Tecnologia prática
"Esta nova tecnologia pode ser facilmente disponibilizada em aplicações comerciais. Já agora todo o experimento cabe dentro de uma caixa de sapatos," disse o professor Arno.
"A técnica pode ser aplicada a circuitos integrados ópticos. Esses sistemas fotônicos poderão substituir um dia os circuitos eletrônicos que utilizamos hoje," prevê ele.
Matéria colhida na íntegra em Inovação Tecnológica
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Salvar arquivo no computador melhora memória

Imagem do Google
O simples ato de salvar um arquivo no computador pode melhorar a nossa memória para as informações que encontrarmos a seguir.
Quem garante são Sean Stone e Benjamin Storm, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz, em um estudo publicado na renomada revista Psychological Science.
Os experimentos realizados pelos dois pesquisadores indicam que o mero ato de salvar o arquivo ajuda a "liberar recursos cognitivos" que podem ser usados para lembrar novas informações.
"A ideia é incrivelmente simples: Salvar [o arquivo] funciona como uma forma de descarregamento. Ao assegurar que determinadas informações estarão digitalmente acessíveis, podemos realocar recursos cognitivos usados para manter essa informação e concentrarmos em lembrar novas informações," disse o Dr. Storm.
Estudos anteriores haviam indicado que salvar informações em um dispositivo digital, como um computador ou câmera, tira essas informações da memória - uma espécie de esquecimento induzido pelo salvamento.
"Nós tendemos a pensar sobre esquecer como algo que acontece quando a memória falha, mas as pesquisas sugerem que o esquecimento desempenha um papel essencial no apoio ao funcionamento adaptativo da memória e da cognição," explica Storm.
No primeiro experimento, estudantes universitários abriam e estudavam pares de arquivos (Arquivos A e B). Cada arquivo continha uma lista de 10 substantivos comuns.
Os voluntários tiveram 20 segundos para estudar o Arquivo A antes de fechá-lo. Eles então estudaram o Arquivo B pelo mesmo tempo e foram imediatamente avaliados sobre quantos nomes conseguiam se lembrar deste último arquivo. Finalmente eles foram avaliados quanto à lembrança dos substantivos do Arquivo A.
Mas o fator mais importante do experimento é que, na metade dos testes, os alunos foram orientados a salvar o Arquivo A em uma pasta específica após estudá-lo. Na outra metade, eles deviam simplesmente fechar o arquivo.
Os resultados foram claros: os alunos se lembraram de mais palavras do Arquivo B quando haviam salvo o Arquivo A do que quando o tinham simplesmente fechado. Os resultados foram confirmados com a repetição de todo o conjunto de testes com um novo grupo de voluntários.
Este segundo grupo rendeu ainda outra confirmação: quando os pesquisadores disseram a uma parte deles que o arquivo salvo poderia não ser recuperado, os benefícios do salvamento se foram, e eles não apresentaram os ganhos de memória.
"Ao tratar computadores e outros dispositivos digitais como extensões de memória, as pessoas podem estar se protegendo dos custos de esquecer e aproveitando os benefícios," concluiu Storm.
Fonte: Diário da Saúde
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

