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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Amor online exige que você pareça real, não perfeito

Ao traçar seu perfil online, é melhor dar informações realistas do que tentar se mostrar perfeito. [Imagem: Tim Schoon]
A forma como você preenche um perfil online faz uma grande diferença na forma como você é visto por quem lê seu perfil.
Isto pode parecer óbvio, mas talvez não da forma como se possa imaginar a princípio.
Por exemplo, quando o assunto é encontrar sua cara-metade, é melhor dar informações realistas sobre si mesmo do que tentar se mostrar perfeito.
Parecer real
Analisando pessoas participantes de sites de relacionamento e namoro, pesquisadores da Universidade de Iowa (EUA) constataram que as pessoas que utilizam os serviços de namoro online estão à procura de alguém que combine com elas, e não de uma pessoa perfeita.
Na verdade, as pessoas que estão à procura de amor em sites de relacionamento são menos propensas a confiar em uma pessoa com um perfil "brilhante", preferindo um parceiro que aparente algum sucesso, mas que também seja humilde e que pareça uma pessoa real.
"Nós descobrimos que as pessoas querem entrar em contato com uma pessoa que pareça ser precisa naquilo que está dizendo sobre si mesma online," explica Andy High, coordenador do estudo. "É difícil quando se trata de perfis de candidatos a namoro porque queremos alguém que pareça ser uma pessoa incrível, mas também esperamos ter um relacionamento com essa pessoa, por isso queremos que ela exista."
Assim, ser fantasioso demais em seu perfil vai simplesmente diminuir as chances de que aquele personagem criado para preencher o perfil pareça ser alguém que exista na realidade.
Dê detalhes
A maioria das pessoas entrevistadas no estudo mostrou-se atraída por indivíduos cujos perfis eram positivos, mas não do tipo super-heróis. Mais importante, os participantes preferem pessoas cujo perfil pode ser claramente atribuído a uma pessoa real.
Isto significa que as pessoas querem detalhes, não generalidades, especialmente sobre onde um potencial parceiro amoroso trabalha e o que ele ou ela faz para viver.
"Em vez de apenas dizer, 'Eu escrevo um blog', dê o nome do blog e incentive as pessoas a visitá-lo," recomenda High. "Se você trabalha para uma empresa, dê o nome da empresa. Se você pode nomear algo ou proporcionar às pessoas um link para chegar até você, então faça-o. A ideia é que o potencial interessado pense que o perfil corresponde a uma pessoa real."
Por outro lado, talvez não seja recomendável divulgar detalhes demais por questões de segurança.
Matéria colhida na íntegra em: Diário da Saúde
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Cuidados no reaproveitamento da água da chuva

Exemplo de sistema permanente de captura da água da chuva. Sistemas simplificados também demandam tratamento dos volumes coletados.[Imagem: IPT]
Apesar de ser uma técnica relativamente simples, o aproveitamento de água da chuva possui requisitos mínimos que devem ser respeitados para garantir o funcionamento do sistema e, principalmente, para assegurar a qualidade dos volumes coletados.
O telhado ou a laje de cobertura da edificação funcionam como área de captação. "Jamais deve-se fazer a captação a partir de pisos", explica o pesquisador Luciano Zanella, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT).
Calhas e tubos direcionam facilmente as águas até um reservatório, mas é preciso prever um sistema de tratamento, cuja complexidade vai depender dos usos pretendidos.
Em alguns casos, pode-se pensar em uma rede de distribuição da água para pontos de consumo de água não potável, caso das bacias sanitárias. Em edificações já construídas, entretanto, é indicado optar por sistemas simplificados, uma vez que o custo de novas instalações hidráulicas prejudicará a viabilidade financeira do projeto.
Dois aspectos não podem ser ignorados: o espaço disponível para a instalação do reservatório e, quando a intenção for instalá-lo sobre a laje de cobertura, a capacidade da estrutura para suportar o peso adicional. "A carga extra de um reservatório cheio de água pode não ser suportada por alguns tipos de construção", ressalta Zanella.
A capacidade de reservação deve levar em conta a demanda por água não potável. O número de usuários e seus hábitos de consumo, além das diversas aplicações que essa água pode ter na edificação, como limpeza de pisos e rega de jardins, também precisam ser levados em conta.
É imprescindível, alertam os pesquisadores do IPT, desprezar as primeiras chuvas. São elas que vão arrastar os poluentes presentes no ar e lavar a sujeira acumulada na área de captação. As recomendações técnicas indicam um descarte em torno de um a dois litros de água da primeira chuva para cada metro quadrado de telhado. Assim, se a cobertura tem 20 metros quadrados, é necessário desconsiderar um volume entre 20 e 40 litros.
Um sistema mínimo de tratamento das águas pluviais envolve não somente o descarte das primeiras águas, mas a remoção dos sólidos, como folhas, galhos e areia, por meio da utilização de filtro ou tela. "É recomendada a desinfecção com compostos de cloro, quando existir a possibilidade de contato da água com a pele do usuário ou quando o tempo de armazenamento for longo," esclarece o pesquisador Wolney Castilho Alves.
Sistemas permanentes de aproveitamento da água da chuva, instalados com o objetivo de suplementar o abastecimento para fins não potáveis, demandam sistemas mais complexos de tratamento. É possível encontrar no mercado filtros e componentes de desinfecção que devem ser empregados nesses casos. É exigido, para sistemas de uso integrados à edificação, um projeto elaborado por profissional devidamente habilitado.
A qualidade da água está diretamente relacionada com o seu armazenamento. Por isso, é fundamental manter o reservatório com tampa e com quaisquer aberturas fechadas para evitar a proliferação de mosquitos ou mesmo a contaminação da água pela entrada de ratos ou insetos.
Além disso, o reservatório deve ser protegido de impactos e da luz solar, e também se deve prever uma saída de fundo no reservatório que propicie sua limpeza, quando for necessária. Os pesquisadores do IPT alertam ainda para a importância de manter o reservatório longe do acesso de crianças para evitar acidentes.
O mais comum é utilizar a água de chuva para a rega de jardins e plantações, lavagem de carros e pisos e também em descargas de bacias sanitárias. Em condições anormais de abastecimento, desde que se mantenha a forma adequada de coleta, tratamento e armazenamento, é possível considerar o uso para lavagem de roupas, louças e para o banho.
Fonte: Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Sal, hipertensão e circuito no cérebro, qual a relação?

