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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Nesta sexta (31/07) ocorrerá a Lua Azul

A lua azul vista da Lagoa da Conceição em Florianópolis, Santa Catarina, em agosto de 2012 (Foto: Cadu Rolim/Fotoarena/AE)
A noite de hoje, sexta-feira (31), terá a segunda lua cheia do mês de julho. Tal ocorrência é chamada de lua azul desde a década de 1940. O que não significa que a lua realmente terá a coloração azulada.
O astrônomo Cassio Barbosa, autor do Blog Observatório, explica que o fenômeno trata-se apenas de uma lua cheia comum. O termo é usado com esse sentido desde 1946, quando um astrônomo amador publicou um texto em uma revista popular de astronomia dos Estados Unidos afirmando que à segunda lua cheia do mês dava-se o nome de lua azul.
A última vez que o fenômeno ocorreu foi em agosto de 2012 e a próxima vez será em janeiro de 2018.
Com informações de G1.com/cienciaesaude
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quinta-feira, 30 de julho de 2015

Por que tantas mulheres optam pela cesárea?

Imagem: BBC
Decisão bem fundamentada
Já estão valendo as novas regras estabelecidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para estimular a realização do parto normal na rede de saúde particular e conscientizar gestantes sobre os riscos representados pela cesariana.
Agora, gestantes precisarão assinar um termo de consentimento sobre os perigos da cirurgia para que o plano de saúde cubra seus custos. Por sua vez, as seguradoras terão de informar a taxa de cesáreas e de partos normais dos médicos e hospitais quando solicitadas pelo cliente.
As medidas buscam fazer com médicos tenham um papel mais ativo para informar as mães sobre os benefícios e os prejuízos da cesariana na hora da tomada de decisão sobre o tipo de parto. E, assim, combater a chamada "epidemia de cesáreas" no Brasil, país líder em partos realizados por meio de cirurgia no mundo.
Riscos
Atualmente, mais da metade dos bebês brasileiros nascem por cesariana - um índice que chega a 84,6% na rede particular -, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O órgão recomenda que a taxa fique entre 10% e 15% dos partos.
A cirurgia é cada vez mais simples e segura e pode ser necessária para salvar gestante e bebê quando é identificado risco na realização do parto normal.
Mas a cirurgia ainda implica em perigos, e o número de cesarianas feitas por opção da mãe, sem recomendação médica, vem aumentando.
Conveniente para os médicos
Mas como a cesariana tornou-se o padrão em vez da exceção em tantos países pelo mundo?
São muitos os argumentos, como o "medo da dor" na Itália, a preocupação com a sexualidade em países como México, República Dominicana, Chile e Argentina, e até o desejo de que o filho nasça em uma data precisa, como na China, onde as crenças populares afirmam que a data de nascimento poderia beneficiar os bebês.
No caso brasileiro, especialistas apontam que, antes de ser regulamentada nos anos 1990, a cesárea era vista como um procedimento "dois em um", porque permite realizar também a esterilização da mulher, tornando-se uma opção para aquelas que não queriam mais ter filhos.
Hoje, a opção por este tipo de parto se dá por ser mais conveniente para os médicos, que podem se programar para a cirurgia em vez de receber uma ligação inesperada no meio da noite e ter de passar horas acompanhando o trabalho de parto.
Da mesma forma, um mesmo médico pode realizar várias cesarianas em um mesmo dia, o que as torna mais lucrativas do que o parto normal.
"A mensagem enviada pela comunidade médica é que a cesariana é uma forma de parto mais moderna e higiênica, enquanto o parto normal é feio, primitivo e sujo," diz Simone Diniz, do departamento de saúde pública da Universidade de São Paulo (USP).
Simone acredita que muitas mulheres sentem-se pressionadas para optar pela cirurgia por seus médicos e enfermeiras, criando uma "máquina de fazer dinheiro" na indústria em torno dos partos.
Matéria colhida na íntegra em Diário da Saúde
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Intel lança nova tecnologia de memória 3D

