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Olá, seja muito bem-vindo a esse ambiente! Espero que ele possa atender suas expectativas!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Comer um ovo antes de beber evita ressaca

Imagem: JULTUD / SHUTTERSTOCK

Fortes dores de cabeça, enjoo, boca seca, enfim, se você exagera na dose, sempre se arrepende dos sintomas comuns da ressaca no dia seguinte e quer evitar o problema, aposte no ovo.

Comer ovo ajuda a combater a ressaca

Em entrevista ao site Uol, nutricionista Alline Cristina Schuncke ensina que comer um ovo antes e um depois do consumo excessivo de álcool pode ajudar a combater a ressaca, uma vez que o alimento possui uma proteína específica que trabalha para “curar” o processo de intoxicação, comum na ingestão exagerada de bebidas alcoólicas.

De acordo com a especialista, um ovo frito antes da bebedeira prepara o corpo para receber as doses extras, evitando assim a ressaca. A gordura presente no prato demora para ser digerida e reduz também a absorção do álcool.

Mas se você se esqueceu da dica antes do happy hour e, no dia seguinte, sente os efeitos da ressaca, aposte no ovo cozido e evite alimentos gordurosos. Por causa da presença de um aminoácido chamado cisteína, o ovo atua no processo de desintoxicação do fígado.

Matéria colhida na íntegra em Vix.com
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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Se você passou a gostar de azeitonas é sinal de que ficou velho


Imagem: VÍA SHUTTERSTOCK
Talvez na infância você não gostasse de azeitonas ou chocolate amargo, mas agora gosta. Talvez você já não consiga pensar em um fim de semana sem tomar uma cerveja ... Mas lamentamos informar que todos esses são sinais de que você está envelhecendo.

Um estudo publicado na revista Physiology & Behavior revelou que é normal que as crianças gostem de sabores doces e não gostem dos sabores amargos. O gosto vai se modificando ao longo de nossas vidas por causa da biologia.

"Várias linhas de pesquisa indicam que o gosto pelo gosto doce é inato. Antes de nascer, a capacidade de detectar sabores doces funciona e interage com sistemas que controlam o afeto e a sucção; Assim, os recém-nascidos são capazes de detectar os alimentos que precisam para sobreviver: o leite materno ”, explica o texto.

A capacidade de detectar doçura não só serve para escolher a comida de melhor qualidade, mas também funciona como um analgésico para crianças. Comer alimentos doces torna as crianças até os 11 anos mais tolerantes à dor.

A capacidade de detectar doçura diminui com o tempo. Quando se chega a adolescência, isso muda para nunca mais voltar. Por isso, talvez você não ame tanto os doces e agora você aprecia uma boa cerveja ou um bom vinho.
De qualquer maneira, os sabores amargos não ocupam a maioria dos nossos alimentos porque, desde nossa biologia, associamos sabores amargos à veneno, sabia?

Matéria colhida na íntegra em Vix


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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Planetas são maiores do que os discos que os originam?