Imagem do Google
Que o consumo excessivo de sal provoca hipertensão, todos já são conhecedores, o que pouca gente sabe é o porquê desse fenômeno.
O consumo em excesso de sal "reprograma" o cérebro, interferindo com um mecanismo de segurança natural que normalmente impede a pressão arterial do corpo de subir além do normal, caracterizando a hipertensão.
Embora esta associação entre o sal e a hipertensão seja bem conhecida, os cientistas até agora não entendem os mecanismos que conectam a ingestão elevada de sal e o aumento da pressão arterial.
Estudando o cérebro de ratos, pesquisadores da Universidade McGill (Canadá) descobriram agora que a ingestão de grandes quantidades de sal provoca alterações em alguns circuitos essenciais do cérebro.
"Nós descobrimos que um período de ingestão elevada de sal na dieta dos ratos provoca uma mudança bioquímica nos neurônios que liberam vasopressina (VP) para a circulação sistêmica," explica o professor Charles Bourque, coordenador do trabalho.
"Essa mudança, que envolve uma molécula neurotrófica chamada BDNF (fator neurotrófico derivado do cérebro), evita a inibição desses neurônios em particular por outras células," complementa.
Isto é, a ingestão de teores elevados de sal evita a inibição dos neurônios de VP (vasopressina) pelo circuito de detecção da pressão arterial do corpo.
A desativação deste mecanismo de segurança permite que a pressão arterial suba quando uma grande quantidade de sal é ingerida durante um longo período de tempo.
Entre as questões que ainda restam para serem respondidas em futuras pesquisas estão: Será que este mesmo efeito de reprogramação ocorre nos seres humanos? Se sim, será que ele pode ser revertido?
Nesse meio tempo, acrescenta o Dr. Bourque, a mensagem permanece: limite o sal na dieta.
Com informações de Diário da Saúde
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Há várias Segundas Leis da Termodinâmica em nanoescala