As células de memória - os bits - ficam nas interseções de uma estrutura tridimensional. [Imagem: Intel/Micron]
A Intel e a Micron anunciaram o lançamento de um novo tipo de chip de memória não-volátil - que não perde dados na falta de energia.
Segundo nota das duas empresas, a tecnologia 3D XPoint seria "a primeira categoria nova de memória em mais de 25 anos".
O novo chip incorpora células do tipo memória de alteração de fase, ou PCM (Phase-Change Memory), armazenando os dados na estrutura cristalina de uma liga metálica pertencente à família dos calcogenetos amorfos.
Os materiais de mudança de fase podem alternar entre duas fases estruturais, cada uma delas com diferentes propriedades elétricas, uma cristalina e condutora de eletricidade, e outra amorfa e isolante - uma das fases representa o bit 0 e a outra o bit 1. Como o material muda fisicamente, o dado não é perdido quando a energia é desligada.
Nessa categoria estão diversos materiais que estão despontando como "salvadores da Lei de Moore", como a molibdenita, ou dissulfeto de molibdênio (MoS2), o dissulfeto de tungstênio (WS2), o disseleneto de tungstênio (WSe2), entre outros.
A vantagem da nova tecnologia é que a estrutura dos chips de memória é tridimensional, com um bit em cada interseção de uma estrutura 3D que mescla linhas de leitura e escrita dos dados e linhas de armazenamento. Isto significa que a estrutura dispensa os tradicionais transistores.
Esse arranjo tridimensional permite uma densidade de armazenamento impressionante, nada menos do que 10 vezes mais bits por área do que as memórias flash atuais.
Intel lança nova tecnologia de memória 3D
A memória de mudança de fase é feita com materiais da classe da molibdenita. [Imagem: Micron]
As duas empresas também afirmam que a nova memória é 1.000 vezes mais rápida do que as memórias flash.
Isto deverá dar um enorme impulso aos discos de estado sólido (SSDs). Cada chip da primeira geração da 3D XPoint, do tamanho de um pendrive, armazena 128 Gb em duas camadas empilhadas de células de memória.
As indústrias integradoras receberão os primeiros protótipos da nova memória no terceiro trimestre deste ano, e a produção em larga escala começará no quarto trimestre.
"Um dos gargalos mais significativos da computação moderna é o tempo que leva para que o processador alcance os dados gravados no sistema de armazenamento de longo prazo [discos rígidos]. Esta nova classe de memória não-volátil é uma tecnologia revolucionária que permite o acesso rápido a conjuntos de dados enormes, viabilizando aplicações inteiramente novas," afirmou Mark Adams, presidente da Micron.
Fonte: Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Duas células solares geram um LED melhor

O ponto quântico - a porção central - encaixa-se perfeitamente no cristal de perovskita. [Imagem: Sargent Group/UofT Engineering]
Célula solar que brilha
Engenheiros da Universidade de Toronto, no Canadá, decidiram juntar dois materiais que têm sido vistos como promissores para fabricar células solares.
De forma um tanto curiosa, o material híbrido mostrou-se altamente eficiente para emitir luz, tornando-se uma nova plataforma para a criação de LEDs mais eficientes.
Zhijun Ning e seus colegas inseriram partículas luminescentes, chamadas pontos quânticos coloidais, em uma matriz de perovskita, um material no qual os elétrons fluem com um mínimo de perdas e sem serem capturados por defeitos no cristal.
A mistura feita por Ning criou um cristal negro que usa a matriz de perovskita para afunilar os elétrons em direção aos pontos quânticos, que são extremamente eficientes em converter eletricidade em luz.
O protótipo emite na faixa do infravermelho, mas a equipe já fala em bater o recorde mundial de eficiência dos LEDs em geral com melhoramentos adicionais, tamanho é o rendimento desta primeira versão ainda não aprimorada.
Reabsorção
A combinação dos dois materiais resolveu o problema da reabsorção, que ocorre quando um material reabsorve parte do mesmo espectro de energia que é capaz de emitir, gerando uma perda líquida.
Como a emissão dos pontos quânticos não coincide com o espectro de absorção da perovskita, não há perdas por reabsorção, gerando um grande ganho de eficiência.
Cristais de perovskita capturam a energia solar e usam essa energia para brilhar. Já existem células solares de perovskita, mas suas características ópticas apontam para a possibilidade de fabricar dispositivos que sejam célula solar de dia e tela à noite.
Matéria colhida na íntegra em Inovação Tecnológica
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quinta-feira, 23 de julho de 2015

Audição humana é mais ampla do que se acreditava

Imagem do Google
Quem já visitou ou mora próximo a fazendas de energia eólica, com suas gigantescas turbinas girando lentamente, sabe o quanto essa paisagem aparentemente calma pode ser barulhenta.
E não se trata apenas de um ruído quase ensurdecedor - parece haver uma espécie de ruído que faz as pessoas ficarem doentes.
Muitas pessoas que vivem nas proximidades das turbinas eólicas apresentam distúrbios de sono, queda no desempenho e outros efeitos negativos que não têm sido adequadamente catalogados porque os cientistas e médicos muitas vezes se recusam a estudar os casos, alegando que o ruído produzido fica fora da capacidade de audição do ser humano.
Mas bastou que alguns dogmas científicos fossem deixados de lado para que a verdade emergisse: a capacidade de ouvir do ser humano é mais ampla do que os livros-texto afirmam.
"Nem alarmismo nem negar tudo é de qualquer ajuda nesta situação. Em vez disso, devemos tentar descobrir mais sobre como são percebidos os sons na faixa-limite da audição humana," pondera o professor Christian Koch, do Instituto de Metrologia da Alemanha, que decidiu encarar a questão como todo cientista deveria fazer.
Os livros-texto dizem que o ser humano pode ouvir sons na faixa de 20 a 20.000 hertz. Mas Koch e seus colegas usaram experimentos de biomagnetismo e ressonância magnética funcional para demonstrar que nossa capacidade auditiva é mais ampla, alcançando os chamados infrassons - abaixo dos 16 hertz.
Os resultados mostraram que os seres humanos ouvem sons de frequência muito mais baixa - a partir dos 8 hertz - o que é, afinal, uma oitava inteira abaixo do que se supunha anteriormente.
Ante sons dessa frequência, todos os voluntários afirmaram que estavam ouvindo algo, o que foi confirmado pelos exames neurológicos, embora não conseguissem determinar a tonalidade do som.
"Isto significa que um ser humano tem uma percepção bastante difusa, detectando que algo está lá e que isto poderia envolver perigo," afirmou o professor Christian Koch. "Mas estamos realmente no início das nossas investigações. Mais pesquisas são urgentemente necessárias."
A equipe destaca que também é necessário fazer pesquisas no outro extremo das frequências audíveis, verificando o quanto podemos de fato ouvir na faixa dos chamados ultrassons.
Fonte: Diario da Saúde
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quarta-feira, 22 de julho de 2015

