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terça-feira, 24 de abril de 2018

ENEM 2017 - Radiação Eletromagnética


A figura mostra como é a emissão de radiação eletromagnética para cinco tipos de lâmpada: haleto metálico, tungstênio, mercúrio, xênon e LED (diodo emissor de luz). As áreas marcadas em cinza são proporcionais à intensidade da energia liberada pela lâmpada. As linhas pontilhadas mostram a sensibilidade do olho humano aos diferentes comprimentos de onda. UV e IV são as regiões do ultravioleta e do infravermelho, respectivamente.
Um arquiteto deseja iluminar uma sala usando uma lâmpada que produza boa iluminação, mas que não aqueça o ambiente.

Qual tipo de lâmpada melhor atende ao desejo do arquiteto?
A) Haleto metálico.
B) Tungstênio.
C) Mercúrio.
D) Xênon.
E) LED

Resolução logo abaixo, nos comentários da postagem.
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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Cientista revela como é o som do Sol


Imagem: Capturada
O professor Bill Chaplin, professor de Astrofísica na Universidade de Birmingham, na Inglaterra, explica que esses corpos celestes têm um barulho natural.
"Isso acontece na camada externa deles, e esse som fica preso, o que faz com que ele ressoe – como um instrumento musical", diz.

Surpreendentemente, porém, quanto maior a estrela, menor será a intensidade desse barulho.

"Se temos uma estrela maior do que o Sol, ela vai inspirar e expirar mais lentamente. Assim, a intensidade de sua ressonância natural – e suas oscilações – é mais baixa", afirma Chaplin.

"Tomemos como exemplo uma estrela que a missão Kepler, da Nasa, observou, que é duas vezes maior que o Sol", acrescenta.

"Ao medirmos as frequências, obtemos informações sobre o tamanho da estrela, mas, principalmente, sobre a idade dela."

A missão Kepler, da agência espacial americana, é coordenada por Chaplin e se dedica a pesquisar estrelas de tipo solar.

No vídeo, ele mostra como é o som feito pelo Sol. Confira
Matéria e vídeo publicados originalmente em: BBC Brasil

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segunda-feira, 16 de abril de 2018

Pesquisa mostra como a terra treme quando o Barcelona faz um gol em seu estádio

Messi é o principal artilheiro do Barcelona nos últimos anos. Imagem: Heuters
Quando o Barcelona marca um gol em casa, a cidade sede do clube literalmente treme. Recentemente, cientistas instalaram um sismômetro perto do estádio do time, o Camp Nou, e conseguiram medir a vibração na cidade quando a torcida comemora um gol.

A terra realmente treme mais quando os torcedores começam a pular nas arquibancadas.

Um desses momentos ocorreu em 8 de março de 2017, quando o Barcelona venceu o Paris Saint-Germain por 6 a 1 em uma eliminatória da Liga dos Campeões. O jogo foi considerado histórico, porque o time havia perdido o primeiro jogo da eliminatória por 4 a 0.

O jogo mexeu com os torcedores, pois os gols que classificaram o Barcelona saíram nos últimos minutos da partida.

Os resultados da pesquisa foram discutidos na Assembleia Europeia de Geociências, em Viena, na Áustria.

O estudo foi produzido por Jordi Díaz e por seus colegas no Instituto de Ciências da Terra Jaume Aumera, que fica na capital da Catalunha.

Díaz diz achar fascinante o contraste entre as reações do público em um jogo de futebol e em um show de música. 
No gráfico de cima, os picos em preto mostram como a 'terra treme' nos gols do Barça no jogo entre Barcelona e PSG; as manchas em amarelo e vermelho também apontam o movimento do estádio com os gols. Imagem: ICTJA-CSIC

O Camp Nou também treme durante shows de rock - um exemplo foi quando Bruce Springsteen tocou por lá em 2016.

