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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Nasa divulga vídeo acelerado com o 'mais completo retrato global da vida na Terra'


Imagem capturada do vídeo
Por 20 anos, satélites da Nasa, agência especial americana, filmaram a vida na Terra. As imagens, segundo cientistas, formam a "mais completa fotografia" do nosso planeta.
O que estamos tentando aprender aqui não é só a existência e distribuição de padrões de vida na Terra, mas como todo o ecossistema se conecta. Então, não é só uma observação do oceano, não é só uma observação do solo, não é só uma observação da atmosfera, é observar todas essas coisas juntas", diz Jeremy Werdell, oceanógrafo da Nasa.
As imagens retratam a mudança climática. Dá para ver, por exemplo, a mudança no volume de neve ao longo dos anos, e uma alteração na cor do oceano causada por um conjunto de plantas marinhas chamado fitoplâncton.
Uma das coisas interessantes que estamos vendo é que, se você olhar para esses desertos (no meio o mar) ali... A área desse roxo está começando a ficar maior e maior com o tempo, e isso é consistente com nosso entendimento de um planeta mais quente”, diz Werdell.
O registro das mudanças na Terra pode ajudar até na busca por vida em outros planetas, garantem os cientistas.
Esse é o único lugar onde pode ser estudada a conexão entre nossa vida, a vida das plantas, a vida dos animais, no ecossistema ao redor. Então, ao fazer isso, nós conseguimos compreender melhor como essas conexões são feitas, o que tornará bem mais eficiente a procura por vida em outros planetas”, afirma o oceanógrafo.
A Nasa diz que o projeto está só começando - a agência acaba de lançar um novo satélite, que continuará a "ficar de olho" no nosso ecossistema.
Para ver o vídeo CLIQUE AQUI.
Fonte: BBC Brasil

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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Por que comer muito rápido faz mal para a saúde?


Comer depressa não dá tempo para o cérebro registrar que estamos satisfeitos. Imagem: Getty Images
Comer lentamente, saboreando cada mordida e sem distrações pode parecer um luxo para muita gente. Mas é fundamental para a saúde, segundo um estudo apresentado na conferência anual da Associação de Cardiologia dos Estados Unidos.
Devorar os alimentos não dá ao cérebro tempo suficiente para registrar que estamos satisfeitos. E aumenta em cinco vezes o risco de uma síndrome metabólica, caracterizada por um conjunto de fatores de risco relacionados a doenças cardiovasculares e diabetes, como obesidade, pressão alta e taxas elevadas de colesterol.

O estudo

A pesquisa, conduzida pela Universidade de Hiroshima, no Japão, acompanhou por cinco anos 642 homens e 441 mulheres saudáveis. Eles tinham 51 anos quando o estudo começou, em 2008.
Os participantes foram divididos em três grupos, de acordo com a velocidade que ingeriam os alimentos. O resultado? 11,6% daqueles que comiam mais rápido desenvolveram síndrome metabólica, bem acima dos índices observados nos outros dois grupos – entre os de velocidade média, o percentual foi de 6,5%, e os mais lentos, 2,3%.
Tudo indica que "comer mais devagar seria uma mudança de hábito crucial para prevenir a síndrome metabólica", afirma o cardiologista Takayuki Yamaji, que liderou o estudo.
"Quando as pessoas comem muito rápido, fazem isso de forma exagerada, porque não se sentem saciadas. Isso também causa variações no nível de glicose, que podem levar a uma resistência à insulina."
A síndrome metabólica tem como base a resistência à ação da insulina, responsável por regular o açúcar no sangue, o que obriga o pâncreas a produzir mais esse hormônio.

Desligar a TV para perder peso

O melhor para a saúde é comer devagar e evitar distrações, como a televisã. Imagem: Getty Images
Um estudo anterior já havia indicado que comer devagar é uma estratégia eficaz para perder peso.
A pesquisa, realizada pela Universidade da Carolina do Norte, constatou que obesos que praticaram técnicas de mindfulness (estado de atenção plena) perderam 2 quilos em duas semanas, enquanto quem continuou a comer rápido emagreceu 300 gramas.
"Nosso estudo sugere que há uma associação entre comer com atenção plena e perda de peso", destacou a pesquisadora Carolyn Dunn, principal autora do estudo.
Ela e seus colegas aconselham não comer em frente à televisão nem na mesa de trabalho.
As recomendações estão alinhadas a práticas budistas milenares e de outras tradições para as quais comer com plena consciência é uma forma de meditação.