USP apresenta caminhão sem motorista feito no Brasil

O projeto está sendo desenvolvido em colaboração com a montadora Scania. [Imagem: Paulo Arias/Agência USP]
Piloto automático para caminhões
Engenheiros da USP em São Carlos (SP) apresentaram o primeiro protótipo de um caminhão autônomo totalmente desenvolvido por pesquisadores brasileiros.
A tecnologia aplicada no veículo, um caminhão Scania G360 6×4, é fruto do convênio de cooperação tecnológica firmado em 2013 entre a montadora sueca, a Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) e o Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC).
Apesar de ainda se tratar de um protótipo, que circula apenas em uma área restrita dentro do campus da universidade, os resultados obtidos projetam um futuro promissor para os caminhões autônomos.
Operações confinadas em áreas como portos, aeroportos, fábricas ou minas, além de roteiros predefinidos, poderão utilizar essa solução em benefício da produtividade e segurança. "O sistema autônomo não vai substituir os motoristas, mas foi criado para ajudá-los a cumprir suas tarefas com mais segurança e tranquilidade", disse o professor Denis Wolf.
No transporte rodoviário, por exemplo, com um simples toque em um botão o sistema autônomo poderá assumir o controle do caminhão durante parte do trajeto, solicitando que o motorista volte a assumir o comando ao entrar em uma cidade, onde o trânsito é mais complicado.
Caminhão autônomo
O caminhão recebeu diversos itens para que o sistema autônomo pudesse controlar todos os movimentos. Foram acoplados servomotores que atuam no volante e nos freios, além da instalação de um circuito eletrônico no comando do acelerador para que seja possível controlar a velocidade do caminhão. Não foi preciso realizar nenhuma outra alteração no trem de força do veículo, pois o caminhão já dispõe de câmbio automático.
"Substituímos os pés e as mãos do motorista por sistemas de atuação mecânica e eletrônica. Depois, colocamos sensores para que atuassem como os olhos e os demais sentidos dos seres humanos. Mas a tarefa mais difícil é substituir nosso cérebro por meio de um computador", conta Wolf.
Um computador ligado a todos os sistemas do caminhão é responsável por captar as informações dos sensores, sistema GPS, interpretá-las e realizar o comando correto para a manobra - acelerar, fazer uma curva e frear.
Os pesquisadores procuraram soluções de baixo custo, para viabilizar uma possível aplicação comercial do projeto. Dessa forma, eles dispensaram o uso de sensores a laser, que onerariam muito o projeto, e optaram por empregar radares para detectar obstáculos e um par de câmeras, localizadas na parte frontal do caminhão. Essas câmeras imitam a atuação do olho humano, captando duas imagens, o que possibilita estimar a profundidade e a forma dos objetos (um semáforo, por exemplo). Há, ainda, antenas de GPS no topo da cabine, além de um sensor na barra de direção, que registra qualquer movimento no volante.
USP apresenta caminhão autônomo feito no Brasil
Antes de ir para o cérebro do caminhão, os programas são testados em um simulador. [Imagem: Paulo Arias/Agência USP]
Cérebro do caminhão
O maior desafio, contudo, foi desenvolver programas de computador capazes de interpretar as informações dos sensores.
"As câmeras registram apenas cores, precisamos criar programas extremamente complexos para interpretar se o que está naquela imagem é um carro, uma pessoa, uma árvore ou a rua", diz o professor. Outro problema é que essa interpretação precisa ser realizada de forma extremamente rápida: "O sistema tem centésimos ou até milésimos de segundo para entender o que está acontecendo, planejar o que deve fazer e executar essa ação."
Para maior segurança, antes de serem instalados no computador embarcado no caminhão, os programas são testados em um simulador virtual.
"Essa ferramenta é fundamental para o projeto, pois facilita a logística e acelera o processo de testes. No laboratório, podemos reproduzir situações de risco alto, como a fechada de outro veículo ou o aparecimento inesperado de um obstáculo na via", relata o professor.
A equipe já está testando também um automóvel sem motorista nas ruas de São Carlos, além de desenvolver veículos autônomos para terrenos não estruturados, para andar em lavouras ou campos de golfe, por exemplo.
Matéria colhida na íntegra em Inovação Tecnológica
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terça-feira, 21 de julho de 2015