[Imagem: Fernando Brandão et al. - 10.1073/pnas.1411728112]
Termodinâmica quântica
No ano passado, uma equipe de físicos causou furor na academia ao defender que a Segunda Lei da Termodinâmica falha em nanoescala.
Agora, outra equipe foi além, garantindo que, em nanoescala, ou no reino da física quântica, não existe uma, mas várias "segundas leis da termodinâmica", que complementariam a clássica Segunda Lei da Termodinâmica.
O trabalho foi liderado pelo brasileiro Fernando Brandão, atualmente na Universidade College de Londres.
Termodinâmica clássica
A Segunda Lei da Termodinâmica clássica estabelece que o Universo está em um estado de desordem crescente, resultando em coisas como uma xícara de café quente em um ambiente frio vai esfriar, e nunca esquentar, ou que mesmo as máquinas mais eficientes vão perder alguma energia na forma de calor.
Isso parece bastante trivial e previsível, mas as "segundas leis" dessa termodinâmica quântica vão resultar em fenômenos bem mais bizarros.
Há alguma resistência em chamar a Segunda Lei da Termodinâmica de "lei" porque ela é basicamente uma descrição estatística, que só vale quando há um número de partículas suficientemente grande em um sistema. Por isso, os físicos têm-se interessado em saber se ela se manteria válida em sistemas muito pequenos, nos quais há um número muito pequeno de partículas.
Surpreendentemente, a equipe descobriu que a desordem também tende a crescer nos sistemas em nanoescala - validando a Segunda Lei clássica nesses sistemas quânticos -, mas há "segundas leis" adicionais que restringem o modo como essa desordem pode aumentar.
Em escala quântica, há várias Segundas Leis da Termodinâmica
Trabalhando com apenas uma partícula, outra equipe já havia constatado que a Segunda Lei da Termodinâmica falha em nanoescala. [Imagem: Iñaki Gonzalez/Jan Gieseler]
Segundas leis da termodinâmica quântica
"Estas segundas leis adicionais podem ser imaginadas como dizendo que há muitos tipos diferentes de desordem em pequenas escalas, e todos eles tendem a aumentar conforme o tempo passa," disse o professor Michal Horodecki, membro da equipe.
Isso significa dizer que, em nanoescala, há medidas adicionais de desordem - todas diferentes da conhecida entropia - que quantificam os diferentes tipos de desordem. A equipe demonstrou que, além do esperado aumento da entropia, todos os outros tipos de desordem também aumentam com o tempo.
"Embora uma casa quântica vá ficar mais bagunçada, em vez de mais arrumada, como uma casa normal, nossa pesquisa mostra que as formas em que ela pode ficar bagunçada são restringidas por uma série de leis extras. Se não fosse estranho o suficiente, a forma como estas segundas leis interagem umas com as outras pode até mesmo fazer com que pareça que a Segunda Lei da Termodinâmica tradicional foi violada," explica o professor Jonathan Oppenheim.
Nessas aparentes violações, o que ocorre é que um pequeno sistema quântico pode ficar mais ordenado quando entra em contato com outro sistema maior, mas este, por sua vez, fica mais desordenado, ainda que a desordem seja difícil de detectar porque o sistema é muito maior do que o primeiro, que se organizou. O efeito líquido, garante a equipe, é uma maior desordem.
Os pesquisadores afirmam que seu estudo permitirá um melhor entendimento de como o calor e a energia são transformados em escala quântica, com importantes aplicações no desenvolvimento de nanomáquinas, motores biológicos e computadores quânticos.
Matéria colhida na íntegra em: Inovação Tecnológica
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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Proteína com efeito similar ao da morfina é descoberta no café

Imagem: Wikimedia
Peptídeos inéditos no café são identificados por pesquisadores da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) e da UnB (Universidade de Brasília).
Tais fragmentos de proteína apresentam efeito parecido com o da morfina, isto é, uma ação analgésica e ansiolítica, com um diferencial positivo: o tempo de duração desses efeitos foi significativamente maior.
Enquanto os pesquisadores Felipe Vinecky e Carlos Bloch estavam em busca de genes de café associados à melhoria da qualidade do produto eles identificaram os peptídeos.
Analisando as sequências gênicas, a dupla observou que algumas das sequências continham fragmentos internos com estruturas semelhantes à de alguns opioides endógenos humanos, como a encefalina.
Decidiram então sintetizar essas moléculas em laboratório para avaliar experimentalmente suas funções biológicas e efeitos fisiológicos em mamíferos.
Enquanto isso, um concentrado proteico presente no endosperma (parte maior da semente) do café foi submetido à digestão enzimática para simular o processo digestivo em humanos e, assim, deduzir como poderia ser o processo real de biodisponibilização e atividade final dessas moléculas dentro do organismo.
A partir dos análogos sintéticos, foram realizados testes com camundongos na Universidade de Brasília, que comprovaram que o composto do café tem efeito similar ao da morfina.
Melhor do que isso: na verdade, o tempo de duração do efeito analgésico é significativamente superior ao da morfina, chegando a cerca de quatro horas.
Embora não tenham sido observados efeitos colaterais sérios, os pesquisadores pretendem realizar outros experimentos mais rigorosos para avaliar a segurança do composto.
A Embrapa já solicitou ao INPI o registro de patente dos "peptídeos opioides" derivados do café - sete compostos no total.
Com informações de Diário da Saúde
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Ponte em arco pré-fabricado pode durar 300 anos

A estrutura flexível pode ser construída, armazenada e transportada na forma de uma peça plana. [Imagem: QueensUBelfast]
Engenheiros escoceses desenvolveram uma técnica inovadora para construir e transportar arcos para a construção de pontes e viadutos.
As pontes em arco são uma solução de baixo custo quando os vãos inferiores não precisam ser largos, suportando uma quantidade de carga muito elevada e não exigindo praticamente nenhuma manutenção em toda a sua vida útil.
O que encarece seu custo é que, ao contrário das pontes lineares comuns, não é possível fabricá-las em série e transportá-las.
Ou melhor, não era possível até agora.
A equipe do Dr. Adrian Long, da Universidade de Belfast, desenvolveu uma técnica que permite construir o arco na forma de pequenas seções interligadas em um dos lados.
Ponte em arco pré-fabricada vai durar 300 anos
Imagem: QueensUBelfast
Como a estrutura é flexível, ela pode ser construída, armazenada e transportada na forma de uma peça plana.
Quando chega ao local da obra, o arco pré-fabricado novamente dobra-se assim que é erguido por um guindaste, assumindo a forma necessária para sua instalação.
Uma demonstração desta tecnologia, batizada de FlexiArch, foi realizada em uma ponte com 16 metros de comprimento, constituída por 17 seções de concreto pré-fabricadas de um metro de largura cada uma.
A ponte ficou pronta em um dia e, segundo o Dr. Long, deverá durar 300 anos.