Meditação da tangerina

No livro Savor: Mindful Eating, Mindful Life ("Saboreie: alimentação com atenção plena, vida com atenção plena", em tradução livre para o português), o mestre budista Thich Nhat Hanh e a médica Lilian Cheung ensinam como se alimentar sem distrações.
Entre as técnicas apresentadas, está a "meditação da tangerina", que recomenda comer a fruta lentamente, refletindo sobre o processo da natureza para produzi-la e o trabalho necessário para que chegue à mesa, sentindo com gratidão o sabor doce e cítrico.
Assim, da próxima vez que tiver um prato de comida na sua frente, tente desligar a televisão, deixar o celular de lado e vá para longe da mesa de trabalho. Será um gesto de carinho com o próprio corpo desfrutar de cada mordida.

Matéria colhida na íntegra em: BBC Brasil
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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

3 movimentos que a Terra faz, além de rotação e translação.


Para girar sobre seu próprio eixo, a Terra leva exatamente 23 horas, 56 minutos e 4,1 segundos. Imagem: GETTY IMAGES
Você certamente aprendeu na escola que a Terra faz uma órbita elíptica em torno do Sol.
Esse movimento, conhecido como translação, leva 365 dias (mais 5 horas, 45 minutos e 46 segundos) para ser completo.
Outro movimento que lhe ensinaram foi o de rotação: a Terra gira em torno de seu próprio eixo.
Essa volta em torno de si mesma demora aproximadamente um dia (23 horas, 56 minutos e 4,1 segundos, para ser exato).
Mas esses não são os únicos movimentos que nosso planeta faz. Conheça outros três tão importantes quanto:

Movimento de precessão dos equinócios

É o movimento da Terra em volta do eixo de sua órbita devido à inclinação de seu eixo.
Mais especificamente, é o movimento que o Polo Norte terrestre faz em relação ao ponto central da elipse da Terra no movimento de translação, similar ao giro de um pião desequilibrado.
O movimento de precessão dos equinócios foi descrito pela primeira vez pelo astrônomo grego Hiparco de Nicea. Imagem: GETTY IMAGES
Direito de imagem Getty Images Image caption O movimento de precessão dos equinócios foi descrito pela primeira vez pelo astrônomo grego Hiparco de Nicea
Essa oscilação foi descrita pela primeira vez pelo astrônomo, geógrafo e matemático grego Hiparco De Nicea, que viveu entre os anos 190 a.C. e 120 a.C.. Foi o terceiro movimento terrestre descoberto.
Esse "rebolado" no eixo de rotação da Terra leva cerca de 25.780 anos para completar um ciclo. Essa duração só não é mais precisa porque é influenciada pelo movimento das placas tectônicas.
A precessão dos equinócios ocorre, principalmente, devido à força gravitacional que o Sol exerce sobre a Terra.

Movimento de nutação

Esse movimento acontece por causa de uma espécie de vibração do eixo polar terrestre.
Isso faz com que, durante o movimento de precessão dos equinócios, os círculos feitos pela Terra sejam imperfeitos e irregulares.
Além desses cinco movimentos principais, há outras oscilações secundárias. Imagem: GETTY IMAGES
Direito de imagem Getty Images Image caption Além desses cinco movimentos principais, há outras oscilações secundárias
Ou seja, o eixo da Terra se inclina um pouco mais ou um pouco menos em relação à circunferência que faz durante a precessão.
O movimento é cíclico e cada um deles dura um pouco mais de 18 anos e meio. Durante esse tempo, a variação é de no máximo 700 metros em relação à posição inicial.
A nutação foi descoberta pelo astrônomo britânico James Bradley em 1728.
A causa desse vaivém só foi compreendida muitos anos depois, quando os cálculos de vários cientistas os levaram à conclusão de que era um produto direto da atração gravitacional da Lua.

