>
Olá, seja muito bem-vindo a esse ambiente! Espero que ele possa atender suas expectativas!

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

8 dicas para evitar antibióticos para seus filhos

Imagem do Google
A resistência aos antibióticos, que ocorre quando as bactérias sofrem mutações que as tornam menos suscetíveis ou imunes à ação dos medicamentos, está entre as ameaças à saúde pública mais urgentes.
Então, quando é o momento certo para tomar antibióticos e quando é melhor evitar?
O Dr. Saul Hymes, do Hospital Infantil da Universidade Stony Brook (EUA), acredita que não apenas os médicos devem atuar: para ele, existem ações que se pode tomar em casa para cuidar da família doente sem apelar para os antibióticos.
Veja as dicas oferecidas pelo médico:
1. Eduque-se sobre infecções e antibióticos
Antibióticos curam infecções bacterianas, e não infecções virais, como resfriados ou gripe, a maioria das tosses e bronquite, gargantas doloridas ou nariz escorrendo.
Tomar antibióticos para infecções virais não vai curar a infecção, não vai evitar transmitir a infecção para outros e nem ajudá-lo a se sentir melhor.
2. Leia as letras miúdas
Os antibióticos também podem matar as bactérias saudáveis em nossos intestinos, permitindo que as bactérias mais prejudiciais se desenvolvam.
Além disso, quando um antibiótico é receitado para seu filho, certifique-se de dar-lhes todas as doses e parar quando o profissional de saúde disser para parar, não antes.
3. Trate em casa primeiro
Os sintomas da maioria das infecções das vias respiratórias superiores, incluindo dores de garganta, infecções de ouvido, sinusite, resfriados e bronquite, podem ser aliviados sem antibióticos.
As principais recomendações são: muito repouso; beber líquidos em abundância, evitar fumar ou ser fumante passivo, evitar outros poluentes (substâncias químicas no ar ou irritantes) e eventualmente tomar paracetamol ou ibuprofeno para aliviar a dor ou febre. Uma dor de garganta pode ser aliviada com lascas de gelo, picolés, pastilhas (para crianças mais velhas), com gargarejo com água salgada ou bebendo bebidas quentes.
4. Medicamentos ao seu alcance
Muitos analgésicos que não exigem receita médica podem ajudar as crianças aliviando a dor, evitando assim a necessidade de antibióticos. Para os bebês de 6 meses de idade ou menos, utilize apenas paracetamol para alívio da dor. Para uma criança de 6 meses de idade ou mais, ou acetaminofeno ou ibuprofeno podem ser dados para o alívio da dor. Verifique com o seu médico ou farmacêutico a dosagem correta para a idade e tamanho do seu filho.
Não dê aspirina para uma criança, uma vez que o medicamento pode levar ao desenvolvimento da síndrome de Reye, uma doença rara mas grave que prejudica o fígado e o cérebro, alerta o Dr. Hymes.
5. Diagnóstico correto
O seu filho tem um resfriado ou é alergia? Com a mudança de estações e flutuações de temperatura, é muito comum surgirem dores leves. Mas os antibióticos não são sempre necessários.
Uma compressa morna sobre o nariz e a testa pode ajudar a aliviar a pressão do sinus. Ou, para adultos ou crianças mais velhas, tentar um spray nasal descongestionante ou soro fisiológico ou respirar no vapor de uma bacia de água quente ou chuveiro.
6. Resista à pressão
Não se sinta pressionado a dar antibióticos às crianças. Deixe o profissional de saúde conhecer as suas preocupações. Mas também não pressione seu médico para prescrever antibióticos - ele vai sentir se é necessário.
7. Não compartilhe remédios
Nunca dê antibióticos para uma criança que foram receitados para outra, e nunca use antibióticos sem receita médica. Não armazene antibióticos extras "para a próxima vez".
8. Vacinas e higiene
Certifique-se de que suas crianças estejam em dia com a caderneta de vacinação, que podem evitar completamente muitas doenças bacterianas.
O Dr. Hymes ressalta para "só tomar antibióticos prescritos por um médico e no período receitado - não pare antes e nem perca doses. Ter boa higiene das mãos e cobrir a boca ao tossir, receber as vacinas recomendadas, muitas das quais protegem contra bactéria potencialmente fatais. E, finalmente, discuta as suas preocupações sobre este assunto com o seu médico ou o médico do seu filho."
Fonte: Diário da Saúde
Compartilhar:

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Tão leve quanto o ar, mas é ouro puro

O bloco de ouro de 20 quilates é tão leve que flutua sobre a espuma de leite de um capuccino. [Imagem: Gustav Nyström/Raffaele Mezzenga/ETH Zurich]
A tecnologia dos aerogéis chegou ao ouro.
Pesquisadores da Escola Politécnica de Zurique, na Suíça, criaram um novo tipo de espuma feita de ouro real - equivalente ao ouro de 20 quilates.
Mesmo sendo quase impossível notar, a olho nu, a diferença do aerogel de ouro com um bloco de ouro sólido, é a mais leve forma já produzida do metal precioso: 1.000 vezes mais leve que o ouro comum.
Ele consiste em 98 partes de ar e apenas duas partes de material sólido - deste material sólido, 80% é ouro e 20% são proteínas de leite usadas no processo de fabricação.
Assim, ele não bateu o recorde de metal mais leve do mundo, que pertence a uma "fumaça sólida" feita de níquel - saindo dos metais, o título de material mais leve do mundo pertence ao aerogel de grafite.
O aerogel de ouro foi criado aquecendo as proteínas do leite para transformá-las em fibras nanométricas - chamadas fibrilas amiloides - que foram então colocadas em uma solução de sais de ouro.
As fibras de proteína entrelaçaram-se em uma estrutura intrincada, e o ouro cristalizou-se em pequenas partículas aderindo às fibras nessa estrutura.
O resultado é uma rede de fibras de ouro que passa de uma textura similar à de um gel para a "espuma de ouro".
Aerogel de ouro: o ouro mais leve do mundo
Processo de fabricação do aerogel de ouro: uma espuma de ouro ao leite. [Imagem: Gustav Nyström et al. - 10.1002/adma.201503465]
"Um dos maiores desafios foi secar esta rede fina sem destruí-la," explica Gustav Nystrom, responsável pelo feito. Como a secagem ao ar livre poderia danificar a fina estrutura de ouro, Nystrom optou por um processo de secagem delicada e trabalhosa utilizando dióxido de carbono.
Segundo a equipe, há várias aplicações possíveis para o aerogel de ouro.
A técnica de fabricação permite controlar as propriedades do ouro de uma maneira simples - propriedades como a absorção e a reflexão.
"As propriedades ópticas do ouro dependem fortemente do tamanho e do formato das partículas de ouro," diz Nystrom. "Assim, podemos até mudar a cor do material. Quando mudamos as condições de reação, para que o ouro não se cristalize em micropartículas, mas em nanopartículas ainda menores, isto resulta em um ouro vermelho-escuro."
Além de aplicações em relógios e joias, a equipe está particularmente interessada na catálise química: como o material altamente poroso tem uma superfície enorme, as reações químicas que dependem da presença do ouro como catalisador podem ser realizadas de forma mais eficiente.
Fonte: Inovação Tecnológica
Compartilhar:

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Primeira foto de um planeta em formação