Descoberta nova classe de partículas no LHC

Possíveis arranjos dos quarks no pentaquark. Os cinco quarks podem ser firmemente ligados (à esquerda). Eles também podem ser montados em um méson (um quark e um antiquark) e um bárion (três quarks), fracamente ligados entre si. [Imagem: Daniel Dominguez/CERN/LHCb Collaboration]
Nem bem começou sua nova fase turbinada, o LHC acaba de confirmar a existência de uma nova classe de partículas, conhecidas como pentaquarks - partículas formadas por cinco quarks.
A partícula foi identificada pelo detector LHCb, o mesmo que havia descoberto duas novas partículas e um novo tipo de matéria em 2014 e um processo subatômico raro em 2015. A descoberta foi feita analisando dados de colisões ocorridas entre 2009 e 2012, portanto, antes do upgrade do LHC.
A nova partícula, de vida extremamente curta, contém dois quarks up, um quark down e um par de quark-antiquark charme, o que torna um pentaquark charmônio.
"O pentaquark não é apenas uma nova partícula qualquer," disse Guy Wilkinson, porta-voz da equipe que trabalha no LHCb. "Ela representa uma forma de agregar quarks, os constituintes fundamentais dos prótons e nêutrons, em um padrão que nunca foi observado antes em mais de cinquenta anos de pesquisas experimentais. Estudar suas propriedades pode nos permitir entender melhor como é constituída a matéria comum, os prótons e nêutrons dos quais todos somos feitos."
Este anúncio formal, feito pelo porta-voz da equipe - "um padrão que nunca foi observado antes em mais de cinquenta anos de pesquisas experimentais" - vem coroar um dos mais curiosos episódios da ciência em bem mais do que cinquenta anos, um episódio que ilustra o processo de descobertas científicas e o funcionamento do mundo acadêmico.
Em 2003, físicos do síncrotron SPring-8, no Japão, anunciaram a descoberta experimental desta mesma partícula, um pentaquark, com uma massa 1,5 vez maior que a do próton.
A descoberta foi confirmada por cerca de dez outros laboratórios ao redor do mundo, mas muitos outros não detectaram a partícula. Em 2005, uma equipe do Acelerador Thomas Jefferson, nos Estados Unidos, afirmou ter comprovado experimentalmente a "impossibilidade da existência" do alegado pentaquark, e a descoberta da equipe japonesa foi taxada de "miragem".
Pentaquark é redescoberto no LHC
As partículas aparecem como picos nos gráficos que descrevem os dados coletados durante as colisões no LHC. [Imagem: LHCb Collaboration]
Em 2008, o pentaquark foi banido do registro oficial da física de partículas - uma publicação chamada Review of Particle Physics - com um artigo que caracterizou o pentaquark, não sem alguma ironia, como "um curioso episódio na história da ciência".
Mais curioso ainda agora que o pentaquark renasceu das cinzas, criado durante o decaimento de partículas chamadas bárions lambda B, com energias entre 4,38 e 4,45 giga-elétron-volts - isto é bem mais do que o apontado originalmente pela equipe do Spring-8, tornando o pentaquark de 4,67 a 4,74 mais pesado do que o próton.
Segundo a física de partículas, os bárions, que incluem os prótons e os nêutrons, são compostos de três quarks. Outra categoria de partículas é constituída pelos mésons, formados de pares quark-antiquark. Apesar da longa controvérsia, este modelo não se opõe teoricamente à existência dos pentaquarks.
Os lambda B decaíram em três partículas, um J-psi, um próton e um káon. A descoberta consistiu em detectar estados intermediários durante esse decaimento, sendo essas partículas intermediárias batizadas de Pc(4450)+ e Pc(4380)+. A primeira é claramente visível como um pico nos dados, enquanto a segunda é necessária para descrever os dados completamente.
O próximo passo será estudar como os quarks estão unidos dentro dos pentaquarks.
Fonte: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 17 de julho de 2015