NASA apresenta Robô Substituto

Como no cinema, a intenção do robô Substituto é "ampliar o alcance da humanidade".[Imagem: JPL-Caltech]
 Substitutos biomecatrônicos
No sucesso do cinema "Substitutos", o personagem de Bruce Willis teve trabalho para desativar máquinas que não eram propriamente androides, não tendo qualquer inteligência própria, mas corpos biomecatrônicos que podiam ser controlados remotamente por seres humanos.
Embora ainda longe das máquinas da ficção, a NASA está apostando em seu próprio substituto -Surrogate é o nome do novo robô, que fez parte de um show esta semana no Laboratório de Propulsão a Jato, em Pasadena, na Califórnia.
O robô Substituto entrou pelo palco, ao som da música tema de 2001: Uma Odisseia no Espaço, e levou um tablet para o professor Thomas Rosenbaum, presidente do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Rosenbaum pegou o tablet e usou-o para disparar comandos preparados previamente para o robô Curiosity, em Marte.
O Substituto foi projetado com forte inspiração no ser humano, com uma espinha vertical, dois braços e uma cabeça. O robô pesa 90,7 quilogramas e tem 1,40 metro de altura. A grande diferença é que ele não tem pernas, movimentando-se sobre lagartas, o que limita sua capacidade de subir escadas ou escalar objetos muito altos.
Mas sua força e sua espinha flexível lhe dão uma capacidade de manipulação de objetos que é difícil de equiparar.
Ampliar o alcance da humanidade
"O Substituto e seu antecessor, o RoboSímio, foram projetados para ampliar o alcance da humanidade, indo a locais perigosos, como um reator nuclear durante um cenário de desastre como nós vimos em Fukushima. Ele pode executar tarefas simples, como girar válvulas ou acionar chaves para estabilizar a situação ou evitar mais danos," disse Brett Kennedy, líder da equipe de robótica do Caltech.
Na verdade, os dois robôs - antecessor e sucessor - são novinhos em folha. O RoboSímio foi construído para participar de um desafio de robótica patrocinado pela agência de defesa dos EUA (Darpa), em que será vencedor aquele que se sair melhor em vários cenários de desastres. O RoboSímio é um dos finalistas da competição, que ocorrerá em junho do ano que vem.
Com o material que sobrou da construção do primeiro robô, a equipe construiu oSurrogate e o resultado foi tão bom que o grupo ficou em dúvida de qual dos dois enviaria para a competição.
O RoboSímio foi inspirado em macacos, mas tem sete conjuntos de olhos. [Imagem: JPL-Caltech]
Homem e macaco
Como seu nome indica, o RoboSímio foi inspirado em macacos, movendo-se sobre quatro patas, o que lhe dá capacidade de escalar virtualmente qualquer coisa.
Outra vantagem é que, enquanto o Substituto tem dois olhos (duas câmeras para visão estereoscópica) o RoboSímio tem sete conjuntos de olhos, o que lhe permite ver simultaneamente para frente, para os lados, para baixo e para cima.
Depois de comparar o desempenho dos dois, a equipe finalmente decidiu qual enviar para a competição, mostrando que o robô inspirado no ser humano ainda não é um substituto tão bom: "Acontece que o Substituto é uma plataforma de manipulação melhor e mais rápida em superfícies amigáveis, mas o RoboSímio é uma solução mais versátil, e nós esperamos que essa solução versátil seja mais competitiva neste caso," disse Kennedy.
Matéria colhida na íntegra em Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Mesmo em cores, imagem do cometa 67P é cinza

Pode acreditar: esta foto é colorida. O problema é que o cometa é realmente mais escuro que carvão, e a foto precisou ser clareada para mostrar os relevos do 67P.[Imagem: ESA/Rosetta/OSIRIS]
A primeira fotografia a cores do cometa 67P foi tirada pela sonda espacial Rosetta e mostra que ele é ainda mais escuro e monocromático do que o esperado.


A fotografia, que apesar de ser cuidadosamente montada a partir de três imagens tiradas com filtros vermelhos, verdes e azuis, efetivamente parece ser em preto e branco.


Ela foi feita pela câmera Osiris, que está a bordo da sonda em órbita do cometa e que, no mês passado, fez história ao lançar o robô Philae na superfície do 67P.


A equipe do imageador Osiris reafirmou que o cometa 67P é "tão negro como carvão" e surpreendentemente uniforme.


"Nós gostamos de nos referir à Osiris como os olhos da Rosetta," disse o Dr. Holger Sierks, do Instituto Max Planck para Investigação do Sistema Solar, que lidera o consórcio que construiu e opera a câmera.


Na verdade, a câmera é bem diferente dos olhos humanos, e uma imagem colorida precisa ser produzida pela combinação de três fotografias separadas, uma com cada filtro.


Isto não é uma tarefa fácil. A Rosetta está em movimento constante e o cometa está girando, o que exige levar em conta várias alterações no ângulo das tomadas individuais.


O resultado parece não justificar o esforço, já que a imagem se parece notavelmente com uma fotografia preto e branco, quase igual às imagens anteriores monocromáticas.