Imagem composta onde o azul representa o hidrogênio alfa, e o verde e o vermelho mostram os dados coletados pelo telescópio LBT nas bandas K e L. A parte cinza são imagens do disco protoplanetário já publicadas anteriormente, coletadas na faixa dos milímetros. [Imagem: Stephanie Sallum]
Astrônomos da Universidade do Arizona, nos EUA, acreditam ter fotografado um planeta em formação pela primeira vez.
A jovem estrela LkCa15 possui um disco de material ao seu redor que parece estar na transição entre poeira cósmica e planetas.
Apesar de a estrela estar localizada a 450 anos-luz da Terra, novas técnicas de observação conseguiram identificar as anomalias no disco protoplanetário que indicam a formação de um novo planeta.
O feito é considerável quando se leva em conta que, dos cerca de 2.000 exoplanetas conhecidos, apenas 10 foram fotografados diretamente até agora - e é muito mais fácil fotografar um planeta inteiro do que um "feto planetário".
"Ninguém havia conseguido detectar de forma inequívoca um planeta em formação antes", disse Stephanie Sallum, membro da equipe. "Sempre houve explicações alternativas, mas, neste caso, capturamos uma imagem direta, e é difícil de contestar isso."
Discos protoplanetários formam-se em torno de estrelas jovens, consistindo praticamente no material que sobrou da formação da própria estrela.
Suspeita-se que os planetas se formem a seguir, no interior desse disco, a partir da aglomeração dessa poeira. Desta forma, um planeta nascente pode ser flagrado identificando faixas abertas no disco e, a seguir, procurando pelos seus primeiros blocos.
As observações da equipe dão suporte a essa teoria.
Isto exigiu o aprimoramento das técnicas de observação e dos instrumentos utilizados. Esses instrumentos incluem o Grande Telescópio Binocular, ou LBT, o maior telescópio do mundo atualmente, e do telescópio Magellan, no Chile, com seu sistema de óptica adaptativa, chamado Magao.
A equipe conseguiu capturar a assinatura espectral do planeta conhecida como "hidrogênio alfa", o comprimento de onda específico de luz que a estrela LkCa 15 e seus planetas emitem à medida que crescem - na verdade, quase todas as estrelas jovens são identificadas pela sua luz hidrogênio alfa.
Quando objetos cósmicos estão se formando, eles ficam extremamente quentes. E como eles estão se formando a partir de hidrogênio, todos esses objetos brilham em vermelho escuro, o que os astrônomos chamam de H-alfa, um determinado comprimento de onda da luz. "É como um letreiro de néon, a forma como o gás néon brilha quando fica energizado", explica Laird Close, membro da equipe.
"Esse tom escuro único de luz vermelha é emitido tanto pelo planeta como pela estrela à medida que passam pelo mesmo processo de crescimento," acrescentou a pesquisadora Kate Follette. "Fomos capazes de separar a fraca luz do planeta da luz muito mais brilhante da estrela e ver que ambos estão crescendo e brilhando neste tom muito distinto de vermelho."
É esta cor tão distinta que a equipe afirma ser a prova definitiva de que um planeta está se formando.
Fonte: Inovação Tecnológica
Compartilhar:

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Celulares podem estragar relacionamentos

Outros estudos já haviam mostrado que o uso frequente do celular aumenta a ansiedade e diminui a felicidade entre estudantes. Mas já existe até uma nova doença no mercado, a Nomofobia, o medo de ficar sem celular.[Imagem: Kent State University]
Desconectando casais
Parece que os telefones celulares podem ser prejudiciais aos relacionamentos românticos, elevando os níveis de insatisfação do casal e gerando estados depressivos, pelas desavenças que causam.
James Roberts e David Meredith, da Universidade de Baylor (EUA), afirmam que o uso dos celulares sem levar em conta a presença do outro pode minar os alicerces da felicidade do casal.
A dupla realizou duas pesquisas separadas, com um total de 453 adultos, para esclarecer os efeitos do uso do celular pelo parceiro quando o casal está junto.
Há um celular entre nós
A "troca do parceiro pelo celular" foi definido no estudo como a medida na qual as pessoas usam ou são distraídas pelos seus celulares enquanto estão na companhia de seus parceiros de relacionamento.
"O que descobrimos é que, quando alguém percebe que seu parceiro o está trocando pelo celular, isso cria conflitos e leva a níveis mais baixos de satisfação com o relacionamento," explicou Roberts. "Esses níveis mais baixos de satisfação com o relacionamento, por sua vez, levam a níveis mais baixos de satisfação com a vida e, finalmente, a níveis mais elevados de depressão."
Trocado pelo celular
Os resultados da pesquisa mostraram que:
  • 46,3% dos entrevistados relataram ter sido "trocados pelo celular" pelo seu parceiro;
  • 22,6% disseram que o uso do celular pelo parceiro causou conflitos em seus relacionamentos;
  • 36,6% afirmaram ter-se sentido deprimidos pelo menos uma parte do tempo em que seus parceiros estavam de olho no celular.
"Nas interações diárias com outras pessoas significativas, as pessoas muitas vezes assumem que as distrações momentâneas por seus telefones celulares não são algo importante," disse David. "No entanto, nossos resultados sugerem que, quanto mais tempo um casal é interrompido por um dos parceiros envolvido com seu celular, menos provável é que o outro indivíduo esteja satisfeito no relacionamento de uma forma global."
Matéria colhida na íntegra em: Diário da Saúde
Compartilhar:

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Exoplaneta laranja pode ser habitável ou ter vida

Titã é um exemplo de uma neblina que pode indicar condições propícias para formas primárias de vida. [Imagem: NASA]
Terra alienígena
Como sempre procuram por "vida como a conhecemos", os astrônomos têm usado a Terra como um modelo para procurar sinais de vida em exoplanetas.
Mas isso não significa que teremos que encontrar exoplanetas azuis para encontrar sinais de vida extraterrestre - afinal, a vida na Terra parecido ter surgido bem antes de ela tornar-se azul.
Giada Arney, da Universidade de Washington, nos EUA, optou então por estudar a Terra em seus primórdios, a Terra do período Arqueano, cerca de 2,5 bilhões de anos atrás, algo bem próximo de "um planeta alienígena para o qual temos dados geoquímicos," segundo ela.
Seus dados mostram que a névoa atmosférica em torno de um exoplaneta - como a névoa que provavelmente envolveu e resfriou a jovem Terra - pode não apenas indicar que o mundo é potencialmente habitável, mas até mesmo ser um sinal da própria existência de vida.
Exoplaneta laranja pode ser habitável ou ter vida
Este é um azotossoma, uma estrutura que poderia mostrar vida de um tipo que não conhecemos em uma lua de Saturno. [Imagem: James Stevenson]
Terra laranja
Os dados geológicos sugerem que a Terra primitiva foi intermitentemente envolta por uma névoa cor de laranja produzida conforme a luz do Sol agia sobre moléculas de metano presentes na atmosfera para formar hidrocarbonetos mais complexos, compostos orgânicos de hidrogênio e carbono.
"Mundos cheios de névoa parecem ser comuns, tanto em nosso Sistema Solar quanto na população de exoplanetas que caracterizamos até agora," diz Arney. "Pensar sobre a Terra com uma névoa global nos permite colocar o nosso planeta natal no contexto desses outros mundos e, neste caso, a neblina pode até ser um sinal da própria vida."
Arney e seus colegas usaram simulações fotoquímicas, de clima, e simulações de radiação para examinar a Terra primitiva envolta por uma neblina de "hidrocarbonos fractais", o que significa que as partículas da neblina não seriam esféricas, como usado nas simulações feitas até agora, mas aglomerados de partículas, amontoadas como uvas no cacho, mas menores do que uma gota de chuva.
Essa névoa fractal, concluiu a equipe, seria laranja e teria reduzido significativamente a temperatura da superfície do planeta. Mas o modelo também mostrou que o resfriamento seria parcialmente contrabalançado por concentrações de gases de efeito estufa que tenderiam a aquecer o planeta.
Esta combinação resultaria em uma temperatura média global moderada, adequada ao tipo de vida que se desenvolveu aqui.
Exoplaneta laranja pode ser habitável ou ter vida
A NASA está estudando o envio de um submarino para procurar vida em Titã. [Imagem: NASA]
Biosferas
A neblina alaranjada teria absorvido a luz ultravioleta tão bem que protegeu a Terra da era Arqueana da radiação cósmica, antes do surgimento do oxigênio e da camada de ozônio, que hoje fornecem essa proteção.
Assim, a névoa laranja ajudou no desenvolvimento de biosferas na Terra, e pode igualmente estar atuando em exoplanetas similares.
"No entanto, sabemos que essas névoas também podem se formar sem vida em mundos como a lua Titã de Saturno, por isso estamos trabalhando para descobrir maneiras de distinguir as névoas biológicas das abióticas," disse Arney.
Por outro lado, muitos astrobiólogos alimentam esperanças de que possa haver algum tipo vida não apenas em Titã, mas também em Encélado, Ganimedes e Europa.
Matéria colhida na íntegra em: Inovação Tecnológica
Compartilhar:

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Luminária movida a energia solar pode mudar a vida de famílias carentes

Imagem: Divulgação MPOWERD
Nem para todo mundo acender a luz exige só um toque de interruptor. Em vários países no mundo o acesso a energia elétrica é complicado, forçando o uso de outros utensílios como velas lamparinas a querosene, que são perigos além de não serem nada práticas, especialmente em casas com estruturas mais vulneráveis.

Para resolver o problema de várias pessoas assim, a empresa norte-americana MPOWERD criou a Luci, uma luminária inflável que funciona apenas a partir de energia solar. Basta deixá-la por 8 horas no sol e a lâmpada funcionará por até 12 horas até debaixo d’água. 

A empresa comercializa as luminárias nos EUA para fins de emergência e situações como acampamentos. No entanto, países em desenvolvimento também estão nesse radar. Em maio deste ano, cerca de 2 mil unidades da luminária foram enviadas ao Nepal, país que sofreu com um grave terremoto. Entenda como o produto funciona:


Fonte: hypeness.com.br
Compartilhar:

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Andar 10 minutos compensa horas sentado no escritório

Imagem do Google
Conforme a tecnologia gera um aumento nos estilos de vida sedentários, o impacto sobre a saúde vascular de ficar sentado muito tempo tornou-se uma preocupação.
O problema é particularmente grave entre os funcionários de escritório, que ficam sentados durante a maioria das oito horas de trabalho diárias.
Mas uma boa notícia está vindo pelos experimentos da equipe do professor Jaume Padilla, da Universidade de Missouri (EUA).
Eles garantem que uma caminhada de apenas 10 minutos depois de um período prolongado sentado é capaz de restaurar a saúde vascular da pessoa.
"Nosso estudo descobriu que, quando você se senta por seis horas seguidas, ou a maioria de um dia de trabalho de oito horas, o fluxo de sangue para as pernas é bastante reduzido. Também descobrimos que apenas 10 minutos de caminhada depois de se sentar por um tempo prolongado reverte as consequências prejudiciais," disse Padilla.
A equipe comparou a função vascular de 11 homens jovens saudáveis antes e após um longo período sentados.
Os resultados indicaram que o fluxo sanguíneo na poplítea - uma artéria na parte inferior da perna - foi muito reduzido depois de seis horas sentado.
Contudo, bastou uma curta caminhada, de 10 minutos ao ritmo de cada um, para restaurar a função vascular prejudicada e levar o fluxo sanguíneo ao nível anterior ao do período sentado.
Fonte: Diário da Saúde
Compartilhar:

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Sol está arrancando resto da atmosfera de Marte