Esta é uma concepção artística de uma estrela jovem rodeada por um disco protoplanetário, no qual hipoteticamente os planetas se formariam. Imagem: ESO/L. Calçada
Os astrônomos acreditam que os planetas se formam quando o material que restou da formação de uma estrela, e que fica circundando essa estrela, acaba se aglomerando.
Ninguém sabe exatamente por meio de que processo ou mecanismo essa poeira se aglomera, já que é igualmente plausível propor que ela se esfacelaria cada vez mais à medida que os grânulos vão se chocando.
Assim, ao menos por enquanto, os cientistas se contentam em dizer que isso acontece "ao longo de milhões de anos", já que um bocado de coisas pode acontecer em um milhão de anos, ainda que não tenhamos conseguido imaginar exatamente o quê.
Mas a coisa ficou um pouquinho mais complicada quando Carlo Manara e seus colegas do ESO (Observatório Europeu do Sul) se dispuseram justamente a tentar encontrar alguma pista sobre o que pode levar à formação planetária a partir de um disco protoplanetário.
Eles estavam fazendo isto invertendo a equação: Partindo da massa dos planetas, eles queriam calcular quanto de material deveria haver nos discos protoplanetários que lhes deram origem.
Isso se tornou possível graças a telescópios como o ALMA, um gigantesco radiotelescópio de antenas móveis que funciona no Chile, e que conseguiu fazer as primeiras imagens de discos de formação de planetas, permitindo fazer cálculos sobre a massa desses discos - hoje já se conhecem muitos deles.
O problema é que a conta não fechou, mesmo depois que a equipe comparou as massas de centenas de exoplanetas e discos protoplanetários: A massa dos planetas é muito maior do que a massa dos discos.
Ou seja, os discos protoplanetários não têm massa suficiente para dar origem aos planetas, indicando que os planetas podem estar se formando por processos que ainda nem conseguimos imaginar.
Os autores sugerem que uma de duas coisas poderia estar acontecendo: pode haver material nos discos que nossos instrumentos não conseguem enxergar, ou os discos são de alguma forma reabastecidos, pela própria estrela ou por estrelas vizinhas - estrelas geralmente se formam em grupos, nos chamados "berçários estelares".
Qualquer que seja o caso, as alternativas desafiam o paradigma atual da formação dos planetas.
Matéria publicada originalmente em Inovação Tecnológica
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segunda-feira, 12 de novembro de 2018

O perigo escondido no iogurte que você consome

Imagem capturada

Iogurtes são considerados por muita gente um alimento saudável, mas um estudo feito no Reino Unido mostrou que muitos destes produtos podem não ser tão bons assim para a saúde quanto se pensa.
Uma equipe liderada por pesquisadores da Universidade de Leeds, no Reino Unido, analisou a tabela nutricional de mais de 900 produtos e concluiu que muitos são feitos com uma grande quantidade de açúcar. Isso inclui até mesmo aqueles classificados como orgânicos.
Em alguns casos, os iogurtes superam até mesmo refrigerantes na quantidade de açúcar usada na fabricação. Somente os iogurtes naturais e do estilo grego foram considerados produtos com baixo teor desse ingrediente.
A divulgação do estudo ocorre no mesmo momento em que o Ministério da Saúde brasileiro negocia um acordo com a indústria de alimentos para reduzir o açúcar em produtos industrializados, entre eles os iogurtes.
O consumo em excesso de açúcar é comum entre brasileiros e está associado um maior risco de doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes.
"O resultado desse estudo é muito preocupante, porque iogurtes são vendidos como produtos saudáveis e são muito consumidos por crianças", diz a nutricionista Ana Clara Duran, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação da Unicamp.
"Quando ele é natural, é de fato saudável, mas, depois que recebe corante, açúcar e outros aditivos, vira um produto ultraprocessado. O pai ou a mãe acha que está fazendo algo legal ao dar iogurte para o filho, mas não está. E isso é preocupante também para adultos, porque 54% da população está acima do peso e quase 20% está obesa."
No entanto, os consumidores brasileiros dificilmente têm como saber a quantidade de açúcar dos iogurtes vendidos no país.
Os fabricantes não são obrigados a informar seu teor nas tabelas nutricionais dos produtos disponíveis por aqui - e apenas uma pequena parcela deles o faz voluntariamente.
Mas há uma proposta para mudar isso em debate na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Tão açucarado quanto refrigerante
A pesquisa britânica analisou 921 produtos vendidos pela internet por cinco das maiores redes de supermercados do país, que respondem por 75% do mercado.
Eles foram divididos em oito categorias mais comumente usadas pelos supermercados: infantil, sobremesas, alternativas a produtos lácteos, saborizados, de frutas (in natura ou na forma de purê), natural/grego e orgânicos.
O estudo mostrou que a categoria que mais contém açúcar é a de sobremesas, com 16,4g a cada 100g do produto em média. No entanto, foram incluídos produtos que não contêm iogurte ou queijo cremoso, como mousse de chocolate e cremes de caramelo, o que influenciou neste resultado.
A segunda categoria mais açucarada foi a de iogurtes orgânicos, com 13,1g a cada 100g. Os infantis contêm 10,8g a cada 100g.
O refrigerante à base de cola mais popular do mercado contém 10,6g a cada 100ml.
Quanto açúcar há nos iogurtes?
Sobremesas - 16,4g a cada 100g
Orgânicos - 13,1g a cada 100g
Saborizados - 12g a cada 100g
Com fruta - 11,9g a cada 100g
Infantis - 10,8g a cada 100g
Alternativas a produtos lácteos - 9,2g a cada 100g
Bebidas lácteas - 9,1g a cada 100g
Natural e grego - 5g a cada 100g