"Como se vê, o 67P parece cinzento-escuro, na realidade quase tão negro como o carvão," disse o Dr. Sierks.


A imagem foi tratada em computador para ser clareada o suficiente para mostrar as características do cometa - é por isso que ele aparece como cinza mais claro, mas longe do que poderia se chamar colorido.


Isto é mais uma pedra no sapato dos cientistas, que acreditavam que cometas eram "bolas de gelo sujo" - qualquer saliência de gelo deveria aparecer azulada na imagem.


Segundo a equipe, o gelo do cometa presumivelmente está escondido debaixo de sua superfície empoeirada, coberta de pedregulhos.

Com informações de Inovação Tecnológica
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domingo, 14 de dezembro de 2014

Mídias sociais podem induzir preconceitos e distorções nas pesquisas científicas

Os cientistas raramente corrigem seus dados para eliminar a distorção que as populações de cada site de relacionamento podem produzir nos resultados. [Imagem: Universidade McGill/Divulgação]
Os sites de relacionamento tornaram-se a Meca dos psicólogos e cientistas sociais, que passaram a ver as chamadas mídias sociais, ou sites de relacionamentos, como um meio rápido e barato de estudar o comportamento humano.
Contudo, essa prática está repleta de preconceitos e distorções, alerta uma equipe das universidades McGill (Canadá) e Carnegie Mellon (EUA).
Nos últimos anos, um número crescente de estudos científicos tem reivindicado a capacidade de prever tudo, de sucessos de bilheteria no cinema a flutuações no mercado de ações, anunciando "descobertas" sobre o comportamento humano online eoffline.
Mas as evidências de falhas em muitos desses estudos destacam a necessidade de que os cientistas sejam cautelosos devido a uma série de armadilhas que surgem quando se trabalha com grandes conjuntos de dados de mídia social.
Esses resultados errados podem ter enormes implicações: milhares de trabalhos de pesquisa a cada ano agora são baseados em dados recolhidos nos sites de relacionamento. "Muitos desses artigos científicos são usados para dar suporte e justificar decisões e investimentos entre o público, a indústria e o governo", alerta o professor Derek Ruths, membro da equipe.
Em um artigo publicado na revista Science, a equipe destaca várias questões envolvendo a utilização desses dados de mídia social - juntamente com algumas estratégias para enfrentá-los.
Para começar, os pesquisadores alertam que os dados disponibilizados pelos sites de relacionamento nem sempre fornecem uma representação precisa dos dados globais da plataforma - e os pesquisadores estão geralmente no escuro sobre quando e como os provedores de mídia social filtram seus fluxos de dados.
Além disso, o próprio projeto de cada plataforma de mídia social pode ditar a forma como os usuários se comportam e, portanto, criar desvios em qualquer medição de comportamento.
Por exemplo, apontam eles, no Facebook a ausência de um botão "Não Gostei" faz com que as respostas negativas ao conteúdo sejam muito mais difíceis de detectar do que as respostas positivas, que dispõem do botão "Curtir".
Além disso, cada site de relacionamento atrai usuários diferentes. O Pinterest, por exemplo, é dominado por mulheres com idades entre 25 e 34 anos. O Instagram tem apelo especial entre adultos com idades entre 18 e 29 anos, principalmente mulheres, pessoas de renda mais baixa e etnias definidas como latinos e afro-americanos, - enquanto o Pinterest é dominado por usuários entre 25 e 34 anos com renda média acima de US$100.0000.
Contudo, os cientistas raramente corrigem seus dados para eliminar a distorção que essas populações podem produzir nos resultados.
Exemplificando os desvios, a equipe destaca que esforços para inferir a orientação política dos usuários do Twitter mal atingiram uma precisão de 65% para usuários típicos - embora "estudos científicos" com dados da plataforma, com foco em usuários politicamente ativos, reivindiquem 90% de precisão.
Além disso, um grande número de geradores de spam e softwares automatizados, que se disfarçam de usuários normais nos sites de relacionamento, são erroneamente incorporados em muitas medições e previsões do comportamento humano.
"O traço comum em todas estas questões é a necessidade de que os cientistas sejam mais conscientes de o que estão realmente analisando ao trabalhar com dados de mídias sociais", resume o professor Ruths.
Fonte: Diário da Saúde
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