Fonte: Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

O mundo paga um preço alto pela carne barata

O público pode achar que uma dieta com baixo consumo de carne está mais ao seu gosto. [Imagem: Mikael Andersson/Plainpicture/NewScientist]
A não muito tempo atrás, uma refeição centrada na carne era um prazer raro. Hoje, porém, maioria das pessoas no Ocidente come carne todos os dias - muitos comem carne em todas as refeições.
E mesmo as pessoas em culturas menos carnívoras estão pegando gosto por essa comida - na China, por exemplo, comer carne tornou-se um espécie de "objeto de desejo".
Para isso, é necessário prover o bem de consumo: a produção de carne no mundo subiu de 78 milhões de toneladas por ano em 1963 para 308 milhões toneladas em 2014.
O problema - deixando de lado as questões em torno da moralidade ou não de matar os animais para comer - é que o planeta não consegue suportar esse apetite crescente. Os pastos usados para alimentar o gado já respondem por 26% das terras livres de gelo do planeta, e a indústria da carne é responsável por 15% de todas as emissões de gases de efeito estufa.
Isso tem levado a uma forte convicção de que a carne hoje é muito barata, com seu preço empurrado para baixo por práticas pecuárias cada vez mais intensivas. Embora isso seja largamente bom e desejável para os consumidores, é ruim para o meio ambiente - em termos de poluição e resistência aos antibióticos, bem como para o clima - novamente, sem olhar a coisa pelo lado dos animais.
O que os especialistas estão apontando agora é que, no longo prazo, isso pode ser ruim também para os consumidores.
Mas será possível aumentar o preço da carne para se contrapor a esses malefícios do ponto de vista global e social?
Os governos têm conseguido reduzir o consumo de álcool e tabaco aumentando os impostos sobre esses produtos, mas um "imposto da carne" seria muito mais controverso, uma vez que não há evidência tão claras sobre possíveis ligações entre altos níveis de consumo de carne e o câncer, por exemplo, ou as doenças cardíacas.
Outra opção que parece viável poderia ser reduzir os subsídios agrícolas que sustentam a produção de carne - subsídios que são gastos do governo e, portanto, representam o outro lado da equação dos impostos. Mas a batalha será dura contra os grupos de pressão dos ruralistas e, novamente, do público, que verá o preço da carne subir.
A boa notícia é que parece que a persuasão pode funcionar melhor do que a coerção.
No Reino Unido e nos Estados Unidos, as preocupações com a saúde já reduziram o consumo de carne vermelha e processada.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos está para lançar um novo documento contendo orientações dietéticas para o consumo de carne baseadas nas últimas evidências científicas.
Desta vez, as recomendações poderão abordar os efeitos da produção e consumo de carne sobre o meio ambiente, bem como diretamente sobre a saúde humana.
A indústria e os ruralistas não vão gostar, mas o público pode achar que uma dieta com baixo consumo de carne está mais ao seu gosto.
Fonte: Diário da Saúde
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Núcleo da Terra pode ter camadas diferentes

O núcleo da Terra pode não ser homogêneo, sendo formado por camadas com cristais com diferentes alinhamentos magnéticos. [Imagem: Lachina Publishing Services]
Cristais de ferro
Cientistas afirmam que descobriram novas informações sobre o interior do núcleo do planeta Terra, que teria duas camadas sobrepostas.
Uma pesquisa realizada em conjunto por uma equipe da China e dos Estados Unidos sugere que o núcleo central do planeta tem outro núcleo interior, de composição diferente.
A equipe acredita que a estrutura de cristais de ferro nesta região mais central é diferente das camadas exteriores do núcleo da Terra.
A composição do núcleo sempre foi um grande mistério, pois não há tecnologia que permita que se perfure a crosta até chegar a esta região para coletar materiais. A saída foi analisar ecos gerados por terremotos para estudar o núcleo da Terra, observando suas mudanças enquanto viajam pelas diferentes camadas do planeta.
"As ondas estão indo e voltando de um lado para outro da Terra", disse Xiaodong Song, da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, nos Estados Unidos.
Núcleo da Terra em camadas
De acordo com Song e seus colegas, os dados sugerem que o núcleo interno da Terra, uma região sólida aproximadamente do tamanho da Lua, é feito de duas partes.
Os dados da onda sísmica sugerem que os cristais no interior do núcleo interno estão alinhados na direção leste para oeste, se o observador estiver olhando para baixo, a partir do Polo Norte. Os cristais que estão no "exterior do núcleo interno" estão alinhados de norte a sul; na vertical se o observador estiver olhando do Polo Norte.
O núcleo do planeta, que está a mais de 5 mil quilômetros abaixo da superfície, começou a se solidificar cerca de um bilhão de anos atrás e continua crescendo cerca de 0,5 milímetro por ano.
"O fato de estarmos descobrindo estruturas diferentes em regiões diferentes do núcleo interno pode nos esclarecer algo a respeito da longa história da Terra", afirmou Song.
Alinhamento dos cristais
A descoberta de que o núcleo interno da Terra tem cristais com alinhamentos diferentes sugere que eles se formaram em condições diferentes e que o nosso planeta pode ter passado por uma mudança dramática durante este período.
"O modelo proposto nesta pesquisa precisa ser testado e comparado a outras formas de analisar as propriedades sísmicas do núcleo mais profundo da Terra, já que nenhum outro pesquisador pensou nestas provas para chegar a essas conclusões em seus estudos", comentou Simon Redfern, professor da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, que não participou do estudo.
Matéria colhida na íntegra em: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Demonstrada nova técnica para geração de eletricidade

