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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

8 dicas para evitar antibióticos para seus filhos

Imagem do Google
A resistência aos antibióticos, que ocorre quando as bactérias sofrem mutações que as tornam menos suscetíveis ou imunes à ação dos medicamentos, está entre as ameaças à saúde pública mais urgentes.
Então, quando é o momento certo para tomar antibióticos e quando é melhor evitar?
O Dr. Saul Hymes, do Hospital Infantil da Universidade Stony Brook (EUA), acredita que não apenas os médicos devem atuar: para ele, existem ações que se pode tomar em casa para cuidar da família doente sem apelar para os antibióticos.
Veja as dicas oferecidas pelo médico:
1. Eduque-se sobre infecções e antibióticos
Antibióticos curam infecções bacterianas, e não infecções virais, como resfriados ou gripe, a maioria das tosses e bronquite, gargantas doloridas ou nariz escorrendo.
Tomar antibióticos para infecções virais não vai curar a infecção, não vai evitar transmitir a infecção para outros e nem ajudá-lo a se sentir melhor.
2. Leia as letras miúdas
Os antibióticos também podem matar as bactérias saudáveis em nossos intestinos, permitindo que as bactérias mais prejudiciais se desenvolvam.
Além disso, quando um antibiótico é receitado para seu filho, certifique-se de dar-lhes todas as doses e parar quando o profissional de saúde disser para parar, não antes.
3. Trate em casa primeiro
Os sintomas da maioria das infecções das vias respiratórias superiores, incluindo dores de garganta, infecções de ouvido, sinusite, resfriados e bronquite, podem ser aliviados sem antibióticos.
As principais recomendações são: muito repouso; beber líquidos em abundância, evitar fumar ou ser fumante passivo, evitar outros poluentes (substâncias químicas no ar ou irritantes) e eventualmente tomar paracetamol ou ibuprofeno para aliviar a dor ou febre. Uma dor de garganta pode ser aliviada com lascas de gelo, picolés, pastilhas (para crianças mais velhas), com gargarejo com água salgada ou bebendo bebidas quentes.
4. Medicamentos ao seu alcance
Muitos analgésicos que não exigem receita médica podem ajudar as crianças aliviando a dor, evitando assim a necessidade de antibióticos. Para os bebês de 6 meses de idade ou menos, utilize apenas paracetamol para alívio da dor. Para uma criança de 6 meses de idade ou mais, ou acetaminofeno ou ibuprofeno podem ser dados para o alívio da dor. Verifique com o seu médico ou farmacêutico a dosagem correta para a idade e tamanho do seu filho.
Não dê aspirina para uma criança, uma vez que o medicamento pode levar ao desenvolvimento da síndrome de Reye, uma doença rara mas grave que prejudica o fígado e o cérebro, alerta o Dr. Hymes.
5. Diagnóstico correto
O seu filho tem um resfriado ou é alergia? Com a mudança de estações e flutuações de temperatura, é muito comum surgirem dores leves. Mas os antibióticos não são sempre necessários.
Uma compressa morna sobre o nariz e a testa pode ajudar a aliviar a pressão do sinus. Ou, para adultos ou crianças mais velhas, tentar um spray nasal descongestionante ou soro fisiológico ou respirar no vapor de uma bacia de água quente ou chuveiro.
6. Resista à pressão
Não se sinta pressionado a dar antibióticos às crianças. Deixe o profissional de saúde conhecer as suas preocupações. Mas também não pressione seu médico para prescrever antibióticos - ele vai sentir se é necessário.
7. Não compartilhe remédios
Nunca dê antibióticos para uma criança que foram receitados para outra, e nunca use antibióticos sem receita médica. Não armazene antibióticos extras "para a próxima vez".
8. Vacinas e higiene
Certifique-se de que suas crianças estejam em dia com a caderneta de vacinação, que podem evitar completamente muitas doenças bacterianas.
O Dr. Hymes ressalta para "só tomar antibióticos prescritos por um médico e no período receitado - não pare antes e nem perca doses. Ter boa higiene das mãos e cobrir a boca ao tossir, receber as vacinas recomendadas, muitas das quais protegem contra bactéria potencialmente fatais. E, finalmente, discuta as suas preocupações sobre este assunto com o seu médico ou o médico do seu filho."
Fonte: Diário da Saúde
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