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Olá, seja muito bem-vindo a esse ambiente! Espero que ele possa atender suas expectativas!

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Felicidade é contagiosa, depressão não

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Vários experimentos já demonstraram que a felicidade é contagiosa e até que algumas emoções "pegam" até mesmo pela internet.
Mas também se demonstrou que a solidão pode ser tão contagiosa quanto um resfriado.
Por isso, e devido à sua disseminação em termos mundiais e em quase todas as faixas etárias, o professor Frances Griffiths, da Universidade de Warwick (Reino Unido) queria saber se a depressão também poderia ser contagiosa.
Mas parece que ter amigos ou familiares com depressão não afeta a saúde mental e emocional das pessoas.
"A depressão é um grande problema de saúde pública mundial. Mas a boa notícia é que descobrimos que um clima saudável entre amigos está relacionado com um risco significativamente reduzido de desenvolver depressão, e uma maior chance de recuperação da depressão," disse Griffiths.
Mais especificamente, os dados mostram que a depressão não se espalha pela rede de amigos: Ter amigos saudáveis diminui pela metade a probabilidade de desenvolvimento da depressão e dobra a chance de recuperação no período de seis a doze meses.
"Nossos resultados têm implicações para melhorar o humor dos adolescentes. Em particular, eles sugerem a hipótese de que incentivar redes de amizade entre os adolescentes pode reduzir a incidência e a prevalência da depressão nessa faixa etária," disse Griffiths.
Texto: Diário da Saúde
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Descoberta de água na superfície de Marte anima especialistas no Brasil

Imagem: NASA - Divulgação
O anúncio feito na última segunda (28) pela agência espacial norte-americana (Nasa) da descoberta de água salgada e corrente na superfície de Marte animou especialistas no Brasil. Segundo eles, esse é mais um passo para desvendar os muitos mistérios sobre um planeta tão próximo de nós.

“Essa descoberta coloca no horizonte a possibilidade de levar astronautas para Marte. Para a exploração espacial é uma informação importante”, foi o que afirmou o professor do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Alan Alves Brito.

Ele faz menção de que a existência de água em Marte já era conhecida, mas não da forma descoberta agora. “Essa é a novidade, uma água salina, e que existe água lá nesse presente momento. Água, para nós em astronomia, significa a possibilidade de vida [no planeta]”.

O professorAdrian Rodriguez Colucci (Observatório do Valongo) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), vê uma possibilidade de avançar nas descobertas sobre o planeta, mas alerta que é cedo para determinar a existência de formas mais complexas de vida. “Agora temos a chance de colher uma pequena mostra de vida atual, o que é muito mais interessante de analisar, mas não dá para especular uma possível evolução. Marte teria condições de abrigar vida, mas não vida complexa, multicelular, e sim em formas microbióticas”.

Brito tem o mesmo pensamento. Ele acredita que, mesmo não havendo qualquer indício de formas de vida semelhantes às encontradas na Terra, a revelação de hoje traz mais uma resposta em meio a milhares de perguntas. “A probabilidade de ter vida terrestre é muito baixa. É preciso esperar, não dá para especular. Mas a grande pergunta é se existe vida fora da Terra e essa é mais uma peça de um grande quebra-cabeça, para colocarmos as peças juntas e montar um outro muito mais complexo”.

Lujendra Ojha, cientista do Instituto de Tecnologia da Georgia, nos Estados Unidos, e envolvido nas pesquisas da Nasa, também destaca a descoberta recente. “Quando a maioria das pessoas fala sobre água em Marte, elas normalmente falam sobre água congelada ou de uma época antiga. Agora nós sabemos que há mais para a história. Essa é a primeira detecção espectral que, inequivocamente, apoia nossas hipóteses de formações de água líquida nas chamadas Linhas de Declive Recorrentes (RSL, na sigla em inglês)”.

O cientista-chefe do programa de exploração de Marte da agência, Michael Meyer, ressaltou que, para chegar a essa descoberta, foram necessários muitos anos de pesquisas e viagens de veículos espaciais. “E agora, nós sabemos que há água líquida na superfície deste planeta frio e deserto. Parece que quanto mais estudamos Marte mais aprendemos sobre o quanto a vida pode ser mantida e onde existem recursos para manter a vida no futuro”.