Matéria publicada originalmente em BBC Brasil
Mais informações AQUI 

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sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Fibra de carbono armazena energia na lataria dos carros

Fibra de carbono armazena energia na lataria dos carros
Baterias estruturais darão maior autonomia a carros e aviões elétricos.[Imagem: Yen Strandqvist/Chalmers]
Bateria estrutural
Há alguns anos, engenheiros vêm tentando transformar as latarias dos carros em "laterias", peças estruturais e de segurança que sejam simultaneamente capazes de armazenar energia.
Uma equipe da Suécia agora descobriu como fazer com que as fibras de carbono funcionem como eletrodos de baterias de lítio, armazenando energia diretamente.
O uso desse tipo de material multifuncional pode contribuir para uma significativa redução de peso e aumento na autonomia não apenas dos carros híbridos e elétricos, mas também dos aviões elétricos - aviões de passageiros precisarão ser muito mais leves do que os atuais para serem alimentados por eletricidade.
"O corpo de um carro então não seria simplesmente um elemento de suporte de carga, mas também funcionaria como uma bateria. Também seria possível usar a fibra de carbono para outros fins, como colher energia cinética, para sensores, ou como condutores de energia e dados. Se todas essas funções fizessem parte da estrutura de um carro ou de uma aeronave, isso poderia reduzir o peso em até 50%," disse o professor Leif Asp, da Universidade de Tecnologia Chalmers.
Bateria de fibra de carbono
O professor Asp liderou um grupo multidisciplinar que demonstrou que a microestrutura das fibras de carbono afeta suas propriedades eletroquímicas, ou seja, sua capacidade de operar como eletrodo em uma bateria de íons de lítio - os eletrodos das baterias de lítio são tipicamente feitos de carbono, embora não na forma de fibras.
"Agora nós sabemos como as fibras de carbono multifuncionais devem ser fabricadas para atingir uma alta capacidade de armazenamento de energia, além de garantir rigidez suficiente," disse Asp. "Uma ligeira redução na rigidez não é um problema para muitas aplicações, como carros. O mercado é atualmente dominado por compósitos caros de fibra de carbono cuja rigidez é adaptada para o uso em aviões. Há, portanto, algum potencial para os fabricantes de fibra de carbono ampliarem sua utilização."
De fato, os tipos de fibra de carbono com boas propriedades eletroquímicas para funcionar como baterias apresentaram uma rigidez ligeiramente maior do que a do aço, enquanto os tipos com as piores propriedades eletroquímicas são apenas duas vezes mais rígidas do que o aço.
Assim, para a indústria da aviação, poderá ser necessário aumentar um pouco a espessura dos compósitos de fibra de carbono para compensar a redução da rigidez das peças quando de sua transformação em baterias estruturais, mas isso traria o benefício adicional de aumentar sua capacidade de armazenamento de energia.
"Além disso, a menor densidade de energia das baterias estruturais as tornaria mais seguras do que as baterias padrão, especialmente porque também não conteriam substâncias voláteis," disse o pesquisador, acrescentando que a equipe já está em colaboração com os setores automotivo e de aviação para começar os testes da tecnologia.
Matéria postada originalmente em Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Guia para checar se uma notícia é falsa

