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terça-feira, 26 de maio de 2015

Incidência de AVC entre jovens aumenta

Tomografia mostra AVC isquêmico [Imagem: Wikimedia/Lucien Monfils]
A ocorrência do acidente vascular cerebral (AVC) - ou derrame - é mais comum na faixa etária entre 60 a 80 anos, geralmente relacionado às alterações metabólicas típicas da idade e ao maior grau de alterações cardiovasculares.
Mas o número de casos de derrames entre a população mais jovem está preocupando os médicos.
"O acidente vascular cerebral em jovens é uma coisa preocupante porque é decorrente do estilo de vida adotado, como o péssimo hábito alimentar, consumo de drogas e uso de anabolizantes," explica o Dr. Antônio Andrade, presidente da Fundação de Neurologia e Neurocirurgia Instituto do Cérebro.
Os fatores tradicionalmente considerados de risco para a ocorrência do AVC são obesidade, hipertensão arterial, fumo, consumo de álcool, diabetes e sedentarismo.
A população jovem possui determinantes diferentes e uma maior diversidade de etiologias para a doença.
Além dos anabolizantes e do consumo de drogas ilícitas, há ainda outros fatores que se constituem como agentes causadores de AVC específicos do público jovem: noites mal dormidas, estresse emocional, uso de anticoncepcionais, fatores genéticos, doenças infecciosas - ou seja, cardiopatias -, e problemas ligados a doenças valvulares.
Apesar de terem diferentes causas, os sintomas do AVC nos jovens não diferem muito dos de outras faixas etárias. Os mais frequentes ainda são a diminuição ou perda súbita dos movimentos faciais, braço ou perna de um lado do corpo; alteração da sensibilidade, com sensação de formigamento; alteração aguda da audição, fala, incluindo dificuldade para articular; forte dor de cabeça, além de eventuais desmaios.
Da mesma forma, o tratamento em jovens com AVC não se difere muito do tradicionalmente usado com os pacientes mais idosos. Porém, a juventude pesa como fator principal na recuperação do paciente. "Quando se tem um derrame no cérebro jovem, o melhor remédio para o tratamento é a juventude. Você acaba tendo uma recuperação mais rápida", afirma o doutor Antônio.
O médico acrescenta que, nos pacientes jovens, é necessário um "tratamento multidisciplinar, com fisioterapia e acompanhamento psicológico, pois o jovem que sofre de AVC costuma desenvolver depressão muito facilmente."
Fonte: Diário da Saúde
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