Fonte: Agência Brasil
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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Cientistas tentando explicar a generosidade

Apesar das conclusões temerárias, há dados interessantes reforçando a ideia de que os extremos não são explicações razoáveis para o comportamento humano. [Imagem: Cendri Hutcherson]
Cientistas afirmam que um modelo computacional que tenta explicar como o cérebro faz escolhas altruístas mostrou resultados capazes de prever quando uma pessoa vai agir de forma generosa em um cenário envolvendo abrir mão de uma soma de dinheiro.
O trabalho, publicado na revista Neuron, também tenta explicar por que ser generoso às vezes parece tão difícil.
A razão pela qual as pessoas agem de forma altruísta é bem controvertida entre os cientistas acadêmicos, sempre às voltas com teorias de competição e egoísmo em busca da sobrevivência.
Alguns argumentam que as pessoas são naturalmente egoístas - inclusive geneticamente - e que a única maneira de substituir nossas tendências gananciosas é exercitar o autocontrole.
Outros são mais positivos, acreditando que os seres humanos naturalmente acham a generosidade gratificante e que só agem de modo egoísta quando fazemos uma pausa para pensar sobre isso e se lembram dos próprios interesses.
O novo modelo sugere que nenhum dos dois extremos consegue explicar tudo: tanto a generosidade quanto o egoísmo podem sair rápido e sem esforço. Mas isso depende da pessoa e do contexto.
"Nós concluímos que o que importa não é se você pode exercer o autocontrole, mas o quão fortemente você considera as necessidades dos outros em relação às suas próprias. Se você considerar mais as necessidades da outra pessoa, ser generoso é fácil. Se você se considera mais, a generosidade requer um grande esforço," disse o Cendri Hutcherson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA) e da Universidade de Toronto (Canadá).
Não parece ser uma boa explicação, já que considerar mais as necessidades dos outros é uma boa definição para generosidade, enquanto considerar mais suas próprias necessidades é algo mais afeito ao egoísmo - algo como "Generosidade é aquilo que pessoas generosas fazem".
Mas há dados interessantes reforçando a ideia de que os extremos não são explicações razoáveis em termos do comportamento humano: embora a maioria dos voluntários tenha-se mostrado mais gananciosa do que generosa, mesmo os participantes mais egoístas às vezes tomavam decisões generosas.
De forma um tanto surpreendente - mas coerente com as teorias científicas mais em voga - os cientistas analisaram as decisões generosas das pessoas majoritariamente egoístas não como evidência de autocontrole, mas como erros - momentos em que essas pessoas subvalorizaram o benefício próprio.
Fonte: Diário da Saúde
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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Encélado: Lua de Saturno pode ter oceano global

Ilustração artística da constituição que os pesquisadores atribuem à lua com base nos dados da sonda Cassini - as camadas não estão em escala. [Imagem: NASA/JPL-Caltech]
Dados coletados pela sonda espacial Cassini, que vem estudando Saturno e suas luas há mais de uma década, revelaram que a menor lua do sistema, chamada Encélado, pode ter um oceano subsuperficial em toda a sua extensão.
No ano passado, um grupo de astrofísicos italianos já havia levantado essa hipótese. A partir dos dados da sonda Cassini que eles analisaram, contudo, a conclusão era que o oceano de subsuperfície estaria concentrado em uma porção do hemisfério sul de Encélado.
Agora, a própria equipe da NASA responsável pela Cassini analisou dados mais amplos e concluiu que o oceano pode se estender por toda a lua, sob a crosta de gelo que a recobre.
Segundo a análise, o leve sacolejar de Encélado conforme ela orbita Saturno só pode ser explicado se houver uma camada líquida por baixo de sua camada externa de gelo - daí a conclusão de que deve haver lá um oceano global.
Esse oceano poderia também explicar o fino spray de vapor de água, partículas de gelo e moléculas orgânicas simples que os instrumentos da sonda Cassini detectaram próximo ao polo sul de Encélado.
O estudo envolveu a análise de sete anos de dados e imagens, mapeando a posição de crateras e outras formações na superfície de Encélado ao longo de centenas de imagens diferentes, o que permitiu medir alterações na rotação da lua com grande precisão.
"Este é um problema difícil, que exige anos de observações e cálculos envolvendo uma grande variedade de disciplinas, mas estamos confiantes que finalmente fizemos tudo corretamente," disse Peter Thomas, membro da equipe.
Os astrofísicos acreditam que também Ganimedes, a maior lua de Júpiter, tenha um oceano subterrâneo.
Fonte: Inovação Tecnológica
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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Cientistas afirmam: gorduras saturadas não fazem mal