As notícias falsas circulam 70% mais do que as verdadeiras na internet porque apelam para a emoção, não para o intelecto. Imagem: CC0 Creative Commons

Apelo às emoções

Você abre seu celular e recebe uma notícia encaminhada por um amigo ou parente. Ela confirma completamente suas convicções ou então causa muita surpresa ou repulsa?

Segundo especialistas, este apelo às emoções mais imediatas é uma das características principais do conteúdo falso.

A disseminação de notícias falsas com o objetivo de manipular a opinião pública preocupa ainda mais com a proximidade das eleições.

Dá um pouco de trabalho checar a veracidade de um conteúdo, mas vale a pena incorporar alguns desses passos a seu dia a dia para que você não se transforme, inadvertidamente, em um vetor de notícias falsas.

A sua própria credibilidade ficará arranhada com seus contatos e sua opinião perderá importância junto a eles, mesmo quando as discussões forem sobre outros assuntos: "Se ele se baseou em uma informação errada uma vez, poderá estar se baseando de novo agora."

Como checar se uma notícia é falsa?

Quando receber uma notícia, tome algumas precauções e reflita.

1.   Pare e pense. Não acredite de pronto na notícia e nem compartilhe o texto de imediato.

2.   Ela lhe causou uma reação emocional muito grande? Desconfie. Notícias inventadas são feitas para causar, em alguns casos, grande surpresa ou repulsa.

3.   A notícia simplesmente confirma alguma convicção sua? Também é uma técnica da notícia inventada. Não quer dizer que seja verdadeira. Desenvolva o hábito de desconfiar e pesquisar.

4.   A notícia está pedindo para você acreditar nela ou, por outro lado, ela está mostrando por que acreditar? Quando a notícia é verdadeira, é mais provável que ela cite fontes ou dê links ou cite documentos oficiais e seja transparente quanto a seu processo de apuração.

5.   Produzir uma reportagem assim que eventos acontecem toma tempo e exige profissionais qualificados. Desconfie de notícias bombásticas no calor do momento.

O que fazer na prática:

1.   Leia a notícia inteira, não apenas o título.

2.   Averigue a fonte:

a.   É uma corrente de WhatsApp ou de outra rede sem autoria alguma ou link para um site? Desconfie e, de preferência, não compartilhe.

b.   Tem autoria? É uma fonte legítima, na qual você já confiou no passado? Se não, talvez seja melhor não confiar. Pesquise o nome do veículo, autor ou da autora na internet e veja o que mais essa pessoa está produzindo e para qual veículo de imprensa. Além disso, preste atenção para averiguar se o site que reproduz a notícia está publicando só notícias de um lado político, por exemplo, mostrando que talvez haja algum viés ideológico.

c.    Há no texto referência a um veículo de imprensa, como se fosse o autor da notícia? Entre no site original do veículo de imprensa para verificar se a notícia está lá de fato.

3.   Digite o título da notícia recebida em um mecanismo de busca. Se for verdadeira, é provável que outros veículos de imprensa confiáveis estejam reproduzindo a mesma notícia. se for falsa, pode ser que veículos de checagem já tenham averiguado o boato. Pesquise nos resultados da busca.

4.   Pesquise, também, os fatos citados dentro da notícia. Ela se apoia em acontecimentos verificáveis? Por exemplo, se ela afirma que alguma autoridade disse algo, há outros veículos de imprensa reproduzindo o que essa autoridade falou? Tente procurar isso na internet.

5.   Verifique o contexto, como a data de publicação. Tirar a notícia verdadeira de contexto, divulgando-a em uma data diferente, por exemplo, é um tipo de desinformação.