Imagem: Aapo Varpula et al. - 10.1038/srep06799
Engenheiros do Centro de Pesquisas Técnicas da Finlândia (VTT) demonstraram uma nova técnica para geração de energia elétrica.
Aapo Varpula e seus colegas geraram energia utilizando um fenômeno de acúmulo de cargas elétricas que ocorre naturalmente entre dois corpos com diferentes funções de trabalho.
Função de trabalho é a quantidade de energia necessária para remover um elétron de um sólido e que está na base, por exemplo, do conhecido efeito fotoelétrico.
Quando dois corpos condutores com diferentes funções de trabalho são conectados um ao outro eletricamente, eles acumulam cargas opostas. Movendo estes dois corpos um em relação ao outro gera-se energia devido à força eletrostática atrativa entre as cargas opostas.
No experimento, a energia gerada por este movimento foi convertida em energia elétrica utilizável ligando os dois objetos a um circuito externo.
Segundo a equipe, a nova técnica de conversão de energia também funciona com semicondutores, o que é importante por causa das aplicações que se tem em mente.
Devido às baixas correntes produzidas, o novo método é adequado para a chamada "colheita de energia", produzindo eletricidade a partir das vibrações mecânicas do ambiente, das batidas do coração ou do molejo do nosso andar.
Coletores de energia desse tipo estão sendo testados em sensores e implantes médicos, onde eles podem substituir as baterias, tornando-se autoalimentados.
Mais no futuro, os coletores de energia poderão abrir novas oportunidades em campos como os aparelhos eletrônicos de vestir.
Fonte: Inovação Tecnológica
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Novas recomendações de quantas horas dormir por idade

Recentemente se descobriu uma conexão inusitada entre a qualidade do sono e as noites de Lua Cheia. Mas o melhor ainda é ir dormir mais cedo.[Imagem: NASA]
Ter uma boa noite de sono é importante, mas poucas pessoas passam oito ou mais horas debaixo dos lençóis.
Mas você sabe quantas horas de sono seriam mais saudáveis para você?
Embora reconheçam que o sono é especialmente afetado pelo estilo de vida e a saúde de cada indivíduo, um painel de especialistas da Fundação Nacional do Sono, um instituto de pesquisa sem fins lucrativos dos Estados Unidos, publicou recomendações gerais sobre quantas horas de descanso são necessárias de acordo com cada faixa etária.
Confira as recomendações:
  • Recém-nascidos (0-3 meses): o ideal é dormir entre 14 a 17 horas por dia, embora também seja aceitável um período entre 11 a 13 horas. Não é aconselhável dormir mais de 18 horas.
  • Bebês (4-11 meses): Recomenda-se que o sono dure entre 12 e 15 horas. Também é aceitável um período entre 11 e 13 horas, mas não mais do que 16 ou 18 horas.
  • Crianças pequenas (1-2): não é aconselhável dormir menos de 9 horas ou mais de 15 ou 16 hora. É recomendável que o descanso dure entre 11 e 14 horas.
  • Crianças em idade pré-escolar (3-5): 10-13 horas é o mais apropriado. Especialistas não recomendam dormir menos de 7 horas ou mais de 12 horas.
  • Crianças em idade escolar (6-13): o aconselhável é dormir entre 9 e 11 horas.
  • Adolescentes (14-17): Devem dormir em torno de 10 horas por dia.
  • Adultos jovens (18-25): 7-9 horas por dia. Não devem dormir menos de 6 horas ou mais do que 10 ou 11 horas.
  • Adultos (26-64): O ideal é dormir entre 7 e 9 horas, embora muitos não consigam.
  • Idosos (65 anos ou mais): o mais saudável é dormir 7 a 8 horas por dia.
Para complicar um pouco as coisas, estimulantes como café e bebidas energéticas, além de despertadores e luzes, incluindo as dos dispositivos eletrônicos, interferem com o chamado ritmo circadiano, ou relógio biológico, atrapalhando o sono.
Por isso, os especialistas deram também dicas sobre como obter um sono saudável.
  • Manter um horário para dormir, mesmo nos fins de semana.
  • Ter uma rotina para dormir relaxado.
  • Exercitar-se diariamente.
  • Garantir condições ideais de temperatura, ruído e luz no quarto.
  • Dormir em um colchão e travesseiros confortáveis.
  • Ter cuidado com a ingestão de álcool e cafeína.
  • Desligar aparelhos eletrônicos antes de dormir.
Fonte: Diário da Saúde
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Óculos comuns viram óculos de sol ao seu comando