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Ao contrário dos conselhos alimentares mais difundidos, uma revisão dos resultados científicos sobre o assunto não encontrou evidências de maior risco cardiovascular associado ao excesso de ingestão de gordura saturada.
Mais ainda, as gorduras saturadas não se mostraram associadas com maior risco de morte, doença cardíaca, acidente vascular cerebral ou diabetes tipo 2.
Os resultados surpreendentes, e que sem dúvida darão margem a muitas controvérsias, foram publicados no renomado British Medical Journal (BMJ) pela equipe do professor Russell de Souza, da Universidade McMaster (Canadá).
"Durante anos, todos foram aconselhados a cortar as gorduras [da alimentação]. As gorduras trans não têm benefícios à saúde e representam um risco significativo para doenças cardíacas, mas o caso das gorduras saturadas é menos claro," disse Russel.
"Dito isto, não estamos defendendo um aumento da provisão de gorduras saturadas nas orientações alimentares, já que não vimos evidências de que limites mais altos seriam especificamente benéficos à saúde," salienta o pesquisador.
As gorduras saturadas vêm principalmente de produtos de origem animal, como manteiga, leite de vaca, carne, salmão e gemas de ovos, e alguns produtos vegetais, tais como chocolate e óleo de palmeiras.
As gorduras insaturadas trans (gorduras trans) são tipicamente produzidas industrialmente a partir de óleos vegetais (um processo conhecido como hidrogenação) para uso em margarinas, salgadinhos e produtos de panificação embalados.
Russel e seus colegas analisaram os resultados de 50 estudos observacionais que avaliaram a associação entre gorduras saturadas e/ou trans e seus resultados de saúde em adultos.
Eles não encontraram comprovação de malefícios das gorduras saturadas, mas confirmaram indicações anteriores de que as gorduras trans produzidas industrialmente podem aumentar o risco de doença cardíaca coronariana.
As diretrizes atuais recomendam limitar a ingestão de gorduras saturadas a menos de 10%, e as gorduras trans a menos de 1% da energia ingerida diariamente, de forma a reduzir o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral.
Fonte: Diário da Saúde
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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Nanossatélite brasileiro entra em órbita e tem sinais captados no país

O nanossatélite brasileiro Serpens, desenvolvido pela Agência Espacial Brasileira (AEB), em parceria com universidades, foi lançado a partir da Estação Espacial Internacional. Foto: Divulgação Jaxa
O nanossatélite brasileiro Serpens, desenvolvido pela Agência Espacial Brasileira (AEB) em parceria com universidades, foi lançado na última quinta-feira (17) a partir da Estação Espacial Internacional. O lançamento do satélite foi feito pela Agência Espacial Japonesa (Jaxa). O artefato está em órbita a uma altitude de cerca de 400 quilômetros e funciona da forma prevista, sendo capaz de receber e devolver mensagens que podem ser baixadas de qualquer lugar do planeta.

Cerca de 30 minutos após o lançamento, o sistema foi ligado e as antenas do artefato liberadas, deixando o pequeno objeto pronto para se comunicar com a Terra. “Um radioamador brasileiro captou sinais e nos enviou. Decodificamos os sinais de identificação e comprovamos que é mesmo o Serpens”, comemorou o Diretor de Satélites da AEB, Carlos Gurgel. Ele explicou que o satélite tem uma assinatura única que permite a identificação.

“Agora, vamos colher mais dados e começar a trabalhar com ele. Por enquanto, estamos só rastreando”, disse Gurgel. O satélite deve ficar em órbita por cerca de 6 meses, tempo em que vai perdendo a velocidade até “cair”, sendo desintegrado após entrar na atmosfera terrestre.