Imagem: NASA/GSFC
Águas de Marte
Com dados da sonda espacial Maven, que está orbitando Marte desde setembro do ano passado, pesquisadores da NASA afirmam que o Sol pode ter sido o responsável por "arrancar a atmosfera" do planeta.
Mesmo que a análise esteja correta, contudo, isto somente teria acontecido pela perda do campo magnético do planeta.
O ar marciano continua sendo removido em grandes altitudes por causa da interação dos gases com o Sol, mas a taxa com que os gases estão escapando sugerem que a fuga foi ainda maior no passado.
Diversas missões enviadas a Marte revelaram indícios de que o planeta um dia foi coberto por água e por uma atmosfera espessa - o relevo tem sinais de rios, canais e lagos. Hoje, porém, a pressão atmosférica em Marte é apenas 1% comparada com a da Terra.
Por conta disso, a água evapora instantaneamente ou congela.
"Estamos no caminho certo para responder muitas perguntas. Muito mais do que achei que estaríamos nesse estágio," afirmou Bruce Jakosky, líder da equipe.
Mergulhos em Marte
De acordo com os pesquisadores, parte do ar marciano pode ter reagido com a superfície e sido incorporado ao solo do planeta, mas a explicação mais provável para a perda atmosférica - foco das investigações da Maven - é que o Sol simplesmente a destruiu, fazendo com que Marte passasse de planeta úmido e quente a seco e gelado.
A sonda espacial tem feito uma série de mergulhos na atmosfera marciana, o que permite analisar os gases e registrar como eles se comportam quando energizados pela radiação solar.
O Sol emite um fluxo constante de partículas, chamado vento solar. Esse vento possui campos magnéticos que, quando atingem o planeta, geram campos elétricos que aceleram partículas da atmosfera, jogando-as no espaço ou fazendo-as se chocar contra outros componentes da atmosfera, causando sua remoção.
A taxa de perda é ínfima, mas é significante quando aplicada aos 4,5 bilhões de anos de história de Marte.
"Descobrimos que 100 gramas de atmosfera escapam a cada segundo. É como se imaginássemos hambúrgueres voando para fora da atmosfera de Marte. Um por segundo. Mas na verdade, são oxigênio e dióxido de carbono deixando o planeta, dois gases importantes não só por causa da água, mas para o clima do planeta de maneira geral", explica Jasper Halekas, outro cientista envolvido no projeto.
Ejeção de massa corona
A equipe do Maven também estudou o impacto de uma ejeção de massa corona lem Marte há oito meses. Trata-se de uma espécie de bolha de gás expelida pelo sol, movendo-se mais rápido e carregando mais energia que o vento solar.
Quando a bolha atingiu a atmosfera marciana, as taxas de escape ficaram de 10 a 20 vezes mais rápidas.
"Tempestades solares eram mais comuns e mais intensas em eras mais antigas do Sistema Solar, então acreditamos que o escape acontece há muito tempo e deve ter 'raspado' muito da atmosfera marciana," disse Halekas.
O fenômeno teria sido evitado caso Marte tivesse retido seu campo magnético, que poderia desviar os "ataques" do Sol. Mas os cientistas acreditam que o motor interno gerando o campo magnético marciano parou de funcionar algumas centenas de milhões de anos atrás.
Felizmente para a Terra, o campo magnético global de nosso planeta continua a funcionar e a nos proteger. Do contrário, nosso sistema climático poderia ter sido alterado de maneira bem parecida.
Matéria colhida na íntegra em: Inovação Tecnológica
Compartilhar:

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Novo componente da Via Láctea é descoberto