"Gene da homossexualidade" - Os prós, os contras e o não-importa

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Genética do passado
Os avanços no estudo da genética têm mostrado que genes e mutações foram mal compreendidos pelos cientistas durante décadas.
Contudo, mesmo já tendo sido demonstrado coisas como que o mesmo gene que mata uma pessoa pode não afetar outra e que o mesmo gene tem efeitos opostos em homens e mulheres, continuam a proliferar estudos do tipo gene disso e gene daquilo.
A mais recente novidade no campo é um estudo com gêmeos que chegou à conclusão de que a homossexualidade masculina teria um forte componente genético. Sabendo-se que somos frutos de nossas experiências - conclusões de outro estudo também feito com gêmeos idênticos - fica a questão se os genes determinaram a homossexualidade ou se a homossexualidade "formatou" os genes.
E, para os ativistas dos direitos dos homossexuais, estudos desse tipo representam um dilema: Será que ajuda ou prejudica a sua causa se a ciência eventualmente demonstrasse que a homossexualidade é, em parte ou em grande parte, determinada biologicamente, em vez de uma opção de vida?
Prós e contras da homossexualidade genética
Por um lado, se a orientação sexual é algo com que as pessoas nascem, e não podem mudar, mesmo que queiram - como a cor da pele ou ser canhoto ou destro - isto deve derrubar a noção de que as pessoas escolhem ser gays e poderiam igualmente optar por não serem.
Tal conhecimento ajudaria a rebater aqueles que sugerem que a homossexualidade é o resultado de uma decisão moralmente inaceitável, ou um distúrbio psicológico. E também pode ajudar as pessoas que se esforçam para entender ou declarar a sua própria homossexualidade.
Por outro lado, alguns poderiam tentar redefinir a homossexualidade como uma anormalidade biológica. Não há nenhuma maneira de mudar a sexualidade das pessoas, mas se um "gene da homossexualidade" for encontrado, pode ser possível detectar a homossexualidade antes do nascimento, ou "curar" as pessoas alterando esses genes.
Mesmo a ameaça disso poderia ser usada para perseguir: considere as terríveis histórias da seleção de sexo pré-natal e das "terapias" coercitivas e ineficazes para os homossexuais.
Não é à toa que alguns ativistas veem em pesquisas desse tipo as "sementes de um genocídio".
Homossexualidade humana
Para pessoas socialmente liberais e tolerantes, uma homossexualidade genética não representa nenhum problema. É nos círculos onde a homossexualidade ainda é considerada problemática - e existem muitos desses círculos - onde pode haver consequências.
Mas há também um crescente entendimento de que a simples apresentação de evidências que contradizem as visões de mundo das pessoas não muda as suas crenças: ao invés de assimilar as novas informações, elas apenas intensificam seus esforços para rejeitá-las.
E você pode muito bem perguntar: por que não procurar genes que tornam algumas pessoas virulentamente homofóbicas? Ou dispostas a perseguir os outros qualquer que seja o motivo?
De qualquer forma, a sexualidade humana é flexível e criativa. Julgar certos comportamentos como não naturais é um absurdo: o mundo natural - dos animais não-humanos - está repleto de práticas que nenhum ser humano pensaria em tentar e a maioria de nós tem rompantes que poderiam ser facilmente rotulados como desumanos ou mesmo inumanos.
Em última análise, isto faz com que a homossexualidade não importe tanto quanto o fato de que pessoas homossexuais existem e sempre existiram, em todas as sociedades do planeta, em todas as épocas.
Nas palavras dos ativistas: "Algumas pessoas são gays. Aceite isto." E, sobretudo, não procure explicações onde elas não podem ser encontradas.
Matéria colhida na íntegra em: Diário da Saúde
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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