Segundo Gurgel, a expectativa sobre o nanossatélite era grande, principalmente por parte dos estudantes universitários que participaram de todas as fases do projeto. “Estamos todos muito felizes com o resultado. Esta é a primeira leva de estudantes do cursos de engenharia aeroespacial que foram engajados em um projeto de verdade. Como o prazo limitado a 2 anos, eles puderam participar de todas as etapas”, afirmou.

O satélite é o primeiro do projeto Sistema Espacial para Realização de Pesquisa e Experimentos com Nanossatélites, um consórcio entre a AEB e universidades federais para o desenvolvimento de nanossatélites de baixo custo por estudantes universitários. O objetivo é capacitar profissionais e consolidar novos cursos de engenharia espacial no país.

Essa primeira missão do projeto Serpens está sendo coordenada pela Universidade de Brasília, mas a proposta é que as instituições envolvidas revezem a liderança. A previsão é que a Universidade Federal de Santa Catarina coordene o desenvolvimento do Serpens 2.

O nanossatélite custou cerca de R$ 800 mil, além dos gastos com o lançamento, cerca de R$ 3 milhões de reais, pois o Brasil não tem veículo lançador.

Fonte: Agência Brasil. Texto de Maria Claudia.
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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Metade dos brasileiros acessa internet pelo celular

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Cerca de 81,5 milhões de brasileiros com mais de 10 anos de idade acessam a internet pelo celular, segundo pesquisa realizada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br).
O número representa 47% dessa parcela da população. Na edição anterior da pesquisa, em 2013, o percentual de usuários da internet por telefones móveis era de 31% e em 2011, de 15%.
O celular é o segundo aparelho mais presente nos lares brasileiros, estando em 92% deles, perdendo apenas para os televisores, que estão em 98% dos domicílios. No total, o telefone móvel é usado por 86% dos adultos e adolescentes, um total de 148,2 milhões de pessoas.
O aparelho é o único meio de acesso a rede para 19% dos usuários. O computador é o canal exclusivo de conexão para 23% dos internautas, enquanto 56% utilizam os dois meios.
Entre os usuários de internet, o equipamento mais utilizado ainda é o computador, sendo meio de acesso de 80% deles - 54% computadores de mesa e 48% notebooks. Em seguida, vem o celular, com 76%. O tablet é usado por 22%.
Em 50% dos domicílios, há pontos de acesso à rede. Porém, são apontadas desigualdades regionais. Enquanto o índice de lares com internet fica entre 55% e 60% no Sudeste, o percentual nas regiões Norte e Nordeste está entre 35% e 40%.
Por classe social, também é verificada disparidade no acesso. Entre as residências da classe A, 98% têm conexão, 82% nas da classe B, 48% na classe C e 14% nas D e E. O custo elevado do serviço é um dos motivos apontado por 49 % dos que não têm internet em casa. O segundo fator mais citado é a falta de computador (47%), enquanto 45% disseram simplesmente não ter interesse.
O envio de mensagens instantâneas por redes sociais ou aplicativos é a atividade mais realizada pelos usuários de internet (83%). Participar de redes sociais é razão do acesso de 76% dos usuários. E 58% dos internautas usam a rede para assistir vídeos ou filmes.
Fonte: Inovação Tecnológica
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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Como fazer as perguntas certas em uma consulta médica?

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O mínimo que cada pessoa pode exigir de um profissional de saúde é um atendimento de alta qualidade e total dedicação ao caso individual.
Longe das antigas "ordens médicas", pacientes cada vez mais bem informados sabem procurar uma segunda opinião médica e deixam cada vez mais claro que os médicos não podem decidir sozinhos.
O Brasil faz parte da Aliança Mundial para a Segurança no Atendimento ao Paciente, da Organização Mundial de Saúde (OMS). O objetivo da aliança é adotar medidas de melhoria no atendimento e aumentar a qualidade dos serviços de saúde.
Isto tem levado o Ministério da Saúde a desenvolver esforços que visam melhorar a comunicação e a transparência de informações entre profissionais de saúde, pacientes, familiares e acompanhantes.
O paciente também pode colaborar com esse movimento. A consulta médica é um momento que deve ser bem aproveitado, visando captar todas as informações de interesse do paciente.
Assim, é necessário fazer as perguntas certas ao médico no momento da consulta.
Dez perguntas básicas podem ajudar o paciente a sair do consultório com uma ideia bastante satisfatória a respeito de seu problema de saúde e do tratamento:
  1. Qual o nome do problema que eu tenho/qual é o meu diagnóstico?
  2. Quais são as minhas opções de tratamento?
  3. Quais são as minhas chances de cura?
  4. Como é realizado o exame ou procedimento?
  5. Quando e como receberei os resultados do exame?
  6. Como se soletra o nome do medicamento prescrito?
  7. Quantas vezes ao dia e por quanto tempo devo usar esse medicamento?
  8. É possível que haja alguma reação (efeito colateral) a esse medicamento?
  9. Posso usar esse medicamento junto com outros que já utilizo, com algum alimento ou com algum líquido?
  10. O tratamento mudará a minha rotina diária?
Fonte: Diário da Saúde
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domingo, 13 de setembro de 2015