Oscilação de Chandler

Essa outra irregularidade na oscilação do eixo terrestre foi descoberta em 1891 pelo astrônomo americano Seth Chandler e ainda hoje continua sendo um enigma: por mais teorias que existam a respeito, ninguém conseguiu determinar sua causa.
A chamada oscilação de Chandler é um movimento oscilatório do eixo de rotação da Terra.
Esse movimento faz com que a Terra se desloque até um máximo de 9 metros da posição esperada em um determinado momento.
Sua duração é de cerca de 433 dias, ou seja, esse é o tempo que demora para completar uma oscilação.
Algumas teorias sugerem que ela pode ser provocada por mudanças na temperatura e salinidade dos oceanos, assim como por mudanças nos movimentos dos oceanos causadas pelo vento. Outros afirmam que seja por mudanças no clima.

Texto colhido na íntegra em: BBC Brasil
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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Por que não se deve beber café de barriga vazia?


Café. Imagem: iStock/Thinkstock
Quente ou gelado, forte ou fraco: tomar café é um dos hábitos mais tradicionais do brasileiro. Ao todo, 80% da população saboreia ao menos uma xícara por dia, segundo a Fipe. Inúmeras pesquisas já revelaram os benefícios da bebida, como a diminuição da mortalidade entre os amantes da cafeína e a proteção do cérebro contra a demência. Mas, embora não haja nada de errado no consumo constante, você deve se esquecer de bebê-lo de estômago vazio.
De acordo com uma pesquisa publicada pela revista americana Reader’s Digest, essa prática pode prejudicar o sistema digestivo, já que o café, quando entra em contato com o estômago, produz ácidos estomacais que podem danificar as paredes do próprio órgão, causando indigestão e azia.
Além disso, segundo a publicação, tomar café com o estômago vazio altera todo o ciclo circardiano do corpo. Ou seja, o relógio biológico deixa de funcionar de formar eficaz, devido à alteração nos níveis de cortisol – hormônio que mantém o corpo alerta e com energia. Parece contraditório, já que o senso comum acredita que é só por meio do café que o corpo acorda. Mas, na maioria das vezes, a bebida pode atrasar todo o funcionamento biológico para um bom começo de dia.
Segundo o médico e diretor da PushDoctor.co.uk, Adam Simon, em entrevista ao site britânico Express, essa rotina pode potencializar o nervosismo, a ansiedade e outros efeitos colaterais, incluindo alterações de humor. “O café também pode aumentar a freqüência cardíaca, irritabilidade e incapacidade de se concentrar”, completou. Ele recomenda que a prática seja alinhada com um café da manhã balanceado e saudável.

Fonte: Exame.com
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terça-feira, 7 de novembro de 2017

Omeprazol dobra risco de câncer no estômago


Imagem: Kenishirotie/iStock

Estudo com mais de 60 mil voluntários associou o consumo prolongado do antiácido ao desenvolvimento de tumores