Sistema Solar 2.0 é descoberto por astrônomos brasileiros

Concepção artística do planeta gigante gasoso gêmeo de Júpiter em órbita de uma estrela gêmea do Sol, a HIP 11915.[Imagem: ESO/M. Kornmesser]
Uma equipe internacional liderada pelo astrônomo Jorge Melendez, professor no Instituto de Astronomia da USP, descobriu um planeta com uma massa muito semelhante à de Júpiter, em órbita de uma estrela semelhante ao Sol.
Embora já se tenham descoberto muitos planetas semelhantes a Júpiter, a uma variedade de distâncias de estrelas do tipo solar, o planeta agora descoberto, tanto em termos de massa como de distância à sua estrela hospedeira, e em termos de semelhança entre esta estrela e o nosso Sol, é o análogo mais preciso encontrado até agora do Sol e de Júpiter.
De acordo com as teorias atuais, a formação de planetas com a massa de Júpiter desempenha um papel importante na arquitetura dos sistemas planetários. A existência de um planeta com a mesma massa e numa órbita semelhante à de Júpiter em torno de uma estrela do tipo do Sol abre a possibilidade de que o sistema planetário em torno desta estrela seja semelhante ao nosso próprio Sistema Solar.
A estrela HIP 11915 tem aproximadamente a mesma idade que o Sol e uma composição química semelhante à do Sol, o que sugere que possam existir também planetas rochosos em órbitas mais próximas da estrela.
Até agora, os rastreios de exoplanetas têm sido mais sensíveis a sistemas planetários que são povoados nas suas regiões mais internas por planetas muito grandes, com massas de, no mínimo, algumas vezes a massa da Terra. Isto contrasta com o Sistema Solar, onde existem pequenos planetas rochosos nas regiões interiores e gigantes gasosos, como Júpiter, mais para o exterior.
De acordo com as teorias mais recentes, a arquitetura do Sistema Solar, propícia ao desenvolvimento da vida como a conhecemos, foi possível graças à presença de Júpiter e da sua influência gravitacional exercida no Sistema Solar durante a fase da sua formação.
Isto leva a crer que encontrar um planeta gêmeo de Júpiter é um marco importante na busca de um sistema planetário que seja semelhante ao nosso.
A equipe liderada pelos brasileiros vinha observando estrelas do tipo do Sol numa tentativa de encontrar um sistema planetário semelhante ao nosso.
"A procura de uma Terra 2.0 e de um Sistema Solar 2.0 completo é um dos esforços mais excitantes da astronomia. Estamos muito entusiasmados por fazer parte desta investigação de vanguarda, tornada possível pelas infraestruturas observacionais disponibilizadas pelo ESO [Observatório Europeu do Sul]," disse Jorge Melendez - o Brasil é sócio do Observatório Europeu do Sul.
A hospedeira do planeta, a gêmea solar HIP 11915, não é apenas semelhante ao Sol em termos de massa, mas tem também aproximadamente a mesma idade. Fortalecendo ainda mais as similaridades, a composição desta estrela é semelhante à do Sol. A assinatura química do nosso Sol pode estar parcialmente marcada pela presença de planetas rochosos no Sistema Solar, o que indica a possibilidade da existência de planetas rochosos em torno da HIP 11915, que ainda deverão ser localizados.
As atuais técnicas de detecção são mais sensíveis a planetas grandes ou massivos situados próximo das suas estrelas hospedeiras. Planetas pequenos e de pequena massa estão, na maioria dos casos, além das nossas atuais capacidades de detecção.
Planetas gigantes que possuem órbitas mais afastadas das suas estrelas são também mais difíceis de detectar. Consequentemente, muitos dos exoplanetas que conhecemos atualmente são enormes e/ou massivos, e situam-se próximo das suas estrelas progenitoras.
Fonte: Inovação Tecnológica
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quarta-feira, 15 de julho de 2015

Nasa confirma aproximação da Sonda New Horizons de Plutão

Cientistas da Nasa comemoram aproximação máxima da sonda New Horizons a Plutão Bill Ingalls/NASA
A Agência Espacial Norte-Americana (Nasa) confirmou ontem (14) a chegada da sonda New Horizons perto de Plutão. A sonda que saiu da Terra no ano de 2006, ficou a exatos 12.472 quilômetros (7.750 milhas) do planeta-anão. De acordo com a Nasa, responsável pela missão, o fato inédito ocorreu às 8h49 (horário de Brasília).

A conquista foi muito comemorada por cientistas presentes na sede da Nasa, que informaram que apenas por volta das 22h será possível saber se a sonda resistiu ao sistema de Plutão. A chance de impacto da sonda com meteoritos e destroços, segundo a Nasa, é de um em 10 mil. De acordo com os cientistas, a possibilidade é considerada alta. 

Lançada pela Nasa, a New Horizons tem como objetivo trazer informações sobre o planeta-anão e vai completar uma rota de 4,77 bilhões de quilômetros.

Desde quando a New Horizons saiu da Terra, foram apresentadas imagens que revelaram detalhes de Saturno e Netuno. Quando começou a se aproximar de Plutão, a sonda já fez imagens do planeta-anão. Em uma delas, foi revelada uma cor avermelhada de Plutão. Em outra revelava Charon (a maior lua), orbitando sobre o planeta-anão. Há, ainda, a imagem que mostrava as duas faces do planeta.