Aulão de matemática para o concurso de Altaneira

Foto: Prof. Paulo Robson
Na manhã de hoje, domingo, 13/09, realizamos, juntamente com o professor José Valdo, um aulão preparatório para o concurso público do município de Altaneira que será realizado em 11 de outubro do corrente ano.

Foto: Rafael Fernandes
Na oportunidade trabalhamos várias questões presentes nas últimas edições de provas realizadas pela empresa CONSULPAM, a mesma que realizará o concurso de Altaneira. As questões envolviam temas como fração e porcentagem (abordadas por nós) e raciocínio lógico (trabalhadas pelo professor Zé Valdo).

O material que utilizamos como base para estudo está disponível nos seguintes links:




Estiveram presentes cerca de 100 candidatos (aos mais diversos cargos) nas aulas que aconteceram entre 08:00 e 11h15min.

Aproveitamos a oportunidade para desejar nossos sinceros votos de sucesso a todos que realizarão  a prova do concurso e reforçamos nossa disponibilidade para ajudar no que for preciso, no que estiver a nosso alcance.

Abraços!
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sábado, 12 de setembro de 2015

Questões Fração CONSULPAM

Questões sobre fração elaboradas pela empresa Consulpam.


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Questões porcentagem CONSULPAM

Algumas questões sobre porcentagem elaboradas pela empresa Consulpam


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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Como reduzir o risco do câncer de mama?

Imagem: Divulgação
Um livro eletrônico gratuito promete auxiliar as mulheres a reduzirem seu risco de contrair câncer de mama.
O e-book, intitulado Juntos - Guia de Cada Mulher para Prevenir o Câncer de Mama, foi escrito por médicos e cientistas da Escola de Medicina da Universidade de Washington (EUA).
"O câncer de mama é a preocupação de saúde número 1 de todas as mulheres. Com este livro eletrônico nós esperamos colocar o risco do câncer de mama em perspectiva e oferecer dicas de prevenção diárias e simples, que se aplicam da infância à meia-idade e além," disse Graham Colditz, membro da equipe de autores.
O livro eletrônico só está disponível em inglês, mas as dicas principais podem ser rapidamente resumidas.
Ao contrário do que se poderia prever com base nas campanhas e pelos esforços de rastreio feitos pelos órgãos de saúde, a cada vez mais controversa mamografia não ocupa lugar de destaque entre as medidas preventivas recomendadas às mulheres.
Veja as nove recomendações constantes do livro, feitas para todas as mulheres em idade adulta, de qualquer faixa etária:
  1. Mantenha o peso corporal sob controle.
  2. Seja fisicamente ativa.
  3. Evite ingerir muito álcool.
  4. Não fume.
  5. Amamente, se possível.
  6. Evite pílulas anticoncepcionais, especialmente depois dos 35 anos ou se for fumante.
  7. Evite terapia de reposição hormonal após a menopausa.
  8. Conheça seu histórico familiar do câncer de mama.
  9. Se estiver sob alto risco, considere o uso de medicações redutoras de risco.
Segundo o texto, considerando uma amostra na qual 12 dentre 100 mulheres fossem diagnosticadas com câncer de mama ao longo de toda a vida, um estilo de vida saudável poderia prevenir o câncer de mama em 7 dessas 12 mulheres.
E mesmo as mulheres que não tiveram comportamentos saudáveis até a meia-idade ainda podem reduzir o risco de câncer de mama em até 50% a partir daí.
E a maior parte das mesmas atividades de combate ao câncer também melhoram a saúde do coração e reduzem o risco de diabetes, acidente vascular cerebral, câncer de cólon, osteoporose e outras condições.
Até o momento, o livro eletrônico - em inglês - está disponível apenas para usuários de equipamentos Apple.
Fonte: Diário da Saúde
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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Chorar faz bem... depois de uma hora e meia