6.   Pergunte para a pessoa que encaminhou a notícia para você de quem ela recebeu, se confia na pessoa e se conseguiu checar alguma informação.

7.   Recebeu uma imagem que conta uma história? É possível fazer uma busca "reversa", por meio da imagem, e não por texto, e verificar em que outros sites ela foi reproduzida, o que pode dar pistas de sua veracidade. Salve a foto no seu computador e suba ela no seu mecanismo de busca ou cole o url dela em https://images.google.com/. Se estiver no celular, tente neste site independente: https://reverse.photos.

8.   Recebeu um áudio ou um vídeo com informações? Tente resumir essas informações e pesquise por elas. Exemplo: você recebe um áudio dizendo que no dia seguinte haverá greve de ônibus. Procure: "greve de ônibus" junto com a data. Outra opção é pesquisar: "áudio greve de ônibus WhatsApp", por exemplo. Essa busca pode resultar em um desmentido de uma agência de checagens de notícia, se ela não for verdadeira, ou em uma notícia real de algum órgão de imprensa, se for verdadeira.

9.   Números: a notícia cita números de pesquisas ou de outros dados? Tente procurá-los isoladamente para checar se fazem sentido.

Matéria publicada originalmente em: Diário da Saúde
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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Japão construirá avatares robóticos para exploração espacial

Os testes começarão na Estação Espacial Internacional, com previsão de chegada à Lua e Marte. Imagem: Jaxa

A JAXA, agência espacial japonesa, em parceria com universidades, institutos de pesquisa e empresas, lançou um projeto destinado a criar avatares robóticos espaciais.
O projeto, batizado de Avatar X, pretende criar robôs espaciais avançados que serão controlados por humanos na Terra em um ambiente de imersão total.
Segundo a JAXA, serão "avatares do mundo real, que permitirão que os humanos construam remotamente acampamentos na Lua, apoiem missões espaciais a longo prazo e explorem ainda mais o espaço à distância."
Para isso, serão desenvolvidas três linhas de pesquisa e desenvolvimento, com orientação eminentemente prática: construção remota no espaço, incluindo as superfícies da Lua e de Marte; operação e manutenção de estações e instalações espaciais a partir da Terra; e entretenimento baseado no espaço e viagens para o público em geral.
Estabelecidos os parceiros, públicos e privados, o projeto Avatar X vai entrar agora na segunda fase, que envolverá a construção de um laboratório na cidade de Oita, chamado Avatar X Lab@OITA.
O laboratório já contará com toda a infraestrutura de telecomunicações para que os protótipos de robôs avatares sejam testados em condições reais no espaço.
A terceira fase do projeto deverá começar em 2020, já com o laboratório pronto, consistindo no envio ao espaço dos primeiros protótipos, inicialmente a bordo do laboratório japonês Kibo, na Estação Espacial Internacional.
"Uma vez que as capacidades dessas novas tecnologias sejam confirmadas no ambiente espacial, a quarta fase começará. A fase quatro envolverá a implementação da tecnologia Avatar X para começar a construir e explorar ainda mais a Lua, Marte e além," afirmou a JAXA.


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terça-feira, 11 de setembro de 2018

ENEM 2017 - Sobre cerca eletrificada

Em algumas residências, cercas eletrificadas são utilizadas com o objetivo de afastar possíveis invasores. Uma cerca eletrificada funciona com uma diferença de potencial elétrico de aproximadamente 10 000 V. Para que não seja letal, a corrente que pode ser transmitida através de uma pessoa não deve ser maior do que 0,01 A. Já a resistência elétrica corporal entre as mãos e os pés de uma pessoa é da ordem de 1000 Ω

Para que a corrente não seja letal a uma pessoa que toca a cerca eletrificada, o gerador de tensão deve possuir uma resistência interna que, em relação à do corpo humano, é

  1. A) praticamente nula.
  2. B) aproximadamente igual.
  3. C) milhares de vezes maior.
  4. D) da ordem de 10 vezes maior.
  5. E) da ordem de 10 vezes menor.
Resolução nos comentários da postagem
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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Sinal de Wi-Fi descobre o que tem dentro de bolsas


A técnica tem excelente taxa de identificação mesmo usando objetos embrulhados em papel alumínio. Imagem: DAISY Lab/Yingying Chen
Muitos vão considerar mais uma ameaça à privacidade - e talvez essa técnica possa ser usada para isso.