NASA quer colaboração brasileira em satélite de clima espacial

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Pesquisadores da NASA, especificamente do Centro de Voos Espaciais Marshall, vieram ao Brasil reunir-se com uma equipe do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
A reunião tinha como finalidade discutir uma possível colaboração no desenvolvimento de um satélite de monitoramento do clima espacial.
Foi debatido pelo grupo o objetivo tecnológico e de monitoramento e o projeto do novo satélite de observações e os equipamentos científicos a bordo. Este satélite deverá ser desenvolvido em parceria pelas instituições dos dois países.
O INPE já possui um programa de clima espacial dedicado a avaliar fenômenos que afetam o meio entre o Sol e a Terra, bem como o espaço em torno da Terra, chamado Embrace (Estudo e Monitoramento Brasileiro do Clima Espacial).
Ainda não está definida qual será a participação brasileira no projeto. Contudo, as tratativas continuarão em novas reuniões à medida que cada instituição avance nas atribuições definidas para cada uma delas.
Com informações de Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Vá dormir mais cedo para ter menos preocupações!

Recentemente se descobriu uma conexão inusitada entre a qualidade do sono e as noites de Lua Cheia.[Imagem: NASA]
A conexão entre a hora de dormir e as preocupações cotidianas foi demonstrada através de experimentos feitos por Jacob Nota e Meredith Coles, da Universidade de Binghamton (EUA), que publicaram seus resultados na revista médica Cognitive Therapy and Research.
De acordo com os pesquisadores, pessoas que dormem por períodos de tempo mais curtos e que vão para a cama muito tarde da noite são frequentemente sobrecarregadas com mais pensamentos negativos do que quem tem períodos mais regulares de sono. Ou seja, a hora em que você vai para a cama e quanto tempo você dorme podem de fato tornar mais difícil para você ficar se remoendo em preocupações.
O que se diz é que as pessoas têm pensamentos negativos repetitivos quando esses pensamentos pessimistas incômodos parecem repetir-se em suas mentes, o que fazem sentir como se tivessem pouco controle sobre essas maquinações mentais.
Essas pessoas também tendem a preocupar-se excessivamente com o futuro, remoer coisas do passado e ter pensamentos intrusivos irritantes. Finalmente, essas pessoas também tendem a ter problemas de sono.
Outros estudos já haviam estabelecido uma conexão desses pensamentos negativos repetitivos com problemas de sono, especialmente nos casos em que as pessoas não conseguem pegar no sono.
Os dois pesquisadores descobriram agora que há uma ligação entre ter tais pensamentos repetitivos e o horário em que a pessoa vai para a cama.Eles descobriram que as pessoas que dormem por períodos mais curtos de tempo e vão para a cama mais tarde experimentam mais pensamentos negativos repetitivos do que quem vai dormir mais cedo.
O resultado foi o mesmo em entrevistas com estudantes que acreditam que "funcionam melhor à noite" e, portanto, costumam ficar estudando até tarde.
"Certificar-se de que se vai dormir no momento certo pode ser uma intervenção de baixo custo e facilmente disseminada para os indivíduos que são incomodados por pensamentos intrusivos," concluiu Nota.
Com informações de Diário da Saúde
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domingo, 7 de dezembro de 2014

Nave Orion da Nasa é lançada para primeiro voo de testes

A nave não tripulada Orion é lançada nesta sexta-feira (5) em base da Nasa em Cabo Canaveral (Foto: Steve Nesius/Reuters)
Nasa realizou nesta sexta-feira (5) o lançamento bem-sucedido de sua nave não tripulada Orion para um voo de testes da cápsula espacial que no futuro pode levar seres humanos a um asteroide e inclusive a Marte.

O lançamento ocorreu às 7h05 (10h05 de Brasília) a partir da base de Cabo Canaveral.

O potente foguete Delta IV Heavy, que havia apresentado problemas na quinta-feira (4), foi lançado normalmente, segundo imagens transmitidas ao vivo.

Orion é a primeira cápsula americana projetada para levar seres humanos ao espaço exterior desde as missões Apolo, que há quatro décadas transportaram o homem à Lua.

Neste primeiro voo de testes da Orion será avaliado o rendimento da cápsula espacial diante de desafios-have, como a separação por etapas do foguete, a elevada radiação, o forte calor (de 2.200°C) e o pouso com para-quedas perto do sudoeste de San Diego, na Califórnia.

Matéria colhida na íntegra em G1.globo.com
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