"O espectrograma mostra tempo versus frequência, as cores são a energia", explica Díaz. "Cada música tem um padrão específico, e você pode identificar a partir dos dados sísmicos quando (Springsteen) muda de uma música para outra."

"Mas quando é uma comemoração de gol, a energia é distribuída por uma banda de 1 a 10 hz, enquanto em um show de rock temos o que chamamos de estruturas harmônicas; a energia é localizada em amplitudes mais restritas", explica.

"Isso acontece porque as pessoas (no show) não estão pulando, elas estão dançando. É o ritmo", diz o pesquisador.

O sismógrafo foi posicionado na sede do instituto, a 500 metros do estádio.
Inicialmente, a medição funcionaria apenas para divulgar o trabalho dos pesquisadores para pessoas interessadas em ciência. Mas posteriormente seu grupo de pesquisa começou a notar algumas características interessantes que levaram a uma pesquisa mais aprofundada.

Além de acompanhar os jogos do Barça em casa, os cientistas estão analisando os padrões sísmicos do trânsito da cidade. Uma avenida importante passa pela sede do instituto e é possível rastrear o fluxo diário de veículos, até mesmo detectar quando os carros desligam o motor diante dos semáforos.

O mesmo vale para o metrô e para o serviço de trem.
"Pode ter começado como algo divertido, mas agora estamos explorando os aspectos mais científicos", disse Díaz à BBC News. "Um é fazer engenharia, saber coisas sobre como estruturas e prédios vibram devido a diferentes movimentos de pessoas. Agora estamos contatando as escolas de engenharia para ver se há algum potencial nisso."

Matéria publicada originalmente em: BBC Brasil

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ENEM 2017 - Sobre o cinto de segurança

Em uma colisão frontal entre dois automóveis, a força que o cinto de segurança exerce sobre o tórax e abdômen do motorista pode causar lesões graves nos órgãos internos. Pensando na segurança do seu produto, um fabricante de automóveis realizou testes em cinco modelos diferentes de cinto. Os testes simularam uma colisão de 0,30 segundo de duração, e os bonecos que representavam os ocupantes foram equipados com acelerômetros. Esse equipamento registra o módulo da desaceleração do boneco em função do tempo. Os parâmetros como massa dos bonecos, dimensões dos cintos e velocidade imediatamente antes e após o impacto foram os mesmos para todos os testes. O resultado final obtido está no gráfico de aceleração por tempo.



Qual modelo de cinto oferece menor risco de lesão interna ao motorista?

A) 1

B) 2

C) 3

D) 4

E) 5



Resolução no comentário da postagem.

 
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terça-feira, 10 de abril de 2018

ENEM 2017 - Resistência Elétrica

Dispositivos eletrônicos que utilizam materiais de baixo custo, como polímeros semicondutores, têm sido desenvolvidos para monitorar a concentração de amônia (gás tóxico e incolor) em granjas avícolas. A polianilina é um polímero semicondutor que tem o valor de sua resistência elétrica nominal quadruplicado quando exposta a altas concentrações de amônia. Na ausência de amônia, a polianilina se comporta como um resistor ôhmico e a sua resposta elétrica é mostrada no gráfico.



O valor da resistência elétrica da polianilina na presença de altas concentrações de amônia, em ohm, é igual a

A) 0,5 x 100 
B) 2,0 x 100 
C) 2,5 x 105 
D) 5,0 x 105 
E) 2,0 x 106




Resolução logo abaixo




Pela 1ª Lei de Ohm, temos a partir dos dados do gráfico:









Como esse valor é quadruplicado quando submetido as altas concentrações de amônia, a 'nova' resistência fica:


R’ = 4 . 5,0 x 105
R’ = 20,0 x 105
R’ = 2,0 x 106


Alternativa: E
 









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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Por que a falta de fósforo no Universo reduz a chance de se encontrar vida extraterrestre

Pesquisadores da Universidade de Cardiff estudaram a nebulosa de Caranguejo em busca de rastros de fósforo. Imagem:
NASA/ESA/J. Hester/A. Loll (ASU)
Muito além dos palitos que usamos para acender fogo, o fósforo tem um grande papel na origem da vida. E uma astrônoma britânica que comandou um estudo sobre a presença de fósforo em supernovas disse acreditar que as chances de vida extraterrestre são menores do que se pensa justamente pela falta do elemento no universo. 