Este diagrama mostra a localização das Cefeidas recentemente descobertas numa impressão artística da Via Láctea. [Imagem: ESO/Microsoft Worldwide Telescope]
Astrônomos descobriram um componente anteriormente desconhecido da Via Láctea.
Ao mapear a localização de uma classe de estrelas de brilho variável, chamadas Cefeidas, eles descobriram um disco de estrelas jovens no bojo central da galáxia, onde só se acreditava haver estrelas muito antigas.
O tempo que uma Cefeida leva para tornar-se muito brilhante e depois desvanecer outra vez é maior para as estrelas que são mais brilhantes e menor para as que são mais fracas. Esta relação precisa, descoberta em 1908 pela astrônoma norte-americana Henrietta Swan Leavitt, torna esses corpos celestes um dos meios mais eficazes para medir distâncias cósmicas e mapear as posições de objetos distantes na Via Láctea e além dela.
Isso inclui também calcular a idade do Universo.
No entanto, há um senão: as Cefeidas não são todas iguais, sendo conhecidas duas classes diferentes, uma muito mais jovem que a outra.
Da amostra de 655 objetos observados, a equipe identificou 35 estrelas pertencentes ao subgrupo das Cefeidas clássicas, estrelas brilhantes e jovens, muito diferentes das mais velhas normalmente residentes no bojo central da Via Láctea.
"As 35 Cefeidas clássicas descobertas têm menos de 100 milhões de anos de idade. As Cefeidas mais jovens podem mesmo ter apenas cerca de 25 milhões de anos, embora não possamos excluir a presença de Cefeidas ainda mais jovens e brilhantes," explica Dante Minniti, da Universidade Andres Bello, no Chile.
As idades destas Cefeidas clássicas fornecem evidências sólidas de que tem havido um reabastecimento contínuo, não confirmado anteriormente, de estrelas recém-formadas na região central da Via Láctea nos últimos 100 milhões de anos.
Esta não foi, no entanto, a única descoberta notável feita a partir dos novos dados.
Ao mapear as Cefeidas descobertas, a equipe traçou uma estrutura completamente nova na Via Láctea - um disco fino de estrelas jovens que se estende ao longo do bojo galáctico.
Esta nova componente da nossa Galáxia tinha permanecido desconhecida e invisível em rastreios anteriores, uma vez que está enterrada por trás de espessas nuvens de poeira. O telescópio VISTA, usado neste rastreio, foi concebido justamente concebido para estudar as estruturas profundas da Via Láctea através de imagens de grande angular de alta resolução nos comprimentos de onda do infravermelho, conseguindo enxergar através dessa poeira.
Agora serão necessários novos estudos para determinar se estas estrelas jovens nasceram próximo do local onde se encontram atualmente ou se tiveram origem noutro local e migraram para o centro da galáxia.
Fonte: Inovação Tecnológica
Compartilhar:

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Eficácia da "pílula do câncer" será estudada pelo Ministério da Saúde

Imagem do Google
O ministro da Saúde, Marcelo Castro, determinou a criação de um grupo de trabalho para analisar a eficácia e a segurança da fosfoetanolamina na cura de casos de câncer.
"Vamos financiar e colocar os laboratórios públicos à disposição dos pesquisadores para chegarmos o quanto antes a um parecer final sobre essa substância," disse o ministro.
A fosfoetanolamina foi sintetizada pela equipe de pesquisadores chefiada pelo professor Gilberto Chierice, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo, em São Carlos, há cerca de 20 anos.
A substância ficou conhecida como "pílula do câncer", pela suposta capacidade de destruir tumores malignos.
O problema é que a substância não passou pelas etapas de pesquisa exigidas pela legislação, que prevê uma série de estudos antes de um medicamento ser usado por seres humanos.
Segundo o ministro, os donos da patente concordaram em cumprir as exigências científicas para determinar a eficácia da droga, e vão participar do grupo composto por representantes do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para a realização dos estudos clínicos, os pesquisadores terão o apoio do Instituto Nacional do Câncer e da Fiocruz.
"Nós estamos torcendo para que essa substância tenha efetividade, e que seja segura, mas temos a preocupação de que esse tensionamento todo que foi criado e que está na sociedade, leve pessoas a abandonarem tratamentos comprovadamente eficientes para se aventurarem com uma droga que não cumpriu os protocolos científicos," alertou o Ministro.
Marcelo Castro explicou que as exigências do Brasil para a liberação de medicamentos estão de acordo com os protocolos definidos pela Organização Mundial de Saúde, praticados no mundo inteiro. Esse método inclui testes em células e em cobaias, antes de ensaios clínicos em humanos.
Por algum tempo, cápsulas de fosfoetanolamina sintética foram fornecidas, de graça, em São Carlos, mas a USP proibiu a produção e distribuição porque o medicamento não é registrado na Anvisa. Desde então, pacientes que tinham conhecimento dos estudos têm entrado na Justiça para obter a substância.
Fonte: Diário da Saúde
Compartilhar:
←  Anterior Proxima  → Página inicial

Visitantes no Globo

On line

Total de visualizações

Arquivo do blog

Mais visualizadas do mês

Seguidores