Além de ser a primeira missão que explorou Plutão, a Nasa aponta que a New Horizons quebrou alguns recordes. É a primeira a chegar a um planeta congelado anão, a explorar o Cinturão de Kuiper (área onde fica Plutão), a primeira desde 1970 a explorar um planeta desconhecido e a nave mais rápida da história: a velocidade chegou até a 21 km/s.

Fonte: Agência Brasil
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terça-feira, 14 de julho de 2015

Brasileiros criam novo conceito de termômetro

O nanotermômetro mede variações de temperaturas que vão do hélio líquido até temperatura ambiente.[Imagem: ACS Nano]
Pesquisadores brasileiros e alemães tiveram uma grata surpresa ao manipular sensores de fibras ópticas para uso em telecomunicações.
Eles desenvolveram um tipo de termômetro ultraminiaturizado e ultrassensível nunca feito antes, o que lhes valeu o registro da invenção junto ao Escritório Europeu de Patentes.
O nanotermômetro foi desenvolvido por uma equipe da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em parceria com pesquisadores da Universidade de Wurzburg, na Alemanha.
O objetivo original da pesquisa era desenvolver e aprimorar as funcionalidades dos sensores ópticos para detecção de luz nos comprimentos de onda usados em telecomunicações.
"Os dispositivos foram sintetizados para absorver luz nos comprimentos de onda usados em telecomunicações e transformar essa informação em variações de corrente e de reemissão de luz, já que o sistema também emite luz em outros comprimentos de onda devido a um processo chamado de eletroluminescência," explicou o pesquisador Victor Lopez Richard, da UFSCar.
Ao planejar as configurações ideais de crescimento, que envolvem escolhas de propriedades estruturais - os materiais, os tamanhos das camadas, os elementos usados na dopagem etc. -, foram criadas condições para que o sistema, além de responder à luz, tivesse uma resposta térmica forte e muito regular.
"Os estudos experimentais destes dispositivos e os modelos teóricos desenvolvidos permitiram gerar desdobramentos que não tinham sido antecipados nas propostas preliminares deste projeto", afirmou Victor.
O principal dos desdobramentos foi a criação do termômetro óptico que, além das várias aplicações potenciais, abre novas oportunidades de pesquisas.
"[O nanotermômetro] tem o potencial de medir variações de temperaturas que vão do hélio líquido, próximas do zero absoluto na escala Kelvin (chamadas de criogênicas), até temperatura ambiente e um pouco além. Detectou-se que a margem de medição de temperatura do sensor é extremamente ampla, abrangendo pelo menos 300 graus," finalizou o pesquisador.
Fonte: Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 13 de julho de 2015

Queijo minas com probióticos e 50% menos sal

Queijo minas frescal com probióticos e teor de sódio reduzido em 50%, para evitar a hipertensão.[Imagem: Divulgação/IFRJ]
Um queijo mineiro enriquecido com probióticos é a mais nova promessa de um alimento saudável e com menor teor de sal.
Só recentemente a ANVISA disciplinou o comércio do queijo artesanal mineiro em todo o país, mas a necessidade de conservação tem feito com que alguns produtores acrescentem uma quantidade excessiva de sal ao produto.
Adriano Gomes da Cruz, pesquisador do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), desenvolveu agora uma versão do queijo minas do tipo frescal que, além de ser enriquecido com probióticos, tem um teor de sódio reduzido em 50%.
A escolha do queijo minas, uma excelente fonte de cálcio, proteínas e vitaminas, não foi por acaso. Ele é o quarto tipo de queijo mais produzido no Brasil, depois do requeijão, muçarela e prato.
"Como um derivado lácteo veiculador de probióticos, o minas é considerado um queijo fresco, podendo ser consumido diretamente após a fabricação. Tem a vantagem de estar amplamente integrado à dieta da população brasileira, com um bom nível de consumo diário. Por isso, ele se torna uma matriz ideal para inserção desses microrganismos, que necessitam de ingestão contínua para a realização de benefícios à saúde do consumidor", acrescentou Adriano.
Agora, o objetivo da equipe é estender os estudos para testar a fabricação de outros produtos lácteos funcionais. "Vamos testar a adição de probióticos e a redução de sódio também com o requeijão e o queijo prato. Temos um segmento de mercado promissor que precisa ser mais explorado no Brasil", antecipou o pesquisador.
Probióticos são microrganismos vivos que, adicionados em doses adequadas ao alimento durante a fabricação, podem trazer diversos benefícios à saúde, especialmente à flora intestinal.
No Brasil, o consumo de sal pela população ultrapassa o valor diário de dois gramas recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esse abuso na ingestão está associado com a elevação da pressão arterial, que é considerada um problema de saúde pública e um fator de risco para doenças cardiovasculares.
"O desenvolvimento de um alimento funcional com nível reduzido de sódio e a suplementação com microrganismos capazes de conferir benefícios à saúde humana são de grande relevância para a saúde cardiovascular e intestinal dos consumidores," destacou Adriano.
Fonte: Diário da Saúde
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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Atletas só devem ingerir líquidos quando tiverem sede

As autoridades de saúde estabelecem que as bebidas isotônicas devem ser exclusivas para atletas - mas sem exagero.[Imagem: Anvisa]
Pelo menos 14 mortes recentes de atletas foram atribuídas a uma condição chamada hiponatremia associada à atividade física, que resulta de beber muita água ou isotônicos, as chamadas "bebidas esportivas".