Os tons de cinza que colorem as lentes podem ser alterados variando a mistura dos polímeros eletrocrômicos utilizados. [Imagem: Anna M. Osterholm et al. - 10.1021/am507063d]
Transição sob comando
Óculos com lentes que escurecem em ambientes mais claros estão no mercado há décadas.
Mas que tal ter controle total sobre o escurecimento, tornando-o instantâneo ou desativando-o totalmente, ou evitando que as lentes clareiem quando você coloca um boné?
Isto é o que promete Anna Osterholm, do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos.
Osterholm criou um novo tipo de lente que alterna em segundos de totalmente transparente para um escuro típico dos óculos de Sol mais escuros, e de volta para transparente também muito rapidamente.
Em vez de depender da iluminação externa, o próprio usuário controla a pequena corrente elétrica que induz as mudanças nas lentes, colocando os óculos no nível de escurecimento que achar mais confortável.
Polímeros eletrocrômicos
A corrente elétrica altera a mistura de um grupo de polímeros eletrocrômicos - que mudam de cor sob ação da eletricidade - presentes entre as duas camadas de vidro que formam a lente. A passagem de luz pela lente altera de 10 para 70%, e vice-versa, em poucos segundos.
Os pesquisadores ressaltam que a maioria das lentes transicionais não responde bem a brilhos incômodos, como do mar, da praia e da neve, um problema que deixa de existir com seu projeto.
Como foram financiados pela BASF e usaram apenas processos que podem ser realizados em escala industrial, eles esperam que suas lentes de escurecimento controlado estejam no mercado rapidamente.
Matéria colhida na íntegra em Inovação Tecnológica
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Ectomorfo, endomorfo ou mesomorfo, qual é o perfil de seu corpo?

Imagem do Google
Somatótipos
Cada corpo é único e uma espécie de "senha" que identifica o indivíduo, tais como as impressões digitais.
Os genes presentes em cada organismo, e o ambiente que formata seus genes, tornam virtualmente impossível chegar a um consenso sobre o chamado "corpo perfeito".
No entanto, existem características semelhantes para classificar os corpos, os chamados somatótipos, que são determinados com base em propriedades ósseas, musculares e tecido adiposo.
E esse conhecimento sobre seu próprio corpo é determinante que que você escolha qual é o melhor tipo de exercício para mantê-lo saudável.
Ectomorfo
"É a típica pessoa alta, magra, com uma tendência a inclinar-se para a frente. Possui membros longos, peitoral plano e tem dificuldade para ganhar massa muscular", explica Juan Francisco Marco, professor do Centro de Ciência Desportiva da Espanha.
As provas de fundo são ideais para as pessoas ectomorfas, ainda que para melhorar a aparência seja recomendável um programa de hipertrofia
Marco diz que essas pessoas obtêm melhor rendimento nos esportes de provas de fundo, como atletismo, natação ou ciclismo.
Nesse caso, ele recomenda estabelecer um programa de treinamento de força e hipertrofia focado no aumento da massa muscular.
"Elas devem se concentrar em exercícios básicos que movimentem muito as articulações, procurando trabalhar grupos musculares primários e secundários." O treino aeróbico tem de ser dosado para essa pessoa, porque ela pode perder peso e isso pode acabar freando o crescimento de massa muscular," acrescentou.
Endomorfo
Esse tipo de corpo é o oposto do anterior. Os endomorfos são caracterizados pela baixa estatura e pela forma arredondada, possuem um metabolismo lento que facilita o acúmulo de gordura, mas, por outro lado, têm maior facilidade para ganhar massa muscular.
Para esse grupo, Marco recomenda uma rotina com várias sessões de treino para aumentar a resistência cardiovascular.
"Tudo começa com um treino aeróbico de base que evolui para exercícios anaeróbios variados e de maior intensidade. É aconselhável para esse grupo buscar movimentar as articulações de forma muito dinâmica e não como o ectomorfo, a quem é recomendado um ritmo mais pausado, com descanso", acrescenta Marco.
Segundo o especialista, os esportes mais adequados para esse tipo de pessoas são os que trabalham força, potência e equilíbrio, como musculação ou luta.
No entanto, existem fatores que devem ser levados em conta, uma vez que se trata de um grupo com o qual é preciso ter cuidado durante os treinos: "A intenção é aumentar a massa muscular e reduzir o que chamamos 'porcentual de gordura'. Se isso não for feito, a pessoa corre o risco de ficar grande e sem forma - o popular 'gordo forte'".
"Psicologicamente, esse grupo é também o mais fraco, porque o nível de esforço exigido é muito alto, fica deprimido mais rápido com o fracasso ou com a falta de progresso", enfatiza Marco.
Mesomorfo
É geneticamente o grupo mais favorecido fisicamente, a tal ponto que um mesomorfo pode parecer um atleta, sem sê-lo.
"É o atleta clássico que não importa o que faça terá um alto desempenho", diz Marco. "Temos exemplos de jogadores de futebol que, de repente, jogam tênis, basquete, correm, nadam, fazem tudo muito bem".
O ideal é que esse tipo de pessoa é escolher esportes e exercícios que combinem força com a capacidade e a potência física, com programas de exercícios alternados, mudando constantemente entre o ganho de massa muscular e a atividade aeróbica para a resistência cardiovascular.
Tênis, futebol, remo e triatlo são esportes que se encaixam perfeitamente neste grupo, lembra o especialista.
Apesar das vantagens das pessoas mesomórficas, Marco diz ser recomendável não negligenciar a dieta porque os mesomorfos têm "uma tendência a acumular gordura, mas não ao nível do endomorfo". "Mas também não são um ectomorfo que pode comer o que quiser que vai queimar depois devido ao metabolismo acelerado", ressalva.
Segundo Marco, conhecer o tipo de corpo é um fator importante, mas isso não significa que exercícios recomendados para um determinado grupo não possam ser realizados por outro.
O mais importante, diz ele, é saber o principal objetivo a ser alcançado, estabelecer uma rotina de exercícios, seguir uma dieta e adequar um programa específico de treinamento às características da pessoa.
Texto: Diário da Saúde
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Correr demais é tão prejudicial quanto não fazer exercícios