Seus criadores, porém, preferem ver uma forma menos invasiva de ver o que há no interior de bagagens e bolsas sem exigir que seus proprietários abram tudo - na entrada de parques, escolas, apresentações artísticas e aeroportos, por exemplo.

Chen Wang e seus colegas da Universidade Rutgers, nos EUA, demonstraram que é possível usar as onipresentes ondas de Wi-Fi para identificar objetos guardados no interior de mochilas, bolsas e malas.

"Em grandes áreas públicas, é difícil instalar infraestruturas de rastreamento caras, como as existentes nos aeroportos. Trabalho humano é sempre necessário para checar as sacolas e queríamos desenvolver um método complementar para tentar reduzir a mão-de-obra," justificou a professora Yingying Chen.

As ondas de Wi-Fi penetram nas sacolas e refletem nos objetos em seu interior, retornando com informações suficientes para determinar as dimensões de objetos metálicos, incluindo latas de alumínio, notebooks, aparelhos eletrônicos e baterias - além de objetos que algum mal-intencionado resolva levar, é claro.

Os sinais de Wi-Fi também permitiram estimar com boa precisão o volume de líquidos, como água, ácido, álcool e outros produtos químicos, de acordo com os pesquisadores.

Experimentos com 15 tipos de objetos e seis tipos de bolsas demonstraram taxas de precisão de detecção de 99% para objetos perigosos, 98% para metais e 95% para líquidos. Para mochilas, a taxa de precisão excede 95% e cai para cerca de 90% quando os objetos são embrulhados.

Como os sinais de redes sem fios estão por todo canto, tudo o que é necessário para implantar esse sistema de vigilância de baixo custo é um roteador Wi-Fi com duas ou três antenas, disse Wang, garantindo que o rastreamento não atrapalha em nada a funcionalidade da rede.

Apesar dos bons resultados, a equipe afirma que vai continuar trabalhando para aumentar a precisão e identificar os objetos pelas suas formas, além de melhorar as estimativas dos volumes de líquidos.

Fonte: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 24 de agosto de 2018

ENEM 2017 - Sobre a retina

A retina é um tecido sensível à luz, localizado na parte posterior do olho, onde ocorre o processo de formação de imagem. Nesse tecido, encontram-se vários tipos celulares específicos. Um desses tipos celulares são os cones, os quais convertem os diferentes comprimentos de onda da luz visível em sinais elétricos, que são transmitidos pelo nervo óptico até o cérebro.
 
Disponível em: www.portaldaretina.com.br. Acesso em: 13 jun. 2012 (adaptado).

Em relação à visão, a degeneração desse tipo celular irá 

a) comprometer a capacidade de visão em cores.
b) impedir a projeção dos raios luminosos na retina.
c) provocar a formação de imagens invertidas na retina.
d) causar dificuldade de visualização de objetos próximos.
e) acarretar a perda da capacidade de alterar o diâmetro da pupila.


Resolução nos comentários da postagem
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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

NASA diz ter encontrado depósitos de gelo na Lua

A imagem mostra a distribuição do gelo na superfície do Pólo Sul (à esquerda) e do Pólo Norte (à direita) da Lua. Azul representa os locais de gelo, plotados sobre uma imagem da superfície lunar, onde a escala de cinza corresponde à temperatura da superfície (quanto mais escuro, mais frio). Imagem: NASA
Água nos pólos da Lua
 
Depois de analisar dados da sonda espacial Chandrayaan-1, lançada pela Índia em 2008, a NASA anunciou ter encontrado indícios de água congelada nos pólos Sul e Norte da Lua.
 