Mas há uma maneira fácil de prevenir a hiponatremia, de acordo com novas diretrizes elaboradas por um painel internacional de especialistas: basta beber somente quando você está com sede.

"Usar o mecanismo inato da sede para orientar o consumo de líquidos é uma estratégia que deve limitar a ingestão de líquidos em excesso e o desenvolvimento da hiponatremia, proporcionando água suficiente para prevenir a desidratação excessiva," afirmam as orientações, publicadas no Clinical Journal of Sport Medicine por um painel de 17 especialistas em medicina esportiva.

A hiponatremia associada a exercícios (HAE) ocorre quando a ingestão excessiva de líquidos supera a capacidade dos rins de excretar o excesso de água. O sódio no organismo torna-se diluído, levando ao inchamento das células, o que pode se tornar uma condição fatal.

Os sintomas da HAE Leve incluem tontura, vertigem, náusea, inchaço e ganho de peso durante um evento esportivo. Os sintomas da HAE Grave incluem vômitos, dor de cabeça, estado mental alterado (confusão, agitação, delírio etc.), convulsões e coma.

A HAE já foi registrada durante as mais diversas competições, como maratonas, triatlos, futebol, canoagem e natação, além de exercícios militares, caminhadas e até mesmo ioga e boliche.

É comum que os atletas sejam erroneamente aconselhados a "empurrar fluidos" ou beber mais do que sua sede determina - por exemplo, beber até que sua urina fique clara ou beber seguindo horários preestabelecidos.

Mas a ingestão excessiva de líquidos não previne a fadiga, as cãibras musculares ou a insolação.
"As cãibras musculares e a insolação não estão relacionadas à desidratação," esclarece o Dr. James Winger, da Universidade de Loyola (EUA) e um dos membros do painel. "Você tem insolação porque você está produzindo muito calor."

As orientações estabelecem que a hiponatremia associada a exercícios pode ser tratada administrando uma solução salina concentrada com 3% de sódio - cerca de três vezes mais elevada do que a concentração de uma solução salina normal.

Fonte: Diário da Saúde
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Descoberto material que é simultaneamente condutor e isolante

O hexaboreto de samário é um material estranho e interessante, que já vinha sendo cogitado para ser usado na fabricação de transistores quânticos.[Imagem: B. S. Tan et al. - 10.1126/science.aaa7974]
Pesquisadores identificaram um material que se comporta como um condutor elétrico e um isolante, ao mesmo tempo, o que contesta o entendimento atual de como os materiais se comportam, apontando para um novo tipo de estado da matéria.

Em um isolante, os elétrons são em grande parte "travados" em um lugar, enquanto em um condutor os elétrons fluem livremente.

Mas, rastreando o caminho que os elétrons seguem conforme se movem, a equipe descobriu que é possível que um único material apresente propriedades duplas - metal-isolante -, desobedecendo completamente as regras que governam os metais convencionais.

Embora não se saiba ainda o que está causando esse comportamento misterioso, uma possibilidade é a existência de uma terceira fase que não é nem nem isolante e nem condutora, da mesma forma que alguns materiais apresentam uma fase supercondutora, em que os elétrons fluem sem qualquer resistência.

O comportamento emergiu em temperaturas muito baixas - assim como ocorre com os supercondutores - no material chamado hexaboreto de samário (SmB6), um mineral exótico cogitado para uso em transistores quânticos.

Outros materiais foram recentemente descritos com esse comportamento anômalo, comportando-se tanto como um condutor quanto como um isolante, mas são materiais híbridos, estruturados como um sanduíche, de modo que a superfície comporta-se de modo diferente do interior - os chamados isolantes topológicos.

Mas, no SmB6, a própria massa do material apresenta esse comportamento, podendo ser tanto condutora quanto isolante simultaneamente.

Os pesquisadores levantam várias hipóteses para esse comportamento peculiar: ele poderia ser uma nova fase da matéria, nem isolante nem condutora; poderia estar flutuando entre os dois comportamentos; ou o SmB6 teria um "hiato" muito pequeno entre o isolamento e a condução, permitindo que os elétrons saltem essa lacuna.

"É na região do cruzamento entre duas fases diferentes - magnética e não magnética, por exemplo - que a física realmente interessante acontece," disse Suchitra Sebastian, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

"Como este material está próximo à região de cruzamento entre isolante e condutor, descobrimos que ele exibe algumas propriedades realmente estranhas - nós estamos explorando a possibilidade de que esta seja uma nova fase quântica," concluiu ele.