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De acordo com cientistas dinamarqueses, pode ser tão ruim para a saúde praticar corrida em excesso quanto não praticar exercício.
Foram estudados voluntários, todos saudáveis, ao longo de 12 anos. Mais de mil praticavam corrida, ao passo que quase 4 mil não praticavam exercícios. Os pesquisadores responsáveis pelo estudo são do Hospital Frederiksberg, em Copenhague.
Os que praticavam corridas intensas não registraram estatísticas muito diferentes das do grupo sedentário, já as menores taxas de mortalidade couberam aos praticantes de corrida a ritmo leve e moderado.
Quem correu a um ritmo constante durante menos de duas horas e meia por semana teve menos chances de morrer no período. Já os que correram mais do que quatro horas por semana ou não fizeram exercício nenhum registraram o maior número de mortes.
O que foi concluído pelo pesquisadores é que o ritmo ideal de corrida é cerca de oito quilômetros por hora, um ritmo considerado moderado - estima-se que um atleta de ponta seja capaz de correr a até 64 km/h.
Além disso, eles concluíram que é melhor não correr mais do que três vezes por semana, por um total de até 2,5 horas.
As pessoas que praticavam corridas mais intensas - particularmente aquelas que corriam mais de três vezes por semana ou a um ritmo mais forte do que 11 quilômetros por hora - tinham as mesmas chances de morrer que aquelas que não praticavam exercício.
"Você não precisa fazer tanto exercício para sentir um bom impacto na sua saúde. Talvez, na verdade, você não devesse praticar tanto (exercício). Não há no mundo recomendações de um limite máximo para o exercício seguro, mas deveria haver," disse o pesquisador Jacob Louis Marott.
Com informações de: Diário da Saúde
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Estação espacial lança satélite brasileiro de pequeno porte

A colocação do AESP-14 no espaço foi realizada por meio de um lançador desenvolvido para satélites de pequeno porte no laboratório japonês da ISS.[Imagem: AEB]
Lançamento do cubesatbrasileiro
O cubesat AESP-14, primeiro satélite de pequeno porte 100% desenvolvido no País, foi lançado ao espaço nesta quinta-feira (5), às 10h30 (horário de Brasília), a partir da Estação Espacial Internacional.
Com as dimensões de um cubo com 10 centímetros de lado e pesando quase um quilo, o nanossatélite foi produzido por uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), ambos em São José dos Campos (SP).
Sua missão é validar subsistemas desenvolvidos por alunos de graduação e pós-graduação do ITA. No momento do lançamento o laboratório científico estava nas proximidades do continente africano.
A colocação do AESP-14 no espaço foi realizada por meio do dispositivo japonêsJEM Small Satellite Orbital Deployer (J-SSOD), um lançador desenvolvido para satélites de pequeno porte.
Experimento para radioamadores
O satélite possui um experimento para uso da comunidade radioamadora, que poderá receber os quadros de telemetria e decodificá-los O modem do cubesattem potência de 500 mW e opera na frequência de 437.600 MHz.
O experimento radioamadorístico do AESP-14 foi elaborado pelo professor e radioamador Douglas Santos (PY2DGS) e pelos integrantes do Clube de Radioamadores de Americana (Cram), no interior de São Paulo.
O experimento do Cram consiste na transmissão de 100 sequências aleatórias (strings MD5) armazenadas na memória do satélite.
A Agência Espacial Brasileira (AEB) investiu R$ 250 mil no desenvolvimento do satélite, cabendo ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) o aporte de R$ 150 mil em bolsas para pesquisas. A AEB ainda financiou US$ 555 mil para os lançamentos do AESP-14, do Sistema Espacial para a Realização de Pesquisa e Experimentos com Nanossatélites (Serpens) e NanosatC-Br1, este já no espaço desde 2014.
Matéria colhida na íntegra em: Inovação Tecnológica
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Refrigerantes podem causar puberdade precoce nas meninas