"Sob condições químicas pobres em fósforo, pode ser que seja realmente difícil que a vida se origine em um mundo similar ao nosso", disse a astrônoma da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, à agência Press Association.

Utilizando o telescópio britânico William Herschel, localizado nas Ilhas Canárias (Espanha), Greaves e sua equipe buscaram rastros de fósforo e ferro na nebulosa de Caranguejo, localizada a 6,5 mil anos-luz de distância, na constelação de Touro.

Para sua surpresa, Greaves não encontrou ali suficiente quantidade de fósforo para permitir que surgisse vida em novos planetas tal como a conhecemos na Terra.

Ainda que os cientistas pretendam prosseguir com esses estudos em outros resquícios de supernovas, "a rota para levar fósforo a planetas recém-nascidos parece bastante precária", agregou Greaves.

Em entrevista à BBC, Greaves, que recentemente apresentou os resultados preliminares de suas pesquisas sobre esse elemento na Semana Europeia de Astronomia e Ciência Espacial, em Liverpool, explicou que "o fósforo é um entre apenas seis elementos químicos realmente importantes" para o surgimento de vida.

A seleta lista, prossegue, é formada por carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, enxofre e, por fim, o fósforo, essencial para o armazenamento e a transferência de energia entre as células. O fósforo, segundo a astrônoma, é crucial ao componente Adenosina trifosfato (ATP), que as células dos organismos vivos usam para armazenar e transportar a energia usada na atividade celular.

"Como astrônoma, me dei conta de que não havia estudos sobre o fósforo cósmico, então pensei: devemos rastreá-lo desde seus primórdios, em termos astronômicos", destaca.

O fósforo é um dos elementos químicos criados nas supernovas - as maciças explosões de estrelas - e por elas lançados ao espaço.

"Esses elementos viajam e terminam em grandes nuvens de gases na nossa galáxia. Em algumas dessas nebulosas se formarão futuras gerações de estrelas e planetas", explica a pesquisadora.

Matéria publicada na íntegra em: BBC Brasil
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sexta-feira, 6 de abril de 2018

Prof. Paulo Robson é empossado como Diretor da EEM Santa Tereza

Imagem: Prof. Paulo Robson. Arquivo pessoal.
Em solenidade realizada na noite de ontem (05/04) no Gran Mareiro Hotel em Fortaleza, o professor Paulo Robson foi oficialmente empossado como Diretor Escolar Estadual de Ensino Médio da Escola Santa Tereza, a única escola estadual em Altaneira.

Antes da Solenidade de Posse todos os diretores eleitos para as centenas escolas estaduais participaram de um Seminário preparatório ao longo de todo o dia de ontem.

Paulo Robson usou as redes sociais para comunicar a posse e agradecer o apoio recebido na curta campanha. “Oficialmente, consolida-se o processo da eleição para Diretor Escolar da Escola Santa Tereza”, escreveu o diretor empossado.

“Nessa noite, com a cerimônia de posse, reacende em mim a gratidão pela confiança depositada por quase 94% da comunidade escolar - situação que só aumenta minhas responsabilidades”, completou.  

Paulo disse que dedicava o momento a toda sua família, amigos, apoiadores e torcedores, que apareceram de todos os lados, aos 328 que compareceram à urna para exercer sua cidadania, mas, em especial, àqueles 308 que escolheram seu nome para conduzir a EEM Santa Tereza durante os próximos 4 anos.