Fonte: Inovação Tecnológica
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terça-feira, 7 de julho de 2015

Cinco buracos negros supermaciços são descobertos

Imagem: Divulgação - NASA
Um grupo de astrônomos da Universidade de Durham, no Reino Unido, descobriu cinco buracos negros gigantescos no centro de galáxias distantes. Segundo os pesquisadores, a descoberta reforça a possibilidade de existência de milhões de buracos negros desse tipo no universo. Os buracos não eram visíveis por estarem atrás de grandes nuvens de poeira e gás e foram revelados a partir da medição de radiação no espaço.

De acordo com a Sociedade Astronômica Real, os buracos supermaciços são mais brilhantes e mais ativos que o esperado, emitindo grande quantidade de raios X de alta intensidade.

A visualização só foi possível com o satélite NuSTAR, da Nasa, um telescópio espacial de raio X projetado especificamente para procurar buracos negros. O NuSTAR foi apontado para nove áreas que apresentavam alta atividade de raios X de grande intensidade, comuns aos supermaciços, e comprovou que cinco eram buracos negros gigantes.

Os buracos negros supermaciços são uma classe de corpos celestes formados a partir do colapso de milhões de estrelas gigantes e imensas nuvens de gás. Eles se encontram no centro das galáxias e têm milhões ou até bilhões de vezes a massa do Sol terrestre. A gravidade suga toda a matéria que passa por perto, até a luz, o que faz com que sua massa aumente cada vez mais.

Fonte: Agência Brasil
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domingo, 5 de julho de 2015

Abacates têm substância que ataca a leucemia

O lipídio avocatina B, extraído do abacate, combate a leucemia com menos efeitos colaterais do que os medicamentos disponíveis.[Imagem: Light Imaging/University of Waterloo]
Já se sabia que o abacate reduz o colesterol mais do que as dietas, assim como produz um óleo equivalente ao óleo de oliva.
A novidade é que os abacates também produzem substâncias eficazes no tratamento do câncer.
A equipe do professor Paul Spagnuolo, da Universidade de Waterloo (Canadá) demonstrou que a avocatina B, uma substância extraída dos abacates, é eficaz no tratamento da leucemia mieloide aguda.
A substância atua diretamente na raiz da doença, as "células-tronco da leucemia", um alvo para o qual existem poucos tratamentos disponíveis. A leucemia mieloide aguda é devastadora, levando à morte cerca de 90% dos adultos com mais de 65 anos acometidos pela doença.
"A avocatina B não apenas elimina a fonte da leucemia mieloide aguda, como também seus efeitos dirigidos e seletivos a tornam menos tóxica para o corpo," disse o professor Spagnuolo.
Ainda serão necessários muitos testes antes que a substância extraída do abacate possa chegar às farmácias, mas a equipe já está se preparando para os ensaios clínicos de Fase I, a primeira etapa desse caminho.
O abacate produz substâncias importantes para várias outras condições médicas, o que explica porque várias equipes ao redor do mundo estão trabalhando no uso da fruta para compor nutracêuticos, alimentos funcionalmente ativos com várias aplicações.
Mas Spagnuolo defende que extratos da fruta são menos refinados e podem variar de uma cultura para outra, razão pela qual ele pretende extrair um elemento ativo puro, que possa ser testado diretamente contra cada tipo de câncer.
Fonte: Diário da Saúde
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Proibida a venda de lâmpadas incandescentes de 60W

Imagem do Google
Desde o início de Junho é proibido produzir, importar e vender lâmpadas incandescentes com potência de 60W no Brasil. As multas para quem descumprir a regra variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, informa o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).
O motivo da retirada do produto do mercado é sua baixa eficiência energética, já que são lâmpadas que consomem muita energia para iluminar pouco. O processo de funcionamento das chamadas lâmpadas quentes exige temperaturas elevadas para gerar luz. A maior parte desse calor é perdida para o ambiente.
"Somente 5% da energia gasta é usada para iluminação. O resto é usado para aquecer a lâmpada. É muita energia para pouca luz", diz o professor de engenharia elétrica Luciano Duque.
De acordo com o professor, o maior obstáculo para a troca por tecnologias mais eficientes, como as lâmpadas fluorescentes compactas ou as de LED, ainda é o preço. "É possível encontrar lâmpadas de LED a partir de R$ 20. Se se comparar com uma incandescente, de R$ 4, realmente a diferença é muito grande, mas a economia na conta de luz vale a pena."
O engenheiro do Inmetro Marcos Borges afirma que, nos últimos anos, a população tem-se conscientizado sobre a questão. "Em 2010, 70% dos lares brasileiros eram iluminados por lâmpadas incandescentes. Hoje o número se inverteu. Agora, somente 30% das residências usam as incandescentes."
Com informações de Inovação Tecnológica
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