Usuários de compostos químicos chamados PPIs – que são o princípio ativo de boa parte dos remédios que combatem gastrite, refluxo e úlceras, como o omeprazol – têm 2,4 vezes mais chances de desenvolver câncer no estômago. A descoberta está em um artigo científico publicado na última terça (31) por pesquisadores da Universidade de Hong Kong.
Os inibidores da bomba de prótons (significado da sigla “PPI” em inglês) atuam diminuindo a produção de ácido pelas paredes do estômago. Estima-se que 40% da população adulta sofra ou tenha sofrido com refluxo gastroesofágico – ou seja, azia – em algum ponto da vida, o que tornou o omeprazol um best seller: no final da década de 1990, era o medicamento mais vendido do mundo.
Por causa do sucesso de público e crítica, ele também foi alvo de muita investigação científica. Seu consumo por períodos prolongados já havia sido associado ao câncer em artigos científicos mais antigos, mas um detalhe impedia os pesquisadores de bater o martelo: uma bactéria, de nome científico Helicobacter pylori, que habita o estômago e poderia ser tão culpada quanto a droga por incentivar o aparecimento de tumores.
Para evitar essa variável traiçoeira, o médico Ka Shing Cheung e sua equipe analisaram a evolução do estado clínico de 63,4 mil cidadãos de Hong Kong. Todos eles receberam prescrições para uso prolongado de antiácido entre 2003 e 2012, e também tomaram antibióticos para eliminar a H. pylori. Uma parte do grupo usou drogas PPI, como o omeprazol. Outra parte consumiu anti-histamínicos H2, uma família de medicamentos que são menos eficazes, mas têm a mesma função. Ao final do estudo, 153 pessoas tinham desenvolvido câncer no estômago.
Em resumo, era a situação perfeita. A bactéria estava fora da jogada, sem poder influenciar o resultado. E uma parcela dos pacientes não usou omeprazol, o que permitiu comparar seus efeitos colaterais com os de drogas com outros princípios ativos – revelando, assim, o que os PPIs eram capazes de causar.
Os pacientes que consumiam omeprazol diariamente tiveram câncer com frequência quatro vezes maior que os usuários semanais. Quem se tratou com a droga por mais de um ano se torna cinco vezes mais propenso a desenvolver a doença – de três anos em diante, oito vezes. Em média, o consumo de PPIs aumenta em duas vezes e meia o risco do paciente sofrer com um tumor em longo prazo.
É importante salientar que o estudo é estatístico: não foi encontrado um mecanismo bioquímico que explique por que, na prática, drogas como omeprazol são capazes de desencadear o problema. Além disso, a análise de uma enorme quantidade de prontuários impediu os pesquisadores de levarem em consideração variáveis específicas, como o consumo de álcool e tabaco. Mesmo assim, os números – combinados à longa lista de estudos já disponíveis sobre os riscos dos PPIs – dão força à associação. “Há uma clara relação entre o tamanho da dose e o consumo da dose de PPIs e o risco de câncer no estômago”, conclui o artigo científico. “Os médicos devem tomar cuidado ao prescrever medicamentos com PPIs para os pacientes, mesmo após a erradicação da H. pylori.

Matéria colhida na íntegra em: Super Interessante Saúde
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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Exoplaneta gigante desafia teorias de formação planetária


Impressão artística do planeta gigante em torno de sua pequena estrela. Imagem: Warwick/Mark Garlick
Uma colaboração internacional de astrônomos descobriu um planeta gigante que, segundo as teorias atuais, não deveria existir. O incomum NGTS-1b é o maior planeta em comparação com o tamanho da sua estrela já descoberto no universo.
"A descoberta do NGTS-1b foi uma completa surpresa para nós - não se acreditava que tais planetas maciços existissem em torno de estrelas tão pequenas. Este é o primeiro exoplaneta que encontramos e já estamos desafiando [as teorias] de como os planetas se formam. Nosso desafio agora é descobrir o quão comum esse tipo de planeta é na galáxia," disse o professor Daniel Bayliss, da Universidade de Warwick, no Reino Unido.
O pesquisador cita o "primeiro exoplaneta que encontramos" referindo-se ao uso de um observatório de rastreio recém-inaugurado, o NGTS (Next-Generation Transit Survey), que faz rastreios automáticos do céu procurando exoplanetas pela técnica do trânsito planetário.
O exoplaneta NGTS-1b é um gigante gasoso - também conhecido como júpiter quente - localizado a 600 anos-luz de distância. Ele tem o tamanho de Júpiter e orbita uma pequena estrela com metade do diâmetro e da massa do nosso Sol.
Sua existência desafia as teorias da formação dos planetas, que afirmam que um planeta deste tamanho não poderia ser formado por uma estrela tão pequena. De acordo com essas teorias, estrelas pequenas podem formar planetas rochosos facilmente, mas não juntariam material suficiente em seu disco primordial - posteriormente em seu disco protoplanetário - para formar planetas do tamanho de Júpiter.
O exoplaneta está muito perto da sua estrela - apenas 3% da distância entre a Terra e o Sol. Ele completa uma órbita a cada 2,6 dias, o que significa que um ano em NGTS-1b dura dois dias e meio.
A temperatura no planeta gasoso é de aproximadamente 530° C, o que parece quente, mas é uma das menores nessa classe dos júpiteres quentes, o que se deve às pequenas dimensões da sua estrela.
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