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Por que choramos?
Embora pareça que os seres humanos sejam a única espécie capaz de derramar lágrimas emocionais, pouco se sabe sobre a função do choro.
Enquanto alguns pesquisadores veem o ato de chorar como um pedido de apoio, conforto ou ajuda, outros acreditam que o principal papel de derramar lágrimas seja para aliviar as emoções.
Diferentes tipos de estudos, no entanto, têm fornecido resultados conflitantes.
Por exemplo, estudos retrospectivos nos quais os voluntários declaram seus pontos de vista concluem que chorar proporciona alívio emocional e melhora o humor. Em contraste, estudos de laboratório usando filmes com forte carga emocional muitas vezes mostram uma piora no humor após chorar.
Benefícios do choro
Em um esforço para entender esses resultados discrepantes, Asmir Gracanin, da Universidade de Tilburg (Holanda), idealizou uma metodologia na qual a avaliação do humor dos voluntários foi estendida no tempo, para tentar captar todas as variações emocionais e identificar como o humor iria se estabilizar mais tarde.
Como esperado, o estado de espírito das pessoas que não choraram durante os filmes manteve-se inalterado após assistir os eventos emocionais.
Por outro lado, o humor daquelas que choraram durante os filmes mostrou-se significativamente pior ao término da apresentação. Novas avaliações, feitas 20 minutos mais tarde, mostraram que seu humor havia voltado ao nível relatado antes dos filmes.
Finalmente, depois de 90 minutos, as pessoas que choraram durante os filmes relataram uma melhoria do humor, que se mostrava melhor do que antes dos filmes. Essa mudança de humor não se mostrou associada com o número de vezes que cada pessoa chorou durante os filmes.
Sem alívio imediato
Pela interpretação dos pesquisadores, a piora significativa no humor após os filmes e seu posterior retorno ao nível anterior podem fazer com que as pessoas que choram sintam como se chorar lhes fizesse bem, já que o humor volta ao normal em apenas 20 minutos.
Contudo, elas de fato apenas apresentam uma melhora real do humor depois de um período de tempo mais prolongado - uma hora e meia - o que contestaria as alegações bastante comuns do tipo "Sinto-me mais aliviado(a) agora que chorei".
Texto colhido em Diário da Saúde
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sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Seis dicas para manter o cérebro sempre jovem