Imagem do Google
Meninas que tomam muitas bebidas açucaradas - tipicamente refrigerantes - começam a menstruar mais cedo do que as meninas que consomem menos dessas bebidas.
Essa é a conclusão de um novo estudo feito por pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard (EUA) e publicado na revista Human Reproduction.
A equipe concluiu que o consumo de refrigerantes está de alguma forma ligado ao início da puberdade, embora os mecanismos de atuação ainda não estejam bem definidos - o dedo da suspeita aponta para a sacarose.
A associação entre grande ingestão de refrigerantes e menarca se manteve mesmo depois que os resultados levaram em conta o peso e a altura das meninas.
Puberdade precoce
As meninas geralmente entram na puberdade entre os 8 e 14 anos, embora algumas comecem mais cedo. Um estudo de 2010 mostrou que 10% das crianças brancas de 7 anos apresentaram o desenvolvimento das mamas consistente com o início da puberdade; o dobro do que em 1997.
A puberdade precoce pode ser psicologicamente traumática para as meninas se elas estiverem se desenvolvendo mais rápido do que suas colegas.
Há também alguns indícios preliminares associando a puberdade precoce com o aumento do risco de câncer de mama. No entanto, não há atualmente nenhuma evidência ligando o consumo de bebidas açucaradas na infância ao câncer de mama na vida adulta.
Refrigerantes e puberdade precoce
O que está levando ao início mais precoce da puberdade nas meninas ainda não é claro. Muitas das mudanças que as meninas experimentam na puberdade são impulsionadas pelo hormônio estrogênio. A exposição a xampus contendo estrogênio e outros produtos químicos que imitam os efeitos do hormônio - incluindo aqueles encontrados em alguns plásticos - têm sido responsabilizados.
Outros estudos suspeitam que o aumento das taxas de obesidade infantil seja o culpado, porque a gordura corporal pode produzir estrogênio.
O novo estudo constatou que meninas que bebem mais de 1,5 copo de bebida adocicada industrializada por dia começaram seus períodos 2,7 meses mais cedo, em média, do que as meninas que consumiram essas quantidades duas vezes por semana ou menos.
O resultado não se aplicou ao suco de frutas, que contém um açúcar chamado frutose, mantendo-se válido apenas para bebidas adoçadas com sacarose.
Texto colhido na íntegra em: Diário da Saúde
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Imagem capta nuvem dançante de pássaros em Israel

Imagem: BBC
Imagens mostram o momento em que uma revoada de pássaros sobrevoa de forma espetacular os céus de Israel. O movimento serve para proteção e busca de comida.
O fenômeno cria uma espécie de nuvem preta que muda de forma e direção a todo momento, parecendo uma nuvem dançante.
Os pássaros (estorninhos), famosos pela habilidade de imitar os sons de outros, haviam parado de sobrevoar Israel por 20 anos. Em 2012, eles voltaram a aparecer nos céus do país.
Com informações de: Último segundo IG
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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Prestes a ser revelado o segredo do planeta anão Ceres

O que será o ponto branco no hemisfério norte do planeta anão Ceres?[Imagem: NASA/JPL]
Esta é a melhor imagem já vista do planeta anão Ceres, com seus 950 quilômetros de diâmetro.
A imagem está borrada porque é um zoom de uma foto feita a 237.000 km de distância pela sonda espacial Dawn, a mesmo que lançou as primeiras luzes sobre o protoplaneta Vesta em 2011.
Mas ela é bem melhor do que as imagens feitas até agora pelo telescópio espacial Hubble, com uma resolução 30% maior. Imagens melhores e mais focadas deverão começar a chegar nos próximos dias, conforme a sonda se aproxima mais.
Então talvez seja possível decifrar o grande mistério de Ceres, que já havia aparecido nas imagens do Hubble: o grande ponto branco no hemisfério norte do planeta anão.
Talvez pelo aspecto rochoso e escuro - e cheio de crateras - do restante do planeta anão, até agora ninguém se aventurou a sugerir hipóteses sobre o que será o enigmático ponto branco.
A sonda espacial Dawn entrará em órbita de Ceres no dia 6 de Março, quando então o mistério poderá começar a ser resolvido.
Até 2006 considerado um asteroide, Ceres é o maior objeto do Cinturão de Asteroides, entre Marte e Júpiter.
Fonte: Inovação Tecnológica
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