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segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Sinal de Wi-Fi descobre o que tem dentro de bolsas


A técnica tem excelente taxa de identificação mesmo usando objetos embrulhados em papel alumínio. Imagem: DAISY Lab/Yingying Chen
Muitos vão considerar mais uma ameaça à privacidade - e talvez essa técnica possa ser usada para isso.

Seus criadores, porém, preferem ver uma forma menos invasiva de ver o que há no interior de bagagens e bolsas sem exigir que seus proprietários abram tudo - na entrada de parques, escolas, apresentações artísticas e aeroportos, por exemplo.

Chen Wang e seus colegas da Universidade Rutgers, nos EUA, demonstraram que é possível usar as onipresentes ondas de Wi-Fi para identificar objetos guardados no interior de mochilas, bolsas e malas.

"Em grandes áreas públicas, é difícil instalar infraestruturas de rastreamento caras, como as existentes nos aeroportos. Trabalho humano é sempre necessário para checar as sacolas e queríamos desenvolver um método complementar para tentar reduzir a mão-de-obra," justificou a professora Yingying Chen.

As ondas de Wi-Fi penetram nas sacolas e refletem nos objetos em seu interior, retornando com informações suficientes para determinar as dimensões de objetos metálicos, incluindo latas de alumínio, notebooks, aparelhos eletrônicos e baterias - além de objetos que algum mal-intencionado resolva levar, é claro.

Os sinais de Wi-Fi também permitiram estimar com boa precisão o volume de líquidos, como água, ácido, álcool e outros produtos químicos, de acordo com os pesquisadores.

Experimentos com 15 tipos de objetos e seis tipos de bolsas demonstraram taxas de precisão de detecção de 99% para objetos perigosos, 98% para metais e 95% para líquidos. Para mochilas, a taxa de precisão excede 95% e cai para cerca de 90% quando os objetos são embrulhados.

Como os sinais de redes sem fios estão por todo canto, tudo o que é necessário para implantar esse sistema de vigilância de baixo custo é um roteador Wi-Fi com duas ou três antenas, disse Wang, garantindo que o rastreamento não atrapalha em nada a funcionalidade da rede.

Apesar dos bons resultados, a equipe afirma que vai continuar trabalhando para aumentar a precisão e identificar os objetos pelas suas formas, além de melhorar as estimativas dos volumes de líquidos.

Fonte: Inovação Tecnológica
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sexta-feira, 24 de agosto de 2018

ENEM 2017 - Sobre a retina

A retina é um tecido sensível à luz, localizado na parte posterior do olho, onde ocorre o processo de formação de imagem. Nesse tecido, encontram-se vários tipos celulares específicos. Um desses tipos celulares são os cones, os quais convertem os diferentes comprimentos de onda da luz visível em sinais elétricos, que são transmitidos pelo nervo óptico até o cérebro.
 
Disponível em: www.portaldaretina.com.br. Acesso em: 13 jun. 2012 (adaptado).

Em relação à visão, a degeneração desse tipo celular irá 

a) comprometer a capacidade de visão em cores.
b) impedir a projeção dos raios luminosos na retina.
c) provocar a formação de imagens invertidas na retina.
d) causar dificuldade de visualização de objetos próximos.
e) acarretar a perda da capacidade de alterar o diâmetro da pupila.


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quinta-feira, 23 de agosto de 2018

NASA diz ter encontrado depósitos de gelo na Lua

A imagem mostra a distribuição do gelo na superfície do Pólo Sul (à esquerda) e do Pólo Norte (à direita) da Lua. Azul representa os locais de gelo, plotados sobre uma imagem da superfície lunar, onde a escala de cinza corresponde à temperatura da superfície (quanto mais escuro, mais frio). Imagem: NASA
Água nos pólos da Lua
 
Depois de analisar dados da sonda espacial Chandrayaan-1, lançada pela Índia em 2008, a NASA anunciou ter encontrado indícios de água congelada nos pólos Sul e Norte da Lua.
 
Shuai Li (Universidade do Havaí) e Richard Elphic (Centro de Pesquisas Ames da NASA) usaram dados do instrumento Mapeador da Mineralogia da Lua (M3), que foi construído pela NASA e foi à Lua a bordo da sonda indiana.
 
No ano passado, a agência norte-americana já havia feito um anúncio polêmico sobre água na Lua usando dados do mesmo instrumento - o problema é que o anunciado mapa da água na superfície da Lua era um mapa de moléculas hidroxila (OH), e não exatamente de água.
 
Mas agora Li e seus colegas são mais taxativos: "Nós encontramos evidências diretas e definitivas para o gelo de água exposto na superfície nas regiões polares lunares." E, apesar dos anúncios anteriores, da descoberta de água na Lua - versão 2009 e da descoberta de água na Lua - versão 2010, a NASA reafirma que "esta é a primeira vez que os cientistas observaram diretamente evidências definitivas de gelo de água na superfície da Lua".
 
O instrumento M3 teria sido capaz não apenas de identificar a presença de gelo de água na Lua, mas também coletar informações que distinguem água líquida, vapor e gelo sólido.
 
A maior parte do gelo descoberto está nas crateras dos pólos porque ali as temperaturas são baixíssimas por causa da inclinação do eixo de rotação da Lua, que deixam essas regiões praticamente no escuro.
 
Dúvidas sobre as águas da Lua e de Marte
 
Por que demorou 10 anos para que dados tão importantes fossem interpretados e viessem a público?
 
O enigma fica maior quando se leva em conta uma estranha nota publicada pela mesma NASA sobre o recente anúncio de um lago subterrâneo com água em estado líquido em Marte, feito por cientistas da Agência Espacial Italiana.
 
