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terça-feira, 10 de outubro de 2017

Curativo com chip aplica remédios na hora certa


Cada fibra pode ser carregada com um medicamento diferente.
Imagem: Pooria Mostafalu et al. - 10.1002/adfm.201702399
Um curativo dotado de um microprocessador e controlado remotamente é a nova esperança para melhorar os tratamentos de ferimentos, evitando infecções e reduzindo o tempo de cicatrização.
A inovação é resultado da junção de duas tecnologias que vêm mostrando rápido desenvolvimento: as roupas eletrônicas - e suas fibras capazes de conduzir eletricidade - e o desenvolvimento de terapias que usam a eletricidade para otimizar o processo de cura.
A bandagem consiste de fibras eletricamente condutoras recobertas por um gel no qual são incorporados antibióticos, fatores de crescimento para regeneração dos tecidos, analgésicos e outras medicações que forem necessárias para cada caso em particular.
Cada fibra pode ser carregada individualmente com um fármaco específico necessário ao tratamento.
Um microcontrolador, um chip do tamanho de um selo postal, que pode ser acionado por um aplicativo no celular, controla a liberação de uma pequena corrente elétrica pela fibra que deve liberar seu medicamento a cada momento. A eletricidade aquece a fibra e seu hidrogel, que então libera sua carga de medicamento.
Isto permite não apenas dosar os medicamentos, como também liberar cada um segundo seu cronograma de aplicação.
"Esta é a primeira bandagem que é capaz de liberar os medicamentos com doses controladas. Você pode liberar múltiplas drogas com diferentes perfis de aplicação. Esta é uma grande vantagem em relação a outros sistemas," disse o professor Ali Tamayol, da Universidade de Nebraska (EUA).
A equipe pretende fazer os primeiros testes de seu curativo inteligente em pacientes com feridas crônicas derivadas do diabetes, que tipicamente têm um longo processo de cicatrização. Antes disso, porém, será necessário seguir os protocolos de saúde, com testes em animais, antes dos ensaios clínicos em humanos.
Até lá, os pesquisadores esperam que o curativo já incorpore em suas fibras sensores capazes de medir glicose, pH e outros indicadores de saúde da pele. No futuro, a expectativa é que os dados desses sensores permitam que o curativo seja ainda mais inteligente, liberando os tratamentos de forma autônoma, dispensando o aplicativo no celular.
Informações de: Diário da Saúde
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