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O cérebro precisa de cuidados e atenção para garantir um funcionamento suave e eficiente.
Mas, em vez de um manual de manutenção detalhado de uma máquina, tudo o que temos são conselhos vindos da comunidade científica - muitos deles contraditórios e confusos.
Veja aqui aquelas que têm maior suporte de estudos experimentais mais recentes.
Não perca a fé em suas habilidades
Temos a tendência a acreditar que a perda de memória é um problema decorrente do envelhecimento. Mas alguns lapsos - como chegar a um local e esquecer o que foi fazer ali - podem afetar jovens ou idosos com a mesma frequência e intensidade.
Por isso, não deveríamos nos apressar em assumir que tudo é culpa da idade, já que dúvidas podem ser uma espécie de autoprofecia.
Nos últimos dez anos, Dyana Touron, da Universidade da Carolina do Norte, descobriu que com a idade, temos a tendência de perder a confiança nas nossas habilidades mentais, mesmo quando elas estão funcionando perfeitamente. O resultado é que acabamos dependentes de "muletas", como o GPS do carro ou a agenda do celular.
Mas, ironicamente, ao não nos colocarmos diante de desafios, podemos acelerar nosso próprio declínio mental. Portanto, se você se encontrar diante de uma porta não sabendo onde deveria estar, veja a situação como uma oportunidade para forçar um pouco mais a memória.
Proteja seus ouvidos
A mente sofre se for isolada dos cinco sentidos. E a perda auditiva parece detonar a perda da massa cinzenta do cérebro, provavelmente por colocar uma ênfase na atenção e por nos bloquear de estímulos úteis. O problema aumenta em 24% o risco de atraso cognitivo durante um período de seis anos, segundo um estudo recente.
Assim, qualquer que seja a sua idade, vale a pena ter consciência das situações que poderiam estar acelerando a deterioração da audição. Escutar música em alto volume por apenas 15 segundos por dia já é suficiente para prejudicar os ouvidos. Secadores de cabelos e aspiradores de pó são outras companhias ruins para os ouvidos.
Aprenda um novo idioma ou a tocar um instrumento
Em vez de dedicar vários minutos do dia a algum passatempo ou aplicativo que promete "treinar seu cérebro", que tal tentar um exercício mental mais ambicioso, como aprender a tocar um instrumento ou falar uma nova língua?
Ambas as atividades requerem uma ampla gama de habilidades, exercitando a memória, a atenção, a percepção sensorial e o controle de motricidade enquanto você tenta executar uma nova canção ou pronunciar os sons estranhos de novas palavras.
Os benefícios tendem a durar até a idade avançada. Um estudo publicado no ano passado descobriu que músicos têm 60% menos chances de desenvolver demência do que as pessoas que não tocam instrumentos. Outra pesquisa mostrou que falar outro idioma pode atrasar em cinco anos o diagnóstico do mal de Alzheimer.
A aprender uma nova atividade que envolva movimentos físicos parece ser particularmente eficaz, como mostrou um estudo recente com pessoas que combateram a perda de memória aprendendo a pintar.
Modere na comida porcaria
A obesidade pode prejudicar o cérebro de muitas maneiras. O acúmulo de colesterol nas artérias pode restringir o fluxo sanguíneo para o cérebro, deixando-o sem os nutrientes e o oxigênio que ele precisa para funcionar bem.
Além disso, os neurônios são bastante sensíveis ao hormônio insulina, produzido pelo pâncreas. Comer alimentos doces e calóricos com frequência pode embaralhar a liberação da insulina, dando início a uma reação em cadeia que leva à produção de placas letais que podem se acumular no cérebro.
A boa notícia é que certos nutrientes - como o ômega 3 e outros ácidos graxos, e as vitaminas D e B12 - parecem ter um efeito "limpante" e reduzem os prejuízos provocados pela idade no cérebro.
Isso pode explicar por que idosos que sempre mantiveram uma dieta tipicamente mediterrânea - à base de peixes, legumes, verduras e baixo teor de gordura - tendem a mostrar as mesmas habilidades cognitivas que pessoas sete anos mais novas.
Concentre-se no corpo
Gostamos de fazer uma distinção clara entre o corpo e a mente, mas, na realidade, estar em boa forma física é uma das melhores maneiras de manter o cérebro funcionando bem.
A atividade física não só estabelece um melhor fluxo sanguíneo para o cérebro, mas também libera uma grande quantidade de proteínas que ajudam a estimular o crescimento e a manutenção de conexões neurais.
Os benefícios são notados desde o berço: crianças que vão a pé para a escola costumam tirar melhores notas, enquanto idosos que fazem caminhadas regulares - mesmo que não sejam vigorosas - têm mais concentração e memória.
Não deixe de viver a vida
Se todas essas mudanças de rotina parecem algo difícil de adotar, saiba que uma das melhores maneiras de proteger o cérebro dos efeitos do tempo é socializar. O ser humano é uma criatura social, e nossos amigos e parentes nos estimulam, nos desafiam a ter novas experiências e nos ajudam a descarregar o estresse e as mágoas.
Surpreendentemente, um estudo com voluntários com idades em torno de 70 anos mostrou que os mais ativos socialmente tinham 70% menos chances de experimentar um declínio cognitivo em um período de 12 anos, em comparação com aqueles com uma vida mais reclusa. Da memória e da atenção à velocidade de processamento mental, tudo parece se beneficiar do contato regular com outras pessoas.
Ou seja, não há uma fórmula mágica única para treinar o cérebro. As pessoas que envelhecem melhor têm um estilo de vida que incorpora um pouco de tudo: uma alimentação variada, atividades estimulantes e um círculo de amigos queridos. Uma receita que também vale para quem quer ter uma vida feliz e saudável.
Fonte: Texto na íntegra de Diário da Saúde
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