Embora a NASA seja sócia do instrumento usado pela equipe italiana, a nota demonstra um ceticismo incompatível com a prontidão que a agência espacial norte-americana sempre demonstrou em noticiar "descobertas" de água na Lua e em Marte, ressaltando que é necessário buscar outras linhas de interpretação para os dados - outras linhas de interpretação também têm lançado dúvidas sobre os anúncios de descobertas de água feitas pela própria NASA.
 
Sobre aquele mesmo anúncio do lago marciano, o professor Bruce Campbell, responsável por um dos instrumentos da sonda MRO, da NASA, que orbita Marte desde 2006, disse em entrevista à National Geographic que "Nós não vimos essas reflexões [do radar, que mostram o eventual lago subterrâneo em Marte] em nossos dados." Mas a equipe da MRO anunciou diversos indícios de água em Marte, o último deles em 2015.
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terça-feira, 7 de agosto de 2018

É possível sofrer intoxicação por excesso de informações

O estudioso espanhol Alfons Cornella afirma que vê duas possibilidades para que a sociedade consiga evitar a infoxicação, uma delas baseada na tecnologia e outra na psicologia.
[Imagem: Arquivo Pessoal]
Infoxicação

De acordo com o estudioso espanhol Alfons Cornella, podemos ficar intoxicados por recebermos informações demais - tanto que ele criou o neologismo "infoxicação", uma palavra que sintetiza o excesso de informação que atualmente envolve grande parte da sociedade mundial.

A infoxicação decorre do bombardeio constante a que as pessoas estão submetidas pelas redes sociais e pelo acesso à internet em geral, além das convencionais emissoras de rádio, televisão e jornais, segundo o pesquisador.

Para ele, ainda não se compreendeu exatamente as consequências dessa "patologia" que se abate sobre grande número de pessoas porque o processo de conscientização sobre o fenômeno ainda está no início. "Eu diria que é um dos temas que teremos que revolver nos próximos anos. E é melhor que resolvamos de alguma forma, porque, se não, a outra solução é deixar de estar informado, o que poderia ter consequências piores".

Como lidar com o excesso de informação?

Cornella afirma que vê duas possibilidades para que a sociedade consiga evitar a infoxicação: "Uma é aparecer uma tecnologia que nos permita controlar melhor essa quantidade de informação que recebemos. De fato, uma das promessas da inteligência artificial vai nessa direção".

A outra esperança está em uma solução psicológica, um esforço de cada indivíduo para filtrar o imenso volume de informação que chega a ele e, assim, desenvolver critérios para determinar rapidamente qual é confiável e a qual delas dar importância.

Uma boa receita para se imunizar contra a infoxicação seria diferenciar o ler do entender. "O importante é a pessoa determinar que fontes quer ter e quer ler. É cada vez mais relevante ler menos e ler com mais profundidade. É possível ver que se está infoxicado quando não se tem tempo de entender o que está lendo," disse Cornella.

O estudioso recomenda também que as pessoas determinem quais fontes desejam quando buscam por algum tema, para não se dispersar, e que a pessoa não se limite a ler apenas aquilo que está de acordo com o que ela já pensa, ficando aberta a outras versões que contrastem com a sua ideologia para melhor compreender o tema e elevar seu próprio nível de entendimento da questão, o que sempre envolve ouvir os outros.

Fonte: Diário da Saúde

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quinta-feira, 2 de agosto de 2018

É oficial: Natureza faz bem à saúde


Os benefícios da natureza à saúde foram comprovados por estudos em 20 países.
[Imagem: CC0 Public Domain/Pixabay]
Natureza faz bem à saúde

Viver perto da natureza ou passar um tempo em áreas verdes tem benefícios de saúde significativos e abrangentes.

A exposição a espaços verdes reduz o risco de diabetes tipo II, doença cardiovascular, morte prematura, parto prematuro, estresse, pressão alta e ainda gera uma imagem positiva de si mesmo.

No geral, populações com níveis mais altos de convivência com a natureza têm maior probabilidade de relatar boa saúde.

Tudo isso de acordo com dados globais envolvendo mais de 290 milhões de pessoas de 20 países.

Quem compilou todos os dados foi Caoimhe Twohig Bennett, da Universidade East Anglia (Reino Unido), que publicou os resultados na revista científica Environmental Research.

"Passar tempo junto à natureza certamente nos faz sentir mais saudáveis, mas até agora o impacto no nosso bem-estar a longo prazo não havia sido totalmente compreendido. Reunimos evidências de mais de 140 estudos envolvendo mais de 290 milhões de pessoas para ver se a natureza realmente gera um aumento da saúde," disse o pesquisador.

Banho de floresta

Os 'espaços verdes' foram definidos como regiões abertas e não urbanizadas, com vegetação natural, bem como espaços verdes urbanos, que incluíam parques urbanos e vegetação de rua.

A equipe analisou a saúde das pessoas com pouco acesso aos espaços verdes em comparação com a saúde das pessoas com maiores quantidades de exposição à natureza.

"Nós descobrimos que passar um tempo, ou viver perto, de espaços verdes naturais está associado a diversos e significativos benefícios para a saúde. Isto reduz o risco de diabetes tipo II, doença cardiovascular, morte prematura e parto prematuro e aumenta a duração do sono.

"As pessoas que vivem mais perto da natureza também têm menor pressão arterial diastólica, menor frequência cardíaca e menos estresse. Na verdade, uma das coisas realmente interessantes que descobrimos é que a exposição aos espaços verdes reduz significativamente os níveis de cortisol salivar das pessoas - um marcador fisiológico de estresse.

"O 'banho de floresta' já é muito popular como uma terapia no Japão - com os participantes passando um tempo na floresta, sentados ou deitados, ou simplesmente circulando. Nosso estudo mostra que talvez eles tenham tido a ideia certa!" finalizou Bennett.

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