“Agradeço a Deus por mais essa conquista profissional, pela saúde e força para continuar estudando e me capacitando cada vez mais para enfrentar os desafios que me são confiados. Vamos em frente, juntamente com a excelente equipe que tenho ao meu lado, que há muito trabalho para ser feito em busca da construção de uma gestão democrática de resultados e oportunidades” finalizou a nota. 

Imagem: Facebook.
Ao final do evento o diretor Paulo Robson registrou uma imagem com o secretário Idilvan Alencar, a quem declarou apoio na campanha para deputado federal.

Texto: Raimundo Soares Filho, via Blog de Altaneira.
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terça-feira, 3 de abril de 2018

Por que a função soneca dos despertadores se repete a cada 9 minutos


Os alarmes dos relógios despertadores foram inicialmente programados, de forma arbitrária, para repetir o toque em nove minutos. Imagem: Thinkstock
Quando o despertador toca, as pessoas que apertam a função soneca, normalmente, pensam que vão ter mais 10 minutos na cama. Mas o que pouca gente sabe é que podem ganhar apenas nove minutos para dormir mais um pouquinho.
Mas por que nove? Há quem diga que, para responder isso, é preciso voltar aos anos 1950, quando foi criada a função que permite repetir o toque do alarme.
Uma das explicações indica que, inicialmente, as engrenagens dos relógios estavam padronizadas para ciclos de dez minutos. Mas, para que a função funcionasse sem que os relógios perdessem a sincronia, o ciclo de repetição do alarme deveria ser maior ou menor que dez minutos.
Fabricantes determinaram que nove minutos seria o tempo indicado para a função. Apesar de arbitrária, a decisão levanta algumas hipóteses.
Especialistas dizem que, aos dez minutos, a pessoa entra na etapa mais profunda do sono e, assim, acaba sendo menor a probabilidade de despertarem com o alarme.
Outra hipótese é que dez minutos simbolizam uma barreira psicológica. Era mais fácil vender um intervalo mais curto, já que os usuários podiam dizer a si mesmos que a nova função do despertador não iria afetar sua pontualidade matutina.
Com os usuários normalmente demoram alguns segundos para reagir e apertar o botão, acredita-se que pouca gente percebe que a repetição padrão aconteça em menos de dez minutos.
Mais uns minutinhos? Talvez não seja uma boa ideia já que o sono picado pode aumentar a sensação de cansaço. Imagem: Thinkstock
Quando os primeiros relógios digitais chegaram ao mercado, a hora era indicada por cartões numéricos que variavam de zero a nove. E a função soneca foi colocada na coluna dos minutos, para que fosse usado um único dígito.
Os nove minutos de intervalo entre um toque do alarme e o outro acabaram sendo adotados como padrão. Com a evolução da tecnologia, os smartphones também passaram a oferecer alarmes e a função soneca.
Alguns modelos, como o iPhone, da Apple, mantiveram esse padrão. Outros, como o Google e Microsoft, com o Android e Windows Phone, respectivamente, não adotaram a numeração - ainda que o número de minutos a mais possa ser ajustado.

Pouco recomendado

Apesar de tentador, acionar o modo soneca não é recomendado para quem quer manter a qualidade do sono. Segundo especialistas, ele não necessariamente permite um descanso extra. O efeito pode ser o contrário.
Ao fazer com o alarme toque novamente dali a alguns minutos, estamos reajustando o ciclo do sono no cérebro repetidas vezes e isso pode alterar o estado conhecido como inércia do sono. É possível que, no segundo ou terceiro alarme, em vez de se reduzir a sensação de cansaço, ela tenha aumentado.
Por isso, especialistas concordam que é melhor programar o despertador para a hora que devemos acordar, em vez de perder a qualidade do sono nos (talvez nove) minutos entre a primeira vez e a vez seguinte que o alarme toca.
Matéria publicada originalmente em: BBC Brasil
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