Shuai Li (Universidade do Havaí) e Richard Elphic (Centro de Pesquisas Ames da NASA) usaram dados do instrumento Mapeador da Mineralogia da Lua (M3), que foi construído pela NASA e foi à Lua a bordo da sonda indiana.
 
No ano passado, a agência norte-americana já havia feito um anúncio polêmico sobre água na Lua usando dados do mesmo instrumento - o problema é que o anunciado mapa da água na superfície da Lua era um mapa de moléculas hidroxila (OH), e não exatamente de água.
 
Mas agora Li e seus colegas são mais taxativos: "Nós encontramos evidências diretas e definitivas para o gelo de água exposto na superfície nas regiões polares lunares." E, apesar dos anúncios anteriores, da descoberta de água na Lua - versão 2009 e da descoberta de água na Lua - versão 2010, a NASA reafirma que "esta é a primeira vez que os cientistas observaram diretamente evidências definitivas de gelo de água na superfície da Lua".
 
O instrumento M3 teria sido capaz não apenas de identificar a presença de gelo de água na Lua, mas também coletar informações que distinguem água líquida, vapor e gelo sólido.
 
A maior parte do gelo descoberto está nas crateras dos pólos porque ali as temperaturas são baixíssimas por causa da inclinação do eixo de rotação da Lua, que deixam essas regiões praticamente no escuro.
 
Dúvidas sobre as águas da Lua e de Marte
 
Por que demorou 10 anos para que dados tão importantes fossem interpretados e viessem a público?
 
O enigma fica maior quando se leva em conta uma estranha nota publicada pela mesma NASA sobre o recente anúncio de um lago subterrâneo com água em estado líquido em Marte, feito por cientistas da Agência Espacial Italiana.
 
Embora a NASA seja sócia do instrumento usado pela equipe italiana, a nota demonstra um ceticismo incompatível com a prontidão que a agência espacial norte-americana sempre demonstrou em noticiar "descobertas" de água na Lua e em Marte, ressaltando que é necessário buscar outras linhas de interpretação para os dados - outras linhas de interpretação também têm lançado dúvidas sobre os anúncios de descobertas de água feitas pela própria NASA.
 
Sobre aquele mesmo anúncio do lago marciano, o professor Bruce Campbell, responsável por um dos instrumentos da sonda MRO, da NASA, que orbita Marte desde 2006, disse em entrevista à National Geographic que "Nós não vimos essas reflexões [do radar, que mostram o eventual lago subterrâneo em Marte] em nossos dados." Mas a equipe da MRO anunciou diversos indícios de água em Marte, o último deles em 2015.
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terça-feira, 7 de agosto de 2018

É possível sofrer intoxicação por excesso de informações

O estudioso espanhol Alfons Cornella afirma que vê duas possibilidades para que a sociedade consiga evitar a infoxicação, uma delas baseada na tecnologia e outra na psicologia.
[Imagem: Arquivo Pessoal]
Infoxicação

De acordo com o estudioso espanhol Alfons Cornella, podemos ficar intoxicados por recebermos informações demais - tanto que ele criou o neologismo "infoxicação", uma palavra que sintetiza o excesso de informação que atualmente envolve grande parte da sociedade mundial.

A infoxicação decorre do bombardeio constante a que as pessoas estão submetidas pelas redes sociais e pelo acesso à internet em geral, além das convencionais emissoras de rádio, televisão e jornais, segundo o pesquisador.

Para ele, ainda não se compreendeu exatamente as consequências dessa "patologia" que se abate sobre grande número de pessoas porque o processo de conscientização sobre o fenômeno ainda está no início. "Eu diria que é um dos temas que teremos que revolver nos próximos anos. E é melhor que resolvamos de alguma forma, porque, se não, a outra solução é deixar de estar informado, o que poderia ter consequências piores".

Como lidar com o excesso de informação?

Cornella afirma que vê duas possibilidades para que a sociedade consiga evitar a infoxicação: "Uma é aparecer uma tecnologia que nos permita controlar melhor essa quantidade de informação que recebemos. De fato, uma das promessas da inteligência artificial vai nessa direção".

A outra esperança está em uma solução psicológica, um esforço de cada indivíduo para filtrar o imenso volume de informação que chega a ele e, assim, desenvolver critérios para determinar rapidamente qual é confiável e a qual delas dar importância.

Uma boa receita para se imunizar contra a infoxicação seria diferenciar o ler do entender. "O importante é a pessoa determinar que fontes quer ter e quer ler. É cada vez mais relevante ler menos e ler com mais profundidade. É possível ver que se está infoxicado quando não se tem tempo de entender o que está lendo," disse Cornella.

O estudioso recomenda também que as pessoas determinem quais fontes desejam quando buscam por algum tema, para não se dispersar, e que a pessoa não se limite a ler apenas aquilo que está de acordo com o que ela já pensa, ficando aberta a outras versões que contrastem com a sua ideologia para melhor compreender o tema e elevar seu próprio nível de entendimento da questão, o que sempre envolve ouvir os outros.

Fonte: Diário da Saúde

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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

É oficial: Natureza faz bem à saúde


Os benefícios da natureza à saúde foram comprovados por estudos em 20 países.
[Imagem: CC0 Public Domain/Pixabay]
Natureza faz bem à saúde

Viver perto da natureza ou passar um tempo em áreas verdes tem benefícios de saúde significativos e abrangentes.

A exposição a espaços verdes reduz o risco de diabetes tipo II, doença cardiovascular, morte prematura, parto prematuro, estresse, pressão alta e ainda gera uma imagem positiva de si mesmo.

No geral, populações com níveis mais altos de convivência com a natureza têm maior probabilidade de relatar boa saúde.

Tudo isso de acordo com dados globais envolvendo mais de 290 milhões de pessoas de 20 países.

Quem compilou todos os dados foi Caoimhe Twohig Bennett, da Universidade East Anglia (Reino Unido), que publicou os resultados na revista científica Environmental Research.

"Passar tempo junto à natureza certamente nos faz sentir mais saudáveis, mas até agora o impacto no nosso bem-estar a longo prazo não havia sido totalmente compreendido. Reunimos evidências de mais de 140 estudos envolvendo mais de 290 milhões de pessoas para ver se a natureza realmente gera um aumento da saúde," disse o pesquisador.

Banho de floresta

Os 'espaços verdes' foram definidos como regiões abertas e não urbanizadas, com vegetação natural, bem como espaços verdes urbanos, que incluíam parques urbanos e vegetação de rua.

A equipe analisou a saúde das pessoas com pouco acesso aos espaços verdes em comparação com a saúde das pessoas com maiores quantidades de exposição à natureza.

"Nós descobrimos que passar um tempo, ou viver perto, de espaços verdes naturais está associado a diversos e significativos benefícios para a saúde. Isto reduz o risco de diabetes tipo II, doença cardiovascular, morte prematura e parto prematuro e aumenta a duração do sono.

"As pessoas que vivem mais perto da natureza também têm menor pressão arterial diastólica, menor frequência cardíaca e menos estresse. Na verdade, uma das coisas realmente interessantes que descobrimos é que a exposição aos espaços verdes reduz significativamente os níveis de cortisol salivar das pessoas - um marcador fisiológico de estresse.

"O 'banho de floresta' já é muito popular como uma terapia no Japão - com os participantes passando um tempo na floresta, sentados ou deitados, ou simplesmente circulando. Nosso estudo mostra que talvez eles tenham tido a ideia certa!" finalizou Bennett.

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